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Seis partidos que apoiam o PT no Acre terão que pedir votos para Aécio e Campos

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Quem imagina que já viu de tudo numa eleição, se engana. No Acre, os partidos que buscam sombra e água fresca no conforto dos cargos oferecidos pelo Partido dos Trabalhadores (PT), que comanda o governo do Acre há quase 16 anos, vivem um verdadeiro dilema ao ter que apoiar o candidato petista no Estado e um presidenciável de outra legenda no plano nacional.

Segundo informações do presidente regional do PHS, Manoel Roque, seis partidos que integram a Frente Popular do Acre (FPA) foram enquadrados pelas executivas nacionais para pedir votos para Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). PRP, PHS, PPL e PSB pedirão voto casado Sebastião Viana/Eduardo Campos. PTB e PTN – Sebastião Viana/Aécio Neves.

O dirigente destaca ainda que os cartazes, banners e santinhos dos candidatos dos seis partidos também terão que ter os números de Aécio Neves e Eduardo Campos, o que poderá gerar constrangimento dos candidatos que declararam apoio antecipado para reeleição de Dilma Rousseff (PT). Até mesmo o vice do governo petista do Acre, terá que pedir votos para Campos.

Os candidatos das legendas “enquadradas” terão ainda que falar os nomes e os números dos presidenciáveis, no horário eleitoral gratuito da Frente Popular. Para Manoel Roque, “será uma verdadeira salada de frutas”, mas o gosto poderá ser amargo para Sebastião Viana, que contará com apoiadores que poderão causar uma verdadeira confusão na cabeça do eleitor acreano.

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Acre

Empresários entregam documento a Roberto Duarte com propostas para a próxima gestão

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O presidente da Federação do Comércio do Estado do Acre (Fecomércio), Leandro Domingos, se reuniu na tarde desta segunda-feira, 28, com o candidato do MDB à prefeitura de Rio Branco, Roberto Duarte, na qual entregou um documento com propostas do setor comercial para serem implementadas em uma possível gestão de Duarte, caso eleito, para os próximos quatro anos.

Domingos destacou que em todo processo eleitoral, a instituição contribui com os candidatos entregando documento com as propostas do setor.

“Há muito o que ser feito pelos empresários. Reunimos neste documento, propostas de Gestão Pública para Rio Branco e as principais sugestões do nosso setor. Espero que sejam implementadas”, destacou o presidente da Fecomércio.

Entusiasmado, o emedebista afirmou que toda a proposta que gere benefícios para a população e que ajude quem gera emprego e renda deverá ser analisada com todo o destaque.

“Sempre defendi a iniciativa privada e agora não será diferente. Toda proposta que traga benefícios para a população e que privilegie quem gera emprego e renda, eu darei destaque”, salientou Duarte.

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Cotidiano

Homem leva tiro no ombro ao discutir com desconhecido no bairro Dom Giocondo

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Leilson de Souza Melo, de 34 anos, foi vítima de uma tentativa de homicídio após ser ferido com um tiro na tarde desta segunda-feira, 28. O crime aconteceu próximo ao 1° Batalhão da Polícia Militar, no bairro Dom Giocondo, em Rio Branco.

Segundo informações da polícia, Leilson estava em via pública quando entrou em discussão com uma pessoa não identificada. Com uma arma de fogo o suspeito efetuou um tiro que o atingiu no ombro da vítima.

Mesmo ferido, Lenilson ainda conseguiu correr e pedir ajuda dentro do Batalhão da Polícia Militar. Após a ação o criminoso fugiu do local.

A ambulância do SAMU, foi acionada e os paramédicos prestaram os primeiros atendimentos e conduziram Leilson ao Pronto-Socorro de Rio Branco em estado de saúde estável.

A Polícia Militar ainda fez patrulhamento na região em busca de prender o autor do crime, mas ele não foi encontrado. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Cotidiano

STF libera extradição de chefão da Telexfree, Carlos Wanzeler, para os EUA

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O dono da Telexfree, Carlos Nataniel Wanzeler, teve a extradição para os Estados Unidos liberada pela Justiça. Por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou o envio do empresário capixaba para o país americano após ele ter perdido a cidadania brasileira.

O empresário de Vitória responde a ações penais no Brasil, chegando a ser condenado por formação de pirâmide financeira e outros crimes contra o sistema financeiro. Ele também é acusado no país por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. As irregularidades, segundo as autoridades, foram cometidas por meio da Telexfree, que tinha como razão social no Espírito Santo o nome de Ympactus Comercial.

Nos EUA, ele é acusado por suposta prática dos crimes de conspiração, fraude eletrônica e lavagem de dinheiro em Massachusetts. Segundo o governo norte-americano, a TelexFree operou como uma pirâmide ilegal, num esquema Ponzi (que envolve a promessa de pagamento de rendimentos anormalmente altos à custa do dinheiro pago pelos investidores que chegarem posteriormente, em vez da receita gerada por qualquer negócio real), e causou prejuízo de mais de US$ 3 bilhões a mais de um milhão de pessoas em todo o mundo.

O deferimento da extradição diz respeito apenas ao delito de fraude eletrônica, no qual se verificou o requisito da dupla tipicidade, ou seja, a correspondência entre os tipos penais previstos na legislação dos dois países.

O relator, ministro Ricardo Lewandowski, apontou que, segundo a denúncia, Wanzeler elaborou ou participou dolosamente de um esquema para defraudar ou obter dinheiro ou bens por meio de representações ou pretextos materialmente falsos e, com o fim de executar e incentivar o esquema, realizou ou aceitou o risco de que fossem transmitidos, dentro do que seria previsível, sinais ou sons por comunicações eletrônicas no comércio interestadual ou internacional. “Este tipo penal corresponde, na legislação nacional, ao crime de estelionato”, destacou.

Como condição para a extradição, a Turma estabeleceu que os EUA devem assumir, em caráter formal, perante o governo brasileiro, o compromisso de não impor, quanto a todos os delitos, pena privativa de liberdade que ultrapasse 30 anos de prisão em seu cômputo individual. Também condicionou a entrega de Wanzeler à conclusão dos processos penais a que ele responde ou ao cumprimento da respectiva pena privativa de liberdade.

O colegiado determinou, ainda, a necessidade de descontar da eventual pena a ser cumprida nos EUA o período em que o empresário permaneceu no sistema carcerário brasileiro em razão da prisão cautelar para fins de extradição, ressalvada, a possibilidade de execução imediata da decisão, por força de decisão discricionária do presidente da República.

Em relação ao crime de conspiração, a Turma constatou que ele não equivale ao delito de organização criminosa previsto na lei brasileira. De acordo com o ministro Ricardo Lewandowski, a imputação de lavagem de dinheiro também não corresponde à forma como o crime é previsto na legislação brasileira, pois não ficou demonstrada a ocultação ou a dissimulação de valores.

O relator observou que os delitos que justificaram o pedido de extradição não são idênticos aos que estão sendo apurados no Brasil e que o empresário não foi condenado ou absolvido, aqui, pelos mesmos fatos em que se baseou a solicitação. Assim, não incide o obstáculo previsto listado na nova Lei de Migração (Lei 13.445/2017, artigo 82, inciso V).

Por fim, o ministro Ricardo Lewandowski salientou que, embora haja uma relação entre as acusações em cada um dos países (a Telexfree e o modo de agir do acusado), os fatos investigados não são os mesmos, pois não ocorreram nas mesmas datas e não envolveram as mesmas pessoas.

PRISÃO NO ES E DEPOIS NO RJ

Em dezembro de 2019, Carlos Wanzeler e Carlos Costa, seu sócio na Telexfree, foram presos pela Polícia Federal no Espírito Santo por cometerem irregularidades após a Telexfree. Eles supostamente estariam usando recursos da pirâmide em negócios em nome de terceiros para ocultar patrimônio das autoridades, segundo os órgãos investigadores. mas eles ficaram apenas um dia na cadeia.

Mas, em fevereiro deste ano, Wanzeler voltou para a prisão por determinação, dessa vez, do STF a pedido dos Estados Unidos, que havia solicitado a extradição do empresário.

Fonte: A GAZETA

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Extra Total

TRE determina recontagem de votos e Manuel e Juliana devem ser afastados até quarta-feira

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A presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), desembargadora Denise Bonfim, determinou à Secretaria de Tecnologia da Informação da corte eleitoral, no início da tarde desta segunda-feira, 28, que proceda com a retotalização dos votos, relativos às Eleições 2018, no âmbito do Estado do Acre, observando -se a anulação dos votos dos deputados Juliana Rodrigues e Manuel Marcos, ambos do Republicanos) conforme decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com a emissão do respectivo relatório, constando os que restaram eleitos após a exclusão dos votos e sua retotalização.

A magistrada ainda determinou a emissão dos diplomas aos que resultarem eleitos. Conforme ac24horas antecipou, deverão ser diplomados o juiz aposentado Pedro Longo (PV) como deputado estadual no lugar de Juliana Rodrigues na Assembleia Legislativa e o advogado Léo de Brito deverá ser o substituto de Manuel Marcos na Câmara dos deputados.

A expectativa é que as duas casas legislativas sejam notificadas oficialmente nesta terça-feira, 29, para iniciar o processo de afastamento dos parlamentares.

A corte eleitoral do Acre cumpre a decisão do Tribunal Superior Eleitoral que na semana passada cassou os mandatos de Juliana e Manuel por abuso do poder econômico, utilização indevida de verbas destinadas ao Fundo Partidário e ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha e compra de votos nas Eleições Gerais de 2018.

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