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Engenheiro da ANP aposta na existência de gás e petróleo no Acre

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Mestre em Engenharia de Petróleo, o consultor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Newton Monteiro, não descarta a possibilidade de serem encontrados no Acre petróleo e gás. Ele explica as razões pelas quais aposta nessa perspectiva. “Numa área muito menor que a do Acre, de 10 mil quilômetros quadrados na Bahia, a gente achou 90 campos de petróleo. Do outro lado do Peru, já deve ter mais ou menos um número desses. Porque, se a bacia do Peru é a mesma do Acre, não pode ter chance de ter (petróleo) no estado? É por isso que a gente acha que tem”, diz o engenheiro.

Newton Monteiro, que há 42 anos trabalha com petróleo e gás no Brasil, sendo 35 anos na Petrobras e sete anos na ANP, estará em Rio Branco na próxima sexta-feira (13) para ministrar a palestra é “Exploração e Produção (E&P) de Petróleo e Gás na Bacia do Acre: Oportunidades de Investimentos”. O evento começa a partir de 8h30, no auditório da Federação da Indústria do Acre (Fieac) e será aberto ao público.

O palestrante foi um dos que incentivou, a partir de 2007, o então senador e hoje governador Sebastião Viana a apostar na perspectiva da existência de gás e petróleo no Acre. Agora ele vem ao estado a convite do governador.

Ainda senador, Viana conseguiu incluir no Orçamento Geral da União R$ 27 milhões para a ANP investir nos levantamentos aéreos, geoquímicos e sísmicos, todos já realizados no estado.

Agora, falta apenas iniciar as perfurações dos poços, previstas para serem definidas no leilão de outubro da ANP, que irá escolher a empresa através de licitação.

O palestrante

Newton é graduado em Engenharia Mecânica – Produção (Escola Nacional de Engenharia da Universidade do Brasil, RJ) e em Engenharia de Petróleo (Universidade da Bahia), Mestre em Matemática Aplicada (PUC-RJ) e Engenharia de Petróleo (Stanford University, USA), com cursos de Especialização em Recuperação Melhorada de Petróleo (Stanford University, USA). Atualmente ele também é consultor para atividades de E&P da OGX, Petra Energia e Panoro Energia; consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento para assuntos de E&P e consultor em Projetos de P&D relativos à atividade de E&P.

 

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Cotidiano

Na fase amarela, Prefeitura de Cruzeiro do Sul revoga decreto de reabertura do comércio

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Com a mudança realizada na última avaliação do Covid-19, onde Cruzeiro do Sul saiu da fase laranja para a amarela, a Prefeitura revogou nesta sexta-feira (07) o decreto nº236, de 09 de julho de 2020, que dispõe sobre as medidas que estabelecem as regras de reabertura dos estabelecimentos comerciais de Cruzeiro do Sul. A novidade do decreto é voltada para liberação dos restaurantes e bares em 50%, com distanciamento de 1,5 metros entre as mesas. As equipes de fiscalização estarão nas ruas acompanhando o cumprimento das regras.

“Todo esforço vem sendo feito para que a gente saia desse processo da pandemia, com menos problemas causados a sociedade. Estar hoje na faixa amarela significa que todo esforço da nossa gestão tem trazido resultado para população”, enfatizou o Prefeito Ilderlei Cordeiro.

Com o novo decreto, todo comércio, na parte de vestuário, calçado e afins, que estavam com restrição de 30% passam a funcionar com 60% de capacidade. Já o Mercado Joãozinho Melo e Shopping passam a atuar com 50%. O funcionamento das igrejas foi liberado em 30%.

“A prefeitura orienta que o distanciamento, de 1,5 e de 2 metros, continue sendo realizado com afinco, para que o município permaneça na faixa amarela, e possa na próxima avaliação passar para faixa verde, liberando mais espaços”, complementou o prefeito.

O decreto estabelece ainda a continuidade do uso de máscara obrigatório. O não uso implica em multa para o cidadão e para o estabelecimento que permitir a entrada. Todos os locais devem dispor também de álcool em gel ou pia com água e sabão.

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Cotidiano

Filho de empresário acreano é assassinado com quatro tiros em Nova Califórnia

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O jovem Fernando Carvalho da Fonseca, foi assassinado com quatro tiros na madrugada desta sexta-feira, 7, no distrito de Nova Califórnia, em Rondônia. Ele era filho de um empresário do ramo de oficina de motos em Rio Branco e deixa esposa e um filho pequeno.

O corpo será velado e sepultado em Rio Branco neste final de semana. Fernando estava morando há pouco tempo em Nova Califórnia, após deixar Rio Branco para trabalhar em um supermercado no distrito de Rondônia.

Segundo informações, Fernando foi surpreendido pelos criminosos, que já chegaram atirando e acabou não resistindo aos ferimentos.

Segundo a polícia, um morador da região que não quis se identificar, disse que ao ouvir os tiros saiu de casa e já se deparou com a vítima morta dentro do veículo.

A polícia esteve no local, mas não conseguiu mais informações sobre o crime. Até o momento ninguém foi preso.

Com informações de Rondônia ao Vivo

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Cotidiano

Cerca de 28 hectares de desmatamento ilegal são encontrados na BR-364

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Uma ação conjunta entre a Polícia Militar e o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) de Cruzeiro do Sul encontrou nessa sexta-feira, 7, queimadas e derrubadas de aproximadamente 28 hectares situadas no Ramal 3, localizado na BR-364.

Ninguém foi encontrado nos locais. As equipes mapearam as áreas para consultar junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) quanto ao licenciamento para o desmate e queimada.

As equipes informaram que a operação de fiscalização ambiental em todo Vale do Juruá terá continuidade.

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Cotidiano

Jovem reinfectada por coronavírus achou que estava imune ao 1º diagnóstico

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Infectada duas vezes com a Covid-19, a técnica de enfermagem Gabriela Carla da Silva, de 24 anos, relata ter vivido uma falsa sensação de segurança quando voltou a apresentar sintomas da doença.

Com o segundo diagnóstico em 50 dias, entre maio e julho, a jovem que atua na rede pública de saúde de Ribeirão Preto (SP) conta que não acreditava na possibilidade de voltar a ter o novo coronavírus até fazer o teste por recomendação de colegas de trabalho.

“Eu estava com bastante dor de garganta, o nariz bem congestionado, bastante coriza, muita dor de cabeça, até mais do que a primeira vez e aí falei: ‘mas não pode ser Covid, porque eu já tive Covid’. Continuei trabalhando porque eu já tinha tido, não pensava que poderia ser”, diz.

A reincidência do vírus na jovem, considerada rara pelos médicos, será investigada pela USP de Ribeirão Preto (SP) e será levada à comunidade científica internacional. Segundo os pesquisadores, há registro de apenas outro caso semelhante ao de Gabriela, em Boston, nos Estados Unidos.

O médico infectologista Marcos Boulos, chefe da Superintendência de Controle de Endemias de São Paulo e ex-diretor da Faculdade de Medicina da USP, acredita ser “difícil” uma reinfecção pelo novo coronavírus em tão pouco tempo.

Primeira infecção

Em 4 de maio, Gabriela entrou em contato com um colega de trabalho infectado. Dois dias depois, começou a sentir mal-estar, febre, congestão nasal, dores de cabeça e de garganta.

“Eu trabalho em uma unidade de saúde, então já estava tendo contato, mas tive contato confirmado com esse colega de trabalho em uma segunda-feira. Na quarta-feira eu comecei com os sintomas”, afirma.

No quarto dia após o surgimento dos sintomas, a técnica de enfermagem passou pelo exame RT-PCR, que identifica o Sars-Cov-2 no organismo por meio de materiais coletados no nariz e na garganta. O resultado do primeiro teste, em 8 de maio, foi negativo, mas, como os sintomas persistiram, a paciente repetiu o exame cinco dias depois, em 13 de maio, quando testou positivo e foi afastada por duas semanas.

“O que mais me marcou nesse primeiro quadro foi a dor de cabeça e um pouco da dor de garganta, mas principalmente a dor de cabeça que se manteve por uns dez dias”, lembra.

Segunda infecção

Gabriela afirma que se recuperou completamente e voltou ao trabalho, na Unidade Básica de Saúde (UBS) Ribeirão Verde, na zona Leste de Ribeirão Preto, segura de que estaria imune.

Ela voltou a apresentar os mesmos sintomas 38 dias depois e, em um primeiro momento, os associou a um quadro gripal, mas foi orientada por colegas a fazer um novo teste para a Covid-19, que deu positivo em 2 de julho.

“Conversei com a equipe do trabalho e falaram que, mesmo assim, era importante coletar o teste. Foi quando coletei novamente e fui afastada até sair o resultado e veio positivo novamente”.

De acordo com ela, o novo período de afastamento foi mais difícil que o primeiro, com perda do olfato, do paladar, sensação de febre, e uma dor de cabeça mais forte, embora não tenha ficado acamada. “Eu me senti mal nos 14 dias de afastamento.”

Gabriela se diz recuperada pela segunda vez e já voltou ao trabalho, com todos os equipamentos de segurança, e determinada a ajudar os médicos a compreender o comportamento do novo coronavírus. “Pretendo entender o que realmente aconteceu e realmente ajudar na pesquisa”.

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