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Bandeira da luz segue verde no mês de fevereiro

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Em fevereiro de 2017 a bandeira tarifária continua verde. Isso significa que não haverá cobranças extras para o consumidor.

Segundo o relatório do Programa Mensal de Operação (PMO) do Operador Nacional do Sistema (ONS), a condição hidrológica favorável possibilitou o acionamento de térmica com Custo Variável Unitário (CVU) abaixo de R$ 211,28 por megawatt-hora (R$/MWh).

Criado pela ANEEL, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente da energia elétrica.

O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade.

De acordo com a regra, as faixas de acionamento vigentes são as seguintes:

Bandeira verde – CVU da última usina térmica a ser despachada for inferior ao valor de 211,28 R$/MWh;

Bandeira amarela – CVU da última usina térmica a ser despachada for igual ou superior a 211,28 R$/MWh e inferior a 422,56 R$/MWh

Bandeira vermelha – Patamar 1: CVU da última usina térmica a ser despachada for igual ou superior a 422,56 R$/MWh, e inferior ao valor de 610,00 R$/MWh.

Patamar 2: CVU da última usina térmica a ser despachada for igual ou superior ao valor de 610,00 R$/MWh.

As bandeiras sinalizam, mês a mês, o custo de geração da energia elétrica que será cobrada dos consumidores. Não existe, portanto, um novo custo, mas um sinal de preço que sinaliza para o consumidor o custo real da geração no momento em que ele está consumindo a energia, dando a oportunidade de adaptar seu consumo, se assim desejar. Aneel.

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Gladson Cameli e Jorge Viana votam contra Aécio; Petecão vai analisar o pedido e espera posicionamento do PSD

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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No dia marcado para o Senado votar afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG), alvo de medidas restritivas impostas pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, os senadores do Acre, Jorge Viana (PT), Gladson Cameli (PP) e Sérgio Petecão (PSD) participam, na Rússia, da 137ª Assembleia-Geral da União Interparlamentar. Em caso de adiamento da votação por falta quórum, os parlamentares acreanos prometem participar da votação e informaram ao ac24horas como devem votar no caso que envolve tucano acusado de corrupção na Operação Lava Jato.

“Vou votar pela opinião pública. Anteriormente, eu disse que votaria com o STF, mas diante do fato dos ministros colocarem a reponsabilidade nas mãos do Senado, com certeza vou seguir a opinião pública. Nada contra o amplo direito de defesa do senador Aécio Neves, mas precisamos ser coerentes nesse momento de descredito da classe política brasileira, quando a população clama por uma resposta positiva de seus representantes. A questão da independência dos poderes foi debatida e resolvida, o STF nos deu a responsabilidade de decisão nesse caso”, diz Gladson Cameli.

O senador Jorge Viana (PT), que chegou a questionar a decisão do STF, disse que a posição da bancada do PT é clara. “Questionei a legitimidade do Supremo Tribunal Federal de fazer o afastamento sem ouvir o Senado, não fiz a defesa do Aécio. Estamos falando agora de uma decisão judicial e os fatos são evidencias e expostos diariamente pelos veículos de comunicação à opinião pública. O PT vai votar contra o Aécio. Ele vai acertar as contas com a Justiça”, disse o parlamentar petista minutos antes de fazer o discurso principal na assembleia, em nome Eunício e de todos os parlamentares.

O senador Sérgio Petecão disse que ainda não definiu um posicionamento. Ele afirma que analisar o pedido de afastamento do mandato e o recolhimento domiciliar noturno do tucano Aécio Neves, antes de decidir o voto. “Caso a votação não aconteça, quando eu voltar ao Brasil e souber em que pé está a questão, dependendo do posicionamento partidário, vou verificar o andamento do processo. Preciso saber se o meu partido fechou questão, mas acredito que nenhuma decisão tomada no Senado vai interferir nas investigações contra Aécio Neves”, destaca Petecão.

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Após desistir de ser candidato ao Senado pelo Acre, Dr. Rey quer ser candidato à Presidência da República pelo PRONA

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Inspirado no lendário Enéas Carneiro, Dr. Robert Rey quer ser presidente do Brasil tendo com modelo os EUA, informou o jornal Folha de São Paulo. Ele está de olho no pleito eleitoral de 2018 e deve ser candidato pelo PRONA. Fala em seus discursos que quer livrar o país da esquerda socialista.

“Não consegui encontrar um partido que não tivesse a lama na Operação Lava Jato. Sou um brasileirinho que vai ser um grande presidente. Eu acredito no Brasil de Primeiro Mundo. Vamos arrumar a nossa casa. O país é uma piada aqui fora. A nação está de joelhos para o mundo. Saí daqui um comunistinha que tinha que roubar para comer. Quando cheguei aos EUA, eu vi um sistema que funcionava”, afirmou ele conforme publicação da Folha de SP.

Robert Rey tem uma clínica de estética no Acre. Por aqui, ele tentou empurrar a ideia de candidatura ao Senado pelo PEN, mas foi bastante criticado. Desistiu da ideia. Agora, Dr. Hollywood quer presidir o país.

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Após cobrança por bagagem, preço das passagens aéreas sobe no País; o aumento gera discussão entre governo e setor

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Ao contrário do que se esperava quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) permitiu que as companhias aéreas passassem a vender passagens que não dão direito a despachar bagagem, o preço das tarifas tem subido desde que as empresas começaram a adotar a prática. Entre junho e setembro, essa alta chegou a 35,9%, segundo dados da FGV. De acordo com levantamento do IBGE, entretanto, a elevação foi mais moderada, de 16,9%.

O preço das passagens aéreas está no centro de uma discussão entre o governo federal e as companhias do setor. No fim de setembro, o Ministério da Justiça instaurou averiguação sobre um estudo da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) que apontou tendência de queda no preço das passagens nos últimos meses. Segundo o levantamento da entidade feito com base em dados preliminares, entre junho e o início de setembro, as tarifas recuaram de 7% a 30% nas rotas domésticas das companhias que adotaram a cobrança da mala despachada (Azul, Gol e Latam).

Os números da FGV e do IBGE, porém, mostram queda apenas em agosto, de 2,07% e 15,16%, respectivamente. A divergência de 13 pontos porcentuais entre os índices de agosto revela a complexidade que as entidades enfrentam para calcular o preço médio das passagens e as diferentes metodologias adotadas por cada uma – é também sobre a metodologia adotada que o Ministério da Justiça questionou a Abear.

De acordo com Fernando Gonçalves, gerente na Coordenação de Índices de Preços do IBGE, os preços de passagem aérea e telefonia estão entre os mais complicados de se analisar, pois variam muito. “São dados muito detalhados, que requerem cuidado na hora da coleta.” A divergência no acumulado de junho a setembro dos índices de passagem aérea da FGV e do IBGE chega a 19 pontos porcentuais, enquanto, no mesmo período, os índices de preço geral das entidades se diferem em 0,54 ponto porcentual.

Só lazer. Tanto os dados coletados pelo IBGE como os pela FGV são de passagens destinadas ao turismo de lazer, cujas tarifas costumam ser mais baratas, já que a compra é realizada com antecedência. Passagens corporativas, adquiridas próximo da data da viagem, acabam não sendo consideradas pelos índices das entidades. A FGV faz sua coleta de dados considerando o preço das passagens para uma viagem que ocorreria dentro de 30 dias, enquanto o IBGE utiliza o prazo de 60 dias.

Outra divergência importante entre as metodologias da FGV e do IBGE diz respeito à inclusão da bagagem nas tarifas analisadas. Enquanto a primeira optou por considerar tanto o preço da passagem com ou sem mala, a segunda considera sempre a inclusão da bagagem, mesmo no caso das tarifas mais baratas – nesses casos, o preço da mala é acrescido no final.

Rotas. As diferenças ocorrem ainda nas rotas dos voos cujos preços são analisados. A FGV coleta dados em sete pontos de partida e considera os destinos mais procurados pelos turistas brasileiros de acordo com uma pesquisa da Embratur. O IBGE, por sua vez, pesquisa 13 cidades como ponto de saída e os destinos foram definidos por um levantamento feito pelo próprio instituto entre 2008 e 2009 com famílias entrevistadas.

“É por causa dessa seleção de cidades que acontece de, às vezes, uma pessoa não se identificar com a variação (dos preços). Ela possivelmente mora em uma região que a pesquisa não alcança”, diz o coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da FGV, André Braz.

Discussão. A regra da Anac que permitiu a cobrança por bagagem atendeu a uma demanda antiga do setor aéreo, que defendia o fim da franquia da mala gratuita com o argumento de aproximar as normas brasileiras aos padrões internacionais. Hoje, apenas Venezuela, Rússia e México exigem que as companhias aéreas transportem pelo menos uma bagagem sem cobrar, segundo a própria Anac.

Antes de entrar em vigor, a medida foi questionada pelo Ministério Público Federal em São Paulo, que afirmou que o setor era pouco competitivo no País, “sem grande disputa por tarifas mais baixas”.

Procurada, a Abear informou que seu levantamento foi feito levando em conta as tarifas mais econômicas ofertadas entre junho e o início de setembro deste ano e de 2016. A entidade destacou que os dados foram apurados após as divulgações de pesquisa da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que mostrou queda de 2,56% no primeiro semestre deste ano e do IPCA-15 de setembro, do IBGE, que registrou recuo de 12,99% no acumulado do ano.

“Importante ressaltar, ainda, que as informações foram obtidas por meio das companhias em um período de custos estáveis durante o ano”, informou em nota.

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