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Gilberto Siqueira, que deu primeiro emprego para Marcus Alexandre, se reencontra com prefeito eleito durante cerimônia

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Luciano Tavares – da redação de ac24horas
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Sumido do Acre desde o começo de 2011, quando Sebastião Viana assumiu o governo do estado, o engenheiro civil Gilberto Siqueira, homem forte dos governos de Jorge Viana (1999-2006) e Binho Marques (2007-2010), reapareceu na noite desta terça-feira, 11, na capital acreana, durante a solenidade de posse do prefeito eleito Marcus Alexandre, no teatro da Ufac.

Gilberto Siqueira teve seus motivos para comparecer a cerimônia. É que Marcus Alexandre, o paulista de Ribeirão Preto que se tornou prefeito de Rio Branco,  nas eleições de 2012, chegou ao Acre em 1999, para trabalhar na Secretaria de Planejamento do Estado a convite de Siqueira.

Lado a lado, os dois engenheiros civis e mais uma equipe de técnicos foram responsáveis por coordenar, durante o governo de Jorge Viana, as operações com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Após a solenidade, os dois se reencontram. Marcus Alexandre agradeceu com um “muito obrigado”. Gilberto Siqueira disse que estava feliz pelo discurso do petista. “São palavras que brotam do coração de um grande líder que o Acre está construindo para orientar o futuro de muitas gerações”.

Perguntado se o encontro entre ele e o prefeito eleito se tratava “do criador revendo a criatura”, Siqueira respondeu que “não existe isso. Existe uma responsabilidade partilhada de fazer um mundo melhor”.

 

 

 

 

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Acre

Bolívia tem confrontos após Tribunal indicar Evo quase reeleito

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O Tribunal Eleitoral da Bolívia retomou, nesta segunda-feira 21, um sistema de contagem rápida de votos, após reclamações de opositores, da OEA e vários países, e situou o presidente Evo Morales na liderança (46,86%), seguido do opositor Carlos Mesa (36,72%), com 95,23% das cédulas apuradas. Com os 10,14 pontos percentuais de vantagem, o candidato do Movimento ao Socialismo estaria reeleito em primeiro turno.

O tribunal eleitoral “fraudou a apuração e deu 10 pontos de diferença (para Morales). Agora imagino que vão aumentar isto, consumando a fraude, consumando um roubo eleitoral inaceitável”, denunciou Mesa. Segundo a Constituição boliviana, para vencer no primeiro turno o candidato deve obter mais de 50% dos votos votos válidos ou aos menos 40% com uma vantagem de 10 pontos sobre o segundo colocado.

Confronto entre apoiadores de Carlos Mesa e polícia boliviana em La Paz – 22/10/2019 (Ueslei Marcelino/Reuters)

Alguns dos simpatizantes de Mesa tentaram invadir o hotel em La Paz onde o processo está sendo realizado, obrigando a Polícia Nacional da Bolívia a jogar bombas de gás lacrimogêneo para evitar o ação. Em Potosí, manifestantes atearam fogo no Tribunal Eleitoral.

Enquanto os aliados de Mesa contestavam os resultados divulgados pelo Tribunal Supremo Eleitoral, os correligionários de Morales comemoraram a reeleição do presidente da Bolívia com base nos dados da Transmissão de Resultados Eleitorais Preliminares (TREP). No chamado “cômputo oficial”, que contabiliza os votos individuais, há virtual empate entre os dois favoritos. Com 61,9% das atas apuradas (até às 22h30 de Brasília), Mesa tinha 42,51% dos votos contra 42,24% de Morales.

O governo da Bolívia pediu tranquilidade à espera dos dados definitivos e garantiu que a apuração é transparente.

Na noite de domingo, um primeiro boletim da contagem rápida, com 84% dos votos apurados pelo TREP, dava 45,28% a Morales e 38,16% a Mesa, mas o escrutínio foi paralisado até a tarde desta segunda-feira, provocando protestos de Mesa e dos observadores da Organização de Estados Americanos. Além disso, países como Brasil, Argentina e Estados Unidos pediram a reativação do TREP.

Mesa disse mais cedo nesta segunda que os resultados do TREP garantiriam um segundo turno contra Morales em dezembro, e denunciou que a situação, em cumplicidade com o TSE, está tentando manipular os votos. Por este motivo, convocou militantes e a população a se mobilizar para que seja respeitada a vontade popular.

(Com EFE e AFP)

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Acre

Governo adia vinda do vice-presidente Mourão ao Acre

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A visita do vice-presidente do Brasil, Hamilton Moura, no Estado do Acre, acaba de ser adiada. Mourão chegaria nas Terras de Galvez nesta quarta-feira, dia 23. No entanto, o governo do Acre informou nesta segunda que a vinda de Mourão teve de ser adiada.

Não foi informado o motivo, nem a próxima data que o vice deve marcar novamente para vir ao Acre.

Aqui, ele participaria de uma agenda binacional, com uma caravana até o município de Assis Brasil onde se encontraria com governadores peruanos do departamento de Ucayali, Francisco Pezo Torres, e do departamento de Madre de Dios, Luis Hidalgo Okimura e o governador do Acre, Gladson Cameli.

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