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“Para Uma Capixaba Mais Humana” é confirmada chapa majoritária da aliança DEM e PSDC

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A chapa que disputa a prefeitura de Capixaba, através de uma aliança entre DEM e PSDC foi homologada em convenção realizada na última quinta-feira (5). Manoel Maia (DEM) foi confirmado como candidato a prefeito e George Eduardo (PSDC) será o candidato a vice- da coligação Para uma Capixaba Mais Humana.

A aliança terá o apoio dos deputados estaduais Eber Machado (PSDC) e Antônio Pedro (DEM), além do ex-prefeito de Acrelândia, Tião Bocalom. Militantes dos dois partidos, lideranças políticas municipais e simpatizantes das candidaturas compareceram ao evento que junta partidos de movimentos distintos.

O deputado estadual Eber Machado (PSDC) destaca que a coligação não distingue bandeiras partidárias, mas sonha em fazer uma renovação com segurança e novas propostas para atender as necessidades da população de Capixaba, apresentando e defendendo um plano de governo capaz de ser executado.

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“Estamos formando uma aliança de dois partidos que lutarão pelo desenvolvimento do município de Capixaba. Nosso objetivo é desenvolver um plano de governo focado na realidade local, apresentando iniciativas para contemplar a população das zonas rural e urbana”, destaca Eber Machado.

O ex-prefeito Tião Bocalom (DEM) falou da época que foi gestor de Acrelândia. Para ele, um dos grandes trunfos de Capixaba é o setor produtivo. “Trabalharemos para colocar este município em lugar de destaque entre os grandes produtores do Acre, gerando emprego e renda para população”.

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Acre

Rio Branco terá escritórios virtuais para pequenas empresas

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A Câmara de Rio branco aprovou, nesta quinta-feira (13), por unanimidade, o texto que regulamenta os escritórios virtuais em Rio Branco. Esses espaços podem ser compartilhados por pequenas e médias empresas, trabalhadores autônomos e profissionais liberais como advogados, jornalistas, designers e publicitários, entre outros.

O projeto foi indicado pelo presidente do Conselho Regional de Contabilidade, Mateus Calegari, que acredita na facilitação para a iniciativa privada na questão de redução de custos.

“A pessoa que precisa montar um escritório fictício não precisará mais gastar com aluguel, conta de água e energia, internet e outros, sendo assim, os empresários poderão produzir mais”, afirmou Calegari.

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Acre

Sebastião diz ter contribuído para elevação da BR-364 em Rondônia

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Com a constante ameaça de um novo isolamento do Acre pela inundação da BR-364 provocada por cheias do rio Madeira, o governo Sebastião Viana (PT) anunciou que teve papel essencial nas obras de elevação dos trechos, em sua parte em Rondônia, mais vulneráveis a ficar tomados pela água. A BR-364 é a única interligação rodoviária do estado com o restante do país.

Em 2014, o Acre ficou completamente isolado do Brasil com a BR-364 submersa na região rondoniense do Abunã. A população sofreu com o racionamento de combustível e gás. Os supermercados também ficaram com estoque ameaçado. Só não ocorreu o colapso pois alimentos e medicamentos foram transportados em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB).

A cada período do “inverno amazônico”, a elevação do rio Madeira preocupa as autoridades acreanas, pois há o risco de outra vez a rodovia ficar intrafegável. Para evitar a situação, o consórcio que administra a Usina Hidrelétrica de Jirau, a Energia Sustentável do Brasil (ESBR), realiza obras que elevaram em dois metros o nível da rodovia nos trechos mais baixos.

De acordo com a assessoria do governo do Acre, as obras são esforço direto de articulações políticas da gestão Sebastião Viana. Apesar de estar em Rondônia, o estado vizinho tem pouco interesse na área por não se apresentar como estratégica do ponto de vista econômico.

Outra ação do Palácio Rio Branco resultou na criação, em janeiro deste ano, do Comitê Nacional de Crise da Bacia do Rio Madeira – instrumento de monitoramento dos extremos climáticos e das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio. O comitê reúne órgãos federais, acreanos e rondonienses.

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Acre

Médicos da Bárbara Heliodora podem não realizar plantão extra

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Com medo de calote por parte do governo do Estado que já anunciou não ter dinheiro para pagar plantões, médicos com contratos provisórios podem não realizar plantões extra na Maternidade Bárbara Heliodora, resultando na falta de profissionais para cobrir toda a escala de final de ano, incluindo Natal e Ano Novo.

Segundo o presidente do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC), Ribamar Costa, o motivo da recusa é a longa lista de atrapalhadas por parte dos gestores que demitiram, exoneraram e depois recontrataram profissionais sem a expectativa de manter os serviços, além da longa lista de cortes de direitos, como as gratificações, além do atraso do pagamento dos plantões de meses anteriores.

“Os médicos também possuem família e eles precisam ter a perspectiva de pagamento, mas, atualmente, o governo está sem credibilidade com os servidores devido a sucessivos cortes de gratificações, plantões não pagos ou pagos de forma atrasada em folha complementar”, detalhou o sindicalista.

Ribamar Costa chegou a receber diversas denúncias da renovação antecipada de contratos de trabalhos, encurtando a quantidade de horas e reduzindo o prazo de vencimento de contratos. Assim, médicos com contratos que venceriam em dezembro, janeiro ou em fevereiro de 2019 passaram a encerrar em novembro ou dezembro de 2018.

“Essa relação desleal por parte da Sesacre vem causando insegurança para os trabalhadores que se recusam em realizar plantão extra. Em diversos casos, o governo cortou 10 horas nos contratos de trabalho, mas continua colocando o servidor nos mesmos plantões para cumprir uma carga horária maior que a prevista, o que é ilegal e sem garantias para o pagamento”, afirmou o sindicalista.

Todos os casos foram narrados, provas foram reunidas e apresentadas para o Ministério Público Estadual (MPE), tendo a participação do Conselho Regional de Medicina (CRM), na última assembleia geral realizada pela categoria.

Por lei, qualquer trabalhador é obrigado a trabalhar de acordo com a carga horária prevista em contrato, com isso, plantões extras não estão nessa obrigatoriedade, assim, só realiza a atividade extra o profissional interessado que também tem o direito de receber pelos valores a mais de atuação.

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