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Vagner Sales é considerado um dos melhores gestores entre os prefeitos do Acre

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Vagner Sales vai sair ao fim do mandato como um dos melhores prefeitos de Cruzeiro do Sul. E olhe que os seus adversários apostavam que fracassaria como a ex-prefeita Zila Bezerra.

Soube se articular
O prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales, ostenta hoje muitos investimentos no seu município, porque se articulou bem, em Brasília, liberando mais emendas que a Prefeitura de Rio Branco.

Esse entende
Numa passagem domingo passado, na “Confraria do Fuxico”, que reúne no mercado central a fina fauna da Capital, o deputado Flaviano Melo (PMDB) admitiu que, será difícil ganhar do Tião Viana. Flaviano sabe como poucos que, quando se sabe usar a máquina é uma barra para os adversários. As estatísticas mostram que, quem disputa eleição no poder tende se reeleger.

Só quando está em baixa
A estatística só não se aplica ao prefeito ou governador que está em baixa popular, o que não é o caso do Tião Viana, que aparece com ampla aceitação até nas pesquisas da oposição.

Nova diretoria
A nova diretoria da “Confraria do Fuxico”, cujo estatuto exige falar mal da vida alheia como condição de ser aceito como sócio, tem o Cara Rachada na presidência e o Dudé Lima de vice.

Não é a sua praia
Soam toscos os ataques pessoais do candidato ao governo, Márcio Bittar, aos adversários, como mote da campanha. Ele sempre foi do debate de alto nível, essa não é a sua praia.

Voz única
Fui voz única, taxado até de ser contra o Acre, quando disse ser uma balela a campanha do governador Binho Marques para fazer do Acre uma das sedes do mundial, eu estava certo.

Nem com Cobija
No quesito futebol, os dirigentes da área esportiva não conseguem nem realizar um torneio com os times de Cobija e queriam sediar o mundial da FIFA? Foi muita dança na maionese!

Palanque do campos
A campanha deste ano, aparentemente, vai separar o governador Tião Viana e seu vice César Messias na eleição para presidente. César, por ser do PSB, terá que apoiar Eduardo Campos.

Centro da campanha
Falando no César Messias (PSB), ele vai montar o centro da sua campanha para deputado federal no Juruá, notadamente, em Cruzeiro do Sul, onde sempre teve muitos votos.

Dividida em três
A oposição caminha para ter nesta eleição três chapas para a Câmara Federal. Uma com o PMDB-PSC-PSD-PSDB, outra com PP-PR-PPS-SOLIDARIEDADE e a terceira com DEM-PMN-PV.

Não é preciso
Não é nem preciso ser bom em cálculos eleitorais para se chegar à conclusão que, com três chapas a deputado federal, o máximo que a oposição poderá conquistar é três cadeiras.

Falta de estrutura
Conheço poucos políticos acreanos de palavra fácil como o ex-prefeito de Tarauacá, Esperidião Menezes (PMDB). É candidato à Aleac. Seu problema é ter base em colégio eleitoral pequeno.

Não deixem, nunca!
Quando fizerem listas com especulações sobre quem vai ou não vai ser eleito deputado estadual, não tirem nunca o deputado Chagas Romão (PMDB), um craque nos bastidores.

Debaixo do braço
O PMDB de Cruzeiro do Sul preferiu ficar com um abacaxi no colo, não vai expulsar o vereador Marquinho (PMDB-CZS), preso sob acusação de pedofilia, agora com a sua prisão relaxada.

Fim de carreira
Marquinho foi o vereador mais votado de Cruzeiro do Sul e jogou a carreira política fora.

Muito imprensado
O vice-prefeito de Tarauacá, Chagas Batista, foi pragmático ao não disputar uma vaga na Aleac. O PCdoB tende fazer dois deputados e ele não bateria nem Eduardo Farias e nem o Chico Viga.

Não teria apoio
E até porque não teria o apoio do prefeito de Tarauacá, Rodrigo Damasceno (PT), cuja família deverá apoiar a reeleição do deputado Ney Amorim (PT).

Aposto e pago dobrado
Se o presidente da Aleac, deputado Élson Santiago (PEN), se reeleger, e isso tende ocorrer, será de novo candidato a dirigir o Legislativo. Aposto e pago dobrado como isso acontecerá.

Importante figura
Escutei isso de uma importante figura do governo do alto escalão, que deixou claro que, na cúpula do governo está possibilidade não encontraria nenhuma resistência à sua intenção.

Eu que sei?
Vieram me perguntar por qual motivo o deputado Jamil Asfury (PEN), que disputa a reeleição, e Alan Rick, candidato à Câmara Federal (PRB), não se entendem? Para mim é novidade!

Natural na política
Se o Alan Rick não quer apoiar Jamil Asfury e este vice e versa é natural na política, dobradinha na campanha se faz quando se tem afinidade, nunca pode ser imposta porque destrambelha.

Bem no vídeo
A ex-deputada federal Regina Lino (PTB), que vai disputar uma vaga para a Câmara Federal aparece muito bem na inserção partidária na TV, focando no solto público feminino.

Muito preparada
Regina foi vice-prefeita da Capital, deputada federal, enfim, é muito preparada para o cargo.

Disputa interessante
Raimundo Angelim, César Messias, Sibá Machado, Regina Lino, Léo Brito, Luiz Tchê, Idésio Frank, Mâncio Cordeiro, Marileide Serafim, Raimundo Vaz são dez candidatos com bom potencial de votos na chapa para deputado federal do chapão do PT. Podem ficar com cinco vagas. Quais os nomes? Aí é esperar a campanha começar, se equivalem, não tem tolo na lista.

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Blog do Crica

Um governo em busca de um rumo

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Seria desprovido de fatos se apontar algum avanço excepcional do governo Gladson Cameli, como é temerário cobrar solução imediata para todos o desmanche deixado, principalmente, pelos últimos quatro anos da administração Tião Viana. Afinal, não se fechou nem 60 dias de gestão. Um ponto, para quem milita na imprensa é importante, o dele vir cumprindo a sua defesa de que em seu governo a liberdade de expressão ia prevalecer. Até aqui tem mantido a postura. É salutar que isso aconteça. Muito embora alguns súditos, na ânsia de agradar, queiram ser mais reais que o rei e se insurgem contra uma simples visita do vice-governador Major Rocha, acompanhado da imprensa no HUERB, com notas toscas, sentimentais e sem sentido. Foi uma defesa do nada. Mas voltando ao governador Gladson Cameli, é preciso que defina de maneira urgente, de forma oficial, quem é o seu articulador político e consulte sempre a PGE quando tomar medidas que impliquem em repercussões jurídicas. Ao praticamente acabar com o IMC, brecou o canal da vinda de recursos internacionais na área ambiental. O que mais tem causado desgaste à sua imagem nas redes sociais é o fato de nomear figuras exponenciais nos governos petistas para cargos de confiança, prática que prometeu abolir. E continuam acontecendo. Tem sido muito criticado, neste aspecto. Está tudo muito solto. Sobre medidas práticas pode-se citar como positiva a determinação de concluir as várias obras abandonadas pelo antecessor, definido a contratação dos aprovados nos concursos da Polícia Militar e Civil e de pagar o calote do 13º salário do servidor deixado pela gestão passada. Quer apresentar um pacote de obras concluídas nos 100 dias de governo. E a missão está em boas mãos, do jovem e competente engenheiro Thiago Caetano, Secretário de INFRAESTRUTURA. Na parte política é que está mais resguardado: tem maioria dos deputados estaduais, federais e todos os três senadores ao seu lado. Isso é importante para abrir portas, em Brasília, aprovar projetos, principalmente, agora quando se trata da Reforma da Previdência. Em suma tem que arranjar recursos extras, nos ministérios, fazer empréstimos, se quiser tocar projetos de maior relevância. Pelo tempo exíguo é cedo, muito cedo, para uma análise profunda do governo Gladson. Mas, no momento oportuno será feita. Até porque a lua de mel política com todo novo governante tem prazo de validade. O ponto concreto que se pode antever é de que terá de se esforçar muito para conseguir ser pior que o desastrado governo passado. Não consigo acreditar, mesmo no início de administração, que quebre o recorde negativo. No mais é esperar para ver qual é mesmo o rumo deste governo.

SERVIU DE RISOS

As várias “notas” de setores do PROGRESSISTAS serviram de riso. Eram de “solidariedade” ao secretário Alysson Bestene, a quem em nenhum momento da visita do vice-governador Major Rocha ao HUERB, tenha sido lhe atribuída a culpa pelo caos em que se encontra a saúde.

QUEM É QUE VAI ATRIBUIR?

Como é que pode atribuir ao secretário Alysson, que mal assumiu, o desastre da Saúde?

QUEM É QUE PODE?

E tem um caroço neste angu, o Rocha visitou o HUERB como o governador em exercício, com os mesmos poderes constitucionais que tem o titular do cargo. Se ele, como governador no momento, não podia fazer uma visita a uma unidade de saúde, quem é que pode?

AGRESSÃO DE NADA

O fato de terem sido encontradas portas danificadas e outras mazelas não se pode dizer que culpa lhe cabe, todo mundo sabe o tamanho das dívidas que o secretário de saúde, Alysson Bestene, herdou dos gestores passados. Indicar pontos a serem sanados não é agressão.

PODEM IR SE ACOSTUMANDO

Ainda é cedo para cobranças mais efetivas. Mas os secretários e os que os circundam assimilem de vez que não estão mais na oposição, mas na situação, e que na campanha foi prometido acabar com o caos. Passado os 100 acabou a lua de mel e cobranças acontecerão.

QUEM DISSE FOI QUEM MANDA

Não foi a imprensa, nenhum badeco, que disse que chegado aos 100 dias de governo, o secretário que não apresentasse algum resultado o caminho era o da rua foi o governador Gladson Cameli. E o fez de forma reiterada. Então para todos, mais trabalho e menos faniquitos.

MOEDA DE DOIS LADOS

O ex-presidente do PT, André Kamai, disse em entrevista que o governo Gladson Cameli não é imune às críticas. Governo nenhum é. Pode é deve ser criticado. Mas falta legitimidade a quem foi avalista do desastrado último governo em se arvorar a apontar soluções para os problemas que deixaram.

REAPROXIMAÇÃO CLARA

Nomeações, visitas da cúpula petista, são sinais que estão a indicar uma reaproximação política da prefeita Socorro Neri com o PT. Até aqui vinha dando o seu perfil à sua gestão. Tenho as minhas dúvidas de que uma simbiose com um PT desgastado a ajude politicamente.

CONVERSA COM A IMPRENSA

O secretário de INFRAESTRUTURA ,Thiago Caetano, reúne a imprensa hoje ás 8 horas no Teatrão para fazer uma explanação sobre as ações da sua pasta e os projetos para executar. É um exemplo aos demais secretários de mostrar à opinião pública as metas das suas pastas.

CANDIDATO, SIM SENHOR!

Não sei os demais partidos da coligação que elegeu o governador Gladson Cameli, mas posso adiantar, porque já ouvi mais de uma vez do vice-governador Major Rocha, que o PSDB terá candidato a prefeito da capital. E já chegou aventar convite para filiação do Minoru Kinpara.

OUTRO PORTO

O ex-Reitor Minoru Kinpara, que teve uma votação estupenda na capital sem os recursos dos demais candidatos ao Senado, terá que buscar outro porto político, porque o REDE, seu partido, não atingiu a cláusula de barreira. E, ele tem de preservar o seu novo capital político.

NÃO ESCAPAVA UM

O vereador N.Lima (PSL), sem uma base jurídica, defende o impeachment da prefeita Socorro Neri, sob o argumento que a cidade está cheia de buracos em suas ruas. Se o vetor buracos fosse aplicado em todos os municípios, não escaparia um prefeito de perder o mandato.

MELHOROU A RESOLUTIVIDADE

As execuções continuam em patamares parecidos com o do governo passado, muito altas. Mas chama a atenção nesta nova gestão da segurança, o alto o grau de resolução dos crimes. E também que, os atos da secretaria de Segurança estão tendo uma divulgação ideal e célere.

UMA CORREÇÃO

O deputado Chico Viga é do PHS e a deputada Juliana Rodrigues do PRB. Fica a correção sobre nota que foi publicada com os nomes dos dois parlamentares. Foi um equívoco pela pressa.

CUMPRINDO UM RITUAL

O ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, que foi derrotado na disputa do governo, chega no horário para cumprir seu expediente na secretaria de INFRAESTRUTURA, e deixa o trabalho dentro do horário. Política, ideologia de lado, falo do cidadão: o Marcus é correto.

O POVO É QUE DÁ O TOM

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, não deve ficar preocupado sobre quem estará ou não estará no seu palanque no próximo ano, quando disputar a reeleição. Se a sua administração chegar em alta na campanha eleitoral, é irrelevante quem estará lhe apoiando.

POVO AVALIOU DIFERENTE

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) avalia que, o ex-prefeito Rodrigo Damasceno não foi tão mal na gestão da prefeitura de Tarauacá, mas errou na dose política. Há controvérsias. Se tivesse sido de fato um prefeito bom na gestão, bem avaliado, as urnas não lhe rejeitariam.

DENTRO DAS LIMITAÇÕES

Dentro das suas limitações oratórias e do nervosismo de início de mandato, o deputado Neném Almeida (PSD), tem sido muito participativo nos debates na ALEAC, na defesa do governo Cameli, ao ponto de ser dito pelos adversários que, quer derrubar o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) da liderança do governo.

É UM DESASTRE

Toda vez que um filho do Jair Bolsonaro ou a ministra Damares falam, é uma crise no governo ou chacota na imprensa. Deveriam ser proibidos de falar até o fim da gestão do presidente, seria a maior contribuição que poderiam dar para o sucesso da sua corrida para mudar o Brasil.

NÃO É A HECATOMBE

Falando no presidente Jair Bolsonaro, não vem sendo a hecatombe que os petistas previam, ao contrário, vem cumprindo exatamente o papel prometido na campanha e se cercado de bons auxiliares. Não se pode é exigir do Bolsonaro e seus ministros que cultuem os mitos petistas.

NÃO APOSTEM NO INSUCESSO

Não é pelo episódio controverso do carnaval que a competência da secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, terá a sua gestão avaliada, mas pelo saldo futuro. O governo mal deu os seus primeiros passos. Conheço a Eliane de décadas, não aposte no fracasso da sua missão.

BOM PARA A DEMOCRACIA

Quando os debates na Assembléia Legislativa acontecem de forma dura, mas qualificada, como está ocorrendo neste início de legislatura, é bom para a população, porque se vê bem representada e para o governo, que vê os seus erros apontados. O pior que pode acontecer a um governador é ter um Legislativo sem uma oposição de qualidade, porque isso acontecendo, vai praticar atos danosos e todos ficarão a lhe dizer amém e sim senhor. Uma oposição forte, propositiva, é da maior importância no parlamento. É unanimidade entre os colegas de imprensa de que a atual composição do Legislativo tende a ser mais ativa, com mais debates importantes do que foi na última safra da ALEAC. A omissão tem de ser varrida.

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