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Elenco de Plácido de Castro Futebol Clube 2012 é apresentado

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em

Jairo Carioca,
da redação de ac24horas
[email protected] 

O elenco do Plácido de Castro foi apresentado nesta terça e continuará os treinos para a disputa do Estadual 2012.

Depois de conquistar o vice-campeonato no ano passado e de disputar a série D do Campeonato Brasileiro, a equipe do Plácido de Castro vem com tudo e quer o título do estadual em 2012. Dez jogadores foram contratados do sul do Brasil para reforçar o elenco que será comandado pelo técnico Luiz Carlos Silva.

A Pousada da Floresta foi o palco da apresentação do elenco do Tigre do Abunã,na manhã de ontem, na presença da diretoria do clube, do prefeito Paulinho Almeida, vereadores e empresários locais. Segundo o técnico Luiz Carlos Silva o objetivo é lutar pela conquista do título.

– Vai ser um campeonato difícil. Rio Branco e Juventus montaram elencos fortes e o Náuas também vem contratando bons jogadores. Vamos iniciar o nosso trabalho com elenco completo e iremos ter um time de qualidade – declarou o treinador.

Para o prefeito Paulinho Almeida o clube deve está unido para que haja resultados positivos e lembrou da grande conquista do ano passado “Queremos repetir a dose do . Ele lembrou do ano passado quando a equipe chegou a ser vice campeã e disputou o Campeonato Brasileiro da Série D.

– Hoje a prefeitura é uma parceira principal do clube juntamente com o governo do estado – acrescentou Paulinho Almeida.

Surpresas
O zagueiro Marinho e o volante Moisés, revelados na base do Juventus, são duas surpresas no elenco do Plácido de Castro. “O Moisés jogou pouco nas duas últimas temporadas, mas foi bem indicado. O Marinho pediu uma chance e resolvemos aceitar. Fui informado dos problemas extra-campo do Marinho, mas conversamos e espero que ele possa ajudar”, disse Luiz Carlos Silva.

Ainda segundo Luiz Carlos Silva, os atletas contratados fora do Estado foram escolhidos com muita cautela. “Os nossos investimentos são limitados, e por isso, não podemos errar. Alguns jogadores como o Lucas e Renatinho estão voltando”, explicou o técnico.

Relação dos importados

Domingos [lateral direito], Robson [zagueiro], Lucas [zagueiro], Cabinho [lateral esquerdo], Leando, o Chocolate [volante], Dimis [meia] Renatinho [meia] Alison [meia], Denilson [atacante] e Evaldo [atacante] .

 

 

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Cidades

Ex-BBBs Gleici Damasceno e Wagner Santiago terminam o namoro mais uma vez

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Gleici Damasceno e Wagner Santiago se conheceram durante o confinamento do Big Brother Brasil 18. Ainda na casa, eles se aproximaram e assumiram o relacionamento após a acreana sair vencedora do reality. Porém, depois de idas e vindas, os dois romperam o romance. É o que diz o jornal Extra.

Segundo a publicação, o relacionamento terminou no fim do ano passado. Mas os dois seguem amigos. Recentemente, Gleici se envolveu em uma polêmica com o também ex-BBB Lucas Fernandes. O bafafá teria começado após a acreana questionar se a nova temporada do reality show terá “mais um Lucas”.

O comentário é referente ao episódio de traição cometido pelo modelo. Na época, ele entrou no programa noivo de Ana Lúcia Vilela, mas se envolveu amorosamente com Jéssica Mueller.

Diante da crítica de Gleici, Lucas gravou vídeos nas redes sociais para rebater a colega e fazer uma “mea culpa”. “As pessoas me marcaram falando que a Gleici, que ganhou a edição do BBB comigo, fazendo um comentário extremamente desagradável, questionando se nesta edição vai ter ‘algum Lucas’”, começou.

Fonte: Metrópoles

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Destaque 2

Piloto de helicóptero dos famosos diz que seguro não deve cobrir o acidente do Harpia 1

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O acidente entre o caminhão-baú e o Harpia 1, do Governo do Estado do Acre, virou assunto nacional. Após conferir as imagens do acidente , o instrutor e youtube do Canal VHD, do maior canal de helicópteros do mundo, Victor Hugo Dias, soltou o verbo e não economizou nas críticas.

“Nenhum acidente na aviação acontece apenas por um fator, são sempre diversos fatores, que vão se somando até acontecer o acidente”, afirmou.

Em entrevista exclusiva ao ac24horas, Victor afirmou que houve sim erro das duas partes envolvidas no acidente, principalmente, pelo motorista de caminhão.

“Você tá vendo uma aeronave sendo acionada, pra quê, você vai chegar tão perto da aeronave? Se for olhar o tamanho do recuo que tinha ali, o recuo era gigante. Não tinha necessidade do caminhão chegar tão perto como ele chegou do helicóptero. Houve, sim, um erro da tripulação que tem que zelar pela máquina, e isolar melhor a área. Naquele momento, a aeronave estava sendo preparada para decolar. Poderia ter alguém lá na ponta travando esse trânsito? Sim! Quem poderia ter feito? agente de trânsito, Polícia Militar ou Civil”, destacou.

Victor afirmou que também ficou “abismado com a falta de noção” dos próprios colegas pilotos de aeronave.

“As vezes eu fico abismado com os próprios pilotos que não tem noção espacial do tamanho com o negócio que ele tá voando, de onde as partes podem pegar e, eu vejo vídeo direto de pilotos que vai manobrar e pega o motor de cauda na árvore”, afirmou.

Em sua análise, a possibilidade de explosão do helicóptero na hora do acidente era muito baixa devido ao casco do tanque de gasolina ser bem protegido.

“Esse modelo de helicóptero é muito seguro, existe há mais de 30 anos, que é uma AS50 não é atoa que a maioria das forças públicas dos diversos estados e emissoras de TV usam”, ponderou.

Victor avaliou o local usado para o pouso e a decolagem, do ponto de vista da lei, como tranquilo, já que a aeronave estava exercendo uma atividade de interesse do governo.

CMTE. HAMILTON E VITOR HUGO – FOTO: CEDIDA AO AC24HORAS

Victor explicou, em outro trecho, que o prejuízo do helicóptero deve ser enorme. Ele estimou por volta de R$ 6 milhões de reais.

“Quando acontece um tipo de negócio desses não é simplesmente trocar o que estragou. A transmissão vai ter que fazer um rebite nela, devido essa parada rápida. Tudo que integra desde a hora que sai do motor tem que haver uma inspeção minuciosa e nesse caso com o impacto que foi, provavelmente, tem que trocar muita coisa. As vezes chega a ficar 70% ou 80% do valor do helicóptero, por questões de justamente as peças mais caras que estragaram ali. Quanto à chassi dá realmente uma estragada, porque ela chega a entortar devido ao impacto”, ponderou.

Em relação ao seguro da aeronave, Victor Dias, afirmou que se o seguro for o da maioria das aeronaves, não devem cobrir o prejuízo, pois segundo ele, o seguro só cobre lugares homologados, e o lugar que ocorreu o acidente não estava homologado.

“Nesse caso não é homologado, é um lugar não homologado, que a gente chama de “zulu” que recebe o nome de pouso não ocasional. Se funciona que nem o seguro de aeronaves não paga, não vai pagar”, afirmou.

 

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