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Serviço do Samu no interior é questionado por deputado na Aleac

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O Atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi questionado na manhã desta terça-feira (20) na Aleac. O deputado Gilberto Diniz (PTdoB) denunciou que o serviço só funciona em Sena Madureira quando é autorizado pela direção na cidade de Rio Branco.

“O Samu só funciona se for liberado por Rio Branco. Tínhamos duas pessoas precisando de transferência para  capital, mas penas um pode ser transportado. Quando o Samu foi acionado, a pessoa responsável disse: escolha quem vai morrer, porque o Samu só pode levar um”, diz o oposicionista.

Segundo Gilberto Diniz, o segundo paciente que teria sido picado por cobra ficou agonizando durante todo o domingo até morrer no hospital de Sena Madureira. “Temos um governador médico e um serviço que recebe recursos federais, mas o terceito maior municípios só tem uma ambulância”, enfatiza.

Gilberto Diniz questionou ainda qual seria a destinação dos recursos que o governo federal envia para o Samu no Acre. “Para onde vão os R$ 32 mil quem vem por mês? Por que o Samu só tem carros emprestados? Este governo do PT não consegue cuidar do sistema de saúde”.

O governista Eduardo Farias (PCdoB) rebateu o oposicionista. “A menor unidade de menor suporte sai a R$ 2,5 mil. O município se obriga a contratar a equipe. Na realidade do Acre, os municípios do estado não têm condições de manter o Samu municipal. O MS repassa a baixo do custo por unidade”, destaca.

O comunista destacou que a crise que os municípios enfrentam é um das casas para alguns problemas no atendimento do Samu. “É caro, infelizmente os recursos não são suficientes. As unidades são trocadas a cada quatro anos. Precisamos esclarecer o assunto”, finaliza Farias.

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