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Vereadora Rose Costa pede segurança armada nas escolas

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A vereadora Rose Costa (PT) pediu na manhã de hoje (2) segurança armada nas escolas estaduais. Ela articula junto com o gabinete do deputado estadual Daniel Zen (PT) uma ação junto aos órgãos de segurança pública para traçar um plano de contingência às áreas que ela classifica como de maior vulnerabilidade.

“Embora eu seja vereadora muitos gestores de escolas estaduais me ligam pedindo uma ação mais enérgica no sentido de frear essa problemática que é recorrente. Não podemos fechar os olhos para isso”, disse a vereadora.

Para Rose, existem escolas localizadas em áreas de grande vulnerabilidade, citou como exemplo a situação da escola Sebastião Pedroza, construída na área do Arena da Floresta, no Segundo Distrito da capital, que foi assaltada seis vezes.

O tucano Rabelo Góes aparteou a vereadora enfatizando que, com relação à escola Sebastião Pedroza ele fez várias denúncias falando da situação de insegurança e do abandono de toda área da Arena da Floresta onde está inserida a unidade educacional.

“Essa escola está para fechar as suas portas. Seus gestores não aguentam mais terem o patrimônio público levado por vândalos rotineiramente”, acrescentou Rabelo.

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Acre 01

Bandidos fazem arrastão na estrada do Amapá

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O jornalista e pré-candidato a prefeitura de Rio Branco Rogério Wenceslau denunciou um arrastão ocorrido em plena manhã deste domingo, 26, na estrada do Amapá, em frente ao restaurante Manto Verde, na capital acreana. Wenceslau afirmou que dezenas de pessoas foram vítimas de dois bandidos, que estavam numa motocicleta.

“Uma situação muito desagradável agora pela manhã. A violência no Acre está fora de controle”, disse Rogério num vídeo publicado por ele nas redes sociais. O jornalista explica que estava saindo do local – onde estava a trabalho – quando os suspeitos passaram, um desceu da motocicleta e começou a render quem estava na estrada, local que fica bem em frente ao restaurante.

“As pessoas tiveram vários objetos roubados. Tinha gente lá fora [do restaurante], tinha ciclistas. Eles desceram da moto já com a arma na calça anunciando o assalto”. O jornalista conta que teve de entregar seu celular e outro equipamento de gravação de vídeo. “De outras pessoas eles pegaram relógio, carteira também”.

Os criminosos ainda fecharam uma caminhonete que ia passando pela estrada e abordaram as pessoas que estavam no carro. Tudo isso por volta das 10 horas da manhã de hoje.

Wenceslau aproveitou para destacar que a estrada é movimentada e mesmo assim “o governo do Acre não conseguiu dar resposta à falta de segurança. As pessoas que se propuseram a atuar na segurança fracassaram”, disparou.

Ele diz que estava com a esposa no momento do ocorrido, que teve de se esconder dentro do carro para não ser vítima do arrastão. “Chegou a minha vez, assim como milhares de acreanos também foram vítimas”.

Após o arrastão, Rogério foi até a Delegacia de Flagrantes registrar um Boletim de Ocorrências. “Sei que a possibilidade de ter o meu equipamento recuperado é muito remota”. Cerca de uma hora depois de ser assaltado, o jornalista recebeu a informação de que os bandidos continuavam no local fazendo mais vítimas.

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Acre 01

Socorro Neri realizará consulta pública para debater a tarifa do transporte coletivo

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A prefeita Socorro Neri propõe a realização de uma audiência pública para debater a tarifa do transporte coletivo em Rio Branco. “Nos próximos dias realizaremos uma consulta pública para ampliar essa discussão com as instituições e sociedade”, disse a prefeita.

Ela diz que a Prefeitura está monitorando, “com preocupação”, a situação do sistema de transporte coletivo. “Situação que não é exclusiva da nossa capital”, diz, lembrando que o entendimento de quem estuda o assunto é de que o transporte coletivo precisa ser política de Estado, com financiamento público. Hoje quem financia o transporte coletivo são os próprios usuários.

Ao ac24horas ela recordou que em Rio Branco, desde 2013, a prefeitura subvenciona a tarifa dos estudantes que vem sendo mantida a R$1. E, alerta ela, já chegou a subvencionar trinta centavos na tarifa geral, utilizando débitos das empresas com tributos municipais. A última revisão da tarifa ocorreu em julho de 2018.

“Desde então o transporte coletivo tem tido uma queda muito acentuada no número de passageiros, coisa de mais de dois milhões no último ano”, conta, completando que “as razões dessa queda no número de usuários são de todos conhecidas: estagnação econômica com a retração do setor da construção civil e concorrência de outros modais de transporte público”.

Já é praticamente consensual dos envolvidos na questão que a debandada de passageiros pode aumentar a depender do reajuste tarifário. “Nas discussões que temos realizado com o sindicato dos trabalhadores e o sindicato das empresas, temos chegado ao entendimento de que os usuários não teriam condições de absorver o aumento, o que poderia contribuiria para o aumento da evasão de passageiros”, conta Socorro Neri.

E ela pergunta: “que medidas tomar para buscar o equilíbrio do sistema sem onerar o usuário? Não há solução simples para uma questão complexa e socialmente relevante como essa. Ninguém discute a importância de manter os ônibus circulando porque são eles que atendem os nossos estudantes e os cidadãos que, por lei, têm direito à gratuidade (idosos, pessoas com deficiência, dentre outros segmentos), além das rotas que não são atrativas para outros modais”.

No momento o que vem sendo é a análise das possibilidades de amenizar o possível desequilíbrio sem repassar o custo direto ao usuário, “pelas razões mencionadas acima, e sem desoneração, em razão dos impedimentos da Lei de Responsabilidade Fiscal – por estarmos no último ano da gestão, e da legislação eleitoral”.

Prefeita diz que consulta busca solução que não seja a da revisão tarifária no transporte coletivo

A prefeita Socorro Neri fez contato com a reportagem do ac24horas para deixar claro que a consulta pública que pretende realizar visa buscar solução ao desequilíbrio do transporte público de Rio Branco que não passe necessariamente pelo reajuste da passagem do ônibus urbano. “A consulta é para encontrar solução ao desequilíbrio do sistema de transporte coletivo, que não passe pela revisão da tarifa”, disse Socorro.

A proposta é que seja realizada uma consulta pública com instituições e a sociedade em geral em busca dessa solução. Ainda não há data para o debate.

O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo (Sindcol) também teme perder ainda mais passageiros com um novo reajuste. Cada vez mais as pessoas recorrem ao transporte alternativo e aplicativos para sua locomoção.

Estima-se que os apps de mobilidade compartilha já tenham cerca de nove mil cadastrados em Rio Branco.

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