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Marcus Alexandre Viana e Socorro Neri tomam posse dia 1º no Teatro da UFAC

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O engenheiro civil Marcus Alexandre será empossado no cargo de cargo de prefeito de Rio Branco para o segundo mandato às 16h do próximo dia 1º de janeiro de 2017, no Teatro Universitário da UFAC. Na mesma cerimônia, a vice-prefeita Socorro Neri, e os 17 novos vereadores, eleitos e os reeleitos, também tomarão posse em suas respectivas funções.

Após a cerimônia de posse no Teatro da UFAC, o prefeito será reconduzido ao cargo, em companhia da vice-prefeita Socorro Neri, em ato popular a ser realizado às 18 horas, também do dia 1º de janeiro, na Praça da Juventude, no bairro Cidade Nova, no Segundo Distrito de Rio Branco. Uma ampla programação já está preparada para marcar a posse de Marcus Alexandre e Socorro Neri: tudo começa a partir das 17h, com brincadeiras infantis na Praça. As crianças vão participar de pintura em desenho, painel para pintura, pula corda, corrida de saco, show com palhaços, brincadeiras de perna de pau, brincadeiras tradicionais (roda, ciranda e outros), brinquedos infláveis, pula-pula e roda de leitura. Intervenções de arte urbana ocorrerão na pista de skate com o campeonato Jam Session Skate; apresentação de BMX; patinação e show de Hip-Hop.

Marcus Alexandre foi reeleito prefeito de Rio Branco com 104.311 votos, correspondentes a 54,87% dos votos válidos, nas eleições municipais de 2016 no primeiro turno. Ele tem 39 anos e é formado em Engenharia Civil pela Universidade Estadual de São Paulo. Marcus Alexandre chegou ao Acre em 1999 e desde então vem atuando como líder aplicado e gestor eficiente nos diferentes cargos que ocupou na administração pública até ser eleito prefeito em 2012. Foi secretário Executivo de Planejamento do Governo do Estado e Diretor do Deracre por seis anos. É casado com a Engenheira Civil Gicélia Viana.

Na Praça da Juventude, durante a festa de recondução ao cargo, o palco cultural contará também com o projeto Senadinho no Bairro. O grupo Samba Brother encerra a programação com muito pagode.

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Cotidiano

FCCV realiza faxinaço na UBS Euclides Queiroz Cunha, no bairro Miritizal

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A Fundação FCCV realizou nesta quinta-feira (17) ações de limpeza na Unidade Básica de Saúde (UBS) Euclides Queiroz Cunha, no bairro Miritizal/Olivença, em parceria com prefeitura de Cruzeiro do Sul. Estas atividades integram o Projeto Faxinaço, que tem como objetivo combater focos de mosquitos transmissores de doenças e promover uma limpeza geral dos locais.

Além de realizar serviços de capinagem e limpeza geral do posto de saúde, a ação também visa melhorar as condições físicas do posto e, assim, qualificar o atendimento à população. Neste sentido, o faxinaço proporciona mais segurança e conforto para os pacientes e melhores condições de trabalho para os profissionais da saúde.

Estas ações integram o Projeto Saúde em Foco, desenvolvido em parceria entre a FCCV e a prefeitura com o objetivo melhorar o atendimento à saúde da população de Cruzeiro do Sul.

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Cotidiano

Acre realizou 63 acordos de não persecução penal em 2020: confissão tem ajudado

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O Ministério Público Federal realizou 63 acordos de não persecução penal (ANPP) no Acre em 2020. No país, o MPF ultrapassou nesta 3ª semana de setembro a marca de 5 mil acordos NPP.

Até esta quinta-feira (17), 5.053 acordos foram enviados à Justiça em todo o país, sendo 3.892 somente no ano de 2020. O crescimento vertiginoso da prática, na qual o MP deixa de denunciar o acusado à Justiça mediante a confissão do crime e o cumprimento de condições ajustadas entre as partes, é um dos efeitos concretos da chamada Lei Anticrime (Lei 13.964/2019), que entrou em vigor em janeiro deste ano.

Segundo a norma, o acordo pode ser proposto somente para crimes cometidos sem violência ou grave ameaça, e com pena mínima inferior a quatro anos.

Levantamento realizado pela Câmara Criminal do MPF (2CCR) aponta que os crimes com maior incidência de ANPP até o momento são contrabando ou descaminho (1.165), estelionato majorado (802), uso de documento falso (469), moeda falsa (285) e crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético (200). O estudo revela ainda que o instituto já foi utilizado nas 27 unidades da Federação, sendo mais recorrente no estado do Paraná, onde 1.288 acordos foram firmados até agora. Em seguida, aparecem São Paulo (643), Minas Gerais (557), Santa Catarina (513), Rondônia (357) e Mato Grosso do Sul (303).

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Daniel Silva

Planejamento: o que e como

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A primeira etapa do processo de gerenciamento da inovação é a percepção da necessidade a ser suprida. A segunda etapa é o planejamento desse suprimento. Em termos gerais, o planejamento representa o estabelecimento de uma sistemática interna para lidar com fenômenos externos no esforço de cumprir determinados acordos. Esses acordos feitos com o ambiente externo materializam o que é chamado de pensamento estratégico, que é o grande delineador de tudo o que a instituição realizará a partir do momento que for tornado público, declarado. A declaração de missão, visão e valores representa o eixo delineador das ações, onde estão estabelecidos as grandes diretrizes a serem seguidas a cada instante do esforço organizacional de honrar os compromissos assumidos. Em termos globais, o pensamento estratégico representa, na prática, a grande resposta à questão “o que a instituição pretende fazer?”, enquanto o planejamento estratégico responde a segunda pergunta “como isso será feito?”. Neste sentido, este ensaio tem como objetivo apresentar a fórmula estrutural de todo sistema de planejamento da inovação.

Planejar é responder a duas questões: o que fazer e como fazer. A primeira resposta identifica o objetivo pretendido, o alvo a ser atingido; a segunda, o caminho que levará ao objetivo, chamado estratégia. Dessa forma, a estrutura elementar de todo planejamento é f(p) = o + e, onde p é o planejamento, o é o objetivo e, a estratégia. Um objetivo é qualquer situação futura desejada, que pode variar tanto no tempo quanto em outras magnitudes. Há objetivo de algumas horas, como participar de uma reunião, da mesma forma que há objetivos de dezenas e até centenas de ano, como mandar o ser humano em viagem interplanetária. As estratégias dão suporte aos objetivos, variando na mesma proporção de tempo e suas magnitudes.

Em termos institucionais, a maior das situações futuras desejadas é chamada visão, que representa a imagem atual de como a instituição pretende ser ou estar futuramente. Por isso também é chamada “visão de futuro”. É essa visão que todos os membros institucionais procurarão materializar a cada atividade desenvolvida. Tudo o que a organização passar a fazer a partir do momento da publicação da visão tem que estar voltado para esse futuro, o que representa outra forma de dizer que cada um constrói o futuro desejado a cada dia, a cada momento, naquilo que faz. E toda visão está vinculada a uma missão institucional.

Toda organização existe por algum motivo. Ninguém cria um centro de pesquisa para ficar inoperante. Isso significa que cada instituição tem uma razão de existência. A essa razão de existência se chama missão. Toda instituição tem uma missão, tem que ter uma missão. A organização que não sabe qual é a sua missão não tem razão de existência e tampouco sabe onde quer chegar, além das graves dificuldades que terá para sobreviver.

A missão institucional, grosso modo, é a resposta a quatro perguntas essenciais: primeiro, para que a instituição existe; segundo, qual é o seu negócio, seus produtos/serviços; terceiro, quem é o seu público-alvo; e quarto, quais são suas condições básicas de desempenho. Uma instituição, por exemplo, poderia ter como razão de existência a inovação tecnológica, como negócio a construção de embarcações fluviais, público-alvo os pescadores artesanais amazônicos e condições básicas de desempenho a satisfação dos seus clientes e baixo custo. Essas informações poderiam ser sintetizadas assim: “Gerar inovação tecnológica na construção de embarcações fluviais para pescadores artesanais com elevada satisfação e baixo custo”. Essa frase é considerada uma declaração de missão. A frase “Ser considerada referência mundial na inovação tecnológica em embarcações fluviais para pescadores artesanais até 2030” poderia ser a sua declaração de visão.

Complementa o pensamento estratégico a declaração de valores. Valores são fenômenos subjetivos que funcionam como substratos mentais estruturantes dos esforços humanos. Por exemplo, ética, comprometimento e preocupação com a satisfação das pessoas são tipos de valores que dão sentido a determinadas visões de futuro e, consequentemente, à missão institucional. Os valores são aquilo que as pessoas da instituição realmente acreditam, praticam e, por causa disso, prezam muito. Quando alguém passa por cima de algum valor, os demais membros da instituição se incomodam, tornam-se constrangido muitas vezes. É que o desrespeito aos valores representa um tipo profundo de desprezo.

Missão, visão e valores precisam ser declarados, tornados públicos, como uma forma de constituição institucional. Mas como são muito abstratos, precisam ser especificados, detalhados como serão aplicados, executados, colocados em prática. É para cumprir com esse papel que surge o chamado planejamento estratégico. A ideia de planejamento é de processo, que representam as etapas através das quais vão ser definidos o que fazer e como fazer, enquanto a ideia de plano estratégico é de produto, designando um documento onde está detalhado o que vai ser feito e como se vai fazê-lo. 

Geralmente os planos estratégicos apresentam blocos de grandes objetivos (mas menores do que a visão), chamados vetores ou setores, que dão sentido completo a ações específicas, como Plano Estratégico de Pesquisa, apenas para pesquisa, e Plano Estratégico de Extensão, apenas para extensão. Esses grandes objetivos são desdobrados em objetivos medianos (e em planos táticos) e menores (os planos operacionais). Cada plano apresenta, portanto, o que fazer e como será feito.

 

Quando esses blocos de objetivos (o que fazer) e estratégias (como fazer) são unidos em um esquema lógico global tem-se a estratégia global da instituição. Essa estratégia é alinhada tanto de cima para baixo (visão desdobrada em perspectivas estratégicas, objetivos estratégicos, metas e objetivos operacionais) quanto de cima para baixo, em que os objetivos operacionais vão materializar as metas, que levam ao alcance dos objetivos que materializam a visão de futuro, que cumpre a missão institucional. Os próximos ensaios mostrarão os esquemas lógicos de cada uma dessas peças.


Daniel Nascimento-e-Silva, PhD, professor, pesquisador do Instituto Federal do Amazonas (IFAM) e escreve todas às sextas-feiras no ac24horas. 

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Acre 01

Para evitar colapso no abastecimento de água, governo decreta Situação de Emergência

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O problema é mais sério do que se imagina. O governo do Acre decretou por meio do Diário Oficial desta sexta-feira, 18, Situação de Emergência na área onde está localizada a captação de água da Estação de Tratamento, a ETA II.

O decreto é motivado pelo processo de erosão de margem fluvial. Acontece que, de acordo com o próprio governo, parte da estação de tratamento da ETA II, no ponto de captação de água, foi construída em 2007 e somente em 2010 foi realizado um estudo de Risco Geológico na capital – PMRR – Plano Municipal de Redução de Risco, o qual foi caracterizado o local como área de Risco Geológico, classificado como Risco III, conforme análise do Serviço Geológico do Brasil – Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais – CPRM.

O resultado é que o processo erosivo na encosta do Rio Acre e movimento de massa na área da captação de água da ETA II, vem acarretando sérios problemas em todas as estruturas físicas, principalmente na lagoa de decantação com a presença de fissuras, trincas, rachaduras, desabamento das passarelas de circulação, rompimento da estrutura do extravasor e sinais semelhantes na subestação de energia, gerando insegurança e comprometendo ao funcionamento.

O problema pode resultar em falta de água potável para 268.721 pessoas, o que representa 65% da população da capital acreana que consome água do Depasa.

Uma preocupação a mais é a chegada do período do inverno amazônico com o aumento considerado das chuvas sob um solo instável da região da captação da ETA II que aumentará o processo erosivo e os danos nas estruturas já atingidas e consequentemente colapso total na captação de água e danos para a população de Rio Branco.

Com a situação de emergência, o governo pretende agir com mais celeridade para tentar evitar o desabastecimento de água em Rio Branco.

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