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Ermicio Sena quer PT “puro-sangue” na disputa por Rio Branco

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PT quer chapa puro-sangue para a PMRB
O presidente do PT, Ermício Sena, admitiu à coluna que, o partido colocará um nome nas discussões sobre a escolha do vice na chapa do prefeito Marcus Alexandre. Considera natural que a chapa para a disputa da prefeitura de Rio Branco seja “puro-sangue”, formada exclusivamente por petistas, mesmo a idéia sendo vista como “antipática” pelos demais partidos da FPA. Sena ressalta que não se trata de imposição, mas de abrir uma discussão democrática. Na próxima quarta-feira, sob o comando do governador Tião Viana, os dirigentes dos partidos da FPA se reúnem na Capital para debater a sucessão municipal.

Pontos divergentes
Os pontos na FPA mais divergentes são a escolha do nome do vice da chapa do Marcus Alexandre, quem será o candidato a prefeito de Cruzeiro do Sul, se sairá em Sena Madureira com um ou dois candidatos. Nos demais municípios existem divergências pequenas.

Deixem de infantilidades
Cômicas as manifestações sobre a “importância” da visita do vice-presidente Michel Temmer (PMDB). Não veio por amor ao Acre ou por respeito a alguma liderança política. O motivo foi apenas conseguir os votos da cúpula do PMDB à sua reeleição para a presidência do partido.

Era bem capaz!
Era bem capaz do vice-presidente Michel Temmer (PMDB) se deslocar de Brasília para ver as caras do Pádua, do Serjão, da Eliane Sinhasique e etc. Veio de olho nos votos para se reeleger.

Deveria ser sincero: estamos quebrados
O diretor-presidente do DERACRE, Cristovão Pontes, deveria ser sincero com os as dezenas de caminhoneiros, há 16 meses sem receber por serviços prestados ao órgão, e colocar o jogo na mesa: “estamos quebrados e não temos dinheiro para pagar”. O resto é a pura empulhação.

Não é o caminho mais certo
Numa negociação com uma categoria como a dos caminhoneiros, turma que pega no pesado, o caminho mais certo por certo não é o de ficar empurrando com a barriga.

Mãos na cabeça
O representante do DERACRE em Sena Madureira, Nilson Areal, anda arrancando os cabelos, a cota que lhe foi desatinada para recuperar a grande malha de ramais do município, mal dá para trabalhar uma semana.

Não há  o que fazer
A crise econômica no grau que se encontra – deve se intensificar com o novo corte no orçamento federal – para um Estado como o Acre, sem um parque industrial, vivendo praticamente de repasses federais, não há o que governador Tião Viana fazer, além do que faz.

Sem luz no fim do túnel
O pior é que não há uma luz no fim do túnel, a Dilma não levantará mais a cabeça, sangrará até o fim do seu mandato. Sem apoio político, sem apoio do empresariado, isolada, não há como se pensar em recuperação do país. É esperar chegar 2018 e escolher um novo presidente.

Virou uma cantiga de grilo
Na televisão, jornal, rádio, sites, em qualquer meio de comunicação que se acesse uma notícia é cativa: “assalto”. Como é que não podemos dizer que, os bandidos dominaram a cidade?

Tem um pequeno problema, Eliane!
A deputada Eliane Sinhasique (PMDB) vibrou e se derramou em sorrisos ao ser anunciada pelo vice-presidente Michel Temmer (PMDB) como a “nossa prefeita”. Nada a comemorar, Eliane: o Temmer vota em São Paulo.

A quebradeira e desemprego
Números para quem duvida que, a recessão econômica a que a Dilma levou o Brasil, não chegou no Acre: entre 2014 e 2015, registram os dados oficiais, mais de mil empresas foram fechadas no Estado. A situação embute um quadro cruel: sem empresas funcionando, sem empregos.

Oremos pelo lhé
É delicado o estado de saúde do Abrahim Farhat, o Lhé, internado no Hospital dos Idosos, uma das figuras mais generosas que conheço. Oremos, pois, pela recuperação do velho amigo.

Não era para estar no movimento
Com todo respeito à deputada Leila Galvão (PT), mas, ficou fora de foco a sua participação entre os manifestantes do “SOS Marinho Montes”, porque foi prefeita de Brasiléia por 8 anos e não asfaltou a tão polêmica via principal do município. Não há como contestar o fato.

Sérgio quintanilha
Foi bom rever entre os manifestantes de Brasiléia o advogado Sérgio Quintanilha. Os anos passaram, mas continua um paladino contra as injustiças. Seus ferinos e polêmicos artigos fazem falta à imprensa.

Clóvis Melo
Deve ser o nome do candidato do PT para a prefeitura do Bujari. Clóvis Melo já foi prefeito do município pelo PP, antes de bandear-se para o petismo.

Sururu no PR
O vice-presidente do PR, prefeito André Hassem, não gostou de como vice-presidente não ter sido chamado para uma reunião com o senador Gladson Cameli (PP) e o prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales, para discutirem alianças, e tirou seu nome do grupo de WhatsApp do PR.

“Não dependo do partido”
André disse que com sua atitude, quis mostrar à direção do PR que não necessita de partido para se eleger e viu o ato da cúpula da sigla em não convidá-lo, como uma falta da respeito. Dos prefeitos que se filiaram ao PR, André é o único com mais chance de reeleição.

Presidente de honra
O ex-deputado Astério Moreira entrou no PHS e chegou prestigiado como “Presidente de Honra”. Na sua apresentação aos membros do PHS, pelo presidente da executiva regional, Manoel Roque, Astério, um político limpo e com experiência, disse que chegou para somar.

Muito a ganhar
Com a filiação do ex-deputado Astério Moreira o PHS terá muito a ganhar em experiência.

Não convidar para o mesmo tacacá
Pelo que se tem lido nas redes sociais e escutado é bom não chamarem para a mesma rodada de tacacá a deputada Eliane Sinhasique (PMDB) e o ex-deputado federal Márcio Bittar (PSDB).

Briga com a qual só perde
A candidata à PMRB, deputada Eliane Sinhasique (PMDB), ainda não aprendeu que candidatura majoritária não é candidatura proporcional. Deputado; teve grupo, algum recurso, planejamento, se elege. Para prefeito é diferente, tem que agregar, o universo é mais amplo.

Nem se discute
E mesmo porque o Márcio Bittar já mostrou em eleições majoritárias que tem uma grande votação. E como não é candidato a nada nesta eleição municipal, a Eliane precisa mais dele do que ele dela. E lembrar também que esta é uma eleição de dois turnos. Brigar, para que?

Que falta!
Que falta faz um Nabor Junior no PMDB e na oposição acreana. Desde que abandonou a política, a oposição não conseguiu forjar uma liderança com perfil aglutinador e que seja respeitado por todas as correntes partidárias. Hoje, na oposição todo mundo é “líder”.

Polarização provável
Em Cruzeiro do Sul, a provável polarização na disputa da prefeitura deverá acontecer entre Iderley Cordeiro (PMDB) e Henrique Afonso (PSDB). O candidato da FPA deverá entrar na eleição como o grande azarão do páreo.

Se espatifar perde
A oposição não pense que espatifada como se encontra em Tarauacá poderá derrotar o prefeito Rodrigo Damasceno (PT), é equívoco muito grande. Mais de uma candidatura do PMDB só favorece a quem se encontra no poder. E isso é óbvio.

A prova de fogo do petismo
Desemprego, escândalos de corrupção, em baixa nas pesquisas, a imagem política no seu pior momento desde a sua fundação, são dados que com certeza deverão pesar nas próximas eleições contra os candidatos do PT e aliados, mas até que ponto vai influir numa derrota ou numa vitória, só poderá ter uma avaliação mais precisa no decorrer das campanhas. Se o PT sair mal nas eleições municipais em 2016 para as prefeituras, poderá estar deixando uma ponte sólida para derrotas nas disputas da Presidência, Câmara Federal, Senado e Assembléias Legislativas. 2016 será a prova de fogo do petismo no plano nacional. E o reflexo em 2018.

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Blog do Crica

Gladson anuncia volta ao Progressistas

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EM DECLARAÇÃO dada ontem pela manhã ao BLOG DO CRICA, o governador Gladson Cameli revelou que vai retornar às suas atividades partidárias no PP, de onde se encontra afastado desde o início da eleição municipal. A presidente do PP, senadora Mailza Gomes, com quem conversou a respeito, lhe deu sinal verde para a volta. Conversas também foram encaminhadas junto a bancada estadual, formada pelos deputados Nicolau Junior (PP), José Bestene (PP) e Gerlen Diniz (PP), todos de acordo com a reativação da sua presença no partido. “Não será uma volta de pires na mão, mas uma volta pelo diálogo de quem terá um espaço respeitado e possa emitir as suas opiniões. E respeitando as posições em contrário. O PP vai fazer política, eu vou fazer gestão”, destacou ao BLOG. Sobre a sua relação com o provável futuro prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PP), o governador Gladson enfatizou que não terá nada a lhe cobrar, porque estiveram em palanques diferentes na eleição da capital, mas que as portas do seu gabinete estarão abertas para uma relação institucional respeitosa, caso se confirme no domingo a vitória do candidato do PP, para a PMRB. Cameli diz estar mesmo preocupado depois da eleição é em fazer gestão e obras no estado. Falou que, as atividades políticas serão secundárias.

NA POLÍTICA TUDO É CONVERSA

NÃO DEVE ser vista como anormalidade a volta do governador Gladson Cameli para o PP, do qual estava afastado. É o seu partido de origem, e as diferenças se tiram na mesa de diálogo.

TUDO MUITO SIMPLES

NA POLÍTICA, tudo é muito simples. As partes se sentam à mesa, debatem as diferenças, e toca o barco para a frente. Mas, para isso tem de se afastar de partidos de esquerda, como o PSB.

ESPAÇOS REPACTUADOS

GLADSON CAMELI também enfatizou na conversa de ontem que pretende fazer uma ampla repactuação de espaços no governo entre os partidos, cortando onde tem que cortar, como no DEPASA, onde demitiu toda a sua diretoria. A repactuação de cargos deverá ser em cima de critérios técnicos do indicado.

CASTANHA QUEBRADA

O GOVERNADOR deve fechar o ano quebrando a castanha dos ex-dirigentes do PT, que apostavam que no máximo em seis meses do primeiro ano atrasaria os salários. Não só não atrasou nos primeiros dois anos, mas pagou antes do fim de cada mês.

NÃO TINHA OUTRO CAMINHO

SOBRE as demissões dos diretores do DEPASA, vejo como uma medida acertada, devido às denúncias de assédio sexual e desvios financeiros. Não cabia omissão. Não tinha outro caminho a ser tomada como governador. Tinha virado cabide de emprego.

PRINCIPAL DESAFIO

O QUE o governador Gladson deve ter como prioridade de momento e adequar os gastos públicos ao limite da Lei de Responsabilidade Fiscal, e precisa reduzir gastos com pessoal.

QUATRO PREFEITURAS

O DEPUTADO federal Léo de Brito (PT) partirá para a reeleição com os quatro prefeitos do PT lhe apoiando: Fernanda Hassem, Bira Vasconcelos, Isaac Lima e Jerry. Tem emendas para destinar.

DEU UMA LOBA

O PREFEITO de Mâncio Lima, Isaac Lima (PT), deu uma loba no governador Gladson Cameli, com quem chegou a conversar para se filiar no PP, mas depois que ganhou, se nega a cumprir o trato.

BOCADO ESQUECIDO

NA CAMPANHA, o governador Gladson Cameli sofreu desgaste com seus apoiadores em Mâncio Lima, por ter declarado o seu apoio à reeleição do prefeito Isaac Lima (PT). Bocado comido, bocado esquecido, já diz o velho, mas sempre aplicável ditado.

TUDO INDICANDO

AS PESQUISAS internas de partidos continuam indicando uma vitória folgada do candidato Tião Bocalom (PP). Há dois dias da eleição, é difícil uma mudança. Mas quem vai falar será a urna.

NADA MAIS AMADORA

CONVERSANDO ontem com uma pessoa do miolo da campanha da prefeita Socorro Neri (PSB), esta revelou que já participou de várias campanhas, mas nenhuma amadora como a da Socorro.

PIOR DE TUDO

ATÉ SE JUSTIFICARIA este fracasso da sua coordenação política se fosse uma má prefeita e não tivesse o que ser mostrado na sua gestão. Pelo contrário, em 2 anos fez muito, e não foi explorado.

A CHITA É DE OUTRA COR

ACONTECE é que os coordenadores da campanha da Socorro (PSB) estufaram o peito e achavam que a fatura estava liquidada pelo simples apoio do Gladson. A chita política é de outra cor.

REPLETA DE EXEMPLOS

A HISTÓRIA política da capital está repleta de exemplos de candidatos que perderam a eleição para a prefeitura, tendo o apoio do governo e com a prefeitura na mão. Não será novo.

ESPÓLIO PEQUENO

O EX-SENADOR Jorge Viana (PT) sabe ler um cenário político. A baixa votação do PT na capital, não deve ter lhe deixado otimista para sonhar com o Senado em 2022, só com a esquerda.

COLÉGIOS PEQUENOS

É NÃO é mesmo para ter ficado otimista. Brasiléia, Assis Brasil, Xapuri e Mâncio Lima, onde o PT elegeu prefeitos, são colégios eleitorais pequenos, no contexto de uma eleição estadual.

SERÁ COBRADO

VENCENDO A ELEIÇÃO de domingo, o candidato a prefeito Tião Bocalom (PP) terá uma fatura longa e variada a ser cobrada, que passa do aumento da produção agrícola com arroz e feijão baratos até o fim do madrugar numa fila para ser atendido nas unidades de saúde da prefeitura. Terá os 100 dias de tolerância. 

SEM REAJUSTE

O DEPUTADO Daniel Zen (PT) questionou em fala na ALEAC a falta de reajuste salarial aos professores nos dois anos do governo Gladson. Zen defendeu ainda que, o governo revogue o decreto que limita o pagamento do PDV- Prêmio de Valorização do Desenvolvimento Profissional para os profissionais de Educação. São dois pontos que governo tem de desentravar.

FOCO EM 2022

O BLOG tem informação de que a prefeita Fernanda Hassem (PT) já tem o seu candidato a deputado estadual em 2022, deverá ser seu irmão e Secretário de Finanças, Tadeu Hassem. Sairá pelo PT.

FRASE MARCANTE

“Quando um dedo aponta para lua, os tolos olham para o dedo.” Ditado chinês.

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Blog do Crica

O voto do eleitor não tem dono

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A LÓGICA de que, quem é candidato no poder ganha a eleição, foi quebrada também em Senador Guiomard. Por esta lógica estrábica de alguns, quem deveria vencer seria o prefeito André Maia (MDB), porque estava no comando da máquina municipal, num colégio eleitoral pequeno, em que muita coisa gira em torno da prefeitura. A vitória da Rosana Gomes (PP),  para prefeita mostrou que o voto do eleitor não tem dono. Entrou em baixa nas pesquisas, foi conquistando a confiança do eleitor e acabou vencendo, esmagando esquemas poderosos. A política tem caminhos insondáveis. O povo decidiu, não muda.

PRATO QUE SE COME FRIO

O PREFEITO André Maia (MDB) perdeu a eleição, mas a sua candidatura foi fatal para a derrota do seu algoz, que chegou afastá-lo da prefeitura, o vereador Gilson da Funerária (SD).

REPAGINADA QUE DEU CERTO

A IMAGEM do Tião Bocalom (PP) antes desta campanha era a de uma pessoa raivosa e com um discurso que virou galhofa. Nesta campanha, mudou por completo. Mudou a imagem para um conciliador da política da paz e do amor e do bom velhinho. E, pelo que mostram as pesquisas, o eleitorado se encantou.  

NÃO PEDE, DETERMINA!

O GOVERNO negou ceder carros da sua frota para transportar os eleitores da zona rural, com o estranho argumento de falta de carros. A justiça eleitoral, não pede, determina, senhores da toga. Seria como que uma punição ao eleitor que vive no campo.

NÃO ME LEMBRO

NÃO ME LEMBRO de nenhuma outra eleição que uma situação desta natureza tenha acontecido na capital. Isso é um absurdo.

ANO ESENCIAL

2021 será um ano essencial para o governador Gladson Cameli deslanchar o seu governo com obras. Ano também de fazer recomposições e repactuações políticas. 2022 será um ano contaminado pela pré-campanha para o governo e parlamento.

FICA POR CONTA DA MILITÂNCIA

ATÉ AQUI, a disputa do segundo turno entre os dois candidatos não descambou para a ofensa pessoal. As fakes news, os ataques á honra, ficaram por conta dos militantes desvairados. E essa é uma turba que os candidatos não conseguem controlam.

AFASTA DE MIM ESTE CÁLICE

O GOVERNADOR Gladson demitiu mais um integrante do grupo do vice-governador Major Rocha de cargo de confiança. O Gladson reforça que, não quer mais relação política com o vice.

CADA QUAL NO SEU QUADRADO

MELHOR MESMO para o governador e o vice é cada qual no seu quadrado. As relações pessoais e políticas entre ambos chegou num grau de deterioração sem volta. E a caneta é do governador.

MERGULHOU FUNDO

O VICE-GOVERNADOR Major Rocha mergulhou fundo no silêncio. Não haveria nada melhor do que sair da cena do olho do furacão.

VAI DERRUBAR PREFEITO

ESSA QUESTÃO da merenda escolar vai complicar prefeito eleito.

BASE PARA FEDERAL

O DEPUTADO Jesus Sérgio (PDT) sedimentou bases importantes para disputar a reeleição em 2022. Fez os prefeitos de Tarauacá e do Jordão. Jesus é um parlamentar limitado, mas faz política.

POUCO TEMPO PARA MUDAR

PELO QUADRO de mobilização que se tem notado no segundo turno, não houve mudança em relação ao favoritismo do candidato Tião Bocalom (PP). E, domingo já é o dia da votação.

BITTAR EMPENHADO

O SENADOR Márcio Bittar (MDB), esqueceu as diferenças políticas e é um dos mais empenhados na candidatura do Tião Bocalom (PP). Mais importante é que o Bittar será o Relator do Orçamento Federal, e poderá destinar recursos para a PMRB.

BASTA ANDAR NA CIDADE

A NOVA ONDA da Covid-19 parece que não despertou ainda grande parte da população da capital, que anda sem máscaras pela cidade, como se tudo estivesse normal. Fugiu ao controle.

UNIDADES LOTADAS

ATÉ AS UNIDADES de Saúde particulares estão com os seus leitos destinados aos contaminados pela Covid-19, com ocupação sem vagas. Definitivamente, a pandemia veio numa nova onda. 

ATESTADO DE VERGONHA

CASO a Polícia Militar mantenha a posição de não mandar segurança para os jogos da Série D, e os times do Acre tenham que disputar seus jogos em outros estados, será um atestado de vergonha. O governador Gladson tem que intervir na situação.

DESCULPA ESFARRAPADA

PIOR QUE o ato foi a desculpa esfarrapada da cúpula da Segurança, que criou assim uma pauta negativa para a imagem do governo. Não se cria problema onde não tem problema.

MANTENDO A ALTIVEZ

A PREFEITA Socorro Neri (PSB) sabe que a sua situação política neste segundo turno não é confortável. Mas, mesmo assim vem mantendo a altivez e cumprindo os compromissos agendados.

CAMPANHA DESCARADA

NÃO MORRO de amores pelo Bolsonaro, que se não é a oitava maravilha do mundo; também não chega a ser o representante do mal, como prega a GLOBO, em uma campanha descarada.

SUCESSÃO DE ERROS

O QUADRO deste segundo turno para a prefeita Socorro Neri não passa de uma sucessão de erros de campanha, que vem do primeiro turno. A Socorro foi vítima de uma campanha amadora.

CONSELHEIROS ERRADOS

CONSIDERO a Socorro Neri ter cometido um erro político ao não ter ido para o PP, e se tivesse ido teria hoje no seu palanque o governador Gladson e o senador Sérgio Petecão (PSD). E o Tião Bocalom não seria candidato. Ouviu os conselheiros errados.

QUEBROU UM CICLO

A VITÓRIA da candidata Néia (PDT) quebrou um ciclo das oligarquias de Tarauacá, dos Vitorinos e Damascenos, que vinham se alternando no comando da prefeitura do município.

FRASE MARCANTE

“Primeiro come-se; depois é que se lava a panela”. Ditado espanhol.

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Blog do Crica

Os pilares do Tião Bocalom 

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A CANDIDATURA do Tião Bocalom (PP) só vingou por três firmes decisões. A primeira foi a senadora Mailza Gomes (PP), que resistiu a todas as investidas do governador Gladson Cameli para vetar o seu nome. Se não tivesse sido firme, a tese do governador teria vencido. A reação foi reforçada pela ação do deputado José Bestene (PP), que retirou sua candidatura à PMRB, já homologada pelo partido, para ser substituído por Bocalom. E o terceiro foi o senador Sérgio Petecão, que se somou a ambos, e acabou sendo o grande condutor da campanha vitoriosa no primeiro turno, e que se encaminha para ser chancelada no segundo turno. Não fosse a ação do trio, o Bocalom não seria candidato e nem estaria preste a ser prefeito de Rio Branco. Mailza Gomes (PP), Sérgio Petecão (PSD) e José Bestene (PP) foram os pilares para manter a sua candidatura.

NOME NA PAUTA

O VEREADOR eleito Samir Bestene (PP) tem tudo para ser o próximo presidente da Câmara Municipal de Rio Branco. O PP, seu partido, elegeu três vereadores e é aliado do Bocalom ((PP), que desponta como favorito para vencer a eleição de domingo.

MARFISA, A GUERREIRA

QUANDO se fala na garra do senador Petecão (PSD) na campanha do Tião Bocalom (MDB), não se pode deixar de lembrar que a candidata à vice-prefeita Marfisa Galvão (PSD), não fica atrás em entusiasmo. Marfisa tem sido uma guerreira.

RECONHECENDO O ÓBVIO

POR DIVERSAS vezes coloquei no BLOG que, os entraves na campanha da prefeita Socorro Neri (PSB), eram a falta de um coordenador político experiente e planejamento. Exatamente o que reclamou ontem seu aliado, o deputado Luiz Tchê (PDT).

DESCOBRIU TARDE

O DEPUTADO TCHÊ (PDT), como político experiente era para ter feito o alerta no primeiro turno, apontar para um erro que era gritante; só agora, no fim do segundo turno, não adianta nada.

NÃO FORAM OUVIDOS

OUVI de várias figuras de proa do governo, que ainda tentaram mostrar que a campanha estava sendo mal conduzida, mas se queixam de que não foram escutados e tiveram de recuar.

ATACADOS PELA COVID

O PREFEITO de Sena Madureira, Mazinho Serafim, e sua mulher, a deputada Meire Serafim (MDB), estão internados na PRONTO CLÍNICA, onde se recuperam. O BLOG deseja saúde a ambos.

TAMBÉM CONTAMINADO

QUEM TAMBÉM foi contaminado pela Covid-19 foi o prefeito eleito de Santa Rosa, Tamir de Sá (MDB), em recuperação na PRONTO-CLÍNICA. A pandemia deu uma acelerada nos casos.

SUPORTE FINANCEIRO

CASO SEJA ELEITO DOMINGO, como as pesquisas indicam, Tião Bocalom terá a sorte de receber uma prefeitura enxuta, e contar com três senadores para lhe destinar recursos e emendas.

FINANÇAS SANEADAS

A PREFEITA Socorro Neri conseguiu em dois anos deixar a prefeitura mais enxugada e com as suas finanças saneadas.

MOSTRAR HABILIDADE

O GOVERNADOR Gladson Cameli vai precisar usar de muita habilidade para compor uma base política à sua campanha de reeleição, em 2022. O seu apoio à candidatura da prefeita Socorro Neri (PSB), deixou a sua antiga base política esfacelada.

REFORÇAR O INIMIGO

OS PREFEITOS eleitos pelo PT não esperem serem abençoados com emendas parlamentares de outros partidos, no próximo ano. 2022 será ano de eleição, devem investir em 2021 em suas bases eleitorais. Na política, não se cria cobra para ser picado.

SERIA INFLAR O JV

REFORÇAR financeiramente as prefeituras governadas por petistas seria o mesmo que construir uma ponte para reforçar uma candidatura do Jorge Viana (PT) ao Senado, em 2022.

PLANO MODIFICADO

A VITÓRIA do Zequinha (PP) a prefeito de Cruzeiro do Sul deve modificar o plano político do ex-prefeito Vagner Sales (MDB) de lançar a deputada federal Jéssica Sales (MDB) para o Senado.

DOBRADINHA COM BITTAR

O GRUPO do ex-prefeito Vagner Sales (MDB) deve fazer uma dobradinha em 2022, com o senador Márcio Bittar (MDB), que ficou ao seu lado no apoio ao candidato Fagner Sales (MDB).

POSSIBILIDADE ABERTA

PODEM ANOTAR para conferir em 2022, caso o contexto político lhe seja favorável, o senador Márcio Bittar (MDB) pode abandonar meta de lançar a mulher Márcia Bittar a deputada federal, e colocá-la como candidata a senadora. Este é o jogo.

INTERESSA AO BOLSONARO

A HIPÓTESE de ter a Márcia Bittar como candidata a senadora já foi alvo de uma conversa entre o senador Márcio Bittar (MDB) e o presidente Jair Bolsonaro, que é simpático a esta possibilidade.

ESQUERDA NA GESTÃO

O PCdoB e o PT estavam na chapa que elegeu o Zequinha a prefeito de Cruzeiro do Sul, e por certo participarão da gestão. Zequinha deixou o PCdoB, mas manteve relação com a cúpula.

ESCOLHA MERECIDA

O JORNALISTA Ailton Oliveira deverá integrar a equipe de comunicação do candidato Tião Bocalom (PP), se este vencer no domingo. Será merecido. Acompanha de longas data o Bocalom.

PAPEL DA LEALDADE

A SECRETÁRIA de Comunicação da PMRB, Socorro Camelo, publicou um artigo duro na defesa da prefeita Socorro Neri. É o papel de quem é leal a quem lhe foi leal. Não cabe por isso, nenhuma crítica. Não se abandona os amigos no infortúnio.

MESMA PEGADA

FALTAM cinco dias para a eleição e a campanha do favorito a vencer a disputa pela PMRB, Tião Bocalom (PP), continua na mesma pegada de mobilização. Ontem, fechou o dia com um grande bandeiraço. Com Petecão, Bocalom e companhia limitada.

FORA DAS RUAS

A CAMPANHA da Socorro Neri não é vista mais nas ruas, ela tem se limitado a cumprir agenda de visitas. A sua campanha, indicam pesquisas, não criou clima de virar no segundo turno.

FRASE MARCANTE

“Dizem que o tempo muda as coisas, mas é você que deve mudá-las”. Andy Warhal.

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Acre

Não esperem um cabide de emprego  

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas 

NÃO CONHEÇO tanto o candidato Tião Bocalom (PP),  para mensurar como será a sua administração, se for eleito domingo. Mas em conversa ontem com pessoas mais próximas dele, que o conhecem bem de perto, estas foram unânimes em afirmar ao BLOG que, caso ele  vença a eleição para a prefeitura da capital, jamais vai transformar o órgão num cabide de emprego. Bocalom, segundo estas fontes, será de chegar cedo na prefeitura e querer encontrar os secretários. Não é de fazer acordos políticos ou empresariais nada republicanos, afiançam os que lhe são mais próximos. O consideram austero e muito exigente com os que lhe são subordinados. Que não é de fazer bandalheiras, é o que se ouve sobre ele. Mas isso é o normal que pode se esperar de qualquer gestor, o principal é saber como tocará uma prefeitura praticamente dependente do FPM e das emendas parlamentares, com arrecadação própria a desejar, e com os problemas dos bairros sendo bem maiores que a receita municipal. Falar que vai fazer, é uma coisa; fazer é outra bem diferente. Aguardemos as urnas de domingo. Se confirmarem a vitória do Tião Bocalom (PP) como mostram as pesquisas, vamos saber a partir de janeiro se as promessas de campanhas serão cumpridas. Ou se será mais um a ficar nas promessas eleitorais.

DIAS CONTADAS

MAS NUM PONTO, não tenho nenhuma dúvida em afirmar que, ninguém que teve cargo de confiança no governo passado do PT, vai ser chamado para trabalhar na sua gestão. Nisso, estou certo.

MAZINHO FORTALECIDO

O PREFEITO Mazinho (MDB) não saiu forte só porque foi reeleito, mas também porque os seus aliados Tanízio de Sá (MDB), em Manuel Urbano; e, Tamir de Sá (MDB), em Santa Rosa, também ganharam para prefeito. Por isso, estará forte na mesa da sucessão estadual na eleição de 2022. O Mazinho sabe jogar.

OPÇÃO A SER FEITA

O GOVERNADOR Gladson Cameli não tem outra opção a ser feita depois da eleição municipal: ou se afasta de partidos como o PDT e PSB, ou seu rompimento com o senador Márcio Bittar (MDB) é inevitável. O Bittar é bolsonarista radical, e o PDT e o PSB não estarão no palanque do Bolsonaro na eleição de 2022.

NÃO É MINHA PRAIA

NÃO ESPEREM que, na eventual derrota que é mostrada da prefeita Socorro Neri (PSB), que este BLOG entre numa campanha de tripudiar sobre o fracasso, podem esquecer isso.

NÃO ENGRANDECE NINGUÉM

FAÇO O ALERTA por algumas peças que estão sendo preparadas como uma comemoração de uma eventual derrota domingo.

MAIS UMA LIÇÃO

QUEM ACOMPANHA este BLOG e puxar pela memória irá se lembrar de que, várias vezes alertei que, o fato de um candidato ter o apoio do governo e da prefeitura não significava vitória por antecipação. Está se provando mais uma vez que ninguém é dono dos votos, e que sem a empatia com o povão, não se ganha eleição majoritária. A máquina só ajuda até um certo ponto.

FATOR QUE AJUDOU

UM FATOR que ajudou a candidatura da prefeita Socorro Neri a não decolar nesta eleição, foi o PSB. O partido não tem uma base política na capital, não tem militância, e tampouco um líder.

ASSIM O BOI NÃO DANÇA

DE NOME MESMO, só a prefeita Socorro Neri (PSB), porque está no comando da PMRB. O deputado Jenilson Lopes (PSB) tem base em Tarauacá, e o deputado Manoel Moraes (PSB), em Xapuri. Ambos não influenciam em nada. O restante é figuração.

POLÍTICA É ASSIM MESMO

A PREFEITA Socorro Neri é um nome limpo, foi boa gestora, mas isso não é suficiente para ganhar uma eleição. A sua campanha não empolgou. A campanha foi mal conduzida, e não decolou.

COMANDO E ALEGRIA

O QUE FALTOU na campanha da Socorro Neri, teve de sobra na campanha do Tião Bocalom. Sob o comando do senador Sérgio Petecão (PSD) a campanha do Bocalom foi forjada nos grotões. Tinha organização, alegria, comando, a da Socorro foi formal.

COMANDO FALHOU

E PELO FATO da Socorro Neri (PSB) ter iniciado o segundo turno muito atrás do Tião Bocalom (PSB), para se pensar numa reversão, teriam que ser criado fatos novos, buscando aliados, para criar um clima de virada, mas seu comando de campanha falhou. E chega na última semana de campanha quase solitária.

NÃO HÁ LUGAR PARA AMADOR

E NINGUÉM pode acusar a Socorro Neri (PSB) por sua campanha não decolar. Se a candidata não tem um bom coordenador de campanha, o programa eleitoral foi ruim, ficou cercada de amadores na política, a culpa da coisa não dar certo não é dela.

TRADUZINDO EM MIÚDOS

O TODO este final trágico da sua campanha pode ser traduzido numa frase: -uma campanha a prefeito não pode ser comandada por amadores. Sem planejamento, organização, é difícil vencer.

APALAVRADOS COM O GOVERNADOR

OUVI do governador Gladson Cameli que vai retornar ao PP, do qual pediu afastamento. E também que, dois prefeitos da oposição estão apalavrados para lhe acompanhar no partido.

GRANDE VENCEDOR

O PP pode fechar a página da eleição municipal como o grande vencedor. Fez os prefeitos de Tarauacá, Senador Guiomard, Cruzeiro do Sul e pode fazer domingo o de Rio Branco.

MAIORES COLÉGIOS ELEITORAIS

É BOM lembrar que, Cruzeiro do Sul e Rio Branco são os dois maiores colégios eleitorais do estado, o que o deixa numa condição em que a sucessão estadual passará pelo partido.

AMIGOS DE CARGO

CASO não vença a eleição no próximo domingo, a prefeita Socorro Neri vai passar a viver uma nova situação, de janeiro em diante, para a qual tem que se preparar emocionalmente. Muitos dos aliados, ocupantes de cargos de confiança, vão se afastar.

MUNDO CÃO

SEJA quem for o político que deixa o poder, ele não escapa do  abandono pela maioria esmagadora dos aliados. Alguns, até cruzam a rua para não cumprimentar. É o mundo cão da política.

FRASE MARCANTE

“Se você for bem sucedido, entra pela porta da frente, com as flores, caso contrário, sai pela porta dos fundos com o lixo.” Robert Stack.

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