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Pecuaristas presos acusados de abuso sexual de menores estariam tendo regalias na Papudinha; IAPEN nega

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Ray Melo,
da redação de ac24horas
raymelo@ac24horas.com

O vice-presidente (afastado) da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre, Assuero Veronez e o pecuarista Adálio Cordeiro, presos na Operação Delivery, da Polícia Civil, acusados de abuso sexual de menores, estariam tendo privilégios, dentro da Papudinha.

A denúncia é do presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Acre, Adriano Marques, postada esta manhã no facebook. De acordo com o sindicalista, os acusados estariam alojados na sala de atendimento jurídico [parlatório] com direito a ar-condicionado. Os pecuaristas teriam recebendo visitas de amigos e parentes, 24 horas por dia.

Os visitantes também não estariam passarem pelos procedimentos de revista, com direito a trânsito por todos os setores. O sindicalista denuncia ainda, que os acusados estariam  recebendo café da manhã, almoço e janta de fora da Unidade Prisional 04 (Papudinha).

“Eles estão num verdadeiro ‘SPA’, enquanto os outros presos, [da mesma operação] estão sujeitos a todos os procedimentos de segurança. Eles estão tendo todas as regalias possíveis autorizadas pela direção”, diz Adriano Marques.

IAPEN NEGA – O diretor geral do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), Dirceu Augusto Silva negou que estivessem acontecendo privilégios aos dois pecuaristas presos. De acordo com o gestor, Assuero Veronez teria ficado aproximadamente seis horas em uma sala de convivência até que a cela que ele ia ficar ficasse pronta.

Dirceu Augusto informou ainda, que o pecuarista Adálio Cordeiro não teria ficado na Papudinho. O acusado teria passado mal e teria passado o final de semana internado. O diretor do Iapen chegou a insinuar que o pecuarista tenha ficado no pronto atendimento da Unimed, mas em seguida desconversou.

Direceu negou ainda, que Veronez tenha saído da unidade penitenciária para fazer suas refeições.

 

 

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Acre

Petecão reage com contrariedade à provável indicação de Minoru

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“Gostaria que um dos nossos guerreiros tivesse essa oportunidade”

O provável convite de Gladson Cameli, governador eleito do Acre, ao professor Minoru Kinpara, da Ufac, para o cargo de secretário de Educação, conforme noticia o ac24horas neste sábado, 20, gerou sinais de mal-estar em parte da frente política que apoiou o progressista ao governo nas eleições.

O senador reeleito Sérgio Petecão (PSD), umas das principais lideranças do grupo que passa a se tornar governista a partir de 2019, considera a escolha um equívoco e uma falta de sensibilidade com o projeto do grupo que ajudou Cameli a chegar ao governo.

Em uma publicação no Facebook e que repercute em grupos de WhatsApp, Petecão diz: “Vi agora pela imprensa a notícia de que o professor Minoru teria sido convidado a assumir a pasta da Educação, uma das Pastas mais importantes de um governo. Nada contra, confesso que gostaria mesmo era que um dos nossos guerreiros tivesse essa oportunidade, pois tenho certeza que temos pessoas tão competentes quanto ele. Só para uma reflexão”.

Minoru foi candidato ao Senado pela Rede Sustentabilidade e obteve 112.989 votos. Não conseguiu se eleger, mas conquistou simpatia de parte do eleitorado. Tanto é que a especulação em torno de seu nome para a Educação do Estado é bastante elogiada nas redes sociais.

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Acre

PF no Acre deflagra operação no combate a atuação de facções

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A Polícia Federal deflagrou neste sábado, 20, a Operação Dolos, destinada a desarticular organizações criminosas que atuavam em doze estados da federação.

Ao total, estão sendo cumpridas 146 ordens judiciais expedidas pela Justiça Federal do Acre, dentre as quais, 53 mandados de prisões temporárias, 22 mandados de prisões preventivas e 71 mandados de busca e apreensões, algumas delas realizadas no interior de presídios acreanos.

A investigação foi conduzida pelo grupo de investigações sensíveis da PF no Acre, especializado no combate a organizações criminosas e ao tráfico de entorpecentes, e contou com apoio do BOPE/RJ e do BOPE/AC.


Em um período aproximado de dois anos, a Polícia Federal conseguiu identificar membros ligados a três organizações criminosas, dentre as quais o Comando Vermelho, de abrangência nacional e com forte poder de atuação nos presídios de todo o país.

Estima-se que a movimentação financeira realizada por essas organizações criminosas, somente no período da investigação, tenha sido superior a 9 milhões de reais, entre depósitos e retiradas de valores, oriundos principalmente do tráfico internacional de drogas.

O nome da Operação é inspirado no Deus Dolos e representa o engano, a fraude e a malícia. O nome buscou simbolizar o complexo sistema de lavagem de dinheiro operado pelas organizações criminosas investigadas, que possui uma rede de integrantes espalhada por todas as regiões do país.

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre

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Acre

MEC libera R$ 6 milhões para instituições federais no Acre

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O Ministério da Educação liberou, na última quarta-feira, dia 17, R$ 6 milhões em limite de empenho para as universidades federais, instituições da rede federal de educação profissional, científica e tecnológica e hospitais de ensino vinculados à pasta no estado do Acre. No total, em todo o País, o valor foi de R$ 729,1 milhões.

Com essa verba, o MEC assegura às instituições federais de ensino 100% de execução das despesas de custeio e investimento em fontes do Tesouro. Até o momento, foram liberados limites de empenho no valor de R$ 8,20 bilhões para as despesas discricionárias, sendo R$ 7,5 bilhões em custeio e R$ 702,1 milhões em investimento.

Os recursos das despesas discricionárias são geridos pelas próprias universidades, no âmbito de sua autonomia administrativa. É com o limite de despesas discricionárias que as entidades de ensino superior efetuam os gastos com o seu funcionamento, com as suas obras, contratam seus serviços de terceirização de mão de obra e executam as despesas com assistência estudantil.

De 2016 até hoje, o MEC tem garantido 100% da dotação orçamentária das despesas de custeio, algo que não ocorreu em 2015.

Em 2015, as universidades federais não receberam sequer a totalidade da verba de custeio e atingiram somente 40% da verba de investimento disponível para o ano. Em 2016, o MEC retomou a liberação de 100% do que estava previsto no orçamento de custeio para todas as universidades do país. Em 2017, o percentual liberado das despesas com investimento foi de 70%.  Cabe lembrar que em 2016 e em 2017, o Ministério da Educação também assegurou 100% do orçamento de custeio para todas as universidades e institutos federais.

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