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Rio Acre atinge 16, 26m e já desabriga mais de 2 mil pessoas na capital

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Mais de duas mil pessoas estão desabrigadas na Capital acreana. O motivo, como já vem sendo noticiado pelo Portal ac24horas é a cheia do Rio Acre, que já marca os 16,26m , às 9h30 desta segunda-feira, 10 de março. Lotado, o Parque de Exposições Marechal Castelo Branco, localizado no 2º Distrito, abriga mais de 500 famílias atingidas pela enchente.

A Prefeitura do Município de Rio Branco informou há pouco que alguns desabrigados deverão ser encaminhados para ao Ginásio Álvaro Dantas, na região do bairro Sobral. Todas estão em áreas de risco.  Cerca de 90 famílias pediram auxilio do Poder Público para fazer a retirada de móveis de residências alagadas. A demanda é muito grande.

Os moradores do bairro Taquari estão revoltados com a falta de barcos e caminhões para retirar seus pertences das casas tomadas pelas águas do Rio Acre. A espera já dura, em alguns casos, desde ontem, domingo. Os moradores passaram todo o dia esperando pela ajuda do Poder Público, que em alguns casos não chegou. Apenas os caminhões do Exército ajudavam na retirada dos móveis.

A equipe de ac24horas percorreu neste domingo, 09, vários bairros de Rio Branco que foram atingidos pelas águas do rio Acre. O cinegrafista Celiano José usou um Drone para mostrar a invasão das águas e os balseiros que ameaçam a estrutura da ponte metálica, no centro da capital do Acre. As imagens foram feitas quando a ponte ainda estava aberta para o tráfego de veículos.

 

 

 

 

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Acre

Folha de São Paulo traz especial sobre o povo Yawanawá

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Janete, da aldeia Escondido, que usa pulseira com desenhos geométricos feitos com miçangas e segura jijus pescados no rio - Foto: Sebastião Salgado

Em sua edição deste domingo (16), o jornal Folha de São Paulo publicou um caderno especial com textos e fotos sobre o povo Yawanawá, que vive na Terra Indígena do Rio Gregório, em Tarauacá. As imagens são do conceituado e premiado fotógrafo Sebastião Salgado, que em 2016 iniciou projeto para retratar as populações tradicionais do país.

O primeiro trabalho publicado por ele no jornal paulista foi com os Ashaninka, da Terra Indígena do Rio Amônia, em Marechal Thaumaturgo. Os textos são do jornalista Leão Serva, que acompanha Salgado em suas viagens.

O fotógrafo é mundialmente conhecido por suas belas fotografias no estilo preto e branco. Com os Yawanawá, Sebastião Salgado realizou ensaio que mostra toda a riqueza cultural deste povo acreano, que todos os anos realiza seu festival reunindo turistas de todos os cantos do planeta.

Clique aqui e confira o especial

 

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Acre

Motoristas de Uber são vítimas de assalto em Rio Branco

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Mais dois motoristas do aplicativo Uber foram alvos de assalto na noite de sábado (14), na capital, e tiveram seus bens pessoais roubados enquanto trabalhavam fazendo corridas.

Os motoristas teriam aceitado fazer uma corrida a cerca de oito homens no bairro Geraldo Fleming e direcionados a fazer a corrida até o bairro Tancredo Neves. Quando chegaram em uma área isolada do bairro, os passageiros anunciaram o assalto e saíram levando de um dos motoristas o carro modelo Fiat UNO de placa MAG 4239 e um celular, do outro, também o celular e a chave do veículo.

Eles pediram ajuda de populares que acionaram uma guarnição do 5º Batalhão e foram levados para a Delegacia onde registraram o Boletim de Ocorrências.

Caso alguém tenha informações sobre a localização do veículo roubado, o trabalhador pede que acione a polícia.

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Acre

Informais invadem calçadas e expulsam pedestres no centro

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A Lei municipal n° 1732/2008, no artigo 77, parágrafo segundo, diz que a ocupação de calçada só pode ser realizada mediante autorização por parte do órgão competente, neste caso a prefeitura de Rio Branco.

Não precisa andar muito na área central da cidade para atestar que essa lei é desrespeitada diariamente.

Nas imediações do mercado Elias Mansour, a área de passeio destinada aos pedestres foi transformada em uma mini feira livre.

Vendedores informais espalham pequenas bancas onde vendem de alho até itens de informática.

“Eles expulsaram os pedestres”, reclama o moto taxista Aroldo Pimentel que trabalha nas proximidades.

Os feirantes que atuam dentro do mercado também reclamam. Para eles, a presença dos informais do lado de fora do mercado, abre uma concorrência desleal e viciosa, onde quem não paga tributos acaba vendendo mais.

“Atrapalha nosso movimento. A gente paga taxas para trabalhar aqui e acaba prejudicado pela concorrência desleal”, enfatiza Antonio Santos, que ha 27 anos é feirante no mercado.

Estacionamentos ocupados irregularmente

Nas imediações do terminal urbano qualquer motorista sofre para encontrar uma vaga em estacionamento. Os espaços são ocupados motos. Flanelinhas se apossam de vagas e estipulam preços exorbitantes dos proprietários. Embora haja fiscalização da RBtrans, a ação dos clandestinos não para.

Secretário promete endurecer fiscalização

O secretário das Cidades, Ricardo Araújo, pasta que agrega a fiscalização do espaço urbano, reconheceu o problema e disse que apesar do intenso trabalho das equipes de fiscalização, é difícil conter as constantes ocupações.

Segundo ele, os vendedores migram constantemente de um local para outro e sempre surgem novos pontos ocupados.

“É complicado manter toda a área de passeio sempre desocupada. Eles migram muito rápido de um local para outro. Esses dias tiramos um grupo da frente do antigo Banco do Brasil. No outro dia, estava tudo ocupado de novo. Mas vamos intensificar a fiscalização e na medida do possível manter os espaços livres para os pedestres”, disse Araújo.

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