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Voo certeiro às redes inimigas

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Pois muito bem, caríssimos leitores das minhas linhas. O futebol acreano abre 2015 logo com três confrontos interestaduais: Assermurb x Genus, pela Copa do Brasil Feminino; Atlético x Real Noroeste, pela pré-Copa do Brasil Masculino; e Rio Branco x Clube do Remo, pela Copa Verde. Respectivamente equipes de Rondônia, Espírito Santo e Pará.

Desses três times envolvidos nessas escaramuças interestaduais, a Assermurb eu diria que já conseguiu cumprir a metade da empreitada de passar de fase. Comandadas pela técnica Socorro Siqueira, as meninas acreanas foram à Porto Velho e empataram com o Genus em 1 a 1, debaixo de um sol, devo registrar, daqueles de fritar ovo em testa de mano careca.

A Assermurb, aliás, não posso deixar de registrar também, só não saiu com uma vitória por infelicidade das suas defensoras. O time acreano desperdiçou dois pênaltis. Primeiro com a zagueira Taty, cobradora oficial, que não só “telegrafou” a cobrança quanto chutou fraco, nas mãos da goleira adversária. Depois com a atacante Ju, que “carimbou” o travessão.

Naturalmente que um bom resultado fora de casa não significa dizer (ou compreender) que a fatura já esteja liquidada na partida da volta. Ainda mais levando em conta as declarações de alguns parceiros jornalistas de Rondônia, para os quais o Genus jogou um futebol abaixo das suas reais possibilidades. A Assermurb vai sim precisar jogar ainda tudo o que sabe.

No que diz respeito ao Atlético Acreano, clube que nos últimos tempos vem ressurgindo das próprias cinzas, a partir da competente direção do ex-zagueiro (década de 1980) Edson Izidório, o que o Galo tem que fazer é exercitar o seu mando de campo neste domingo e construir logo um resultado confortável em cima do capixaba Real Noroeste. A hora é essa!

Esse Real Noroeste foi eliminado no ano passado pelo Rio Branco. Mas foi uma eliminação dificílima. Naquela oportunidade, depois de um empate lá na terra deles, o Real veio ao Acre e deu um sufoco danado no Estrelão, em plena Arena. Perdeu por um a zero, mas o gol (do Adriano Louzada, não custa sempre lembrar) só saiu no finalzinho da partida.

Quanto ao Rio Branco, que também entra em campo neste domingo, no meu entender é quem tem a missão mais complicada. Encarar o Clube do Remo em Belém é sempre de uma enorme dificuldade. Mesmo que o jogo seja no Mangueirão, estádio onde a torcida fica mais longe do campo, ainda assim os torcedores remistas empurram o time o tempo todo. Dureza!

É isso, prezadíssimos. O planeta vai continuar sendo bola por muito tempo. Mais redondo do que a mãe Terra, que tem certo achatamento nas extremidades, de acordo com os mais vetustos manuais de geografia. Joga-se num dia aqui e no outro acolá. Encerrar o voo certeiro nas redes inimigas é tudo o que desejamos para a bola dos nossos times. Que assim possa ser!

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