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Colunista Osmir Lima Neto é condenado a 54 anos de prisão em regime fechado

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osmir400O juiz Romário Divino, da 1ª Vara da Infância e da Juventude, condenou o colunista e empresário Osmir Lima Neto a 54 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de estupro de vulnerável e aliciamento de menores cometidos contra 19 vitimas.

Ainda de acordo com a setença condenatória, Osmir terá que pagar multas  por cada vitima que abusou e explorou.

Mesmo com a condenação, a defesa do colunista afirma que vai recorrer da decisão, mas só após o termino do recesso do judiciário.

Em julho, durante a Operação Glamour que prendeu o colunista e empresário,  a Polícia Civil encontrou um vasto arquivo de material pornográfico em seu escritório. Todo o material foi levado    à Divisão de Investigações Criminais (Dic) da Polícia Civil do Acre.

Na época, a reportagem de ac24horas teve acesso ao material apreendido. Eram revistas Playboy, Sexy, calendários de modelos nus e publicações de pornô em quadrinhos com desenho de mulheres praticando sexo oral. Também foram apreendidos sutiãs, calcinhas, CD’s, dois computadores, uma máquina fotográfica e uma pasta com “autorização para menor fotografar”. Provas de que o colunista não tinha apenas a intenção de agenciar modelos, como prometia às garotas.

A investigação começou em setembro de 2009 e revelou que o acusado abusava sexualmente de mulheres, que eram atraídas pela promessa de que se tornariam modelos. Ele negociava espaços na revista em troca de favores sexuais. A versão foi confirmada por 19 vítimas, entre as quais, meninas com idade inferior a 14 anos, informou em nota o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado e a 1ª Promotoria Cível do Ministério Público Estadual que denunciou o caso ao juiz da 2ª Vara da Infância e Juventude, Romário Divino, autor do mandado de prisão.

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Acre

Quadro de vítimas de explosão é estável, mas inspira cuidados

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As vítimas da explosão ocorrida num barco no município de Cruzeiro do Sul, às margens do Rio Juruá, na sexta-feira, 7 de junho, continuam recebendo atendimento do governo do Acre, da Sociedade Brasileira de Queimados (SBQ) e toda a rede integrada do Sistema Único de Saúde.

O chefe da Unidade de Queimados do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) José Adorno, que apoia e coordena o atendimento dos pacientes acreanos em tratamento fora de domicílio em Brasília, Goiânia e Belo Horizonte, informou nessa terça-feira, 18, que o estado clínico dos pacientes é estável, mas ainda inspira cuidados.

Estão na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) no Hospital João XXIII, Umberto da Conceição de Oliveira, 38 anos; José Ortenízio Souza da Conceição, 39 anos e Valdir Torquato da Silva, 51 anos. Eles continuam em tratamento, que inclui desbridamento cirúrgico, procedimento para retirada de tecidos queimados até que possa ser realizado o enxerto e recomposição da pele.

O esforço das equipes agora, tanto no João XXIII, sob os cuidados do Doutor Marcelo Lopes Ribeiro, quanto na unidade de Goiânia, é para que os pacientes vençam esta primeira etapa, e que tenham condições para serem submetidos aos procedimentos necessários à conclusão do tratamento, que deve ainda durar entre 60 a 90 dias”, explica José Adorno.

Entre os pacientes do João XXIII, o menino P.V.F.S., 4 anos, se recupera bem e deve ter alta nos próximos dias. Francisco Luna Dos Santos, 46 anos, é o que apresenta quadro mais grave, porém estável.

Em Brasília, os quatro pacientes internados no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) continuam recebendo curativos especiais, sem necessidade de procedimentos cirúrgicos. O quadro clínico é estável e a expectativa é que também possam ter alta nos próximos dias.

Agência de Notícias do Acre

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Acre

Preso que for usar tornozeleira terá que pagar pelo aparelho

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Foi aprovado no início da tarde desta quarta-feira, 19, por unanimidade, na Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei de autoria do deputado Roberto Duarte (MDB) que dispõe sobre o pagamento dos aparelhos de monitoramento eletrônico pelos próprios presos apenados.

De acordo com a lei, os condenados beneficiários da fiscalização por meio por meio de tornozeleira eletrônica serão obrigados a arcar com as despesas de aquisição e manutenção do equipamento, enquanto dele fizerem uso.

De acordo com o projeto, aos condenados comprovadamente hipossuficientes poderá ser concedida, mediante decisão judicial fundamentada, a isenção do pagamento das despesas. A instalação do equipamento de monitoração eletrônica será realizada no prazo de 24 horas após a comprovação do recolhimento do valor estabelecido em regulamento.

Ainda segundo o parlamentar, o não pagamento das despesas mensais, no valor e na forma estabelecidos em regulamento, acarretará a perda do benefício da monitoração eletrônica, por decisão fundamentada do juiz da execução penal.

Segundo dados do Instituto de Administração Penitenciária – IAPEN, cada condenado que utiliza o sistema de monitoração eletrônica custa R$ 230,00 por mês, sendo que atualmente há no Estado R$ 1.586 monitorados ao custo de R$ 364.780,00 por mês e, R$ 4.377.360,00 por ano.

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