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“O novo PSDB vai focar na qualidade de seus quadros”, afirma Rocha

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ROCHA_02Apesar da saída de três prefeitos e alguns militantes dos quadros do PSDB, o presidente regional do partido, deputado federal Major Rocha (PSDB) disse que, ao contrário das especulações sobre no ato de desfiliação dos gestores municipais, o ninho tucano se fortalece em todo Acre. Rocha afirma que a quantidade não significa qualidade. “O novo PSDB vai focar na qualidade de seus quadros, dando vez e voz para pessoas que valorizem o partido”, enfatiza.

O dirigente voltou a questionar a fidelidade dos prefeitos que abandonaram o PSDB. “Como todo partido que quer se fortalecer, precisamos de pessoas leais e que defendam o maior partido de oposição ao PT, não de fisiologistas que usam o PSDB para atender seus próprios objetivos, pessoas que só conseguem enxergar seus próprios umbigos”, diz Major Rocha, ao enumerar os supostos atos de infidelidade dos prefeitos Rivelino Mora, André Hassem e James Gomes.

“O prefeito de Santa Rosa, Rivelino Mota, foi eleito pela oposição e com a ajuda do PSDB, depois que assumiu, virou petista e esqueceu os discursos da sua campanha. Abandonou os aliados e se juntou aos petistas que ele criticava, abraçando a candidatura do governador Sebastião Viana (PT), num ato de desprezo total aos eleitores que acreditaram nele como um candidato de oposição. Ele usou o PSDB apenas para se eleger”, ressalta Rocha.

“James Gomes – Depois de eleito pelo PSDB, em duas eleições seguidas apoiou candidatos de outros partidos (Solange Pascoal e Marileide Serafim, Jairo Carvalho e Marfisa Galvão). Quando foi cassado, lembro que paguei R$ 9 mil para o advogado que fez a defesa de James Gomes, que me jurou fidelidade absoluta. Sinceramente, eu pensava que o quase ex-prefeito de Senador Guiomard iria para o PSD, pelo visto ele aplicou mais uma rasteira e foi para o PP”.

“André Hassem – Depois de duas tentativas frustradas conseguiu se eleger pelo PSDB. No início do mandato esteve com os dois pés na Frente Popular, inclusive convidando outros prefeitos tucanos para abandonar o partido e declarar apoio ao governador Sebastião Viana. Seu pai e mentor politico mudou para um partido da FPA onde permanece filiado. O retorno de André para a base do PT só não se concretizou por conta da desconfiança dos cardeais petistas”.

Rocha não deixou de criticar a aliança que Hassem fez com Antônia Lúcia (PSC), nas últimas eleições. O tucano cogitou um possível rompimento com o PP. “André não apoiou ninguém do partido preferindo uma aliança com a missionária Antônia Lúcia, que foi traída com a sua ida para o PP. Diante do histórico dessa gente acho que quem perde é o PP que coloca em risco uma aliança com o PSDB por conta de quadros pouco confiáveis. Basta esperar para conferir”.

O PSDB terá candidatos para enfrentar os dissidentes

Rocha informa que o partido não deixará de bater chapa contra os prefeito dissidentes. “Em Santa Rosa, nosso pré-candidato é o Hélio, um empresário bem sucedido e que tem a confiança do partido; no Quinari, temos uma candidata, a professora Branca, que é reconhecida por ter caráter e postura, alguém que tem palavra e credibilidade; em Epitaciolândia, convidamos o delegado Sergio Lópes, que foi o candidato a deputado estadual mais bem votado de Epitaciolândia”.

O dirigente tucano destaca que o recesso parlamentar serviu costurar as novas candidaturas e filiar lideranças política interessadas em fortalecer o PSDB. “A saída dos prefeitos e o ingresso de novos quadros só reforça a tese de que não perdemos aquilo que não é nosso. O PSDB sai muito mais forte e com mais qualidade. Filiamos pessoas que estão interessadas em realmente trabalhar para o povo, não para projetos pessoais como acontecia antes”, finaliza Rocha.

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Presidente do Iapen diz que mudança em escala que motivou protesto ainda está em discussão

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Em meio ao movimento de protesto dos policiais penais em Rio Branco, ocorrido na manhã desta quinta-feira, 16, o presidente do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen), Lucas Gomes, emitiu uma nota de esclarecimento para salientar que um dos motivos do ato ainda segue em discussão entre a categoria e o estado.

Segundo Gomes, não a mudança de escala não é a nível estadual, esta permanece com o limite legal de 40h semanais. “A proposta feita exclusivamente ao Grupo de Escolta, que deverá assumir inteiramente as escoltas judiciais, foi no sentido de que as horas de escala ordinária, somadas às horas da escala extraordinária (banco de horas), chegariam a uma escala semelhante. Porém, uma vez apresentada a proposta ao grupo, o mesmo apresentou contra-proposta que se encontra ainda em discussão”, disse.

Gomes garante que os servidores cedidos a outros órgãos já foram convocados para retorno. “Foi iniciado estudo sobre a viabilidade de escalas em regime de revezamento no Complexo FOC, contudo, em decorrência de conversas com a categoria, esta presidência resolveu suspender, diante do entendimento que só se promovem mudanças com o diálogo linear e com a colaboração ativa da categoria”, explica.

Os questionamentos dos policiais referentes ao financeiro já foram encaminhadas ao Governador Gladson Cameli, que deve convocar representantes das categorias do Iapen para negociações, garante o presidente.

O sistema penitenciário do Acre passa por mudanças, estendendo à Polícia Penal a responsabilidade de assumir por inteiro o controle da disciplina e da segurança do sistema prisional.

 

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Destaque 3

Proposta permite substituição temporária de chefe do Executivo sem afetar elegibilidade

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 197/19 acaba com a inelegibilidade dos presidentes das casas legislativas que ocupam interinamente a chefia do Poder Executivo nos seis meses anteriores às eleições. O texto tramita na Câmara dos Deputados.

Atualmente, a Constituição proíbe os presidentes da Câmara e do Senado, das assembleias legislativas e das câmaras de vereadores de disputarem a eleição se substituírem, ainda que provisoriamente, o presidente da República, o governador ou o prefeito nos seis meses anteriores ao pleito.

Para o deputado Jesus Sérgio (PDT-AC), autor da PEC, essa regra cria “situações flagrantemente indesejáveis”.

“Não são raros os casos em que, diante do afastamento temporário do prefeito da cidade e do seu vice, ainda que tal afastamento tenha se dado por um único dia, vê-se o presidente da Câmara dos Vereadores obrigado a ausentar-se, sob pena de, ao assumir a chefia do Executivo municipal, tornar-se inelegível para quaisquer outros cargos, inclusive seu próprio cargo de vereador”, disse Sérgio.

Tramitação

A PEC será enviada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), para análise da admissibilidade. Se aprovada, será constituída uma comissão especial para votar o mérito da proposta. O texto ainda passará por dois turnos de votação no Plenário da Câmara.

Com informações da Câmara dos Deputados  

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