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Viaturas policiais de Sena Madureira estão inutilizáveis e prejudicam ações contra o crime

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O setor de Segurança Pública no município de Sena Madureira (AC), distante 140 quilômetros da capital Rio Branco, não está nada bem. Uma denúncia, feita pelo deputado estadual Gerlen Diniz (PP), tornou pública a inutilização de veículos oficiais da polícia que deveriam estar nas ruas, em combate à criminalidade, mas estão estacionados dentro do batalhão da Polícia Militar (PM), quebradas.

A denúncia dá conta que um total de 10 viaturas, entre elas motocicletas e caminhonetes estão quebradas e sem combustível. O município, com mais de 40 habitantes, tem passado inclusive por momentos de tensão devido à alto índice de criminalidade, o que deixa os policiais ainda mais preocupados com a falta de estrutura para a prestação dos serviços.

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As imagens, registradas pelo deputado, mostra veículos novos, inclusive com os novos modelos de logomarcas utilizados pelo Sistema de Segurança Pública do Acre. “Estavam rodando apenas com um [veículo] Gol, Paraty, e duas motos, para todos os habitantes da cidade. Conversei com os militares e muitos estão revoltados com essa situação”, conta o deputado Diniz.

Ainda segundo o parlamentar, a situação fica ainda mais complicada porque o batalhão de Sena Madureira já não é mais coordenado pela Polícia Militar de Rio Branco, mas por Cruzeiro do Sul, que fica distante dali mais de 500 quilômetros. “Se de Rio Branco, que que é até perto, está difícil, você imagina de Cruzeiro. Simplesmente o pessoal quer trabalhar, mas não tem como”, destaca Gerlen.

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Antonio Ribeiro, de 43 anos, morador da cidade, conta que os atendimentos de ocorrências acabam demorando devido à falta de veículos. “Uma vez teve uma confusão aqui na rua, aí chamamos a polícia, só que demorou muito para chegar, porque eles estavam em outra ocorrência. Aqui a gente fica à mercê dos bandidos. É um descaso só. O pessoal aí até tenta fazer alguma coisa, mas não dão condições, aí complica”, acredita.

O que o morador classifica como “descaso”, para a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP), é uma situação pontual que será resolvida tão logo o exercício financeiro deste ano for aberto, o que deve ocorrer no fim do mês de janeiro. “Todas essas demandas referentes à manutenção e reparos de viaturas e motocicletas já estão autorizadas a serem resolvidas”, diz o órgão.

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Morre Nino, professor da UFAC e ex-craque do futebol acreano

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Morreu na noite desta segunda-feira, 20, em Goiânia, o professor da Universidade Federal do Acre (UFAC), José Aparecido Pereira dos Santos.

O nome de batismo pouca gente conhece, mas basta dizer o apelido, Nino, para saber que se trata de uma figura que faz parte da história do futebol acreano e da UFAC, especialmente o curso de educação física.

Nino estava na capital goiana em tratamento de saúde acompanhado da esposa e da filha quanto teve um infarto no hotel onde estava hospedado. Levado à hospital, não resistiu e acabou morrendo.

Nino tinha 65 anos e era natural de Santo Expedito, interior de São Paulo. Como jogador de futebol teve passagens pelo Guarani de São Paulo, onde contava com orgulho ter enfrentado o Santos de Pelé, e também jogou no Londrina do Paraná.

Chegou ao Acre em 1979 contratado pelo Rio Branco, onde foi campeão do Copão da Amazônia. No ano seguinte, foi contratado pelo Juventus onde jogou mais duas temporadas, encerrando a carreira em 1982.

Depois de pendurar as chuteiras, foi treinador do Internacional, Independência e Rio Branco.

Após largar os gramados, Nino se tornou professor do curso de Educação Física da UFAC. Com sua voz rouca e mansa e a mesma ginga que o tornou um craque nos gramados era uma figura extremamente querida da universidade.

A família não informou ainda se o corpo será transladado para Rio Branco e horários e local de velório e sepultamento.

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Destaque 5

Golpistas anunciam venda de vagas residuais da Ufac na internet

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Desde a semana passada um anúncio de origem, até então, desconhecida circula por meio das redes sociais informando supostas vendas de vagas residuais na Universidade Federal do Acre (Ufac). O informe destaca preços cobrados para quatro cursos: Nutrição, Jornalismo, Medicina e Engenharia Civil, cada um com um preço distinto e até com possibilidade de parcelamento.

O número que começou a divulgar a informação possui DDD de outro estado. Temendo que pessoas pudessem se atrair, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da instituição procurou a Pró-reitora de graduação e recebeu a confirmação de que o caso se trata de um golpe.

“Não existe esse edital, não existe essa cobrança, não sabemos de onde partiu. Inclusive algumas pessoas da Ufac já estão perguntando”, afirma o presidente do DCE na Ufac, Richard Brilhante.

Procurada pelo ac24horas, a professora responsável pela Pró-Reitoria de graduação disse que a orientação é que as pessoas, ao verem esse tipo de publicação, denunciem imediatamente, uma vez que a Ufac não faz esse tipo de cobrança. “Com certeza se trata de um golpe. A única coisa a se fazer é denunciar para a Polícia Federal”, diz Ednaceli Damasceno, responsável pelos editais de residuais.

Esta não é a primeira vez que a Ufac se torna alvo desse tipo de publicação. “Sempre surge algum tipo de tentativa de ganho em cima dos processos da universidade por estelionatários alheios a universidade. No ano passado denunciamos a PF um caso de uma pessoa que cobrava por supostas vagas de estágio e enganava jovens”, destaca Brilhante.

Vagas residuais fazem parte de um processo seletivo destinado a alunos da própria Ufac, alunos de outras instituições de ensino superior e aos portadores de diploma de nível superior que queiram fazer um curso de graduação na Ufac. Porém, o processo só ocorre a partir da publicação de um Edital específico no qual constam todos os procedimentos, como os relativos às inscrições.

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