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Vereador que agrediu índio no Jordão é acusado de reter e usar cartões de crédito de indígenas indevidamente

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Jairo Carioca,
da redação de ac24horas
jscarioca@globo.com

Vereador comunista agride Índio que se recusou a pagar conta em seu comércio. O caso aconteceu no município de Jordão, uma das cidades mais isoladas do Estado do Acre. O comerciante e vereador Francisco Alves, conhecido como Chicão, teria se irritado por que o índio da tribo Kashinawá, Marcelo Sabino, não quitou sua conta na “taberna” e por conta disso desferiu-lhe um tapa na cara. Segundo informações,  “Chicão teria ainda se escondido, evitando assim que os demais componentes da tribo fizessem justiça com as próprias mãos. O caso foi registrado na Delegacia de Policia Civil do município.

Conta o índio Marcelo Sabino que ao receber seu salário foi até o pequeno comércio de Chicão e fez a proposta de pagar somente R$ 150,00 que correspondia a uma parte da dívida total de R$ 700,00. “Irritado, o vereador e presidente da Câmara de Jordão, me deu um tapa na cara”.

Humilhado, o índio disse que procurou ajuda dos colegas de tribo que ao retornarem ao comércio não encontraram mais Chicão no atendimento. Eles registraram queixa. O Delegado orientou que o índio procure o Ministério Público Estadual na próxima segunda-feira.

Ainda segundo informações, Marcelo Sabino conseguiu dinheiro para quitar todo o débito. A tribo decidiu que não vai mais fazer compras no comercial do vereador que deverá ainda responder a processo. Revoltados, os índios resolveram revelar que o vereador e comerciante tem posse de cartões e senhas de vários funcionários índios.

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Acre

Quatro obras do Depasa são denunciadas e o Ministério Público abre investigações

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O que acontece com as obras do Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento (Depasa)? Essa é a pergunta feita pela maior parte da população e também buscada pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), o qual abriu de uma só vez quatro inquéritos civis para investigar um mesmo número de obras em diferentes bairros da capital acreana.

As quatro conversões dos procedimentos preparatórios nos respectivos inquéritos foram publicadas de uma só vez por parte do MPAC e mostram ser um trabalho recorrente do órgão Ministerial.

As obras do Depasa em Rio Branco seguem sendo questionadas, pois além de terem qualidade duvidosa em muitos casos, em outros não são concluídas. Além disso, em áreas como o residencial Joafra, as obras são questionadas por demorarem a ser iniciadas.

Em todas os quatro processos, a investigação partiu de denúncias formais dos respectivos moradores na região afetada, com os depoimentos sendo registrados pelo MPAC. A partir destes foram abertas as investigações.

Bairros Vitória, Nova Esperança, Jorge Lavocat e Bom Futuro

O processo n.º 06.2017.00000195-4 foi aberto após denúncias de má execução de obras na Rua Francisco Gomes, Bairro Nova Esperança, provocando o retorno das águas servidas e pluviais para dentro das residências.

Já o processo n.º 06.2017.00000204-2 trata de “problemas relacionados à falta de adequada rede/sistema de drenagem na Travessa Cajueiro, Bairro Jorge Lavocat”, situação que tem provocado alagamento das residências.

Por sua vez, o processo n.º 06.2017.00000271-0 relata haverem problemas relacionados “à execução de obras de esgotamento sanitário no Loteamento Bom Futuro, sob a responsabilidade do DEPASA”.

Somente o processo n.° 06.2017.00000270-9 não trata de problemas de drenagem e saneamento, mas sim da “ausência de infraestrutura na Rua Caju, Bairro Vitória”.

MPAC vai reiterar pedidos de informações

Em todos os casos os procedimentos foram instaurados há mais de 180 dias, sem que tenham sido finalizadas as apurações. Por conta disso, o MPAC decidiu converter os procedimentos preparatórios nos respectivos inquéritos civis.

Com isso, o Depasa será agora intimado a se manifestar de forma oficial e responder às denúncias/questionamentos. Pelas publicações é possível inferir que dentro do prazo inicial, o órgão estadual não atende às cobranças do MPAC, tornando necessário o novo enquadramento processual.

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Acre

Presidente do Livres sugere debate entre pré-candidatos ao governo para março de 2018

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O presidente do Livres (antigo PSL), empresário Rodrigo Pires, está sugerindo a realização de um debate entre os pré-candidato ao governo do Acre e ao Senado para março de 2018, período ainda é pré-eleitoral. Seria o primeiro debate político visando as eleições gerais.

Pires observa que há, atualmente, uma “briga de vaidades” e muita busca por holofotes entre os que, hoje, se colocam como postulantes a candidaturas a cargos majoritários no Acre.

Sobre o debate já pré-agendado, que contará com as presenças de professores, juristas, empresários, jornalistas e representantes de diferentes partidos políticos e entidades diversas locais, Rodrigo Pires afirma que  “quem não for terá que se justificar perante a sociedade .O evento terá cotas de participação por partido. E será em março de 2018. Até lá todos terão tempo para se preparar. Acho que já entendemos que ambos os lados têm falhas, agora é hora de saber quem vai corrigir para o futuro”, salienta.

Meses atrás, Rodrigo Pires chegou a se apresentar como a pré-candidato a governandor, mas desistiu da ideia.

Seu partido, o Livres, namora uma aliança com o Cel. Ulysses, pré-candidato a governandor.

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Acre

Analista judiciário é executado e o corpo é encontrado no Ramal da Zezé, no Belo Jardim

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O corpo do analista judiciário do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), Francisco das Chagas Farias de Abreu, de 49 anos, foi encontrado por populares na noite de sexta-feira (17), no Ramal da Zezé, no bairro Belo Jardim, Segundo Distrito de Rio Branco. O cadáver apresentava marcas de tiros.

Segundo informações dos peritos que atenderam a ocorrência, o servidor público teria sido assassinado com vários tiros na cabeça. Francisco das Chagas pode ser vítima de latrocínio. No local que o corpo foi encontrado, a perícia coletou  seis cápsulas de arma calibre 380, objetos plásticos e documentos de uma caminhonete.

A delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) investiga a hipótese de latrocínio, roubo seguido de morte. Francisco das Chagas era proprietário de uma caminhonete que não foi encontrada. Coincidência ou não há alguns dias, em sua página no Facebook, a vítima foi alertada para tomar cuidado com os ladrões de caminhonetes.

 

 

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