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Câmara pode derrubar portaria de Fadel que proíbe venda de bebidas alcóolicas em mercados

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Jairo Carioca – da redação de ac24horas
jscarioca@gmail.com

Comerciantes que foram impedidos – através de portaria da Secretaria Municipal de Agricultura e Floresta – de vender bebidas alcóolicas em mercados e feiras municipais, procuraram a Câmara Municipal de Rio Branco para pedir apoio para que a situação seja revertida, uma vez que tal medida, segundo os comerciantes, vem acarretando em muitos prejuízos.

Os comerciantes foram acolhidos pelo vereador Juracy Nogueira que apresenta na ordem do dia desta quinta-feira (11), um projeto de lei que se aprovado, vai derrubar a portaria assinada dia 04 de março pelo secretário Mário Jorge Silva Fadel. A portaria tem como base a Lei 163/73 e o Código de Postura do Município, mas para o vereador Juracy, o quadro é injusto.

“Eles exercem essa atividade há décadas e nunca presenciaram em nenhum desses locais nenhum tipo de violência, além disso, tem a condição de total insolvência, eles sempre exerceram essa atividade em logradouros públicos e tiram dela o sustento diário de sua família”, argumentou.

O progressista quer evitar que as famílias passem fome e outras privações. O projeto venda e o consumo de bebida alcóolica para novos contratos e permite essa atividade para os comerciantes instalados há mais de cinco anos nos logradouros, a partir das 10 horas da manhã.

Se aprovado, o projeto apresentado pelo vereador vai beneficiar comerciantes como o senhor Waldir Ferreira que representou os comerciantes do camelódromo na manhã de hoje na Câmara Municipal. Ferreira trouxe fotografias que comprovam sua atividade por mais de 27 anos no camelódromo no centro de Rio Branco.

“O que existe fora do mercado é a prostituição, mas isso é longe dos nossos estabelecimentos”, comentou Ferreira.

A matéria do progressista segue para a Comissão de Constituição e Justiça e se aprovada, será votada no plenário da Casa.

 

 

 

 

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Acre

Sobre advogado que aparece com arma, Abracrim diz que chamará a responsabilidade

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A Associação dos Advogados Criminalistas do Acre (ABRACRIM/AC) repudiou o ato do advogado Manoel Elivaldo Batista de Lima Júnior, que aparece em um vídeo no WhatsApp com uma submetralhadora.

“Advogado que se presta à fanfarronice, bravatas, incontinências públicas e até a prática de ilícitos é um não advogado e assim será considerado pela OAB/AC”, diz a entidade em nota.

A associação informa que “o profissional que de forma incauta publiciza comportamento temerário, evidenciando conduta criminosa será chamado à responsabilidade de acordo com as normas da Instituição, sem prejuízo de chamamento próprio na seara do Poder Judiciário”.

À reportagem de ac24horas, o advogado afirmou que arma é de brinquedo e pertence a um amigo dele. “Essa arma é de um amigo, custou cerca de R$ 900, foi comprada em uma loja de Rio Branco. Ela é de pressão”, disse.

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Acre

Incêndio em galpão de fábrica teria sido criminoso, aponta Corpo de Bombeiros

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Um incêndio de grandes proporções consumiu parte do maquinário de uma fábrica de calçados no Parque Industrial de Rio Branco. O empreendimento fica às margens da BR-364. O caso ocorreu na manhã desta quinta-feira, dia 23.

As chamas e a fumaça puderam ser vistas de longe, e foram registradas por internautas do ac24horas que passavam nas proximidades do local. Viaturas do Corpo de Bombeiros foram até o local para controlar as chamas que não destruíram o galpão.

Segundo o major Cláudio Falcão, porta-voz dos Bombeiros, “a guarnição de incêndio do 2º Batalhão foi para o local, e o fogo estava concentrado no maquinário, na parte de esteiras, e foi necessário mais ou menos 40 minutos para controlar o fogo”, explica.

Os empresários da fábrica não foram localizados para comentar sobre o prejuízo causado pelas chamas. Aparentemente, o incêndio foi criminoso. “Essa fábrica de sandálias está desativada, e depois do nosso serviço, o local foi deixado sob a responsabilidade da Polícia Militar. A aparentemente um incêndio criminoso”, completa.

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Acre

Transexual é impedida por segurança de entrar na Assembleia para assistir sessão

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A transexual Bia Berkman foi impedida de acessar o 2° andar da Assembleia Legislativa do Acre para assistir a sessão na terça-feira, 22, por um segurança da Casa sob alegação de que Bia “seria um homem com roupas de mulher”. A denúncia foi feita pelo ativista gay Germano Marino via Facebook.

“Ao pará-la e dizer isso a ela e a impedir de pegar o elevador, a proibiu de subir. No mesmo instante, já que estava de short feminino, tirou uma calça da mochila e vestiu. Mesmo assim o segurança disse: ‘você agora não pode subir porque é uma calça de mulher, e você é homem e não pode usar roupa de mulher’. Foi uma situação de muito constrangimento e de muito preconceito”, informou Germano Marino.

O presidente da Assembléia Legislativa, Ney Amorim (PT), repudiou o ato do segurança da Casa. “Foi uma atitude, na minha opinião, lamentável de um servidor. Uma atitude isolada, onde ele confundiu e não teve sabedoria suficiente pra entender que a pessoa que estava adentrando ao prédio do Poder Legislativo era trans e aí ele usou uma regra. Qual era essa regra? Não entra de bermuda na Casa. Mas aí essa regra muda quando se trata de uma pessoa trans”, disse o deputado.

Assim que soube do que estava acontecendo, Ney Amorim disse que chamou Bia para se assentar na galeria da Casa para assistir a sessão.

“A trans pode vir de bermuda, de saia, da maneira que ela se vestir, que ela se achar melhor. Eu tomei providências. Chamei o chefe desse segurança e a trans para se assentar e se acomodar na Assembleia Legislativa e dei as boas vindas a ela, inclusive lamentando o que havia ocorrido na portaria da Assembléia Legislativa.”

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