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Gladson Cameli e FMC capacitam 150 agentes para combater uso de drogas em Senador Guiomard

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A iniciativa do senador Gladson Cameli (PP-AC), em parceria com a Fundação Milton Campos e a Prefeitura Municipal, permitiu a capacitação de 150 agentes monitores para combate às drogas no município de Senador Guiomard, através da realização do seminário Drogas Por Quê? Desafios Para Educação, que aconteceu durante a sexta-feira (13), das 7h30 às 17h.

O evento foi aberto com a presença dos palestrantes Aurélio da Cruz e Vera da Ros, psicólogos e professores da Universidade de São Paulo (USP), do prefeito de Senador Guiomard, James Gomes, da primeira suplente do Senado Federal, Mailza Gomes, além de representantes do Partido Progressista (PP) no Acre.

Participaram do curso pessoas indicadas por instituições da área da educação, saúde e assistência social pública e privada, e ainda entidades filantrópicas, como igrejas de diversas denominações, envolvidas no combate ao uso de variados tipos de drogas.

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Para o senador Gladson Cameli, vice-presidente da FMC, a realização do seminário resume a preocupação ao mesmo tempo que mostra uma iniciativa do seu gabinete juntamente com a Fundação Milton Campos, e demais parceiros do projeto, no árduo trabalho de combate as drogas no Acre. Portanto, Cameli destacou um agradecimento especial a senadora Ana Amélia, presidente da fundação e ao presidente da Executiva Nacional do PP, senador Ciro Nogueira.

O senador também enfatizou o apoio do prefeito James Gomes, e da primeira suplente do Senado, Mailza Gomes e sua equipe, para realização do evento em Senador Guiomard. “Sabemos que a luta de combate às drogas não pode ser vencida sozinha por ninguém. Precisamos unir forças, traçar estratégias e estarmos alertas para os grandes desafios que esta tarefa nos impõe. Obrigado a todos que se colocaram à disposição para enfrentar esta batalha conosco”, disse Gladson.

A Fundação Milton Campos seguirá com a realização de mais quatro seminários no Acre durante o ano de 2016, nos municípios de Brasileia, Sena Madureira, Cruzeiro do Sul e Rio Branco.

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Destaque Direita

Câmara vai convocar SEMCAS para explicar distribuição de cinco casas para uma única família

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É grande a repercussão do caso que veio à bala através de relatório do Ministério Público Estadual que apontou na manhã de ontem (23) a distribuição de cinco casas do Programa Minha Casa, Minha Vida, para uma única família no Conjunto Esperança II, em Rio Branco. Na manhã de hoje na Câmara Municipal, o vereador Fabiano Oliveira (PP) requereu a secretária municipal de Cidadania e Assistência Social, Dora Araújo, para ser sabatinada e explicar os procedimentos adotados nos benefícios dados à família.

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A Mesa Diretora acatou o pedido e o requerimento ainda deve passar pela aprovação do plenário para que seja marcada uma data para a convocação da secretária. Segundo o requerimento, a secretária interina da SEHAB, Claudia Pinho Valle, deverá ser convidada para colaborar com as informações.

De acordo o documento divulgado na manhã de ontem (23) na imprensa oficial, uma das beneficiadas, Raquel Pinho, é professora, não morava no local onde as famílias foram cadastradas, é solteira e não tem filhos. O caso foi levado ao Ministério Público Estadual através de informações sobre obras paralisadas pelo Depasa em áreas alagadiças do Beco HIV, no entorno do igarapé Fundo em Rio Branco.

O vereador Fabiano justificou o requerimento informando uma série de denúncias com relação à má distribuição das Casas do Programa Minha Casa, Minha Vida, “que vem deixando de fora centenas de famílias necessitadas e que estão com o aluguel social vencido passando por sérios constrangimentos”, acrescentou.

O debate ganhou adesão até de vereadores que fazem parte da base do prefeito. O vereador Alonso Andrade (PV) aparteou o colega dizendo que não concorda com as irregularidades que vem sendo publicadas com relação a distribuição das casas populares. “O caso é recorrente e merece a atenção desta Casa” disse Alonso.

O vereador Raimundo Vaz disse que é de total interesse do poder público esclarecer os fatos e ainda, contribuir com o município e o estado no sentido de colocar um fim nas questões que vêm causando indignação de quem realmente precisa de uma casa para morar.

“Essa questão precisa ser melhor esclarecida, não podemos mais conviver com todos esses questionamentos e denúncias em uma área social que é de fundamental importância para o desenvolvimento de um estado e um município mais justo”, acrescentou Vaz.

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Destaque Direita

Famílias que invadiram casas no Rui Lino III responderão por invasão de domicílio, diz Emilson

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As 13 famílias que invadiram as unidades habitacionais no Conjunto Rui Lino III durante o final de semana responderão pelo crime de invasão domiciliar, informou na tarde desta segunda-feira, 23, o secretário de Segurança Pública do Acre, Emilson Farias, durante entrevista coletiva, no Palácio das Secretarias.

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O secretário acrescentou ainda que os responsáveis pelas invasões foram encaminhados à delegacia para serem ouvidos. A retirada das famílias é feita por policiais militares.

“Houve de fato algumas famílias que entraram de maneira inadvertida e contrariando a própria ordem judicial. Aquelas pessoas estão sendo retiradas daquele local e estão respondendo por invasão de domicílio. Aquelas casas são casas que após uma análise econômica da Sehab, aquiescência da Caixa, será ocupada por quem determina os próprios requisitos da Caixa Econômica.”

A Secretaria de Habitação informou que fez um levantamento sobre a situação das famílias que invadiram as residências e constatou que todas elas são beneficiárias do aluguel social, que está sob responsabilidade da prefeitura de Rio Branco. Ainda de acordo com o levantamento não há atraso no pagamento desses alugueis.
As unidades do Rui Lino III foram construídas com recursos da Caixa Econômica Federal, que também é responsável junto com a Secretaria de Habitação pela seleção das famílias.

“Por mais que compreendamos que são pessoas simples que estão ali, temos que compreender que outras pessoas tão simples quanto elas ou às vezes mais simples podem estar também nesse fila de espera. Por mais que entendamos que essas pessoas que estão ali tem uma situação socioeconômica bastante fragilizada, que estão no aluguel social, elas podem tá passando a frente de pessoas que podem estar numa situação pior do que elas”, completa Emilson Farias.
Algumas das unidades tiveram suas portas e janelas arrancadas e furtadas. Esses casos também estão sob investigação.

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