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Deputado Moisés Diniz faz critica as condições da BR 364 com imagem falsa e troca após ser criticado

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O deputado federal Moisés Diniz (PCdoB) realiza uma enquete através de suas redes sociais ilustrando a situação da BR 364 com uma imagem falsa. A postagem mostra dois ônibus atolados e supostos passageiros em meio à lama, como sendo um trecho da rodovia que liga Rio Branco a Cruzeiro do Sul.

Na postagem titulada como “em defesa da BR” o parlamentar pergunta aos internautas se deve ir de ônibus para sentir na pelo o que passa a população, se dá pra saber o que está acontecendo sem precisar ir ou se tudo não passa de proselitismo político?

A postagem está sendo bem acessada e os internautas estão mandando ver nas respostas. Uma delas, Josefina Santos, moradora de Taraucá, reduto político do deputado, sugeriu que, além de Moises pegar um ônibus, trazer junto o governador Sebastião Viana.

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“Claro que vc (sic) deve ir e ainda convidar o sr. Governador Tião Viana para sentir na pele o que o povo sente e mais para ele avaliar a péssima qualidade do trabalho feito na BR 364 que ele não se preocupou em fiscalizar. Penso assim e sei que a maioria da população também” disse a internauta.

O deputado disse que a imagem falsa da rodovia postada por ele lhe foi enviada por um jornalista chamado Zé Carlos. De fato, a primeira publicação utilizando a imagem foi feita por Zé Carlos. Moises Diniz trocou a fotografia por uma que mostra trecho verdadeiro da rodovia que liga Rio Branco a Cruzeiro do Sul.

A reportagem vai acompanhar o desfecho da enquete e saber se o comunista vai pegar o “buzão” para chegar em Cruzeiro do Sul.

br-364

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Cotidiano

Amazônia encolheu 269,8 mil km² de 2000 a 2018, segundo estudo do IBGE

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Dados das Contas de Ecossistemas: o Uso da Terra nos Biomas Brasileiros (2000-2018), que o IBGE divulgou nesta última semana, indicam que os biomas brasileiros perderam cerca de 500 mil km² de sua cobertura natural, passando de 5,9 milhões de km², em 2000, para 5,4 milhões de km² em 2018.

A maior redução de área nativa aconteceu na Amazônia, que encolheu 269,8 mil km², e no Cerrado, com menos 152,7 mil km² de cobertura natural. Somadas, as perdas dos dois biomas representam 86,2% do total. Já a redução mais intensa de cobertura natural em termos percentuais foi no Pampa, de -16,8%.

O estudo é mais uma etapa do projeto de incluir os indicadores ambientais do país nas Contas Nacionais. Realizado com base em imagens de satélite e pesquisas de campo, o trabalho apresenta o grau de preservação dos ecossistemas e analisa as áreas naturais remanescentes a partir das conversões do uso da terra em atividades como agricultura, pastagem e silvicultura.

Bioma com mais perdas, a Amazônia tinha, em 2000, a cobertura florestal em 81,9% de sua área total, passando a 75,7% em 2018. A vegetação florestal foi substituída, principalmente, por áreas de pastagem com manejo – isto é, áreas de gramíneas com aplicação de técnicas específicas – que passaram de 248,8 mil km², em 2000, para 426,4 mil km² em 2018.

O estudo também mostra que há um gradual crescimento da área agrícola na região, passando de 17 mil km² em 2000 para 66,3 mil km² em 2018, como explica a gerente de Contas e Estatísticas Ambientais do IBGE, Maria Luísa Pimenta.

“As mudanças na Amazônia indicam um padrão do chamado ‘arco de povoamento’, inicialmente marcante nas bordas do bioma, em áreas de contato com o Cerrado, mas que, no retrato atual, também apresenta uma interiorização considerável, ao seguir construções de estradas, margens de rios e adjacências de obras de infraestrutura”.

O retrato completo da cobertura natural dos biomas do país está em publicação da Agência de Notícias do IBGE.

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Cotidiano

Dono de distribuidora reage a assalto e fere bandido com quatro facadas na Sobral

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Maycon de Oliveira Costa, de 24 anos, foi ferido a golpes de faca ao tentar assaltar o proprietário de uma distribuidora localizada na rua Antônio de Souza Araújo, no bairro Plácido de Castro, na região da Baixada da Sobral, em Rio Branco.

Segundo informações da polícia repassadas a reportagem do ac24horas, Maycon teria chegado à distribuidora e anunciado o assalto. O proprietário reagiu, pegou uma faca e desferiu quatro golpes que atingiram as costas do criminoso. Após ser ferido, Maycon ainda conseguiu correr e pediu ajuda. O jovem foi colocado dentro de um veículo e seguiu com destino ao hospital.

A ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada e durante o trajeto interceptou o carro, os paramédicos prestaram os primeiros atendimentos a Maycon e o conduziu ao Pronto Socorro de Rio Branco em estado de saúde estável.

A Polícia Militar esteve no local, mas quando foram atrás do proprietário da distribuidora, não o encontraram no estabelecimento. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Cidades

Dois são presos por fazer tiroteio no meio da rua em Cruzeiro do Sul

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A Polícia Militar prendeu na noite desse sábado, 26, dois homens acusados de promover disparos de arma de fogo em plena via pública de Cruzeiro do Sul.

A detenção ocorreu após a PM receber denúncias de que dois indivíduos estariam fazendo disparos de arma de fogo em frente a uma residência, no bairro João Alves.

As guarnições foram até o local, conversaram com os denunciantes e saíram em busca dos suspeitos, os quais foram localizados escondidos em uma oficina nas proximidades. “No local foi dada voz de prisão aos infratores e conduzidos a delegacia para as demais fases do flagrante, juntamente com os indivíduos foi apreendido um revólver calibre 38”, informou o 6°BPM.

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Destaque 7

60% do fogo em UCs no Acre está na Resex Chico Mendes

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Reportagem do jornalista Leandro Chaves para o projeto especial Amazônia Sufocada, publicada na última sexta-feira, 25, pela plataforma InfoAmazonia, mostra que a Reserva Extrativista Chico Mendes é a unidade de conservação federal que mais queima no Acre, segundo o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

De acordo com a publicação, há pelo menos oito anos a Resex Chico Mendes concentra mais da metade dos focos entre as UC’s. Em 2020, a unidade acumula 60,24% do total nessas áreas. De 1º de julho a 23 de setembro deste ano, foram registrados 2.053 focos de calor na reserva, o que representa 60% das queimadas entre as unidades de conservação (UCs) federais acreanas e mais de 8% do total no estado, no período.

A reportagem destaca ainda que a segunda reserva extrativista que mais queimou neste ano no Acre, a do Alto Juruá, foi responsável por 13% do total do identificado nas unidades federais no estado. Em relação a 2012, início da série histórica do satélite analisado pela InfoAmazonia, a quantidade de queimadas em 2020 mais que dobrou no território (o total deste ano é o segundo maior recorde, atrás apenas de 2019, que teve 2.641 focos).

Leandro Chaves conversou com Silvana Lessa, ex-chefe local do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que trabalhou na Resex entre 2012 e 2016. Ela ressaltou que nem todos os focos de queimadas na área são para abertura de pasto e que muitos moradores ateiam fogo de forma controlada, para a criação de roçados para a subsistência. Ainda de acordo com ela, os incêndios florestais, de maiores proporções, são concentrados, em sua grande parte, nos limites da reserva com a rodovia BR-317, que liga o Acre à Bolívia e ao Peru.

“Essas áreas da reserva próximas à rodovia ficam nos municípios de Xapuri e Brasiléia e são de fácil acesso para muitos de fora do território. O índice de entrada irregular e as consequentes práticas ilegais vêm aumentando porque não há controle, falta gestão. O ICMBio não tem recursos pessoais e financeiros suficientes para lidar com o problema”, relatou.

O órgão, que gerencia a Resex, dispõe de apenas três analistas e dois técnicos, além do chefe, para cuidar dos quase um milhão de hectares da Chico Mendes. O território perpassa os municípios de Rio Branco, Brasileia, Xapuri, Assis Brasil, Capixaba, Sena Madureira e Epitaciolândia, no sudeste do Acre.

Nos últimos dez anos, o número de famílias dentro da reserva dobrou de 2 mil para 4 mil, diferença que inclui tanto o crescimento populacional natural, quanto a chegada de arrendatários que prolongam a permanência na área, não sendo raro o arrendamento de terra por parte de moradores para a criação de gado por grupos de fora da reserva.

Fiscalização “capenga”

O ex-prefeito de Xapuri, Júlio Barbosa de Aquino, secretário-geral da Associação dos Moradores e Produtores da Reserva Extrativista Chico Mendes em Xapuri (Amoprex), reitera que a capacidade de fiscalização do ICMBio é “capenga” e isso contribui para o aumento do desmatamento e dos incêndios florestais.

“Sempre foi assim, mas, nos últimos anos, é possível observar um verdadeiro desmonte no órgão. Para se ter ideia, os fiscais só podem se deslocar para apurar denúncia com autorização de Brasília. Se fizerem por conta própria, serão chamados a atenção”.

Para Aquino, o aumento das queimadas na área está diretamente relacionado ao avanço da atividade agropecuária na reserva, ao passo que o fogo tradicional para pequena agricultura não causa impacto na floresta.

InfoAmazonia agrega dados e notícias sobre a Amazônia, a maior floresta tropical contínua do planeta. O projeto é sustentado por uma rede de organizações e jornalistas que oferecem atualizações constantes dos nove países da região.

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