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1ª noite de carnaval na capital é marcada por duas mortes e cinco tentativas de homicidios

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A noite desta sexta-feira  (24), foi considerada violenta em Rio Branco. Enquanto muitos se divertiam na primeira noite de Carnaval, foram registradas duas mortes por arma de fogo e mais cinco tentativas de homicídio nos bairros Defesa Civil, Tancredo Neves e na Aveni Amadeo Barbosa, no segundo distrito.

Na primeira ocorrência acompanhada pela polícia, três jovens foram alvejados a tiros na Rua Independência, região do bairro Dessa Civil, enquanto conversavam em frente a uma residência. Os suspeitos estavam de moto e fugiram após o crime tomando rumo ignorado. Os jovens Risney Cunha e Davi Souza foram encaminhados ao Pronto Socorro. Já o menor identificado apenas como “Rato” não resistiu ao tiro no  tórax e morreu no local.

Não demorou muito e policiais do segundo batalhão já receberam um outro chamado para atender a uma dupla tentativa de homicídio, ocorrida na Avenida Amadeo Barbosa, segundo distrito de Rio Branco.

Um homem e uma mulher, cujo os nomes não foram divulgados, foram alvejados por arma de fogo e encaminhados ao Pronto Socorro sem riscos de morte.

Já no bairro Tancredo Neves =, as vítimas Gelson Nascimento de Almeida e o amigo identificado apenas como Jackson saiam juntos de um bar localizado na rua Luiz Morais, proximidades do antigo box da PM quando os criminosos os surpreenderam com os tiros. Gelson Nascimento morreu a caminho do hospital dentro da viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência  (SAMU) e Jackson foi levado ao Pronto Socorro com um tino na perna sem gravidade.

Gelson Nascimento de Almeida foi umas das vitimas fatais

Em todos os casos, os suspeitos estavam de moto e até a publicação deste material nenhum havia sido preso pela polícia. Os casos serão investigados pela Delegacia Especializada em Homicídios e Proteção à Pessoa  ( DEHPP ).

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Acre

Maradona morre aos 60 anos após parada cardiorrespiratória

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Foto: Divulgação 

O ex-jogador argentino Diego Maradona morreu nesta manhã, aos 60 anos, após sofrer uma parada cardiorrespiratória. Ele estava em sua casa, em Tigre.

Maradona foi operado no início do mês de um hematoma subdural e depois, por decisão familiar e médica, permaneceu hospitalizado devido a uma “baixa anímica, anemia e desidratação” e um quadro de abstinência devido ao vício em álcool, segundo os primeiros informes médicos.

“Sempre é preciso cuidar dele, agora ainda mais”, disse Leopoldo Luque, médico particular do ex-jogador, após anunciar a alta hospitalar de Maradona no dia 11.

Matías Morla, advogado do ex-jogador, disse que Maradona “talvez tenha passado o momento mais duro de sua vida”, e considerou um “milagre” que os médicos tenham diagnosticado o hematoma na cabeça “que poderia ter lhe tirado a vida”.

O campeão mundial em 1986 é o atual técnico do clube Gimnasia y Esgrima La Plata, mas foi obrigado a deixar o comando da equipe nas mãos de seus assistentes há algumas semanas devido aos problemas de saúde.

*Com informações da Reuters

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Acre

Caos no abastecimento de água no Acre só deve ser sanando com o triplo de investimentos

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Foto: Pedro França/Agência Brasil

As constantes mudanças no gerenciamento do sistema de abastecimento de água e tratamento de esgoto do Acre por si só não resolverão o caos instalado no sistema. Ao contrário, devem vir acompanhadas de investimentos pesados, estimados em mais de R$1,79 bilhão até 2033 se estes fossem iniciados em 2019.

Esse valor é menor que o proposto pelo Governo Federal (leia aqui https://www.ac24horas.com/2019/12/07/bndes-agiliza-venda-do-depasa-com-promessa-de-investir-r-13-bilhao-em-35-anos-de-concessao/).

O estudo divulgado nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Trata Brasil calcula que sejam necessários investimentos 2,96 vezes maiores que os atuais para universalizar a água potável e o esgotamento sanitário no Acre.

O estudo leva em conta a realidade atual do sistema em que o Depasa está sendo “preparado” para uma parceria público-privada através do BNDES. Em 2018, o investimento para melhorar o sistema entre 2014 e 2018 foi de R$177 milhões. Hoje, com o Marco Legal do Saneamento, são necessários R$120 milhões todo ano para alcançar a maioria da população com saneamento básico.

De acordo com o Trata Brasil, “17 Unidades da Federação têm média histórica de investimentos muito abaixo do previsto para a Universalização dos serviços (clusters rosa e vermelho), sendo que destes: o 5 estão com estudos ou projetos de parcerias e/ou concessões em andamento para maior mobilização de investimentos. São eles: Rio Grande do Sul, Acre, Ceará, Piauí e Amapá. Os que não tem projeto precisam de providências urgentes para aumentar os investimentos”.

O estudo “Desafios dos Estados quanto aos investimentos em saneamento básico a partir do novo marco legal”, feito em parceria com a GO Associados, detalha os desafios a serem enfrentados pelo país e Unidades da Federação para se chegar às metas.

O estudo usou dados de investimento e atendimento de água e esgoto do SNIS, meta de investimento do Plansab e do diagnóstico realizado pela ABCON-KPMG em 2019. A metodologia do novo diagnóstico do Instituto Trata Brasil pode ser consultada no relatório completo disponível em www.tratabrasil.org.br.

No Acre, como se vê nas ações do governador Gladson Cameli, que hoje (25/11) demitiu boa parte da cúpula do Depasa, os investimentos pedem realmente urgência pois, segundo o estudo, apenas 47% dos acreanos tem água potável nas torneiras e 90% não tem tratamento adequado de esgoto sanitário. Isso em tempos de pandemia.

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Acre

Energisa destaca construções para evitar apagão no Acre

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Foto: Divulgação

A Energisa Acre se manifestou, por meio de nota, nesta quarta-feira, 25, acerca da do assunto da reunião entre representantes do governo do Acre com a Defesa Civil estadual e municipal, onde foi levantada a questão do apagão que acometeu o estado do Amapá.

O caso também foi levado às redes devido ao relato do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que alertou que o Acre poderia sofrer blackout semelhante ao caso do Amapá, caso não adote as medidas preventivas necessárias.

Em nota, a Energisa pontuou que dispõe de um Centro Operação Integrado (COI), que realiza o monitoramento durante 24 horas de todo o fornecimento de energia no Estado e que caso ocorra alguma ocorrência de interrupção de energia, a empresa acionará suas equipes.

“Elas estão preparadas para executar as intervenções para o restabelecimento, seguindo instruções e planos de contingência já estabelecidos.

Em outro trecho, a Energisa destaca que o sistema de transmissão de energia proveniente de Rondônia que abastece o Estado, é de propriedade e responsabilidade da Eletronorte, empresa transmissora da região, e que atualmente esse sistema de transmissão atende às demandas de todo o Acre.

“No entanto, para dar suporte ao crescimento e desenvolvimento da região, estão aprovados pelo Governo Federal novos investimentos, como a terceira linha de transmissão vinda de Abunã (RO) até Rio Branco (AC) e mais uma subestação que será instalada nesta capital”, afirmou.

Segundo a Energisa, esses investimentos deverão entrar no leilão do segmento de transmissão em 2021 e pontuou que como empresa responsável pela distribuição de energia no Estado, vem realizando inúmeros investimentos desde 2019 para dar confiabilidade e melhorar a qualidade do fornecimento de energia a toda população acreana.

“Grandes obras já foram realizadas como a subestação de Alto Alegre em Rio Branco que ampliou a capacidade de suprimento na Capital. Outro importante investimento é a subestação de Epitaciolândia que duplicou o fornecimento de energia para os municípios de Epitaciolândia, Brasiléia e Xapuri”, afirmou.

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Acre

Peixes da Amazônia vive incerteza sem novos investidores

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Em processo de recuperação judicial e devendo mais de R$ 48 milhões para bancos, fornecedores e funcionários, o complexo de piscicultura Peixes da Amazônia, tido nos governos do PT como a redenção econômica do pescado no Estado, vive a incerteza de não ter suas atividades em pleno vapor em 2021. Com suas atividades paradas desde janeiro de 2019, a Indústria e seus acionistas tentam captar novos recursos através de investidores Brasil a fora, mas sem sucesso.

Em setembro deste ano, o Grupo paulista Peixe Bom, do Estado de São Paulo, apresentou ao governador Gladson Cameli o seu interesse em assumir o comando do complexo localizado às margens da BR-317, no município de Senador Guiomard. Representado pelo seu principal investidor, o empresário Jurandir Ramos, que chegou em Rio Branco em seu próprio jatinho, o grupo piscicultor especializado em transporte, compra e venda e assessoria de empreendimentos, sinalizou ao governo do Estado e aos demais acionistas sobre assumir o controle das atividades industriais e administrativas, mas até o momento a proposta ficou apenas nas intenções.

Na época da visita do grupo paulista sobre o empreendimento, o ac24horas apurou que parte dos sócios da empresa tem interesse em se desfazer de suas ações, porém outra parte estaria irredutível por não conhecer as reais intenções do suposto novo investidor. Os acionistas insatisfeitos tem uma “jogada” na compra do negócio por supostos laranjas ligados a políticos do Acre e de fora do Estado.

Procurado pelo ac24horas, o diretor-presidente Agência de Negócios do Estado do Acre (ANAC), Carlos Ovídio, mais conhecido como Resende, informou que as tratativas ainda estão em negociação a partir de um plano de negócio e que o governo e os acionistas aguardam uma proposta firme por parte de investidores que melhor atenda os interesses do Estado.

“Estão sendo prospectados outros [investidores. Só podemos afirmar a partir de uma proposta firme e que atenda o interesse do estado”, disse o chefe da autarquia detentora de 19% das ações da Peixes da Amazônia.

A reportagem apurou com fontes palacianas que até o momento não houve nenhuma proposta palpável de investidores e nem ao menos valores foram tratados. O complexo é mantido por um de seus acionistas que o mantém cuidando dos aparelhos e máquinas industriais de última geração para evitar o sucateamento. Em 2019, empresários chegaram a pedir ao governo a injeção de cerca de R$ 200 mil por mês para manutenção do empreendimento, o que foi negado pelo governador Gladson Cameli na época.

PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL

O ac24horas teve acesso ao Plano de Recuperação Judicial elaborado pelos diretores e advogados do complexo que pleiteia a homologação do judiciário. Na proposta, o relatório aponta que atualmente a empresa possui capital social de R$ 62 milhões, distribuído em 54.538 ações. O quadro de acionistas composto pelo Fundo de Investimentos e Participações [35,83%]; sócios privados [33,67%] e Agência de Negócio do Estado do Acre S.A. — ANAC [19,15%]. A Central de Cooperativa também tem participação de 11,35%.

Atualmente as dívidas da empresa totalizam R$ 48,6 milhões entre credores e dívidas trabalhistas. De acordo com o Plano de Recuperação Judicial, o atual cenário de crise da empresa está intrinsecamente ligado a ausência de capital de giro. O não provisionamento de determinados gastos ocasionou, como em um efeito cascata, três grandes problemas: adversidades não provisionadas/previstas; desencaixe de fluxo de caixa e ineficiência produtiva.

De acordo com o relatório, a relação de credores é composta por 274 fiduciários divididos em classes trabalhistas [94], garantia real [2], Quirografários [88], Micro e Pequenas Empresas [90].

A expectativa é que a justiça homologue o acordo judicial após a manifestação dos credores.

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