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HC suspende repasse de nutriente para hospital no Acre e bebê de 17 dias internado na UTI do Santa Juliana pode morrer de fome

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Jairo Carioca
Da redação de ac24horas

A falta do alimento denominado Nutrição Parenteral que é preparado pelo Hospital das Clínicas em Rio Branco, no Acre, (alimentação essa que é distribuído a todas as unidades no estado), pode custar a vida de um bebê recém nascido de apenas 17 dias internado na UTI do Hospital Santa Juliana. Ele pode morrer de fome.

A criança nasceu após complicações no parto e veio ao mundo com as vísceras expostas, sendo necessário uma cirurgia de emergência para salvar sua vida. Sem o nutriente que não existe no estoque do Santa Juliana, o procedimento pode ter sido em vão.

Preocupada em perder o neto, a avó da criança, dona Conceição Matias, procurou á reportagem de ac24horas para denunciar o que classificou de descaso com a vida humana.

No Hospital Santa Juliana, a nossa equipe tentou falar com a  direção, mas por ser um domingo, os funcionários disseram que nenhum dos responsáveis se encontrava na unidade para falar sobre o assunto. Eles confirmaram que o nutriente de que o bebê precisa, há dias está em falta na unidade, porque a fórmula que é fornecida pelo HC, não vem sendo mais preparada.

No HC, tentamos falar com o diretor Dr. Carlos Eduardo para saber os motivos do não fornecimento do nutriente, mas a sua secretária disse que ele também não estava de plantão  para dar qualquer esclarecimento.

Por fim,  conseguimos falar com a  assessora de comunicação de estado de saúde, Mônica Araújo. Essa nos informou que não tinha conhecimento sobre a suspensão do manuseio da fórmula, mas se comprometeu em nos dar uma resposta em relação os motivos do nutriente não estar sendo fornecido para os hospitais.

Mais tarde, Mônica disse ter conversado com o diretor do HC, Dr. Carlos Eduardo, e esse teria dito a ela que um dos princípios para o preparo da Nutrição Parenteral denominado de Lipídio está em falta. Eduardo informou que já houve a compra do produto faltando apenas o fornecedor realizar a entrega do material até a próxima terça feira (02).

Segundo ainda Mônica Araújo, muito embora seja o HC responsável pela fabricação do nutriente, informou que “o Hospital Santa Juliana por ser um hospital Particular, deveria fazer a aquisição por conta própria de determinada alimentação necessário á vida dos seus pacientes”, finalizou.

O neto de Dona Conceição Matias, já não se alimenta faz três dias, desde que o nutriente deixou se existir no estoque do hospital Santa Juliana.

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Acre

Prefeitura de Rio Branco busca selo de município aprovado pelo Unicef

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Uma reunião ocorrida nesta segunda-feira, 24, analisou as ações implementadas até o momento para o ciclo 2017-2020 do Selo Unicef, em Rio Branco. Participaram representantes do executivo municipal, Conselho Municipal do Direitos da Criança e do Adolescente e representantes da sociedade civil organizada.

O programa é uma iniciativa para fortalecer as políticas públicas voltadas às crianças e aos adolescentes em mais de 1.900 municípios do Semiárido e da Amazônia brasileira. Para ter o reconhecimento, os municípios precisam aderir à iniciativa e cumprir etapas propostas pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), para o monitoramento dos indicadores de saúde e educação, por exemplo.

A prefeita Socorro Neri disse que a discussão do Selo Unicef possibilita avaliar o que está sendo feito e indicar o que deve ser implementado. “Políticas públicas que busquem a proteção, promoção e o desenvolvimento integral das nossas crianças e adolescentes. Olhando para a realidade financeira do município, nós haveremos de encontrar condições de melhorar e aperfeiçoar cada vez mais o que já tem sido realizado ao longo dos últimos anos”.

Esta é a terceira vez que a Prefeitura busca o selo de ‘Município Aprovado’ pelo Unicef. O Selo Unicef é um prêmio internacional dado aos municípios pelas políticas voltadas ao atendimento de crianças e adolescentes. “Em Rio Branco nós temos avançado em muitos índices, de educação, acesso à saúde, à formação cada vez mais cidadã e de forma igualitária”, disse a secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, Núbia Musis, que coordena a intermediação das instituições envolvidas.

Alcançar crianças e adolescentes excluídos das políticas públicas é o ponto central do Selo Unicef. De acordo com a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Iana Sarquis, esse é um momento de avaliação que pode ser melhorado com a implementação de novas ações, rever o que está e o que não está funcionando.

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Acre

23% dos condutores usam o celular enquanto dirigem na Capital

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Uma pesquisa do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2018, divulgada nesta segunda-feira, 24, revela que os condutores de Rio Branco estão entre os que mais usam o celular enquanto dirigem. Conforme os dados, repassados pelo Ministério da Saúde, 23,8% dos motoristas da capital acreana comete o ato perigoso.

Nacionalmente, a média aponta que 19,3% da população das capitais brasileiras usam o celular enquanto dirigem, o que significa que de cada cinco pessoas, uma afirmou positivo em dirigir usando o telefone.

No ranking, Rio Branco só ficou atrás de Belém, capital do Pará, que ficou com 24%. Em seguida, aparecem Cuiabá (23,7%), Vitória (23,3%), Fortaleza (23,2%), Palmas (22,4%), Macapá e São Luís (22,3%). Já as capitais com menor uso de celular durante a condução de veículo foram: Salvador (14,1%), Rio de Janeiro (17,1%), São Paulo (17,2%) e Manaus (17,7%).

A pesquisa também mostrou que as pessoas com idades entre 25 e 34 anos (25%) e com maior escolaridade (26,1%), com 12 anos de estudo ou mais, são as que mais assumem esse comportamento de risco. Os motoristas com nível superior também são os que mais recebem multas por excesso de velocidade e que associam o consumo de bebida alcoólica e direção.

Nesta edição da pesquisa, foram entrevistadas por telefone 52.395 pessoas, maiores de 18 anos, entre fevereiro e dezembro de 2018. O ministério alertou ainda que os acidentes de trânsito são a segunda maior causa de mortes externas no país.

Além do uso do celular associado à direção, a pesquisa abordou também outros três importantes indicadores para a ocorrência de acidentes de trânsito: consumo abusivo de álcool abusivo, consumo de álcool em qualquer dose e multa por excesso de velocidade.

 

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