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Em agenda no Acre, ministro dos Esportes visita Cidade do Povo, lança Centro Olímpico e garante atenção especial aos municípios atingidos pelas enchentes

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O Ministro dos Esportes, George Hilton, garantiu, durante encontro com os prefeitos do Acre, neste sábado, no Best Western, que os municípios do Acre atingidos pelas cheias dos rios serão contemplados por um programa especial de recuperação dos espaços esportivos.

No Acre, além de Rio Branco, foram afetados pelas enchentes os municípios de Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia, Capixaba, Xapuri, Sena Madureira, Tarauacá, Cruzeiro do Sul e Porto Acre. Essas cidades receberão uma atenção do governo federal, disse George Hilton. Para isso, esses municípios terão que se cadastrar por meio de um sistema de convênio do Ministério dos Esportes.

“Nós temos um programa para recuperar quadras, recuperar esses espaços que foram danificados e os municípios deverão se cadastrar hoje através do sistema de convênio e na medida em que os recursos forem sendo liberados a gente vai tá fazendo esse trabalho, e o Acre tem prioridade em função do momento que viveu por conta das enchentes”, assegurou o ministro.

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O presidente da Associação dos Municípios do Acre, prefeito de Rio Branco, Marcus Viana, responsável pela agenda do ministro George Hilton com os prefeitos, acredita que o “reforço da União” chega em uma boa hora.

“O nosso objetivo é aproveitar essa agenda do ministro aqui em Rio Branco, para que a partir dessa agenda o  ministro pudesse falar aos prefeitos dos projetos esportivos, seja de quadras, centros de iniciação de esportes. Nós pedimos para que o ministro pudesse trazer um conjunto de medidas que o Ministério tem para ajudar os nossos prefeitos.”

Mais cedo, junto com o governador Sebastião Viana, George Hilton visitou os espaços esportivos da Cidade do Povo e depois participou da solenidade de lançamento das obras de construção de um Centro Olímpico, ao lado do Ginásio Coberto, na Baixada do Sol.

O ministro elogiou as políticas de esporte e lazer desenvolvidas pelo Estado e o Município de Rio Branco. “Nós temos aqui no Acre uma política muito séria, muito focada no esporte e no lazer. Tanto o governador Tião Viana quando o prefeito Marcus Alexandre tem se esforçado. Agora vai chegar o reforço da União e acredito que essa parceria vai ser muito importante pra gente implementar políticas nessas duas regiões (Cidade do Povo e Baixada da Sobral)”, completou o ministro.

À tarde, a partir das 14h30, George Hilton participa da abertura do Copão Comunitário, no estádio Arena da Floresta.

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Bocalom esquece a “vaca mecânica” e mira no agronegócio

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O pré-candidato a prefeito de Rio Branco pelo PROGRESSISTAS, Tião Bocalom, é o entrevistado do programa “Boa Conversa”, do ac24horas. Ele declarou ao jornalista Astério Moreira que foi convidado pelo governador Gladson Cameli para compor o governo e se filiar ao PP. “O convite para disputar a prefeitura nasceu dentro do partido, o nome era o deputado José Bestene, mas ele mesmo junto com a senadora Mailza Gomes, o James e o pastor Reginaldo me convidaram”, revelou.

Bocalom disse que sonhava com o apoio de Gladson, mas que o governador pode apoiar quem quiser. Porém, lembra que o projeto vencedor das eleições de 2018 é o do agronegócio e não o da Florestania.

O “Velho Boca” também disse que esteve ao lado de Jorge Viana por quase dois anos. Não deu certo por muitas razões e desde então faz oposição cerrada ao PT há quase 18 anos. Sobre o senador Petecão, um de seus principais apoiadores falou de respeito e amizade e que, se for eleito, vai procurar o governador para construir boas parcerias. Para ele, o projeto produzir para empregar está mais vivo do que nunca.

Veja a seguir a entrevista completa:

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Metade dos salários dos servidores do Acre poderá ficar retido com uso de cartão Avancard

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O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) disse nesta terça-feira (11) em sessão virtual da Assembleia Legislativa do Acre que o debate intenso sobre empréstimos consignados foi judicializado. Ele relatou o andamento das questões relacionadas a esses empréstimos -até chegar à mudança da empresa que opera a margem consignável dos servidores públicos do Acre.

“O argumento é que, como São Francisco, a Fênix (a nova empresa) ofereceu um ganho a mais de R$ 100 mil por mês para o Fundo de Capacitação dos servidores”, disse Edvaldo, se referindo a uma “contrabando regulamentar” na lei que regulamenta o teto de 35%, mas que adiciona mais 15% de margem para que obter o cartão Avancard. Com isso, metade do salários dos servidores poderá ficar comprometido.

Recentemente, os mais de 40 mil servidores públicos do Acre receberam mensagem de SMS que diz “servidor inicie o mês com o AvanCard” ou “Servidor, o Avan Card tem vantagens”.

“Jogaram o salário do servidor no ´fuba´ como se diz no Juruá -porque aqui no Alto Acre é ´guiza´-já que esse cartão é a forma de superendividar o servidor e ganhar milhões”, denunciou o parlamentar do PCdoB. “Armaram uma arapuca para o servidor”, completou.

Já o deputado Daniel Zen (PT) afirmou que o que está acontecendo em relação aos consignados é um roubo. “Não bastasse a tal toda poderosa Murano, importada de Manaus para realizar as parcas obras realizadas pelo governo do Estado, agora vemos um verdadeiro cartel manauara de empresas”, disse Zen, citando a empresa Fênix, que foi trocada pela Zetra na gestão dos empréstimos consignados.

O cartão oferecido pela Fênix é um cartão pré-pago, que totaliza 50% de margem consignável. “Não sei de que cinzas saiu essa Fênix, começaram a oferecer crédito com juros de 5,5% -o que numa modalidade convencional tem juros de 1,2%”, disse o deputado do PT.

“Isso é digno de BO porque é coisa de bandido, de gente safada”, afirmou Daniel Zen. “Como o secretário, de formação militar, compactua com uma safadeza dessas?”, completou, referindo-se ao secretário de Planejamento, Ricardo Brandão.

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Policia e MP investigam pastor Nelson por praticar intolerância contra gays

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O pastor evangélico Nelson de Freitas Correia, conhecido como Nelson da Vitória, também empresário no ramo de autoescola, nomeado em agosto do ano passado em uma CEC-6 na secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para Mulheres (SEASDHM), deverá responder por crime de racismo na justiça.

Segundo informações repassadas ao ac24horas, o Centro de Atendimento a Vítimas do Ministério Público recebeu uma denúncia na última quinta-feira, 06, acerca das postagens e publicações de Nelson que incitava a disseminação de ódio e a intolerância às pessoas transgênero.

Em 2019, os Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) consideraram que atos preconceituosos contra homossexuais e transexuais devem ser enquadrados no crime de racismo. A pena prevista é de um a três anos, podendo chegar a cinco anos em casos mais graves.

Segundo informações repassadas, a Promotoria de Defesa dos Direitos Humanos, do Ministério Público do Acre e a Corregedoria de Polícia Civil deverão abrir uma investigação contra Nelson por crime de intolerância.

De acordo com informações, a Secretária de Direitos Humanos Ana Paula Lima, foi notificada acerca da conduta de Nelson nas redes sociais, mas até o momento não houve qualquer tipo de manifestação oficial.

Em uma das publicações, Nelson da Vitória compartilhou um post em afirmava que só acredita na ideologia de gênero no dia em que Tammy Miranda fizer um filho no cantor Pabllo Vittar.

Em outra publicação compartilhada por Nelson da Vitória, faz o seguinte questionamento: “Alô, operadores de direito. Se eu der um pau na cara da Thamy eu respondo pela Lei Maria da Penha? Ou melhor, agressão contra a mulher?”.

Para Germano Marino, presidente do Fórum de Ongs LGBT do Acre, o comportamento de Nelson da Vitória, enquanto ocupante de cargo público na secretaria de Direitos Humanos, é “inadmissível”.

“Um gestor público que trabalha em uma secretaria que tem por objetivo buscar os direitos para todas as pessoas, resguardando os direitos constitucionais, não pode cometer crime de transfobia, que no Brasil é equiparado ao crime de racismo. Mesmo sendo em uma rede social privada é inadmissível que um gestor público incite a disseminação do ódio e da intolerância às pessoas trans”, diz Germano.

Recentemente, o ac24horas conversou com Nelson da Vitória e, em uma nota, o pastor e pré-candidato a vereador afirmou que sua página na rede social expõe suas opiniões pessoais, que não possuem relação com o seu vínculo de trabalho e garantiu que respeita a opinião de todos, mesmo sem concordar. Nelson ainda pediu desculpas no caso de alguém ter se sentido ofendido.

“Quando escrevo em minha página no facebook exponho ali minha opinião pessoal como cidadão independente de cor, raça, credo religioso ou vínculo empregatício. Se em minhas postagens alguém se sentir ferido ou machucado desculpem não é essa a intenção, mas opinião cada um tem a sua. No dia a dia trato todos com o devido respeito, mas não sou obrigado a concordar todos assim como nem todos concordam comigo. Saúde e paz a todos”, declarou Nelson.

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Pastor que tem cargo comissionado na pasta de direitos humanos é acusado de incitar o ódio contra gays

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Uma nova polêmica nas redes sociais envolve um cargo comissionado do governo acreano. Trata-se do pastor evangélico Nelson de Freitas Correia, conhecido como Nelson da Vitória, também empresário no ramo de autoescola. Ele foi nomeado em agosto do ano passado em uma CEC-6 na secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para Mulheres (SEASDHM). Exatamente por trabalhar na secretaria que tem como objetivo defender os direitos humanos é que as publicações de Nelson da Vitória tem causado repercussão e negativa perante entidades como o Fórum de Ongs LGBT do Acre.

Em dezenas de postagens em seu perfil na web, o pastor, que foi candidato a deputado estadual pelo DEM nas últimas eleições quando obteve 2.168 votos e já anunciou que é pré-candidato a vereador, é acusado de incitar a disseminação do ódio e a intolerância às pessoas transgênero.

Em uma das publicações, Nelson da Vitória compartilhou um post onde afirma que só acredita na ideologia de gênero no dia em que Tammy Miranda fizer um filho no cantor Pabllo Vittar. Outra publicação compartilhada por Nelson da Vitória faz o seguinte questionamento: “Alô, operadores de direito. Se eu der um pau na cara da Thamy eu respondo pela Lei Maria da Penha? Ou melhor, agressão contra a mulher?”.

Para Germano Marino, presidente do Fórum de Ongs LGBT do Acre, o comportamento de Nelson da Vitória, enquanto ocupante de cargo público na secretaria de Direitos Humanos, é inadmissível. “Um gestor público que trabalha em uma secretaria que tem por objetivo buscar os direitos para todas as pessoas, resguardando os direitos constitucionais, não pode cometer crime de transfobia, que no Brasil é equiparado ao crime de racismo. Mesmo sendo em uma rede social privada é inadmissível que um gestor público incite a disseminação do ódio e da intolerância às pessoas trans”, diz Germano.

O presidente do Fórum lembra que o governo nomeou há pouco tempo representantes do poder público e de entidades não governamentais, como conselheiros do Conselho Estadual de Combate a Discriminação LGBT, que é ligada a própria Secretaria de Direitos Humanos.

“Não se pode admitir que um membro da própria secretaria que tem um conselho como esse e que trabalha políticas afirmativas em direitos humanos para a população LGBT tenha esse tipo de posicionamento. Seria muito bom que o governo se manifestasse. Caso preciso, vamos acionar o Ministério Público enquanto sociedade civil”, diz Germano Marino.

O ac24horas conversou com Nelson da Vitória. Em uma nota, o pastor e pré-candidato a vereador afirmou que em sua página na rede social expõe suas opiniões pessoais, que não possuem relação com o seu vínculo de trabalho e garantiu que respeita a opinião de todos, mesmo sem concordar. Nelson ainda pediu desculpas no caso de alguém ter se sentido ofendido.

“Quando escrevo em minha página no facebook exponho ali minha opinião pessoal como cidadão independente de cor, raça, credo religioso ou vínculo empregatício. Se em minhas postagens alguém se sentir ferido ou machucado desculpem não é essa a intenção, mas opinião cada um tem a sua. No dia a dia trato todos com o devido respeito, mas não sou obrigado a concordar todos assim como nem todos concordam comigo. Saúde e paz a todos”, declarou Nelson.

O governo do Acre também foi procurado. A reportagem aguardou durante toda a semana, mas a gestão não se manifestou sobre o assunto, dando a entender que apoia a conduta de Nelson.

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