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Esperança de crescimento econômico será o tema principal da campanha de Bittar

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Os amigos mais próximos do deputado federal Márcio Bittar tiveram muita dificuldade para mudar a oratória em que ele sempre abordava a vida de militante no movimento estudantil pelo Partido Comunista Brasileiro. Ele sempre fazia questão de relembrar a temporada em que estudou na Rússia. Entre as críticas que recebeu por falar em socialismo e estalinismo, foi chamado de fundamentalista. Outros militantes diziam que sua oratória estava distante das massas e seu discurso não era entendido pelas camadas mais pobres.

Mas se sua passagem pela Rússia é um capítulo inesquecível, a sociedade com o ex-governador do Amazonas, Eduardo Braga é página que Márcio Bittar gostaria de ter apagado. Em 2008 – dois anos depois de perder sua primeira disputa ao governo – o senador Arthur Neto (PSDB) acusou Braga de possuir mais de 3 mil cabeças de gado na fazenda de Márcio Bittar, em Sena Madureira-AC. Na época Bittar negou que fosse sócio de Braga, afirmando que a fazenda e a parceria em questão era com seu irmão Mauro, o que foi desmentido por um funcionário e pelo presidente do Idaf, o petista Paulo Viana. Este informou que a fazenda pertencia a Mauro Miguel Bittar, mas estava arrendada desde o início de 2007 para Bittar.

Mais tarde, explodiu na imprensa a informação de que paralelo à sociedade com o ex-governador, Bittar, assim como sua mulher Márcia, também foi funcionário do Governo do Amazonas, durante a gestão de Braga. Em 2008, Bittar tinha dois empregos na administração estadual. Ele recebia, à época, um salário de R$ 12 mil pela função de coordenador-adjunto de um grupo de trabalho formado para montar a estratégia de criação da Região Metropolitana de Manaus (RMM). Para essa função, estava lotado na Secretaria de Governo (Segov). Já na função de assessor do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), Bittar recebia outro salário, de valor não informado, para atuar em Brasília. Era de lá que ele trabalhava para o Governo do Amazonas.

SEBASTIÃO CHAMADAEleito pela segunda vez como deputado federal, sendo o mais votado em 2010, com 52.183 votos, Bittar vendeu a fazenda que foi alvo da polêmica em 2008 e deixou de ser pecuarista. Em histórica articulação com o PSDB nacional e com a ajuda do senador e presidenciável Aécio Neves, conseguiu se eleger como 1º Secretário da Câmara dos Deputados, com 437 votos e ocupa a segunda mais importante função administrativa da Casa Legislativa do País, função até hoje só ocupada por políticos renomados.

Embora tenha dito em várias manifestações que se sentia realizado politicamente, ele não recuou da proposta de ser candidato das oposições ao governo do Acre, e mesmo não tendo conseguido unidade – Tião Bocalom (DEM) optou por uma candidatura paralela – oficializou sua pré-campanha em março deste ano, com dez partidos, a maior coligação que a oposição já teve até hoje. Maior até no tempo de televisão. Graças à adesão de partidos como o PMDB, PR e PP, o horário de propaganda eleitoral da Coligação por Um Acre melhor deve ser maior do que o da Frente Popular.

Sem nenhuma semelhança no campo midiático com Aécio Neves – politico considerado mais marqueteiro do país – Bittar não é de responder “piadinhas” de colunistas políticos e notas da redação. Não fez isso durante toda a sua pré-campanha. Apresenta-se (e na prática tem demonstrado) sendo um “puro democrata”. Aposta todas as fichas no horário eleitoral onde pretende apresentar programas com a cara e a voz da gente acreana.

A equipe de marketing importada de Curitiba (mesclada com acreanos) promete um programa feito pelo povo e para o povo. Bittar não deve seguir a receita proposta por Tião Bocalom, mais do que apontar mal feitos, promete exibir na telinha o resultado da sua caminhada em todo o Estado “na construção do plano de governo”, como faz questão de afirmar.

Apostando no que respondera 75% dos entrevistados da pesquisa Delta, que pediu mudança na forma de governar o Acre, o tucano prometem mostrar ao povo acreano como irá arrumar a casa e fincar a base da retomada do desenvolvimento, com geração de emprego e ampla liberdade de expressão. Para isso, Bittar conta com 31% do eleitorado pesquisado em junho deste ano, que acredita que ele tem boas ideias; outros 19% lhe veem com visão de futuro. A rejeição é outro ponto favorável: tem a menor entre os candidatos que concorre ao cargo de governador do Acre: 10,6%. Talvez por isso, Bittar foi quem mais cresceu de março – quando oficializou seu nome – até o presente, ultrapassando Tião Bocalom, (segundo a pesquisa Delta).

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Os números, porém, não são favoráveis em todas as regiões. De Cruzeiro do Sul, Bittar espera que os ventos soprem com força. Foi nessa região que a última eleição para governo foi decidida. A vice na chapa majoritária, deputada Antônia Sales (PMDB), é do Juruá. Esposa do atual prefeito Vagner Sales, reeleito com 53,07% dos votos válidos em 2012, é neste casal e, em Gladson Cameli, que a coligação aposta todas as fichas para reverter à diferença que beira os 13% (segundo pesquisa Delta de junho deste ano). Hoje, em todo o Estado, Bittar só vence a corrida eleitoral em um cruzamento com Bocalom no segundo turno.

Com tanta responsabilidade, os marqueteiros e o coordenador de campanha, Marcelli Tomé, estão cautelosos e concentrados. Eles pretendem evitar cair no modo usual e pernicioso da promessa vazia. Arrumar a casa será o primeiro programa de governo caso Bittar seja eleito governador. O objetivo é o de implementar uma ampla reforma administrativa, eliminar todos os desperdícios e iniciar um processo de total transparência de gastos e investimentos do governo nas áreas mais deficitárias.

De olho nos números de pesquisas, Saúde Pública de Qualidade, Segurança Pública Eficiente, Educação Pública de Qualidade, Infraestrutura e Desenvolvimento Econômico e Social (fomento e apoio ao crescimento econômico, ao progresso e à geração de empregos e renda), são pontos focados no jingle do candidato que fala em crescimento com quem vai trabalhar pelo Acre toda noite e todo dia.

Natural do município de Franca em São Paulo, Márcio Miguel Bittar, aos 51 anos, afirma estar no melhor momento de sua vida. Mas quando o assunto é partido, um fantasma chamado Bocalom ainda o persegue. Em Plácido de Castro, um grupo de dissidentes vai apoiar a candidatura do democrata ao governo. Outro calo nos pés tem sido a atuação de vereadores na Câmara Municipal. O líder do PSDB, vereador Rabelo Góes, filiou a esposa no PSD e deve apoiar uma candidatura de federal no partido de Petecão. O vice-presidente da Câmara, vereador Alonso Andrade, por desistência do vereador Roger, deixou de apoiar uma candidatura do PSB à Assembleia Legislativa. Ninguém afirma, mas tais infidelidades não sairão baratas pós-campanha.

Por causa de problemas com a saúde a irmã Marluce (que morreu vitima de câncer), Bittar ficou afastado de parte da pré-campanha. Ao retornar ao Acre, retirou a candidatura de federal de sua esposa Marcia, para evitar conflitos com o PP. Ainda assim enfrentou problemas aos 45 do segundo tempo no registro das coligações. Mas afirma com muita paixão, ter felicidade por ter a esposa ao seu lado, como uma das coordenadoras de campanha, “alguém fundamental para mim”, disse.

É ao lado de Marcia Bittar que o candidato tucano recebe acompanhamento da doutora Tatiana que cuida do envelhecimento saudável do casal. Caminhadas no Horto Florestal ajuda a controlar o colesterol e a Bittar perder o que chama de quilos a mais. Com bom humor ele disse que essa gordurinha gosta muito dele. “Eu perco, mas logo, logo, ela se encontra comigo” (sorriu). Outro problema que o acompanhava, um esporão de galo, ele tratou com uma ortopedista que é sua prima, em São Paulo. O uso de uma palmilha alivia sensivelmente as dores que Bittar sentia durante as crises.

Será nos domingos e nas manhãs de segunda-feira que o candidato tucano irá dedicar á família. Nesses momentos ele afirma renovar as suas forças. Bittar gosta de ajudar a esposa com o almoço de domingo no condomínio de luxo onde mora, na Rua Independência, em Rio Branco, no Aviário.

“O Acre pode e merece muito mais. E acrescento que a Deus eu peço a bênção e aos eleitores o voto.” Concluiu.

Dados de Márcio Bittar
Nome: Márcio Miguel Bittar
Idade: 51 anos (28/06/1963)
Naturalidade: Franca
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Deputado
Escolaridade: Superior completo

Urna_ MárcioCandidato a Governador Márcio Bittar 45
Número: 45
Nome para urna: Márcio Bittar
Cargo a que concorre: Governador
Estado: Acre
Partido: Partido da Social Democracia Brasileira
Coligação: Por Um Acre Melhor (PMDB / PSDB / PT do B / PSC / PTC / PPS / PR /
PPS / PP / PSD)

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Acre

Após críticas, Ufac afirma que não tem relação com debate

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A Universidade Federal do Acre (Ufac) publicou nota afirmando que o debate promovido pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) no último sábado, 24, não tem qualquer relação com as ações promovidas pela instituição e pontuou que não houve utilização de quaisquer recursos públicos da instituição no debate.

A nota vem à tona, após críticas acerca das exclusões dos candidatos à prefeitura de Rio Branco, Roberto Duarte e Jamyl Asfury, do debate promovido pelo DCE que ocorreu no último sábado (24), na Federação das Indústrias do Acre (FIEAC).

Em Nota, a Ufac veio a público reafirmar seu respeito à democracia e seu apartidarismo e pontuou que a atual gestão da universidade tem entre suas características a capacidade de dialogar com todos.

“Não há relação possível a ser estabelecida entre as ações promovidas no formato do debate proposto pelo DCE com os recursos públicos destinados e utilizados de forma proba e eficiente nas atividades da Ufac. A correlação é inadequada, pois a Ufac não faz parte da organização dos debates on-line com os candidatos à Prefeitura de Rio Branco, uma vez que a ação está sendo realizada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), instituição independente e que é responsável por suas próprias agendas”, afirmou Ufac em Nota.

Em outro trecho, a Ufac destacou que o foco da instituição é em Ensino, Pesquisa e Extensão e relembrou as ações de apoio que vem sendo desenvolvida pela instituição nesta pandemia da covid-19, tanto para seus alunos mais carentes com bolsas e auxílios financeiros e educação de qualidade, bem como com a sociedade, realizando ações para o combate à disseminação do coronavírus.

“Por fim, a gestão superior da Ufac reitera seu compromisso com a Democracia e com o povo acreano, mantendo a transparência nos atos e as portas sempre abertas a todos que queiram contribuir com a Educação no Acre”, afirmou.

Veja a nota na íntegra: 

Nota de esclarecimento

A Universidade Federal do Acre (Ufac) vem a público reafirmar seu respeito à Democracia e seu apartidarismo. A atual gestão da universidade tem entre suas características a capacidade de dialogar com todos. Assim, a reitoria tem construído agendas durante o mês de outubro com visitas aos parlamentares, independente de qual sigla partidária represente.

A Ufac é um patrimônio da sociedade acreana, instituição respeitada pela credibilidade, trabalho de qualidade e valor que agrega ao Estado, sendo a única Universidade Pública do Estado do Acre. Por sua vez, a Instituição tem compromisso e responsabilidade social e preza pela transparência das informações que são divulgadas, de modo que a informação sobre a realização de debate pela Ufac ou em suas dependências não são verdadeiras, de modo que nenhum evento está sendo autorizado a ser realizado pelo Comitê Covid-19.

Assim, não há relação possível a ser estabelecida entre as ações promovidas no formato do debate proposto pelo DCE com os recursos públicos destinados e utilizados de forma proba e eficiente nas atividades da Ufac.

A correlação é inadequada, pois a Ufac não faz parte da organização dos debates on-line com os candidatos à Prefeitura de Rio Branco, uma vez que a ação está sendo realizada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), instituição independente e que é responsável por suas próprias agendas.

A Universidade tem demonstrado cada vez mais seu comprometimento com o Estado do Acre, com seu povo, oferecendo ações de apoio em momentos difíceis como a da atual pandemia de covid-19, tanto para seus alunos mais carentes com bolsas e auxílios financeiros e educação de qualidade, bem como com a sociedade, realizando ações para o combate à disseminação do coronavírus. O foco da instituição é em Ensino, Pesquisa e Extensão.

Na segunda-feira, 26, esta Instituição de Ensino Superior (Ifes) inicia o Ensino Remoto Emergencial (ERE), ação que foi exaustivamente planejada para que nenhum aluno fique prejudicado.

Por fim, a gestão superior da Ufac reitera seu compromisso com a Democracia e com o povo acreano, mantendo a transparência nos atos e as portas sempre abertas a todos que queiram contribuir com a Educação no Acre.

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Na rede

TRE alinha com o exército ações de segurança nas eleições do Juruá

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A presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE), Denise Bonfim, e o vice-presidente e corregedor da Corte, desembargador Luiz Camolez, em agenda de trabalho, reuniram-se, na tarde da última quinta-feira, 22, no município de Cruzeiro do Sul, com o comando do 61º Batalhão de Infantaria de Selva, representado, na ocasião, pelo seu subcomandante, tenente-coronel Kenzo, e pelo major Vinícius.

Da reunião, que teve o propósito de alinhar ações institucionais voltadas à segurança das Eleições 2020, no âmbito da 4ª Zona Eleitoral (4ª ZE), que abrange os municípios de Cruzeiro do Sul Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Valter e Rodrigues Alves, também participaram o juiz-auxiliar da Presidência do TRE, Lois Arruda, e o juiz eleitoral da 4ª ZE, Marlon Machado.

Durante o encontro, que aconteceu no Batalhão Marechal Thaumaturgo de Azevedo – 61º BIS, os desembargadores Denise Bonfim e Luiz Camolez, ao agradecerem pela receptividade e atenção prestadas pelos oficiais do Exército Brasileiro, fizeram questão de destacar o incondicional apoio das Forças Armadas à Justiça Eleitoral.

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Cotidiano

Advogados de Duarte estudam ação contra abuso e Socorro diz que agiu como prefeita, não como candidata

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Os advogados do deputado e candidato à prefeitura de Rio Branco pelo MDB, Roberto Duarte, estudam ingressar com ação junto a Justiça Eleitoral contra um suposto abuso de poder político praticado pela prefeita de Rio Branco, Socorro Neri. A denúncia seria motivada devido a prefeitura ter dado apoio e suporte a Edi Carlos de Aquino, feirante que trabalha na região do Boa União, que foi abordado de maneira equivocada pela fiscalização do município no último final de semana.

Nas imagens divulgadas no último sábado, 14, o uso da força é utilizado pelos fiscais da prefeitura para destruir a barraquinha do feirante que vende melancia, tudo isso com o apoio e o consentimento de agentes da Polícia Militar do Acre. Após o episódio, o feirante teria recebido uma estrutura nova por parte da Safra.

Socorro Neri, em resposta a ação proposta pelos advogados de Duarte, diz que agiu como prefeita e não como candidata: “sou prefeita e já atuei na área de assistência social. É minha obrigação cuidar da cidade e das pessoas. Mandei apurar possíveis excessos e não concordo que um pai de família tenha seu instrumento de trabalho destruído pela municipalidade. A prefeitura tentou corrigir um erro. Era o mínimo que um prefeito pode fazer”, explicou ela. Neri acrescenta que “não houve cessão e nem doação da barraca, apenas permissão de uso como é feito com os demais feirantes dessa ação permanente que a prefeitura desenvolve”.

Em nota, a prefeita Socorro Neri lamentou a situação do feirante. Ela chegou a visitar o feirante no domingo, 25, para pedir desculpas e afirmar que não concordava com o tipo de abordagem dos fiscais do município.

A ação dos advogados teria como pano de fundo a Lei Eleitoral 9504/97 que no artigo 73 aponta que são proibidas aos agentes públicos, servidores ou não, as seguintes condutas tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais de usar materiais ou serviços, custeados pelos Governos ou Casas Legislativas, que excedam as prerrogativas consignadas nos regimentos e normas dos órgãos que integram ou fazer ou permitir uso promocional em favor de candidato, partido político ou coligação, de distribuição gratuita de bens e serviços de caráter social custeados ou subvencionados pelo Poder Público.

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Acre

Com 25 pessoas na UTI, Acre tem 111 internações por Covid-19

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 26%. Os dados são do boletim deste domingo (25).

Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 111 internações em leitos do SUS, 61 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus. Os leitos clínicos, pediátricos e obstétricos registram 86 internações em decorrência da Covid-19.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 19 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 27%.

Já região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, cinco estão ocupados, registrando 25% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 05 estão ocupados, registrando 5% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, dois leitos de enfermaria estão ocupados, num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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Bombando

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