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Autores de vídeo que prometiam “tacar fogo na cidade” são presos

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Dois jovens que aparecem em um vídeo ameaçando a polícia e a “tocar fogo” na cidade foram presos nesta sexta-feira (19). O vídeo foi levado a público na quarta-feira (17), após quase 12 horas do início dos registros de ataques criminosos a órgãos públicos e residência de servidores da área de segurança, em Rio Branco e em alguns municípios.

No vídeo, além de os jovens ameaçarem continuar com os incêndios, ameaçavam policiais pelo fato de um assaltante ter sido morto em troca de tiros com a polícia no dia anterior do início dos atentados. “Mataram nosso irmão. Agora vamos fazer o bagulho ferver e vamos tocar fogo na cidade”, dizia um dos integrantes.

Foram presos Ronilson Rodrigues da Silva, 20 anos, e Thalisson de Sousa Gomes, 19 anos. Eles foram apresentados pela polícia na Delegacia de Investigações Criminais (DIC).

Na delegacia, os presos pediram perdão e falaram ter gravado o vídeo ‘inocentemente’, pois estavam drogados. Eles falaram ainda que o vídeo foi gravado dias antes de o colega ter sido atingido por um tiro da polícia e morrido.

O comandante da Polícia Militar do Acre, coronel Júlio César informou, no dia da divulgação do vídeo pela imprensa e redes sociais, que a polícia já tinha acesso ao conteúdo do material e que investigações estavam sendo feitas pela polícia civil. O vídeo foi gravado em uma residência no bairro São Francisco.

A polícia continua em operação para prender os demais suspeitos pelos ataques.

Assista ao vídeo com as ameaças

 

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Acre

Rio Branco terá escritórios virtuais para pequenas empresas

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A Câmara de Rio branco aprovou, nesta quinta-feira (13), por unanimidade, o texto que regulamenta os escritórios virtuais em Rio Branco. Esses espaços podem ser compartilhados por pequenas e médias empresas, trabalhadores autônomos e profissionais liberais como advogados, jornalistas, designers e publicitários, entre outros.

O projeto foi indicado pelo presidente do Conselho Regional de Contabilidade, Mateus Calegari, que acredita na facilitação para a iniciativa privada na questão de redução de custos.

“A pessoa que precisa montar um escritório fictício não precisará mais gastar com aluguel, conta de água e energia, internet e outros, sendo assim, os empresários poderão produzir mais”, afirmou Calegari.

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Acre

Sebastião diz ter contribuído para elevação da BR-364 em Rondônia

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Com a constante ameaça de um novo isolamento do Acre pela inundação da BR-364 provocada por cheias do rio Madeira, o governo Sebastião Viana (PT) anunciou que teve papel essencial nas obras de elevação dos trechos, em sua parte em Rondônia, mais vulneráveis a ficar tomados pela água. A BR-364 é a única interligação rodoviária do estado com o restante do país.

Em 2014, o Acre ficou completamente isolado do Brasil com a BR-364 submersa na região rondoniense do Abunã. A população sofreu com o racionamento de combustível e gás. Os supermercados também ficaram com estoque ameaçado. Só não ocorreu o colapso pois alimentos e medicamentos foram transportados em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB).

A cada período do “inverno amazônico”, a elevação do rio Madeira preocupa as autoridades acreanas, pois há o risco de outra vez a rodovia ficar intrafegável. Para evitar a situação, o consórcio que administra a Usina Hidrelétrica de Jirau, a Energia Sustentável do Brasil (ESBR), realiza obras que elevaram em dois metros o nível da rodovia nos trechos mais baixos.

De acordo com a assessoria do governo do Acre, as obras são esforço direto de articulações políticas da gestão Sebastião Viana. Apesar de estar em Rondônia, o estado vizinho tem pouco interesse na área por não se apresentar como estratégica do ponto de vista econômico.

Outra ação do Palácio Rio Branco resultou na criação, em janeiro deste ano, do Comitê Nacional de Crise da Bacia do Rio Madeira – instrumento de monitoramento dos extremos climáticos e das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio. O comitê reúne órgãos federais, acreanos e rondonienses.

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Acre

Médicos da Bárbara Heliodora podem não realizar plantão extra

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Com medo de calote por parte do governo do Estado que já anunciou não ter dinheiro para pagar plantões, médicos com contratos provisórios podem não realizar plantões extra na Maternidade Bárbara Heliodora, resultando na falta de profissionais para cobrir toda a escala de final de ano, incluindo Natal e Ano Novo.

Segundo o presidente do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC), Ribamar Costa, o motivo da recusa é a longa lista de atrapalhadas por parte dos gestores que demitiram, exoneraram e depois recontrataram profissionais sem a expectativa de manter os serviços, além da longa lista de cortes de direitos, como as gratificações, além do atraso do pagamento dos plantões de meses anteriores.

“Os médicos também possuem família e eles precisam ter a perspectiva de pagamento, mas, atualmente, o governo está sem credibilidade com os servidores devido a sucessivos cortes de gratificações, plantões não pagos ou pagos de forma atrasada em folha complementar”, detalhou o sindicalista.

Ribamar Costa chegou a receber diversas denúncias da renovação antecipada de contratos de trabalhos, encurtando a quantidade de horas e reduzindo o prazo de vencimento de contratos. Assim, médicos com contratos que venceriam em dezembro, janeiro ou em fevereiro de 2019 passaram a encerrar em novembro ou dezembro de 2018.

“Essa relação desleal por parte da Sesacre vem causando insegurança para os trabalhadores que se recusam em realizar plantão extra. Em diversos casos, o governo cortou 10 horas nos contratos de trabalho, mas continua colocando o servidor nos mesmos plantões para cumprir uma carga horária maior que a prevista, o que é ilegal e sem garantias para o pagamento”, afirmou o sindicalista.

Todos os casos foram narrados, provas foram reunidas e apresentadas para o Ministério Público Estadual (MPE), tendo a participação do Conselho Regional de Medicina (CRM), na última assembleia geral realizada pela categoria.

Por lei, qualquer trabalhador é obrigado a trabalhar de acordo com a carga horária prevista em contrato, com isso, plantões extras não estão nessa obrigatoriedade, assim, só realiza a atividade extra o profissional interessado que também tem o direito de receber pelos valores a mais de atuação.

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