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Empresa dona das balsas retira areia do rio para não suspender travessia entre RO e AC

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A cada dia que o verão amazônico se intensifica, a travessia das balsas no rio Madeira, na ponta do Abunã fica mais complicada.

A Empresa dona das balsas que faz a travessia de carros entre Rondônia e Acre alugou bombas se sucção, e vem realizando a dragagem do rio para retirar areia do canal de navegação das balsas para evitar a paralisação total dos serviços.

” Na semana passada, a balsa que eu opero encalhou duas vezes. Numa delas, passamos mais de 40 minutos para se livrar do banco de areia”, contou á reportagem o piloto de embarcação Raimundo dos Santos.

A situação é de fato preocupante. Com o nível da lâmina dágua cada vez mais baixo, a navegação das embarcações torna-se mais complicada, além de demorada.

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A rampa de acesso para o embarque e desembarque dos veículos foi aumentada em mais 30 metros. Agora os carros percorrem um trecho de 110 metros dentro do rio sobre uma rampa construída com brita e barro.

O processo é lento e faz a travessia demorar ate´suas horas. Com o rio com volume de água normal, a travessia dura no máximo 40 minutos.

Do lado do embarque em direção a Porto Velho, uma bomba alugada pela opera 24 horas retirando areia do canal por onde as balsas estão navegando. Sem esse serviço de dragagem as embarcações já teriam parado, conta o responsável pelas balsas Nereu Pinheiro, que diariamente envia para Defesa Civil de Rondônia e para a Delegacia da Marinha na capital rondoniense, relatórios informando o nível do rio.

O cenário desfavorável para navegação é uma ameaça real de isolamento do estado do Acre, que depende da travessia nas balsas para receber todo tipo de abastecimento. A passagem pela ponta do Abunã é a unica ligação terrestre do estado com o restante do território nacional.

Um levantamento feito pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), apontou que foi no ano de p 1968 que o rio Madeira atingiu o ponto mais crítico em relação a seca. Naquela ano, manancial chegou a ficar com menos de 3 metros de volume de água. O quadro de hoje é bem mais estável, com 14 metros, mas o monitoramento indica que o rio vem perdendo volume de água a cada 24 horas, o que pode evoluir para uma estiagem sem precedentes.

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Acre

Trabalhadores dos Correios do Acre decidem suspender greve

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Os trabalhadores dos Correios decidiram no início da noite desta terça-feira (17) pela suspensão da greve, seguindo o posicionamento nacional e continuar negociando com a empresa por meio de uma mediação aberta de dissídio coletivo do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos do Acre (Sintect/AC), Suzy Cristiny, explicou que o estado de greve está mantido e que a categoria poderá retomar a paralisação caso haja a negativa da empresa em buscar um acordo.

A sindicalista agradeceu o apoio dado pela população e de outras classes a mobilização dos trabalhadores. Ela informou que a categoria buscará colocar em dia a entrega de encomendas.

O Sintect/AC também mantem a mobilização do abaixo assinado em busca de apoio contra a privatização da empresa.

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Acre

Gladson liga para o líder Tchê impedindo derrubada dos vetos

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FOTO: SÉRGIO VALE

“O governador me ligou, me deem uma hora de prazo porque vou lá dizer que este parlamento vai derrubar os vetos”, disse o líder do governo, deputado Luís Tchê (PDT) aos deputados que, dentro do plenário, aguardam por mais de seis horas, a continuação da sessão para apreciar os vetos.

A sessão foi interrompida no período da manhã voltando às 15h30. Segundo um deputado da base, o governo resolveu passar o rolo compressor com seus deputados que estão se recusando a manter os vetos.

A oposição acredita que, dependendo a conversa com governador, Luís Tchê pode até entregar a liderança. Pela manhã os deputados haviam decidido ir para o confronto com o governo fechando questão para derrubar os vetos, principalmente o que se refere ao Artigo 21 da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Na avaliação do líder do PCdoB, deputado Edvaldo Magalhães, o processo pode inclusive ser judicializado.

Magalhães explicou que o parlamento vai apenas confirmar a ilegalidade dos vetos, já que o governo não o fez em tempo hábil, ou seja, perdeu o prazo constitucional de vetar os projetos. Nesse caso, se os deputados governistas forem convencidos a manter os vetos, os parlamentares da oposição irão ao Tribunal de Justiça para dirimir a questão.

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