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Mulher diz ter sido enganada na ‘Mandala’ e vai denunciar; Promotora diz que ‘choro é grátis’

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Alguns promotores de Justiça se pronunciaram recentemente sobre a possibilidade da ‘Mandala’ ser uma pirâmide financeira, onde as pessoas podem ser prejudicadas financeiramente.

mandala_03O jogo, que ganhou as redes sociais nos últimos dias, é uma espécie de sistema, por meio de grupos no WhatsApp, que promete um ganho de ao menos R$ 800 mediante investimento de R$ 100. Mas, como em todo jogo há os vencedores e os perdedores, o sistema pode ter feito a primeira vítima.

Maria Lúcia, nome fictício de um personagem real, disse ter recebido o convite para entrar em um grupo e, depois de aceitar, foi adicionada em mais outros 15, com os mesmos administradores. Ela disse ter investido R$ 100 e o noivo R$ 100, porém, o grupo não rodou e eles ficaram no prejuízo.

“Eu vi, ao menos, duas pessoas em todos esses grupos ganhando dinheiro fácil, enriquecendo e prejudicando os demais. Vários amigos meus também perderam dinheiro. É um enriquecimento ilícito. Tenho o comprovante de depósito e também vou registrar um boletim de ocorrência para denunciar esses administradores que só ganharam o dinheiro e desapareceram”, disse.

Promotora de Justiça diz que ‘choro é grátis’

A promotora de Justiça Alessandra Garcia Marques, que foi uma das promotoras que investigou a Telexfree, acusada de pirâmide financeira, usou as redes sociais para comentar sobre a ‘Mandala’.

Na rede social, a promotora que se afastou das funções da Promotoria de Defesa do Consumidor para fazer novas especializações fora do Estado, ironizou os participantes dizendo que o “choro é grátis”. A promotora levantou a questão de as pessoas serem avisadas sobre o perigo que correm, mas, mesmo assim, decidem arriscar.

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“Pirâmides financeiras hoje não têm vítimas, têm participantes. Entra quem quer, porque informações sobre as consequências não faltam, basta lembrar que, no final, o choro é grátis!”, diz a postagem.

Ainda em sua página no Facebook, Marques explica que pirâmides financeiras podem ocorrer de várias formas, não sendo apenas ‘comercializando’ algum produto envolvido.

“Algumas pessoas estão indagando sobre pirâmides. Tenho duas coisas a dizer a esse respeito, a primeira é que as pessoas que se envolvem com isso não têm futuro, de modo que elas têm mesmo que arriscar, porque é o máximo que terão na vida. Segundo, pirâmide pode ou não ter empresa envolvida, pode ou não ter produto envolvido e pode utilizar a internet ou não, aliás, no passado, não se usava internet nem aplicativo. Querem saber uma coisa? Cada um faz na vida o que seus talentos e habilidades permitem, e tem gente que o máximo que vai poder contar sobre sua história de vida é que foi enrolado e golpista!”, postou.

Na ‘Mandala’, quando a pessoa entra no grupo, o dinheiro é depositado diretamente na conta bancária pessoal e cada participante é responsável por convidar novas pessoas. Não existem produtos sendo comercializados. O sistema é dividido em grupos – fogo, ar, terra e água.

Quando a pessoa é convidada e decide entrar, deve investir R$ 100 e convidar mais duas pessoas para que também entrem e invistam. Depois de completar a quantidade necessária de participantes, recebe de cada um o valor também de R$ 100.

O promotor Marco Aurélio Ribeiro, que assumiu a Promotoria de Defesa do Consumidor no Acre, disse recentemente ao site ac24horas que o jogo é notadamente uma pirâmide.

“Os elementos dela são todos característicos de pirâmide porque sequer existe qualquer trabalho para efeito de disfarce ou qualquer produto pra efeito de disfarce. É simplesmente entrar com dinheiro”, acrescenta Marco Aurélio.

Ele também salientou que ainda não recebeu nenhuma denúncia e que, geralmente, as pessoas procuram fazer denúncias depois que o esquema já está desmontado.

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Acre

Acre registra 151 novos casos e 1 óbito pela Covi-19 nesta quarta

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Foto: Júnior Aguiar – Secom 

O boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), divulgado nesta quarta-feira, 23, informa o registro de 151 novos casos da Covid-19. O total desde o início da pandemia chega a 27.397 pessoas infectadas.

O Acre, até o momento, registra 70.062 notificações de contaminação pela doença, sendo que 42.650 casos foram descartados. Ainda, 15 testes de RT-PCR seguem aguardando análise pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) e pelo Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 24.562 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 73 seguem hospitalizadas.

Mais 1 óbito foi registrado nesta quarta-feira, 23, sendo um homem de 54 anos: R.N.S., morador de Rio Branco, faleceu no dia 29 de agosto, no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), fazendo com que o número oficial de mortos pela doença suba para 652 em todo o estado.

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Acre

Deputados pedem que MP investigue o cartão Avancard

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Na sede do Ministério Público do Acre (MPAC), os deputados Edvaldo Magalhães (PCdoB) e Fagner Calegário (Sem Partido) pediram nesta quarta-feira, 22, à promotora de Justiça Alessandra Garcia Marques, da Promotoria Especializada de Defesa do Consumidor, uma investigação acerca da burla da margem consignável de 35% e a criação do cartão Avancard, que tem juros de 5,5% ao mês.

O ofício entregue pelos deputados à promotora, destaca que o governo do Estado publicou um decreto que cria um percentual de 15% a mais do que já prevê a lei dos consignáveis, que estabelece 35% para a concessão de empréstimos, ou seja, o salários dos servidores podem ficar comprometidos em até 50%.

Em sua rede social, Edvaldo afirmou que os servidores não podem continuar a serem extorquidos, com juros altíssimos do cartão Avancard.

Em outro trecho do documento, os deputados pedem uma investigação para apurar todo o processo de contratação das empresas FênixSoft e Prover Promoção de Vendas. As duas têm como sócios-proprietários Alberto Rodrigues da Silva e Albérico Rodrigues da Silva.

“Ficou claro que os juros cobrados pelo cartão Avancard, em específico, são acima dos praticados no mercado financeiro, ultrapassando os 5%. Também há relatos de servidores públicos de supressão de margem para forçar estes a aderirem ao Avancard”, afirmou Magalhães.

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Acre

Luiz Gonzaga quer debate sobre preço na carne bovina na Aleac

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O absurdo preço da carne bovina do Acre deve ser motivo de debate na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac).

A proposta é do deputado estadual Luiz Gonzaga (PSDB). O parlamentar apresentou na quarta-feira, 22, um requerimento para a realização de um debate com a Comissão Agrária, de Fomento Agropecuária, Indústria e Comércio e Tecnologia e Meio Ambiente.

O parlamentar salientou que o alta do preço e saída de animais para fora do Acre justificam o debate. “Precisamos trazer essa discussão para o parlamento. É inadmissível que o acreano pague tão caro por um quilo de carne que é produzido aqui no estado. Segundo denúncias do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos e Matadouros do Acre, o gado que sai há três ano do estado era para está morrendo nos frigoríficos e chegando até a mesa das pessoas. Precisamos discutir alternativas”, afirma Gonzaga.

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Acre

Vice-presidente Mourão chega a Funtac e conhece o Cigma

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Recepcionado e acompanhado pelo governador Gladson Cameli, o Vice-presidente da República e também presidente do Conselho Nacional da Amazônia, Hamilton Mourão, cumpre agenda da Funtac na manhã desta quarta-feira, 23.

O principal compromisso é conhecer o Centro Integrado de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (Cigma), criado pelo governo do Acre para integrar as informações e dados que norteiam as ações das equipes de fiscalização e combate aos ilícitos ambientais em campo.

Com suporte tecnológico, ferramentas geoespaciais e técnicos capacitados, o Cigma oferece informações qualificadas para direcionar as estratégias de políticas do governo. O centro é coordenado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e conta com a parceria do Instituto de Meio Ambiente (Imac), o Instituto de Terras (Iteracre), o Instituto de Mudanças Climáticas (IMC) e a Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac).

Durante a visita e explicações sobre o Cigma, a imprensa não teve acesso. Gladson e Mourão são aguardados para uma entrevista coletiva.

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