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Abusos sexuais envolvendo políticos estão aumentando e assustando

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O ex-senador do Tocantins, Nezinho Alencar, foi preso, neste final de semana, em Guarai (TO), acusado de ter molestado duas crianças de oito e seis anos. Elas são filhas do vaqueiro que trabalha na fazenda do ex-senador. Enquanto isso, aqui no Acre, também crescem os números de denuncias contra políticos que “abusaram” sexualmente de menores e maiores. Casos divulgados no Bujari, Tarauacá, Acrelândia, Feijó, Plácido de Castro e outros municípios. Ex-prefeitos, prefeitos e vereadores envolvidos em situações que têm sido relatadas pela imprensa. Muitas vezes, o “abuso” envolve a troca de favores entre a vítima e o político que usa da sua posição para praticar o ato ilegal. Uma história entre uma vereadora e um suposto amante envolveu até crime passional de morte há alguns anos. Sem falar em “boatarias” de alguns políticos acreanos supostamente homossexuais “enrustidos” que povoam o imaginário da população. Uma verdadeira fauna. Um mundo secreto que tem apenas uma parte mínima divulgada na mídia. Mesmo porque muitas situações são “abafadas” justamente pela importância do político envolvido.

A vida privada de cada um
Como colunista não propago informações que dizem respeito as opções sexuais ou casos de adultérios. Isso não diz respeito a política e a vida pública. Mas casos que envolvam ilegalidades, sobretudo, praticados contra menores é aviltante e denotam abuso de poder e devem ser denunciados pela imprensa.

RenanGate
Talvez o caso mais famoso de adultério entre políticos famosos foi do então presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB) com a jornalista Mônica Veloso. O romance acabarou envolvendo o senador alagoano em outras denuncias que, na época, chegou até a ser afastado da presidência do Senado. No final da história a jornalista acabou posando nua para uma revista masculina e Renan voltou à presidência do Senado

Prefeito gay assumido
Na campanha municipal de 2012 aconteceu uma situação inusitada envolvendo a sexualidade de um político. O então prefeito de Lins (SP), Edgar de Sousa (PSDB), tinha realizado uma primeira gestão bem avaliada. Mas na disputa da reeleição as boatarias sobre a sua homossexualidade começaram a derrubá-lo nas pesquisas. Edgar então levou seu “companheiro” com quem vivia há oito anos para a televisão e se assumiu publicamente. Ganhou a eleição com ampla margem de votos. O povo parece apreciar a verdade.

O ideal e a realidade
De fato poucos políticos têm a coragem de fazer como Edgar. Os manuais de marketing político não aconselham assumir a própria sexualidade. Isso reflete o preconceito da sociedade que deseja homens e mulheres ideais para representá-los. Mas esse ideal acaba sendo frustrante porque não é a opção sexual de um candidato que vai determinar a sua capacidade de trabalho.

Temporada aberta de boatarias
Com a aproximação das eleições de 2016 os comentários sobre “suspeitas” de um e outro pré-candidato já estão no ar. Conheço pelo menos dois pré-candidatos a prefeito no Acre sobre os quais pairam boatarias de homossexualismo. Mas isso importa alguma coisa na hora do voto? Na minha opinião, não deveria.

Lapidação complicada
Confirmada a indicação do deputado estadual Josa da Farmácia (PTN) a prefeito de Cruzeiro do Sul pela FPA vejo uma dificuldade. Fazer o Josa discursar de maneira compreensiva para a população. Na ALEAC, os discursos de Josa são lidos e ainda assim não são fáceis de entender.

O certo pelo duvidoso
Nunca entendi o que aconteceu com o jovem professor Marcelo Siqueira (PT). Ele foi preparado pelo PT para ser candidato a prefeito de Cruzeiro do Sul. Teve mais de dois mil votos como candidato a deputado estadual. Fala bem e tem um histórico profissional qualificado. No momento que seria o candidato ideal foi dispensado. Vai entender…

Outra perda
Quem também poderia ser um candidato competitivo pela FPA em Cruzeiro do Sul seria o ex-vereador Zequinha Lima, quando ainda estava no PC do B. Não deram o valor devido ao ex-vereador que acabou se filiando no PP e deve ser o vice na chapa de Ilderlei Cordeiro (PMDB).

Uma coisa é uma coisa
O Josa tem um histórico de fazer assistencialismo há muito tempo em Cruzeiro do Sul, ajudando os pobres com remédios. Teve duas boas votações para deputado estadual em 2010 e 2014. Mas não sei como a população vai entender essa sua candidatura majoritária.

Olha quem pode voltar
Vi uma foto nas redes sociais do ex-prefeito de Plácido de Castro, Paulo César da Silva (PT), o Paulinho, com o presidente da ALEAC Ney Amorim (PT), o articulador político Carioca e o deputado federal Léo Brito (PT). Pelo jeito, se não tiver problemas jurídicos, será o candidato do PT em Plácido.

Plantar para colher
Algumas figuras da política do Acre que estão atualmente em cargos importantes devem saber bem em quem vão apostar nas eleições municipais. Ney Amorim (PT) e os senadores Sérgio Petecão (PSD) e Gladson Cameli (PP) precisarão de apoios para a jornada de 2018. Portanto, se apostarem em “cavalos paraguaios” para prefeitos se “comprometerão” com os eleitores para a disputa ao Senado e ao Governo. O mesmo vale também para o deputado federal Major Rocha (PSDB). Melhor é pensar bem e apostar em candidaturas qualificadas. Mesmo que não sejam vitoriosas. Porque pior ainda é um candidato apoiado por um deles ganhar a eleição e fazer uma péssima gestão nos dois próximos anos. A fatura vira com certeza em 2018.

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