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“A alternância de poder é necessária para reinar a democracia no nosso Acre”, desabafa Antonia Sales

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A pré-candidata a vice governadora do Acre, deputada estadual Antonia Sales (PMDB) fez um discurso em tom de desabafo nesta terça-feira (27), na tribuna da Aleac. A peemedebista acredita que o maior desafio das eleições deste ano é fazer a alternância de poder, trazendo desenvolvimento para todo o Estado.

Antonia Sales destaca que aceitou compor a chapa majoritária da oposição atendendo a pedido das pessoas mais carentes do Acre. “Sempre militei ajudei o meu esposo Vagner Sales. Estive presente nos problemas que afligem a população e é por estas pessoas excluídas que vou à disputa”.

A parlamentar diz que tem uma dívida gratidão com os eleitores que lhe deram três mandatos. “Não conseguirei pagar o que este povo me deu com estes três mandatos consecutivos. Tenho a obrigação de devolver todo este carinho, com muito trabalho e novas conquistas para este povo”.

Ela esclarece que o apelo popular pesou na sua decisão. “Chegou o momento que o eleitor exigiu mais. A gente não pode se apegar ao cargo, já que ele pertence ao povo.  Muitos perguntaram como eu iria sair para uma coisa incerta, tendo eleição garantida, mas saio porque sei que posso fazer mais”, diz Sales.

A peemedebista acredita que poderá atender reivindicações das comunidades carentes. “Estou preparada com a experiência que adquiri como deputada. Conheço os problemas que atingem nossa população. Não será difícil levar para o povo o que ele realmente precisa, tenho absoluta certeza”, enfatiza.

Antonia Sales finaliza alertando que “a alternância de poder é necessária para reinar a democracia no nosso Acre. O mandato é apenas um contrato que o povo nos dar por quatro anos. Não tenho nenhum medo, tenho certeza que o povo vai nos acompanhar. Faremos a diferença, apenas pedimos à população uma oportunidade para mostrar o que podemos fazer de melhor para sociedade”.

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Cidades

Ex-BBBs Gleici Damasceno e Wagner Santiago terminam o namoro mais uma vez

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Gleici Damasceno e Wagner Santiago se conheceram durante o confinamento do Big Brother Brasil 18. Ainda na casa, eles se aproximaram e assumiram o relacionamento após a acreana sair vencedora do reality. Porém, depois de idas e vindas, os dois romperam o romance. É o que diz o jornal Extra.

Segundo a publicação, o relacionamento terminou no fim do ano passado. Mas os dois seguem amigos. Recentemente, Gleici se envolveu em uma polêmica com o também ex-BBB Lucas Fernandes. O bafafá teria começado após a acreana questionar se a nova temporada do reality show terá “mais um Lucas”.

O comentário é referente ao episódio de traição cometido pelo modelo. Na época, ele entrou no programa noivo de Ana Lúcia Vilela, mas se envolveu amorosamente com Jéssica Mueller.

Diante da crítica de Gleici, Lucas gravou vídeos nas redes sociais para rebater a colega e fazer uma “mea culpa”. “As pessoas me marcaram falando que a Gleici, que ganhou a edição do BBB comigo, fazendo um comentário extremamente desagradável, questionando se nesta edição vai ter ‘algum Lucas’”, começou.

Fonte: Metrópoles

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Destaque 2

Piloto de helicóptero dos famosos diz que seguro não deve cobrir o acidente do Harpia 1

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O acidente entre o caminhão-baú e o Harpia 1, do Governo do Estado do Acre, virou assunto nacional. Após conferir as imagens do acidente , o instrutor e youtube do Canal VHD, do maior canal de helicópteros do mundo, Victor Hugo Dias, soltou o verbo e não economizou nas críticas.

“Nenhum acidente na aviação acontece apenas por um fator, são sempre diversos fatores, que vão se somando até acontecer o acidente”, afirmou.

Em entrevista exclusiva ao ac24horas, Victor afirmou que houve sim erro das duas partes envolvidas no acidente, principalmente, pelo motorista de caminhão.

“Você tá vendo uma aeronave sendo acionada, pra quê, você vai chegar tão perto da aeronave? Se for olhar o tamanho do recuo que tinha ali, o recuo era gigante. Não tinha necessidade do caminhão chegar tão perto como ele chegou do helicóptero. Houve, sim, um erro da tripulação que tem que zelar pela máquina, e isolar melhor a área. Naquele momento, a aeronave estava sendo preparada para decolar. Poderia ter alguém lá na ponta travando esse trânsito? Sim! Quem poderia ter feito? agente de trânsito, Polícia Militar ou Civil”, destacou.

Victor afirmou que também ficou “abismado com a falta de noção” dos próprios colegas pilotos de aeronave.

“As vezes eu fico abismado com os próprios pilotos que não tem noção espacial do tamanho com o negócio que ele tá voando, de onde as partes podem pegar e, eu vejo vídeo direto de pilotos que vai manobrar e pega o motor de cauda na árvore”, afirmou.

Em sua análise, a possibilidade de explosão do helicóptero na hora do acidente era muito baixa devido ao casco do tanque de gasolina ser bem protegido.

“Esse modelo de helicóptero é muito seguro, existe há mais de 30 anos, que é uma AS50 não é atoa que a maioria das forças públicas dos diversos estados e emissoras de TV usam”, ponderou.

Victor avaliou o local usado para o pouso e a decolagem, do ponto de vista da lei, como tranquilo, já que a aeronave estava exercendo uma atividade de interesse do governo.

CMTE. HAMILTON E VITOR HUGO – FOTO: CEDIDA AO AC24HORAS

Victor explicou, em outro trecho, que o prejuízo do helicóptero deve ser enorme. Ele estimou por volta de R$ 6 milhões de reais.

“Quando acontece um tipo de negócio desses não é simplesmente trocar o que estragou. A transmissão vai ter que fazer um rebite nela, devido essa parada rápida. Tudo que integra desde a hora que sai do motor tem que haver uma inspeção minuciosa e nesse caso com o impacto que foi, provavelmente, tem que trocar muita coisa. As vezes chega a ficar 70% ou 80% do valor do helicóptero, por questões de justamente as peças mais caras que estragaram ali. Quanto à chassi dá realmente uma estragada, porque ela chega a entortar devido ao impacto”, ponderou.

Em relação ao seguro da aeronave, Victor Dias, afirmou que se o seguro for o da maioria das aeronaves, não devem cobrir o prejuízo, pois segundo ele, o seguro só cobre lugares homologados, e o lugar que ocorreu o acidente não estava homologado.

“Nesse caso não é homologado, é um lugar não homologado, que a gente chama de “zulu” que recebe o nome de pouso não ocasional. Se funciona que nem o seguro de aeronaves não paga, não vai pagar”, afirmou.

 

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