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Jéssica libera recursos para M.Thaumaturgo

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unnamedO Ministério da Defesa, via Programa Calha Norte, liberou na última sexta-feira 2, emenda parlamentar de R$ 500 mil, encaminhada ao orçamento da União do ano passado para a aquisição de equipamentos para a fabricação de tijolos e de um caminhão basculante para o município de Marechal Thaumaturgo.

Essa é mais uma proposta orçamentária de autoria do ex-deputado Taumaturgo Lima (PT-AC) apadrinhada pela deputada Jéssica Sales (PMDB-AC) e que não mediu esforços para que o projeto fosse liberado no Calha Norte, uma vez que a prefeitura do município apresenta a necessidade de adquirir esses equipamentos.

A deputada Jéssica Sales disse que com o objeto deste projeto concretizado, o município de Thaumaturgo poderá fabricar tijolos em grande escala, a ponto de fornecer o material para obras públicas, ajudando no processo de crescimento e desenvolvimento da cidade.

“Os tijolos são muito usados nos pequenos municípios em pavimentação e calçamento de ruas, um benefício essencial para a urbanização de qualquer cidade do interior” – explicou a deputada.

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Médicos realizam ação em comemoração aos 106 de emancipação política de Tarauacá

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Os médicos Jenilson Leite, que é deputado estadual, Rodrigo Damasceno, ex-prefeito do município e dono da Clínica São Bernardo, e Rosivânio Kaxinawá promoveram uma ação de Saúde em Tarauacá em comemoração aos 106 de emancipação política e a administrativa da terra do abacaxi grande. Cuja data do aniversário é hoje. O Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinteac) e o gabinete do vereador Lauro Benigno também são parceiros na atividade de saúde.

Durante todo o dia , na galeria Ricardo, foram sendo ofertados atendimentos com o clínico geral Dr. Rosivânio, exames de ultrassonografia e eletrocardiograma com o Jenilson, e ginecológicos com o Rodrigo Damasceno. Todos que buscarem atendimentos serão atendidos, pois a ação ocorre durante o dia e pode adentrar à noite, dependendo da demanda do público.

Jenilson Leite realiza essas ações de saúde quase que mensalmente no interior do estado, dessa vez, uniu seu trabalho com o colega Rodrigo Damasceno que através da Clínica São Bernardo desenvolve nos bairros de Tarauacá atividades semelhantes ao colega deputado. Antes dessa atividade em Tarauacá, sua terra natal, Leite havia atendido os povos indígenas da etnia Jaminawa, no município de Assis Brasil, na fronteira do Brasil com o Peru.

Segundo o deputado, o meu desejo é que nesse dia que se comemora o aniversário de Tarauacá houvesse shows mistos, ou seja, contemplando o público evangélico e católico, atividades de saúde promovida pelo poder público e torneio de futebol, uma verdadeira festa. “Gostaríamos de presentear nossa população de outras maneiras, com uma cidade organizada, shows, mas o que podemos fazer é isso. A gente só dá o que tem e o que pode”. O parlamentar também criticou a situação caótica que a cidade vive no dia do seu aniversário. “Precisamos de gestores bons, capaz de gerir bem nossa cidade, que possamos andar nas ruas sem tomar banho de lama. Tarauacá não pode continuar assim”.

Pelo Decreto em 23 de outubro de 1912, foi criado o município de Tarauacá, o qual levava o mesmo nome do departamento, este instalado em 24 de abril de 1913, data em que Vila Seabra foi elevada à categoria de cidade e mudou o nome para Tarauacá passando a ser município, em homenagem ao rio que banha a cidade.

A região era habitada por índios Kaxinawá e Jaminauas, às margens dos Rios Tarauacá e Muru. Tarauacá é nome indígena e significa “rios dos paus ou das tronqueiras”. A lenda da “terra do abacaxi gigante” se dá porque o fruto produzido na região chega a pesar até 15 quilos.

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Caso de professora que teria chamado aluno de burro em sala de aula vai parar na justiça

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No dia 9 de outubro do ano passado, em uma das salas de aula da escola Odilon Pratagi na cidade de Brasileia, a professora Maria Alda Soares Pacheco pediu ao estudante Carlos Alexandre Silva de Freitas, 14 anos, que fizesse a leitura de um texto.

O texto tratava sobre a história de um garoto negro que entrou em uma residência para pegar garrafas para vender. Ao ser confundido com um ladrão, os personagens, achando que se tratava de um assalto, teriam entregue uma determinada quantia em dinheiro que o garoto pegou meio sem jeito explicando que estava no local apenas para pegar algumas garrafas.

Ao indagar os alunos e não ter tido resposta do motivo do personagem do texto ter aceitado a quantia, mesmo não sendo ladrão, a professora repetiu diversas vezes que o personagem, assim como Carlos Alexandre, que também é negro, era burro.

A partir desse episódio, os colegas de sala começaram a praticar bullying e passaram a também chamar Carlos de burro.

A mãe do estudante, Keulen Fontinele da Silva, só soube do que aconteceu em sala de aula porque o filho passou a ficar triste e optou por se excluir na esperança de que a situação não perdurasse, fato que não aconteceu.

Keulen resolveu procurar a direção da escola e solicitou que uma providência fosse tomada. Como nada foi feito, a mãe decidiu registrar um boletim de ocorrências na delegacia de Brasileia.

Todas essas informações estão relatadas em uma ação de indenização por danos morais que foi parar na Comarca de Brasileia.

A mãe do adolescente conta que percebeu que algo estava diferente quando o rendimento do filho na escola começou a cair. “O rendimento dele caiu muito. Eu fui procurar saber o motivo e ele contou que tudo que acontecia na sala de aula e que os alunos faziam de errado essa professora botava culpa no meu filho. O limite foi quando ela chamou ele de burro. Eu só quero justiça. O que essa professora fez com meu filho não foi correto”, diz Keulen.

Os advogados que representam Carlos Alexandre e sua mãe pedem na justiça um ato de desagravo e uma indenização a título de danos morais no valor de 20 mil reais.

Na manhã desta quarta-feira, 24, deveria ter acontecido a primeira audiência de conciliação. Como a Procuradoria Geral do Estado não foi intimada, a audiência não aconteceu e vai ser remarcada.

Procurada pelo ac24horas, a professora Maria Alda Soares Pacheco não demonstrou o mínimo interesse em esclarecer os fatos e apresentar sua versão dos fatos, afirmando que irá se pronunciar apenas durante a audiência.

Veja o   Boletim de Ocorrência  e  Ação por danos morais. 

 

 

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