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“A ida do PSDB para o governo do PMDB nos empurra para uma aliança no Acre”, diz Márcio Bittar

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O ex-deputado federal Marcio Bittar (PSDB), que ocupa a presidente do Instituto Teotônio Vilela (ITV) fez uma análise do novo cenário político nacional que de acordo com ele deverá refletir diretamente nas alianças políticas no Acre. O tucano afirma que “o Brasil se livra do que há de pior na política. Comprovadamente, os governos de esquerda não deram certo, este regime totalitário também quebrou todos os países da América Latina”, enfatiza.

Segundo Bittar, a Operação Lava Jato poderá comprovar que o governo Dilma não volta mais a dar as cartas no Brasil. “Os dois presidentes petistas estão envolvidos nos escândalos, os tesoureiros do partido estão presos, líderes do governo indiciados, não sobra ninguém. Eles contavam com a certeza da impunidade. Era um grupo que se achava dono das instituições. O Brasil deu um passo importante para o início de uma nova política”, ressalta o tucano.

Bittar que advogava que o PSDB não participasse do governo Temer, fez elogios aos nomes que representarão o ninho tucano no governo peemedebista. “O senador José Serra dispensa apresentações, ele já contribuiu de forma definitiva com nosso país. O deputado Bruno Araújo é o legitimo representante da nova safra de bons nomes do PSDB. Já que estamos dentro do governo, estaremos com dois nomes que representam o que há de melhor no partido”.

O ex-deputado faz um alerta aos líderes de oposição no Acre que passam a ser situação no cenário nacional. “A partir de hoje nós somos governo. Todas as ações do governo federal serão cobradas dos senadores Petecão, Gladson Cameli e dos deputados Jéssica Sales, Flaviano Melo e Major Rocha. Mais do que nunca é urgente que os líderes dialoguem e que as ocupações de funções do governo federal no Estado sejam ocupadas de forma técnica”, destaca Márcio Bittar.

Para o líder tucano, “é preciso que todas as decisões sejam compartilhadas. Que todas as ações sejam frutos de um decisão coletiva. É preciso compreender que a partir de agora somos governo, as lideranças devem sentar à mesa para planejar e executar os projetos. Não precisamos de documento comprovando que este aliança em nível nacional nos empurra para uma aliança no Acre, onde devemos analisar todas as perspectivas para as eleições deste ano”, finaliza Bittar.

As declarações de Márcio Bittar podem significar uma aliança de PSDB e PMDB em Rio Branco, em torno da pré-candidatura de Eliane Sinhasique (PMDB) à prefeitura da capital e a costura de uma chapa com os nomes de Ilderlei Cordeiro (PMDB) e Henrique Afonso (PSDB) na disputa pela prefeitura de Cruzeiro do Sul. Caso consigam apara as arestas, os líderes tucanos e pemedebistas poderão caminha juntos na disputa das eleições municipais deste ano no Acre.

 

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