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“O município não tem dinheiro para reconstruir a cidade”, disse o prefeito Raimundo Angelim

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Jairo Carioca,
da redação de ac24horas
jscarioca@globo.com

“O município não tem dinheiro para reconstruir a cidade”, revelou na tarde de ontem, o prefeito Raimundo Angelim, durante gravação do programa Gazeta Entrevista, na TV Record. Ainda segundo o prefeito, os prejuízos com a maior alagação dos últimos anos, podem ultrapassar a casa dos R$ 20 milhões em todo o Estado. A presidente Dilma Rousseff liberou apenas R$ 1 milhão, o dinheiro, segundo o gestor petista, ainda não caiu nos cofres públicos. A expectativa é que mais recursos sejam liberados a partir da visitação do ministro da Integração, Fernando Bezerra, que acontece hoje, em Rio Branco.

A burocracia é o maior adversário enfrentado pelo Comitê Gestor que cuida dos alagados. Até o dia 10 de fevereiro, segundo o prefeito, somente a prefeitura de Rio Branco já havia desembolsado R$ 1,5 milhão.

– Dependemos muito do governo federal, principalmente para resolver problemas de moradia. Essas pessoas precisam de casas gratuitas – disse Angelim, em resposta ao apresentador Alan Rick.

Dois polígonos apontam que 500 famílias precisam ser removidas. Angelim continua culpando “interesses menores” pela não retirada das famílias de áreas alagadiças.  Ele cita a região do 06 de agosto como um dos pontos de conflitos. O prefeito não falou nas falhas do chamado “aluguel social” que foi um dos principais pontos de resistência apontado pelas famílias que resistiram à proposta governamental.

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Acre

Soster questiona prefeitura ao apontar falta de médico em UBS

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O empresário do ramo de construção de rodovias, pavimentação asfáltica e candidato à prefeitura de Rio Branco pelo Avante, Jarbas Soster, voltou a criticar a falta de atenção da atual gestão municipal da capital acreana em relação às unidades de saúde que ficam sob a responsabilidade do município.

Nas redes, Jarbas mostrou o caso da Unidade Básica de Saúde (UBS) localizada no bairro Belo Jardim, que estaria sem médico, segundo moradores.

“Saúde da prefeitura, cadê você????De quem é a responsabilidade por este abandono????Não tem médico, segundo moradores. Belo Jardim. #aquinaotemsocorro”, afirmou.

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Acre

Pelo terceiro dia seguido, Acre não tem mortes por Covid-19

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Pela primeira vez desde o início da pandemia, o Acre não registra mortes pela Covid-19 por três dias seguidos. A informação está no boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) na tarde desta segunda-feira, dia 19. Até agora, 679 pessoas morreram vítima da pandemia no Acre.

Em relação aos novos casos, o boletim registra 47 novos casos de contaminação. O número total chega a 29.765 pessoas infectadas.

Até o momento, o Acre registra 77.919 notificações de contaminação pela doença, sendo que 48.153 casos foram descartados, enquanto 1 amostra de RT-PCR está em análise. Pelo menos 27.732 pessoas já receberam alta médica da doença e 63 seguem hospitalizadas.

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Acre

Propaganda ilegal é recorde de denúncias na 9ª Zona Eleitoral

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O novo juiz eleitoral de Rio Branco, Robson Aleixo, disse nesta segunda-feira, 19, que as denúncias mais comuns que chegam à 9ª Zona Eleitoral têm sido atos de propaganda irregular na campanha.

“Temos várias representações por propaganda irregular”, informou Aleixo ao ac24horas. À tarde, ele prepara um levantamento das denúncias até agora protocoladas na Justiça Eleitoral.

Aleixo ocupa a vaga deixada pelo colega Giordane Dourado, afastado da 9ª Zona Eleitoral a partir de uma ação do Ministério Público. Dourado é casado com assessora do candidato a prefeito de Rio Branco pelo MDB, Roberto Duarte. O MP viu que será complicado para o juiz decidir sem suspeições nesta campanha.

Aleixo já foi defensor público da União e agente da Polícia Federal antes de ser juiz no Acre.

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Acre

“Mortes a esclarecer” caem 42% em um ano no Acre, diz Fórum

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O número de mortes “a esclarecer” caiu 42% em 2019 em relação a 2018, segundo informa o G1 com base nos dados do 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado neste domingo (18) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Eram 17 mortes sem esclarecimento em 2018. No ano seguinte, eram 10. Levando em conta a criminalidade em geral, mais de 72% dos casos foram esclarecidos em 2020, segundo o Governo do Estado.

O Brasil registrou no ano passado 13.705 mortes “a esclarecer” – um aumento de 9% em relação a 2018, quando foram computadas 12.232 mortes do tipo.

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