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Chapa majoritária da aliança Por Um Acre Melhor é registrada no TRE/AC pelo próprio candidato ao governo, Márcio Bittar

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Com a presença das principais lideranças de oposição, a chapa majoritária da aliança por um “Acre Melhor”, composta por 11 partidos foi registrada na manhã desta quinta-feira, na sede do Tribunal Regional Eleitoral.

Ao lado de sua vice Antônia Sales, momentos após assinar o registro, o candidato ao governo do Acre, deputado federal Márcio Bittar (PSDB), disse que o momento era marcante em sua vida política e pregou uma candidatura sem ataques.

“É um passo que eu dou na minha vida com muita emoção. Vamos conversar com as pessoas, com as famílias. A minha campanha segue a minha natureza. E minha natureza não é falar contra ninguém, falar mal de ninguém e sim de mostrar propostas”, disse Bittar.

A candidata a vice-governadora, deputada Antônia Sales (PMDB), lembra que a aliança oposicionista atende a um pedido popular de unidade.

“A população pediu e estamos todos aqui os 11 partidos unidos por um Acre melhor”, disse a peemedebista.
Na oportunidade também foi registrada a candidatura de Gladson Cameli (PP) ao Senado.

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Na rede

Inauguração do Teatro de Cruzeiro do Sul é adiada por causa da chuva

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A inauguração da revitalização do Teatro dos Náuas Alberto Loro, marcada para a noite desta segunda-feira, 28, foi adiada por causa da forte chuva que caiu em Cruzeiro do Sul. O evento fecharia a programação do aniversário de 116 anos do município.

Em Nota, a assessoria do governador Gladson Cameli disse que nesta terça-feira 29, será anunciada a nova data para a entrega do equipamento cultural.

O Teatro dos Náuas foi revitalizado junto com o Centro Cultural Cordélia Lima e o Ginásio Poliesportivo Alailton Negreiros, que compõem a Avenida Cultural. O Centro e o Ginásio foram inaugurados pela manhã. Na programação da inauguração do Teatro estavam a Exposição fotográfica: Orleir Messias Cameli: Um Homem à Frente de seu tempo e exposição do artesanato local.

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Acre

Empresários entregam documento com propostas a Roberto Duarte

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O presidente da Federação do Comércio do Estado do Acre (Fecomércio), Leandro Domingos, se reuniu na tarde desta segunda-feira, 28, com o candidato do MDB à prefeitura de Rio Branco, Roberto Duarte, na qual entregou um documento com propostas do setor comercial para serem implementadas em uma possível gestão de Duarte, caso eleito, para os próximos quatro anos.

Domingos destacou que em todo processo eleitoral, a instituição contribui com os candidatos entregando documento com as propostas do setor.

“Há muito o que ser feito pelos empresários. Reunimos neste documento, propostas de Gestão Pública para Rio Branco e as principais sugestões do nosso setor. Espero que sejam implementadas”, destacou o presidente da Fecomércio.

Entusiasmado, o emedebista afirmou que toda a proposta que gere benefícios para a população e que ajude quem gera emprego e renda deverá ser analisada com todo o destaque.

“Sempre defendi a iniciativa privada e agora não será diferente. Toda proposta que traga benefícios para a população e que privilegie quem gera emprego e renda, eu darei destaque”, salientou Duarte.

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Cotidiano

Homem leva tiro no ombro ao discutir com desconhecido no bairro Dom Giocondo

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Leilson de Souza Melo, de 34 anos, foi vítima de uma tentativa de homicídio após ser ferido com um tiro na tarde desta segunda-feira, 28. O crime aconteceu próximo ao 1° Batalhão da Polícia Militar, no bairro Dom Giocondo, em Rio Branco.

Segundo informações da polícia, Leilson estava em via pública quando entrou em discussão com uma pessoa não identificada. Com uma arma de fogo o suspeito efetuou um tiro que o atingiu no ombro da vítima.

Mesmo ferido, Lenilson ainda conseguiu correr e pedir ajuda dentro do Batalhão da Polícia Militar. Após a ação o criminoso fugiu do local.

A ambulância do SAMU, foi acionada e os paramédicos prestaram os primeiros atendimentos e conduziram Leilson ao Pronto-Socorro de Rio Branco em estado de saúde estável.

A Polícia Militar ainda fez patrulhamento na região em busca de prender o autor do crime, mas ele não foi encontrado. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Cotidiano

STF libera extradição de chefão da Telexfree, Carlos Wanzeler, para os EUA

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O dono da Telexfree, Carlos Nataniel Wanzeler, teve a extradição para os Estados Unidos liberada pela Justiça. Por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou o envio do empresário capixaba para o país americano após ele ter perdido a cidadania brasileira.

O empresário de Vitória responde a ações penais no Brasil, chegando a ser condenado por formação de pirâmide financeira e outros crimes contra o sistema financeiro. Ele também é acusado no país por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. As irregularidades, segundo as autoridades, foram cometidas por meio da Telexfree, que tinha como razão social no Espírito Santo o nome de Ympactus Comercial.

Nos EUA, ele é acusado por suposta prática dos crimes de conspiração, fraude eletrônica e lavagem de dinheiro em Massachusetts. Segundo o governo norte-americano, a TelexFree operou como uma pirâmide ilegal, num esquema Ponzi (que envolve a promessa de pagamento de rendimentos anormalmente altos à custa do dinheiro pago pelos investidores que chegarem posteriormente, em vez da receita gerada por qualquer negócio real), e causou prejuízo de mais de US$ 3 bilhões a mais de um milhão de pessoas em todo o mundo.

O deferimento da extradição diz respeito apenas ao delito de fraude eletrônica, no qual se verificou o requisito da dupla tipicidade, ou seja, a correspondência entre os tipos penais previstos na legislação dos dois países.

O relator, ministro Ricardo Lewandowski, apontou que, segundo a denúncia, Wanzeler elaborou ou participou dolosamente de um esquema para defraudar ou obter dinheiro ou bens por meio de representações ou pretextos materialmente falsos e, com o fim de executar e incentivar o esquema, realizou ou aceitou o risco de que fossem transmitidos, dentro do que seria previsível, sinais ou sons por comunicações eletrônicas no comércio interestadual ou internacional. “Este tipo penal corresponde, na legislação nacional, ao crime de estelionato”, destacou.

Como condição para a extradição, a Turma estabeleceu que os EUA devem assumir, em caráter formal, perante o governo brasileiro, o compromisso de não impor, quanto a todos os delitos, pena privativa de liberdade que ultrapasse 30 anos de prisão em seu cômputo individual. Também condicionou a entrega de Wanzeler à conclusão dos processos penais a que ele responde ou ao cumprimento da respectiva pena privativa de liberdade.

O colegiado determinou, ainda, a necessidade de descontar da eventual pena a ser cumprida nos EUA o período em que o empresário permaneceu no sistema carcerário brasileiro em razão da prisão cautelar para fins de extradição, ressalvada, a possibilidade de execução imediata da decisão, por força de decisão discricionária do presidente da República.

Em relação ao crime de conspiração, a Turma constatou que ele não equivale ao delito de organização criminosa previsto na lei brasileira. De acordo com o ministro Ricardo Lewandowski, a imputação de lavagem de dinheiro também não corresponde à forma como o crime é previsto na legislação brasileira, pois não ficou demonstrada a ocultação ou a dissimulação de valores.

O relator observou que os delitos que justificaram o pedido de extradição não são idênticos aos que estão sendo apurados no Brasil e que o empresário não foi condenado ou absolvido, aqui, pelos mesmos fatos em que se baseou a solicitação. Assim, não incide o obstáculo previsto listado na nova Lei de Migração (Lei 13.445/2017, artigo 82, inciso V).

Por fim, o ministro Ricardo Lewandowski salientou que, embora haja uma relação entre as acusações em cada um dos países (a Telexfree e o modo de agir do acusado), os fatos investigados não são os mesmos, pois não ocorreram nas mesmas datas e não envolveram as mesmas pessoas.

PRISÃO NO ES E DEPOIS NO RJ

Em dezembro de 2019, Carlos Wanzeler e Carlos Costa, seu sócio na Telexfree, foram presos pela Polícia Federal no Espírito Santo por cometerem irregularidades após a Telexfree. Eles supostamente estariam usando recursos da pirâmide em negócios em nome de terceiros para ocultar patrimônio das autoridades, segundo os órgãos investigadores. mas eles ficaram apenas um dia na cadeia.

Mas, em fevereiro deste ano, Wanzeler voltou para a prisão por determinação, dessa vez, do STF a pedido dos Estados Unidos, que havia solicitado a extradição do empresário.

Fonte: A GAZETA

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