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Ano Novo, Novos Planos

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Hoje é sancionada a Lei Municipal 2.222/2016, o Novo Plano Diretor de Rio Branco. E, reconhecendo sua importância e relevância faço dela o mote para esta reflexão: Qual é a agenda urbana de Rio Branco?

Nos últimos dois anos, participando da equipe que conduziu este processo de revisão, entre muito trabalho árduo, audiências, diligências, discussões, risadas e até choro, tive uma visão privilegiada dos (muitos) problemas da cidade. Mas, vou te dizer, isso me fez amá-la ainda mais.

Como gostam de dizer, o acreano é enjoado. O nosso Novo Plano Diretor sai em uma época agitada para os que discutem urbanismo. Há menos de dois meses foi realizada a Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável na cidade de Quito, Equador. Chamada por “Habitat III” é a sequência de grandes encontros de líderes e representantes nacionais e da sociedade civil para pensar quais são as tendências de comportamento e soluções urbanas, seus impactos e consequências. Deste evento, foi acordado um documento final chamado “Nova agenda Urbana” que traçou diretrizes para um desenvolvimento urbano sustentável.

Assim como aconteceu com a Declaração de Istambul sobre Assentamentos Humanos de 1996, esta Nova Agenda Urbana irá influenciar as bases para políticas e legislações urbanísticas. Ela tem como objetivo catalisar as forças da urbanização – que são difusas gerando crescimento generalizado – direcionando-as para o desenvolvimento sustentável. Considera três fatores como operacionais fundamentais: sistemas fiscais locais, planejamento urbano e os serviços básicos e infraestrutura. Uma vez que este tripé seja bem elaborado, melhora o padrão de uso da terra, a formação da cidade e utilização de seus recursos.

Neste sentido, o novo Plano Diretor já abraça muito da Nova Agenda Urbana: a participação democrática, as garantias de acessibilidade, mobilidade, sustentabilidade, proteção de áreas cultural e ambientalmente relevantes e ampliação de obras de infraestrutura.

Obviamente, não está perfeito. Aliás, pessoalmente, desconfio da perfeição quando se trata de urbanismo. Não há mais como iludir-se de que modelos normativos calcifiquem as dinâmicas complexas da nossa cidade: aumento exponencial da frota de veículos, área alagável ainda com alta densidade populacional, baixíssima arborização no perímetro urbano, entre muitas outras.

Além disso, tanto a Nova Agenda Urbana da ONU quanto o Novo Plano Diretor de Rio Branco só serão medidas eficazes e transformadoras à medida que sua implementação seja acompanhada pelo engajamento de todos em busca de uma cidade socialmente mais justa.

A solução de problemas como regularização fundiária, ampliação de redes de água e esgoto, recuperação de cursos d’agua, gestão dos resíduos urbanos, transporte urbano e demais demandas urbanas de Rio Branco devem todos caminhar para diminuição de desigualdades, inclusão de minorias e pacificação de conflitos.

Em tempos que temos assistido uma guerra que tem feito da nossa cidade (e de outras do país) como trincheiras, não há mais como simplesmente esconder-se em nossos muros por mais altos que eles sejam. É preciso construir novos modos de viver e conviver. E que estes planos não sejam boas intenções, mas sim a utopia que nos faz caminhar.

*Raquel Eline é procuradora do Municipio de Rio Branco

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Antecipação de eleição ao Senado cria desgaste desnecessário à oposição

Nelson Liano Jr.

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Parece que não aprendem a lição. Faltando ainda um ano e meio para começar a campanha de 2018 membros da oposição já estão “rosnando” um pros outros por conta da disputa do Senado. Não tem lógica isso. Ainda que eu entenda que existam muitas mágoas deixadas por eleições passadas, mas antecipar assim a formação das chapas majoritárias só traz desgastes desnecessários. O pessoal dos partidos de oposição precisa criar um projeto para o Acre. Iniciar debates sobre a vida social e política do Estado (nessa ordem) para depois indicar os nomes de quem vai concorrer às duas vagas de representantes do Acre no Senado. E essas indicações devem ser feitas no momento certo. Levar em conta quem estará com uma imagem melhor junto à opinião pública. Como a política brasileira muda a cada segundo não adianta tanta antecipação. Quem estiver bem hoje pode não estar tão bem assim amanhã. Então para quê envenenar relações entre partidos e personagens que poderão ser aliados na próxima eleição? A questão não é nem só a união, mas a necessidade de um projeto que transmita credibilidade à população acreana. Sem essas premissas mesmo com todo o desgaste que o PT sofreu nos últimos tempos a oposição corre o risco de acumular mais uma derrota para si mesma.

Ajuste
O PSDB e o PMDB precisam se entender. São os dois maiores partidos nacionais e a união entre eles no Acre é essencial para qualquer projeto político de oposição. Se mais uma vez saírem “rachados” enfraquecem as possibilidades de vitória em 2018.

Fogo “amigo”
O PSDB não apoiou as candidaturas mais fortes do PMDB nos dois maiores municípios acreanos nas eleições municipais em 2016. O deputado federal Major Rocha (PSDB) bateu pé com a candidatura de Henrique Afonso (PSDB) em Cruzeiro do Sul e apoiou o grupo de Antônia Lúcia (PR) em Rio Branco. Isso foi um erro. Mas se não superarem o que já passou mais problemas surgirão à próxima eleição.

Falta de diálogo
Não sei porque os partidos de oposição não começam as reuniões para debater o quadro estadual com antecedência. Sem precisar colocar nomes na mesa. Precisam esclarecer uns pros outros os seus propósitos para depois indicar candidatos.

Rede de fofocas
Através das redes sociais o “pau canta”. O interessante é que alguns membros da oposição que nunca tiveram votos para se elegerem a nada são os que mais fazem confusão. Essas pseudolideranças são construídas na tora, na base da fofoca e maledicência. Mais desgaste desnecessário.

O pomo da discórdia
Se surgirem mais de duas candidaturas ao Senado da oposição terá que ter também mais de um candidato ao Governo. Se essa questão não for resolvida com inteligência o “racha” irá contaminar todas as candidaturas majoritárias oposicionistas. Tão simples como isso.

Sinal de pretensão
O ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales (PMDB), manteve um alto volume de propaganda da sua gestão nos três últimos dias antes de passar a faixa para Ilderlei Cordeiro (PMDB). Obviamente isso mostra que tem pretensões a uma candidatura em 2018. Para a imprensa local disse que só topa se for ao Senado ou ao Governo.

Fazendo caminhos
Por outro lado, o Major Rocha vai andar o Estado inteiro durante o recesso parlamentar. O seu rival tucano Márcio Bittar (PSDB) também estará visitando aliados durante os primeiros meses do ano. Os dois vão disputar a indicação da cadeira do Senado pelo PSDB. Se não se entenderem o desgaste será grande para ambos.

Dois bicudos não se beijam
Aliás, não sei porque ainda não foi resolvida essa divergência entre Bittar e Rocha. Eles são adversários declarados convivendo dentro da mesma legenda. Isso contamina o partido. Acho que está na hora de cada um seguir o seu caminho. Chegar a um entendimento não acredito.

Mágoas ao vento
Rocha e Bittar começaram a se desentender ainda na eleição de 2014. Depois disso vários acontecimentos só pioraram as relações entre os dois. Obviamente que com um mandato de deputado federal Rocha não vai sair do PSDB. Então chegou a hora de Bittar procurar o seu rumo.

Plano B
Bittar tem a sua esposa, Márcia Bittar, como presidente do Solidariedade no Acre. Se negarem vaga para a disputa ao Senado poderá ter outra legenda. Então não tem essa de fazer pesquisa para ver quem vai estar melhor na opinião pública. Acredito que Bittar será candidato em qualquer circunstância.

Silencioso
O deputado federal Flaviano Melo (PMDB) com a sua experiência não entrará em “bola dividida”. Está lá tranquilo esperando os acontecimentos. Pode ser candidato ao senado ou mesmo vice de Gladson Cameli (PP). É de Rio Branco e poderia ser um toque de experiência para a chapa majoritária da oposição.

Questão de lógica
Não sei se o Flaviano toparia ser candidato a vice. Mas ele já foi prefeito da Capital, senador, governador do Estado e três vezes deputado federal. Conhece bem a gestão, os caminhos políticos de Brasília e tem voto. Na minha opinião, é um nome a ser considerado por Gladson Cameli.

Candidato natural
O senador Sérgio Petecão (PSD) irá para a disputa da reeleição. É um direito adquirido por estar exercendo o mandato. Se saiu bem com o PSD nas eleições municipais e faz política 24 horas por dia. Não há lógica ser tirado da chapa majoritária da oposição.

Correndo por fora
Bocalom (DEM) terá que cavar um espaço para poder ser candidato ao Senado. Mas se acontecer a famigerada união das oposições no Acre acho difícil a sua candidatura. Pela lógica o PMDB, PSDB e o PSD seriam os partidos com mais chances de indicarem as vagas majoritárias. Resta saber se Bocalom topará ver a “banda passar” como aconteceu em 2016.

Política é diálogo
Volto a insistir que se a oposição pretende ter um desempenho melhor nas eleições de 2018 precisa conversar mais. Não tem nada ganho. A FPA ainda tem nomes tanto para o Governo quanto para o Senado bastante competitivos. Um outro fator a se considerar é que daqui há dois anos o Governo Temer (PMDB) também sofrerá desgastes. As medidas econômicas amargas que estão sendo tomadas terão consequências junto a opinião pública. O quadro atual não será o mesmo em 2018. Ainda mais com a política super aquecida com mudanças a cada minuto. Sem um projeto bem amarrado e um clima de harmonia entre os seus membros a oposição poderá perder para si própria outra vez. Ou será que não aprenderam a lição das eleições em Rio Branco de 2016?

 

 

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Brigas políticas colocam a saúde pública em risco no Acre

Nelson Liano Jr.

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Estive esses dias no Vale do Juruá. A situação com a malária é desesperadora. Andando por Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves é difícil encontrar alguém que ou tenha contraído a doença ou tenha alguém da família infectada. Para piorar a situação a estrutura das Endemias, gerida pelo Governo do Estado, é a pior possível com a falta de manutenção dos veículos que fazem o fumacê e de remédios para tratar os pacientes. Os funcionários descontentes. Um desmazelo total. Andei pela Aldeia dos Puyanawas do Barão, em Mâncio Lima, e me disseram que o produto para matar as capanãs veio vencido e, portanto, sem eficácia.  Por outro lado, o Governo do PT culpa o Ministério da Saúde, do presidente Temer (PMDB), pela falta de um dos medicamentos para tratar a malária. Enquanto, o Ministério da Saúde, informou ao senador Gladson Cameli (PP) que houve descontinuidade nas ações de combate por parte da gestão petista. Enquanto brigam num palanque político a população sofre com a epidemia que já pode ser comparada com a de 2006, na região. Tudo errado. E a culpa disso é o excesso de politização de uma área que cuida da vida das pessoas. Se o Ministério da Saúde está falhando que o governador Tião Viana (PT) converse com os parlamentares de oposição no Acre que apoiam o atual Governo Federal para solucionar o problema. Coloque dinheiro do Estado para comprar o que falta e depois cobre das instância federais. Mas pelas Terras de Galvez não há mais diálogo. A política virou uma guerra de egos e vaidades com objetivos meramente eleitorais. O que importa não é mais o bem estar das pessoas que vivem, trabalham e pagam seus impostos no Acre, mas quem vai ganhar a próxima eleição. Um verdadeiro pesadelo.

Hospital em risco
Uma fonte fidedigna me informou que o Hospital Regional do Juruá tem anestesia somente para emergências. As cirurgias eletivas foram canceladas. A instituição deve milhões para os fornecedores que não querem mais vender os medicamentos ao Estado do Acre. Além disso, faltam também várias outros itens importantes na farmácia do hospital. Momento difícil para um Hospital que já foi uma referência positiva no atendimento da saúde pública do Juruá.

Lembrando das brigas
No ano passado teve um “quebra pau” político entre a prefeitura de Cruzeiro do Sul do PMDB e o Governo do PT por causa de um surto de dengue no município. A coisa foi parar na ALEAC com um debate midiático entre o ex-prefeito Vagner Sales (PMDB) e o representante do Governo Itamar de Sá (PT). Antes de brigarem deveriam ter dialogado e resolvido a situação. Saúde Pública não pode servir de palanque eleitoral para ninguém. Isso é desumano.

Prioridade
A saúde pública num Estado pobre é fundamental para todos. Tem que ser prioridade para municípios e governos Estadual e Federal. Esse jogo de um culpar o outro é danoso. Quem sofre é a população que fica vendo os “bacanas” apontando o dedo uns para os outros e quando eles têm algum problema de saúde na família pegam imediatamente um avião para se tratarem fora do Estado.

Entre quatro paredes
Também fico assistindo vários municípios do Acre inaugurando postos e mais postos de saúde. A maioria deles são apenas construções vazias. Faltam médicos, enfermeiros, equipamentos e remédios. Paredes não resolvem os problemas de saúde de ninguém. Mas como obra sempre é bom para se fazer caixa de campanha eleitoral…

Riqueza repentina
Queria que alguém me mostrasse a fórmula de um secretário ou secretária de um município do Juruá que ganha em torno de R$ 5 mil por mês construir mansões para morar. E isso não é apenas um caso não e nem apenas em um município. Se o Ministério Público quiser rastrear o dinheiro público desviado desses municípios é só fazer o levantamento da origem dessas mansões de secretários e secretárias. Propriedades em nomes próprios ou de terceiros.

Futuro “incerto”
Tem pelo menos dois novos prefeitos no Juruá que pretendem fazer auditorias profundas nas contas da prefeituras de Mâncio Lima e Marechal Thaumaturgo. Vão passar um “pente fino” nas finanças dos ex-gestores. Isso sempre é muito temerário. Ou não? Bem, quem não deve não teme.

Destino cruel
Fico vendo pessoas despreparadas desejarem ser prefeitos para garantir o futuro pessoal e da família. Alguns ultrapassam o limite e enquanto o município fica a mingua conseguem enriquecer em quatro ou oito anos. Mas nos tempos atuais muitos que usufruíram das benesses do poder perderão o sono brevemente e, possivelmente, irão se aposentar na cadeia.

Rédea Curta
A prefeita Marilete Vitorino (PSD) poderá ter muitos sobressaltos na sua gestão com a Câmara Municipal dominada pela oposição. O presidente da Casa será o vereador Carlos Tadeu (PC do B), sobrinho do ex-vice Batista (PC do B) e primo deputado estadual Jenilson Leite (PC do B).

Maioria antagônica
Dos onze vereadores da Câmara Municipal de Tarauacá sete são da FPA e quatro dos partidos aliados de Marilete. Claro que tem sempre aqueles que se vendem rapidamente por algumas vantagens. Mas no momento a situação para Marilete não é nada confortável.

Isolamento
Não são apenas as péssimas condições de trafego da BR 364 que isolam o Vale do Juruá do resto do país. Os sinais de celulares e internet estão caindo na região numa frequência diária. Alguns dias até duas ou três vezes os telefones ficam mudos.

Escuridão
Também a falta de energia no Juruá é uma constante. Sem falar na queima de equipamentos com as oscilações. A EletroNorte precisa tomar providências urgentes para diminuir os “apagões” na região que já tem problemas demais.

Uma luz no fim do túnel
Quero desejar aos leitores da coluna um 2017 iluminado com muita paz, amor, saúde e prosperidade. Apesar de várias previsões pessimistas para o ano que começa eu sou otimista. Acredito que até junho as turbulências políticas do país devem ser acalmar com um desfecho definitivo. E mudando o cenário político a tendência é a economia se reaquecer. Teremos ainda problemas e sobressaltos nos primeiros seis meses, mas a bonança deverá vir até o final de 2017. Mesmo porque não dá mais para exaurir a população com essa crise que parece não acabar nunca. Esperança não pode faltar para a luz da nossa Nação brilhar.

 

 

 

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O Acre é um estado que não compete nem gera empregos formais

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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Bom dia! Boa tarde! Boa noite!

Nananinanão, não adianta fazer biquinho nem xingar este portal de notícias, pois não se trata de nenhuma análise deste blogueiro, mas dados oficiais de institutos que já foram usados para exaltar os feitos fantásticos das administrações petistas do Estado. Vão já dizer que é um golpe. A verdade é que o Acre não tem condições de competir com os demais estados e levou nota zero em infraestrutura e solidez fiscal. Opa, não me chamem de integrante da impressa golpista, os dados fazem parte de um levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP) que avalia a competitividade e o empreendedorismo dos estados brasileiros. Ficamos em antepenúltimo no ranking.

Sério, meus três leitores, eu não entendo esta nota zero que o Acre levou em infraestrutura. A administração do governador Sebastião Viana (PT) criou o maravilhoso projeto Ruas do Povo, uma iniciativa que pavimentou todas as ruas de todas as cidades do Acre. Tá certo que as ruas entregues no município de Manoel Urbano não existem mais, mas quem mandou o prefeito liberar o tráfego de veículos nas vias? Estou revoltado com esta avaliação que depõe contra o Depasa, departamento que foi criado para gerenciar o volumoso número de recursos de empréstimos que para melhorar a malha viária dos 22 municípios.

Será que é enganosa, a propaganda do governo do Acre que nos coloca como modelo e referência global de desenvolvimento sustentável? Eu acredito que este levantamento “golpista” não levou em conta nossa insuperável cadeia produtiva. Nossos porcos diferenciados, nossas galinhas que cacarejam em inglês, nossos peixes mais apreciados que caviar e a água de coco que é tão pura quanto a Água Voss da Noruega. Vou protestar na ONU. Quem também “conspira” contra nosso oásis de prosperidade é Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que divulgou dados nada animadores na questão da geração de emprego.

Segundo o CAGED, o Acre teve saldo negativo no número de empregos formais em novembro. No mês, as empresas do estado contrataram 1.386 trabalhadores e dispensaram 2.393, com um saldo negativo de 1.007 vagas (redução de 1,22% em relação a outubro). Como Sibá Machado (PT) diria, deve ser a mesma CIA que derrubou o governo Dilma, que agora tenta prejudicar o governador dos governadores Sebastião Viana (PT) e nosso querido Acre, a capital mundial da economia sustentável, modelo para os EUA, Alemanha, China, França, Peru, Itália, Israel, Bolívia, Vietnã, Coreia do Sul, Cuba, Rússia e Marte, além de referência para união europeia.

coveiro_01Nem tudo está perdido
Apesar destes números negativos divulgados acima, nem tudo está perdido. Outros setores da economia acreana estão superaquecidos. Quem apresenta estatísticas sobre este setor é o advogado Silvano Santiago, em sua página no facebook. Santiago revela que “pelas estatísticas fornecidas pelos órgãos oficiais a economia acreana cresceu bastante, sobretudo para as funerárias e a profissão que mais empregou foi a de coveiro”. A análise do jurista é uma dica para quem pensa em abrir um negócio, ou escolher uma profissão. A venda de caixões disparou, principalmente na capital. Já os coveiros não estão dando conta do número de sepultamentos.

rato_01Outra análise pertinente
“O grande mal da administração pública e a falta de compromisso da maior parte dos gestores e a corrupção entranhada nos poderes executivo, legislativo e judiciário, de todos os entes da federação. Se os recursos arrecadados fossem devidamente aplicados no interesse da sociedade, o Brasil seria um dos mais poderosos do mundo. A corrupção se dá não só pela apropriação indevida de recursos públicos, mas também pelo seu uso em pagamento de elevadíssimos salários e despesas sem nenhum interesse público. O Brasil precisa mudar, mas a mudança só vira com a formação de uma nova geração que seja ética e comprometida para a formação de um país justo e humana”, do presidente da Federação do Comércio do Acre, Leandro Domingos.

Reconhecimento

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Quero deixar meu reconhecimento ao nosso líder maior, o governador dos governadores Sebastião Viana, pelo trabalho que tornou o Acre reconhecido mundialmente. Quero deixa ainda, uma sugestão para uma homenagem futura a este gestor que vai entrar para história da República de Galvez, este estado que não tem mar, não tem neve, não tem montanhas, mas tem gestores que fazem uma mídia tão eficiente que chegamos ao nível de atração mundial. Bom, vamos lá. Da mesma forma que Nova Iorque tem a Estátua da Liberdade – Rio de Janeiro tem o Cristo Redentor, poderíamos fazer o tombamento da propriedade do Zamir, retirar o Cristo e colocar a estátua do governador que revolucionou a nossa economia. Se temos uma mãe gordinha na frente da maternidade, Chico Mendes e seu filho na praça Povos da Floresta, a estátua de Plácido de Castro e uma escultura com um buraco na parte superior na Praça da Revolução e o poeta Juvenal Antunes na Gameleira, porque não homenagear Sebastião? Chupa, CAGED!

Para comemorar a chegada de 2017
bebado_01Não sei se vou atualizar novamente o blog antes da virada do ano. Portanto, quero agradecer aos meus três leitores, aos muitos personagens do Blog do Ray no ano de 2016. Pedir desculpas por brincadeiras que possam ter ofendido alguém e reafirmar que este espaço é democrático, podem continuar mandando suas reclamações, xingamentos ao blogueiro, sugestões, pedidos de respostas, piadas, vídeos, clips e por aí vai. No próximo ano vamos continuar nosso bate-papo, se não diária, mas esporádico. Vamos contar histórias do “boca de sapo”, “lepo lepo”, “saci Pererê”, “turista”, “falsiane”. O importante é continua contado história. FELIZ ANO NOVO!

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