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“A Eletrobras Acre está sem comando como um barco à deriva”, diz Eber

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A Eletrobras Distribuição Acre, uma das empresas que acumula o maior número de reclamações no Procon, não só pela baixa qualidade na prestações de serviços, mas também pela tarifa considerada abusiva pela população, voltou a ser denunciada na manhã desta quarta-feira (8) na Assembleia Legislativa. O deputado Eber Machado (PSDC) acusa a estatal de abandonar as obras do programa Luz para Todos, nos municípios do interior do Estado.

O parlamentar informa que visitou o município de Marechal Thaumaturgo, onde constatou que o Luz para Todos está completamente parado. “O Luz para Todos, que de 2004 para 2009, atingiu mais de 42 mil famílias, mas infelizmente, de 2010 para cá, ele parou, não vem mais atendendo. A Eletrobras, hoje no Acre, está sem comandante, está como um barco à deriva. Nós estamos desde dezembro, com a licitação pronta, mas os contratos não são assinados”.

Eber machado destaca que a promessa da Eletrobras é que os contratos serão assinados a partir de agosto, “A verdade é que, se não forem assinados até a próxima semana, as obras só iniciarão ano que vem. Esta segunda etapa de R$ 40 milhões poderá sofrer um grande atraso. O problema é que colocam pessoas que não são acostumadas a realidade de
nosso Acre, eles vivem em seus gabinetes no ar-condicionado, não conhecer as necessidades de nosso povo”, enfatiza.

Segundo Eber Machado, “a empresa que gera energia está está apagada. Ainda restam 30 mil famílias para serem beneficiadas. A licitação foi aberta em dezembro e concluída em março, mas não há interesse da Eletrobrás e do representante do programa. No Amazonas e Rondônia, onde o processo foi iniciado depois que aconteceu no Acre, as obras estão em execução. Não foi assinado o convênio da Eletrobras nacional
com a representação do Acre”.

O parlamentar pede ajuda dos colegas para pressionar a bancada federal para nomear “um gestor que conheça o Acre e saiba das nossas necessidades, para que o cidadão que está nas cabeceiras dos rios possam acessar este programa de cunho social, que traz informação e inclusão social. Nos temos que ter acreanos comandando a Eletrobras,

não estes bacanas engravatados de outros estados. R$ 40 milhões deixaram de circular no nosso mercado por irresponsabilidade de uma gestão que não tem compromisso com os consumidores e com o Estado”, finaliza.

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Destaque 3

Subcomandante diz que sargento não deveria discutir assuntos da PM nas redes sociais

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Na hierarquia militar é comum se ouvir dizer que acontece muito em algumas ocasiões, situações parecidas com a frase: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.

Parece que a frase se aplica bem ao caso do sargento Ruberval Magalhães, que relatou em uma rede social que não havia combustível para abastecer as viaturas policiais. O fato foi, inclusive, confirmado pelo próprio Comando da Polícia Militar que disse que a falta de abastecimento foi provocado problemas de estoque nos postos de combustíveis que atendem a Polícia Militar.

Mesmo não estando faltando com a verdade, o ac24horas antecipou que o sargento pode sofrer um processo administrativo.

O curioso é que o fato foi confirmado pelo próprio subcomandante da Polícia Militar do Acre, coronel Luciano Dias Fonseca, que alegou que assuntos internos devem ser tratados dentro do sigilo profissional e da ética militar. Portanto, serão adotadas as medidas administrativas devidas contra o sargento.

Agora vem um fato ainda mais curioso. Essa declaração do subcomandante não foi transcrita de um ofício ou outro documento interno da PM, mas do facebook. Isso mesmo, assim como o sargento usou a rede social para mostrar que não havia combustível, o coronel, que afirma que os assuntos devem ser tratados de forma sigilosa, também usou a rede social para avisar à Ruberval que ele sofrerá medidas administrativas.

E agora, o subcomandante também vai ser punido por levar assuntos internos da PM para a rede social?

 

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Destaque 3

Comando da Polícia Militar diz que falta de diesel para viaturas foi culpa de posto de combustível

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O comando da Polícia Militar do Acre procurado pelo ac24horas se pronunciou sobre o relato de um próprio sargento da instituição que afirmou em rede social que nesta terça-feira, 21, não havia combustível para abastecer as viaturas policias.

Segundo a assessoria da PM acreana há um problema de sim de abastecimento. Ocorre que os motivos nãos seriam por falta de pagamento ou contingenciamento de combustível para as viaturas. A interrupção teria acontecido por falta de combustível nos postos de gasolina.

“O que aconteceu foi que faltou combustível nos postos que fornecem gasolina e diesel para as viaturas policiais”, afirma a PM.

Apesar de dizer que não o problema não foi da polícia, a corporação admite que as equipes que estavam nas viaturas tiveram que se adequar para que o combustível não acabasse. “Houve cautela e estratégia com relação a quilometragem das viaturas para que a polícia não ficasse sem ter como se locomover”, explica.

Como era de se esperar, o sargento que apenas relatou a verdade, corre o risco de receber uma punição, já que o ac24horas confirmou que vai ser aberto um procedimento administrativo para apurar a conduta do militar.

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