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“Não tenho coragem de chamar o PT de corja”, diz Sergio Petecão

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Sendo o décimo terceiro a se pronunciar na tribuna, o senador Sergio Petecão (PSD) discursou sobre o processo de admissibilidade de impeachtman que poderá ser aprovado na casa legislativa nas próximas horas.

Iniciando sua fala com elogios ao presidente da casa, senador Renan Calheiros (PMDB), Petecão enfatizou a condução do processo  realizado por  Renan ao preservar o nome do senado federal e dar seguimento a esse processo. Ele também parabenizou o presidente da comissão do impeachtmen, o senador Raimundo Lira (PMDB), e o relator, Antonio Anastasia (PSDB).

“Hoje é um dia histórico que marca o auge do momento da maior gravidade da história da republica brasileira. Votaremos o processo que pede a continuação do impedimento da presidente. Todos nos sabemos que o impeachment  é um processo traumático e doloroso”, disse o senador acreano.

Petecão pregou ainda respeito aos senadores que defendem a presidente Dilma. “Seria fácil pra mim hoje utilizar esse momento para tripudiar o partido que faço oposição, mas não vou fazer isso”, disse o parlamentar, afirmando ainda que não acha correto o PT ser chamado de “corja”.

Ao falar do Acre, o senador enfatizou ser “vitima de um governo truculento e perseguidor. Que nunca se preocupou com o futuro do governo federal. Nunca pensou nos interesses do povo Acreano”.

“Eu estou preocupado que a situação que o pais passa hoje, principalmente o meu estado. Nós temos uma Br-364 que está praticamente isolando uma região. Eu posso dizer isso, eu estive lá, mas não é culpa da Dilma. Eu seria injusto se responsabilizasse Dilma. As condições foram criadas. Nos não podemos deixar de dizer isso aqui”, enfatizou.

Ainda em seu discurso, Petecão mandou um recado para o possível futuro novo presidente, Michel Temer. “Não podemos perder essa oportunidade de dizer para o Brasil, para o povo do Acre. Eu quero fazer apelo para pessoas que venham assumir o governo que venham dar uma atenção ao povo do Juruá. Quero pedir em nome dos prefeitos municipais, sabemos que o pais todo passar por dificuldades, mas no meu estado a situação é bem pior”, disse.

Ao final de sua fala, o senador afirmou que votará pela admissibilidade do impeachment.

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