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Grupo de Combate ao Crime Organizado do MP também vai investigar Telexfree

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Os promotores Danilo Lovisaro e Rodrigo Curti, integrantes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual, informaram nesta quarta-feira (26) que foi instaurado um inquérito no âmbito criminal contra a Telexfree. Agora o MPE quer saber se donos da empresa cometeram crime contra a economia popular, no que tange à lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, entre outros.

Pela manhã, membros do MPE receberam uma comissão de divulgadores da empresa, que realizaram um protesto em frente à instituição. A liberação do pagamento dos divulgadores da rede é a principal reivindicação.

“Estamos abertos para ouvir reivindicações, mas o posicionamento do MP é que se trata de pirâmide financeira fraudulenta e, portanto, ilegal. Por isso, tomamos as medidas legais cabíveis”, declara o coordenador do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), Danilo Lovisaro.

Segundo o MPE, a intenção das medidas cautelares é garantir o devido ressarcimento dos investidores. A promotora Nicole Arnoldi, que ajuizou a ação em conjunto com o promotor Marco Aurélio Ribeiro, informou que o pagamento das demandas serão requeridos judicialmente, sem prejuízos aos divulgadores.

Da redação ac24horas com informações do MPE/AC

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Acre

Ilderlei aponta soluções para famílias em áreas de risco

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Em visita ao abrigo público, instalado no Ginásio Alailton Negreiros, o prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, destacou medidas que devem ser adotadas para mitigar os danos causados pela enchente do Rio Juruá, que ocorre anualmente.

Segundo o líder do poder executivo em Cruzeiro do Sul, é de extrema urgência que o Governo Federal inicie ainda este ano a construção de unidades habitacionais, transferindo em definitivo as famílias das áreas de riscos para locais adequados.

Se antecipando aos investimentos necessários em habitação, a Prefeitura já localizou dois terrenos para a construção das casas populares. No local, está sendo construída a rodoviária e toda infraestrutura necessária.

“No ano passado, entreguei, acompanhado do governador Gladson Cameli, o requerimento solicitando, à Defesa Civil Nacional, a construção de 1.008 casa populares no nosso município. Caso o Governo Federal não construa essas unidades, já me comprometi com as famílias em preparar a área e realizar a transferência das residências, pois isso é uma questão de humanidade e zelo com a vida do cidadão”, frisou o prefeito.

Enquanto não tem o decreto de Situação de Emergência acatado pela Presidência da República, a gestão municipal tem aplicado recursos próprios para atender a população vitimada com as águas. No abrigo público, as famílias recebem atendimento de saúde, social e alimentar.

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Segundo a secretária de Desenvolvimento Social, Keiliane Cordeiro, as famílias estão sendo atendidas com todos os programas e serviços. “Quando a Defesa Civil faz a retira das famílias, a Secretaria de Desenvolvimento Social atua conjuntamente. Nós estamos com as equipes do CRAS, CREAS, Serviço de Convivência e demais programas municipais aqui no abrigo. Atendemos adultos e crianças a fim de minimizar os danos causados pela catástrofe e facilitar a convivência entre as famílias”, salientou a primeira-dama de Cruzeiro do Sul.

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Acre

Trabalhadores da Saúde anunciam manifestação para terça-feira (19)

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Depois de reunirem aproximadamente 300 trabalhadores em assembleia, os sindicatos da área de Saúde anunciaram que farão uma manifestação na manhã de terça-feira, 19, no Centro de Rio Branco.

Em nota, os sindicatos destacam que o mês de março ficou marcado para iniciar as demissões dos servidores do Pró-Saúde. Por isso, eles buscam uma resposta emergencial, visando evitar que mais de mil famílias fiquem desempregadas.

“A luta para efetivação dos servidores do Pró-saúde continua. O embate ocorre desde a gestão passada. A solução para evitar as demissões era transformar a fundação paraestatal de direito privado, criada em 2008, em autarquia. Além dessa regularização, há a necessidade de reintegrar os servidores que já foram demitidos do Pró-saúde”, pontua a nota.

Os sindicatos destacam que o governador Gladson Cameli, durante campanha eleitoral, utilizou a pauta da regularização dos trabalhadores do Pró-Saúde como uma de suas bandeiras.

“Mas o fato não se concretizou até o momento. Os sindicatos não foram convidados para uma conversa. Vale lembrar que, de acordo com o que foi apurado por esse estudo, os servidores do Pro-Saúde gerariam um impacto somente de 0,3% do orçamento geral do Estado”, prossegue o comunicado dos sindicatos.

Ficou decido que representantes da Procuradoria Geral do Estado, Casa Civil, Secretaria da Fazenda e Secretaria da Saúde recebam os sindicalistas na segunda-feira, 18, para uma reunião na Casa Civil, a partir de 14h.

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Acre

Governo cancela realização de Carnaval após veto da prefeitura

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Está oficialmente cancelado o Carnaval que o governo do Acre realizaria na Avenida Brasil, em Rio Branco. O anuncio foi feito na manhã desta sexta-feira, 15, pela secretária de Empreendedorismo e Turismo, Eliane Sinhasique, durante entrevista coletiva promovida na sede da Associação do Comércio (Acisa).

“Nós entendemos que o povo do Acre queria uma inovação. A Gameleira está cansada, o [estacionamento] Arena da Floresta é muito grande, está sem iluminação, está dentro do mato, é impossível financeiramente a gente fechar todo aquele espaço para garantir a segurança dos foliões. Então, já que a gente não pode realizar num centro de convergência, num ponto central da capital para que todos tenham acessibilidade ao local do evento, a gente resolveu não participar e não realizar em outro local”, declarou Eliane Sinhasique.

Sinhasique reafirmou que o argumento dado pela prefeitura de Rio Branco para vetar a realização da festa na Avenida Brasil não convenceu a gestão estadual.

“Não nos convence. É um argumento muito frágil. Nós temos como exemplo em todas as capitais que se fecha as ruas principais do Centro, modifica o trânsito e os eventos acontecem. A Avenida Paulista é um exemplo, a Barra – Ondina, em Salvador é outro exemplo. Não justifica. Quando se quer, fecha a rua e muda o trânsito e se realiza o que precisa ser realizado para movimentar a economia”, pontua a secretária de Turismo.

Eliane Sinhasique revelou ainda, que desde 15 de janeiro tenta uma audiência com a prefeita Socorro Neri para tratar sobre a possível realização da festa do Carnaval, mas não obteve êxito. “A gente foi tocando essa situação, achando que isso não seria um problema, mas infelizmente, foi e a gente acata a decisão dela e sai de cena”, afirma Sinhasique.

Celestino de Oliveira, presidente da Acisa, participou da entrevista coletiva. A Associação era uma das parceiras do governo do Estado na realização do Carnaval na capital. Celestino foi categórico ao pontuar que o cancelamento da festa trará prejuízos à economia local.

“Alguns segmentos aguardam esse momento para expor seus produtos, para aquecer seus negócios. Infelizmente, fomos pegos de surpresa porque já havia um planejamento e à Acisa cabe apoiar essas atividades que venham, de alguma forma, beneficiar alguns segmentos. Tenho certeza que prejudicaram alguns porque deixarão de expor e vender. Num momento de crise, todo recurso que vier é bem-vindo. Fará falta”, comentou o presidente da Associação do Comércio.

Segundo Celestino de Oliveira, a associação tinha disponibilizado 60 vagas para microempreendedores diretos atuarem no espaço que seria realizada a festividade.

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