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Um abraço, Maceió!

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A Associação Brasileira de Cronistas Esportivos, entidade que congrega profissionais de todos os quadrantes do país, pode-se dizer que até na sigla, Abrace, demonstra o afeto que permeia os seus membros. Abraçar é uma das maiores demonstrações de carinho entre os humanos. E é assim, abraçado, que a gente se sente quando dos congressos anuais.

Esse preâmbulo me pareceu necessário para dizer que no momento em que escrevo esta crônica participo do 41º Congresso da Abrace, na condição de representante do jornalismo esportivo do Acre, direto de Maceió, a capital das Alagoas. Somos quatro representantes da terra de Galvez por aqui: eu, o Manoel Façanha, o Alberto Casas e o Toniquim.

Como em todos os anos, além das palestras pra lá de proveitosas, bem como dos debates e discussões das mazelas do desporto nacional, proliferam intensas conversas de bastidores, aqui ao redor de piscinas de águas tépidas e, neste caso, tendo por cenário um deslumbrante mar azul.

Maceió é tão agradável, prezadíssimos leitores, que até a santa padroeira da cidade se chama Nossa Senhora dos Prazeres. E, por coincidência (isso existe?), na quinta-feira, segundo dia do congresso, se comemorou justamente a data dela… Feriado municipal, naturalmente…

No que diz respeito ao congresso em si, eu penso que esses foi um dos mais proveitosos em se tratando de figuras de destaque no mundo da crônica esportiva e no universo da política nacional. Do mundo da crônica, Juca Kfouri e Márcio Canuto marcaram presença. Apenas! E do mundo político estiveram na área os ministros George Hilton e Aldo Rebelo.

Os discursos desses personagens, é claro, trilharam caminhos absolutamente divergentes. Enquanto Juca Kfouri teceu críticas ferrenhas à estrutura que sustenta (força de expressão, viu?) o futebol brasileiro, os ministros George Hilton e Aldo Rebelo disseram (em outras palavras) que nunca se viu um céu tão de brigadeiro como o atual. Discursos, ora essa!

Márcio Canuto, prata da casa da República das Alagoas (por aqui eles chamam de República dos Marechais), deu um espetáculo a parte, demonstrando, a partir da própria experiência profissional, o quanto se pode produzir um jornalismo que ao mesmo tempo atraia e informe. Show!

Como a trilha dos discursos não foi exatamente a mesma, no final das contas cada um de nós que participamos do 41º Congresso da Abrace acabamos reforçando as nossas próprias convicções. Mas agora com mais argumentos para sairmos reproduzindo pelo mundo. Aquele “abraço”!

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