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Coperativa emite nota de esclarecimento e nega fechamento de fábrica

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A diretoria da cooperativa dos Criadores e Produtores Rurais de Bujari, Coopeixe, emitiu nesta quarta feira, uma nota de esclarecimento, onde nega o fechamento da indústria de pescado no Bujari. Leia abaixo a nota.

NOTA DE ESCLARECIMENTO:

A Cooperativa dos Criadores e Produtores Rurais – COOPEIXE BUJARI, gestora e responsável legal pela Indústria de Embutidos de Peixe do Bujari, vem a público esclarecer a matéria “jornalística” vinculada pelo site www.ac24horas.com no dia 17 de julho de 2012. Externando desde já, o repúdio as informações divulgadas. Se não vejamos:

1. A Coopeixe Bujari firmou convênio em 27/06/2011 com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Ciência e Tecnologia – SEDICT no valor global de R$ 536.236,00 sendo R$ 487.236,00 em recursos da concedente (SEDICT) e R$ 49.000,00 em recursos da convenente (COOPEIXE);

2. O referido Convenio tem por objeto a reforma do prédio e aquisição dos equipamentos e matérias necessário para o funcionamento da Indústria;

3. Neste processo fui de fundamental importância o apoio da Prefeitura de Bujari e Câmara de Vereadores os quais, após analise do projeto, viabilizaram através de projeto de lei a cessão do prédio para a Cooperativa;

4. Toda a execução e gestão do Convênio foram realizados pela Cooperativa, contando com apoio da SEDICT (hoje SEDENS).

5. A capacidade inicial de processamento é de 30 ton./mês de matéria-prima, entretanto a demanda foi maior que o projetado inicialmente o que requereu, após a inauguração, ser realizado um novo planejamento pelo Conselho Administrativo da Cooperativa visando a ampliação da capacidade produtiva para 60 ton./mês, sendo necessário:

a. Instalação de Câmara Fira e Túnel de Congelamento com capacidade de armazenamento para 20 ton.

b. Instalação de uma Câmara de Resfriamento e aquisição de uma Despolpadeira com capacidade de processamento para 500 kg/h.

6. A Cooperativa esclarece ainda que os equipamentos acima mencionados já foram adquiridos e encontra-se em fase final de instalação, com previsão de reinicio das atividades na primeira semana de Agosto/2012.

7. Destacamos que a Cooperativa, através de sua equipe técnica vem realizando trabalho de campo, onde estão sendo cadastrados todos os piscicultores que tenham interesse em fornecer seu produto para Indústria.

8. Quanto as informações distorcidas pela reportagem esclarecemos que:

a. A Indústria não está abandonada, e conta com pessoal administrativo e de manutenção;

b. Toda mão-de-obra operacional já foi selecionada;

c. Os matérias (madeiras e painéis isotérmicos) destacados pela reportagem como abandonos, são na verdade decorrente do processo de instalação da Câmara Fria, pois sabe-se que em todo processo de construção e montagem a sobra de material e estes são de responsabilidade da empresa contratada;

d. A entrada principal citada na matéria é na verdade a saída final do produto processado e deve realmente manter-se constantemente fechada. Bem como todo o acesso a área de processamento deve ser mantida fechado para evitar contaminação externa, bem como o acesso de pessoas não autorizadas;

e. A “porta frigorifica” citada na reportagem é na verdade uma placa de painel isotérmico, estando acondicionada na parte externa para montagem pela empresa contratada;

f. O nome correto do Presidente da COOPEIXE BUJARI é Francisco Roberto Alves Diógenes, e não Antonio, como informado na “reportagem”. E o motivo de não conseguir contato via telefone se deve ao fato de o mesmo encontra-se na zona rural junto a equipe técnica realizando levantamento dos piscicultores;

9. Destacamos ainda, o repudio a invasão da Invasão da Indústria de Embutidos de Peixe por partes de pessoas que não foram autorizadas a adentrar, considerando tratar-se de uma área particular e não pública;

Por fim, informamos ainda que a Cooperativa participou no ultimo dia 16 da Chamada Pública que permitirá o fornecimento de Embutido de Peixe na Rede Estadual de Ensino.

Finalizamos externando nosso agradecimento ao Governador Tião Viana, aos Secretários Edvaldo Magalhães e Lourival Marques, a Prefeitura de Bujari pelo comprometimento para como o pequeno produtor. E, a todos os piscicultores e produtores rurais que acreditaram e acreditam neste projeto.

A Cooperativa COOPEIXE BUJARI solicita ainda, o direito de resposta a matéria vinculada de forma distorcida e visivelmente com cunho politiqueiro.

Francisco Roberto Alves Diógenes
Presidente

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Acre

Educação do Acre quer elevar de 5 para 7 a nota do Ideb

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O Secretário da Educação do Acre, Mauro Sérgio, propõe elevar de 5 para 7 a nota estadual do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Para isso, diz Mauro, é seguir as políticas em implementação. Só no ano passado foram inauguradas sete escolas e reformadas mais de 300. O governo vai investir em nova pedagogia com escolas cívico-militares –uma em cada cidade -de ensino integral e com escolas agrícolas, oferecendo bolsas estágios.

Mauro terá de enfrentar desafios como a baixa taxa de frequência escolar no Acre. O Estado desponta com a maior taxa de jovens na faixa etária dos 15 aos 17 anos no país que não frequentam a escola, segundo a pesquisa de Síntese dos Indicadores Sociais do Instituto. A taxa de frequência nesta faixa etária corresponde por 82,6% no ensino médio.

(CN)

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Acre

O ronco da motosserra

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O senador Marcio Bittar faz parte do rol de excentricidades do Acre. Não bastasse o estabelecimento Agroboi, que vende material para construção, e a antiga Açucareira Rio Preto, que nunca comercializou açúcar, Bittar se autodeclara “absolutamente liberal” na economia e radicalmente conservador nos costumes sem, no entanto, nunca ter produzido nada, além de seu longo carreirismo na política.

A imensa fazenda de gado de Bittar, localizada na BR-364, sentido Sena Madureira, foi vendida antes dos pastos serem completamente tomados pela capoeira. Sua passagem por empregos se resumiu a cargos públicos no governo Lula, quando compunha a equipe de assessores do Ministério da Integração Regional e na assessoria do amazonense Eduardo Braga, que também era arrendatário de seus pastos.

Sua primeira e vexatória participação no Senado Federal foi propor, em parceria com o senador Flávio, filho do presidente Bolsonaro, a extinção total das áreas de proteção ambiental. De tão esdrúxulo, o projeto não recebeu apoio nem dos mais animados integrantes da bancada ruralista.

Agora, o senador é signatário de um projeto de lei para reduzir o tamanho da Reserva Extrativista Chico Mendes e passou a defender abertamente o projeto da deputada Mara Rocha, que pretende a extinção do Parque Nacional da Serra do Divisor. A chance de aprovação de ambos é menor que zero. Até os sócios de fábricas de motosserras têm mais equilíbrio e pudor.
O questionável é que não se observa qualquer empenho para estimular a recuperação e a reintegração à produção de cerca de 600 mil hectares de áreas atualmente degradadas. A cegueira é pelo corte raso da floresta.

Nesse ínterim, o senador saiu para um bate-boca nas redes sociais com o ex-prefeito, governador e senador Jorge Viana, acusando-o de enclausurar o desenvolvimento socioeconômico da região onde se localiza a reserva extrativista Chico Mendes, um paraíso ambiental intocável onde impera a miséria e o atraso.

Antes de passar para o parágrafo seguinte, vale refrescar a memória de Bittar e de tantos outros, que é falta de conhecimento elencar no currículo de Jorge Viana a criação da da Resex Chico Mendes: a dita foi criada em março de 1990. Ou seja: quando tanto Márcio quanto Viana eram saltitantes correligionários de Flaviano Melo e Mauro Bittar, irmão dele, era o secretário mais influente da gestão.

Óbvio que os resultados obtidos pela florestania petista são incompatíveis com o vultoso volume de recursos nela aplicados, mas isso não deve, de maneira alguma, ser pretexto para riscar do mapa as áreas de preservação nem para desconsiderar que no Acre milhares de famílias ainda sobrevivem da cultura extrativista.

O argumento principal para retirar da área o status de parque nacional é a possibilidade da abertura em plena floresta de uma estrada ligando o Juruá ao Peru. Antes de qualquer precipitação, a primeira providência seria analisar quais o resultados econômicos advindos do acesso ao Pacífico por Assis Brasil.

Salvo as poucas comitivas de turistas que vão a Lima ou a Cuzco, a ligação andina facilitou muito mais o tráfico de drogas. A fila de carretas passando pelo Estado ainda está por vir.

Enquanto deputado estadual eu sempre fui a “ovelha negra” a questionar a viabilidade econômica desse comércio. Além dos entraves burocráticos de toda ordem, o sucesso das trocas bilaterais depende de sua regularidade e de escala e, infelizmente, o Acre não tem mercado consumidor capaz de absorver um volume atrativo de negócios. As segundas e terças verdes dos supermercados Araújo, por muito tempo, serão supridas pelo Ceasa de São Paulo.

Por sua própria experiência, o senador Marcio Bittar não é uma boa referência em produção.

Quem não lembra da algazarra e das farpas que Bittar e o então senador Tião Viana fizeram e trocaram para assumir a paternidade da exploração de petróleo e gás de xisto na terra dos Náuas?

Pergunta-se, então: desistiram?

Apesar das divergências políticas e ideológicas que cultivamos, Jorge Viana é uma voz de peso a ser ouvida nessa discussão e, portanto, o debate não poderá ser rasteiro como Bittar insinua.

 

Luiz Calixto escreve todas às quartas-feiras no ac24horas.

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