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“Michel Temer, do PMDB de Flaviano Melo, foi quem vetou fuso horário”, diz líder de Tião

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O deputado Moisés Diniz (PCdoB) informou que o veto da volta do antigo fuso horário do Acre teve a sua publicação assinada pelo vice-presidente Michel Temer, no exercício da Presidência da República.

“Michel Temer é do PMDB, mesmo partido do deputado federal Flaviano Melo, autor do projeto de lei que aprovou o refendo. Nessa cumbuca tem abelha”, observou o parlamentar.

O deputado estranha o fato de a publicação do veto ter sido assinada na ausência da presidente Dilma, que na terça-feira estava em viagem oficial ao Uruguai. “Por que o peemedebista não aguardou o retorno da presidente, porque sem publicação o veto é letra morta”, questionou.

Moisés afirmou que, desde o começo, alertou para o erro sobre os procedimentos de retornar ao antigo fuso horário do Acre.

“O referendo no Acre não podia decidir pela vida de amazonenses e paraenses. A consulta deveria ter sido realizada nos três estados. Os autores do referendo enganaram os acreanos. Agora temos que corrigir”, alerta Moisés.

O parlamentar defende que seja realizado um plebiscito nos três estados, conduzido pela bancada federal acreana, que deve negociar a nova lei com os dois estados amazônicos.

“Quando a lei alterou o fuso do Acre, alguns políticos da oposição passaram a politizar o assunto, virou bandeira de campanha. O referendo ocorreu no meio da guerra política do segundo turno, um erro sem tamanho”, lembrou Moisés.

Para o deputado, setores da oposição navegaram na mudança do fuso horário, aproveitando o fraco desempenho da Frente Popular, especialmente da candidata Dilma Roussef, que teve o seu campo político dividido, com a candidatura de Marina Silva.

“Eles não perdoaram, agiram com certa brutalidade, criaram factoides, como ‘horário de Deus’ e outras indecências. Nossa militância não reagiu e os políticos da FPA ficaram amedrontados, quase que acovardados”, lamenta o líder.

De acordo com o deputado, chegou a hora de enfrentar esse assunto abertamente, porque, segundo ele, não pode ficar só um lado falando.

“Nós devemos respeitar a decisão do povo, mas a população precisa saber que os seus líderes conduziram o processo de forma errada e que precisa ser corrigido”, conclui.

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Acre

Rocha diz que não entende porque de reivindicações de militares estarem paradas na Casa Civil

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O vice-governador Major Rocha (PSL) usou as redes sociais na manhã desta segunda-feira, 21, para falar acerca do protesto realizado em frente ao Palácio Rio Branco, por membros da Associação dos Militares do Acre (AME).

Em um longo texto, Rocha celebrou a convocação dos concursados para o quadro da Polícia Civil do Acre, mas ressaltou que é importante também atender as demais promessas realizadas pelo governo (Cameli/Rocha), quando ainda em campanha em 2018.

Rocha elencou as reivindicações que vão desde o realinhamento horizontal, a promoção sub judice e o banco de horas e reconvocação indenizatórios, além de outras pautas dos demais segmentos [Iapen e ISE] que compõem a segurança pública do Estado

Rocha diz que não entende o porquê de muitas destas reivindicações se encontram paradas na Casa Civil e pontuou que essas decisões estão acima das possibilidades enquanto vice-governador. Ele afirmou que se não houver a vontade expressa do chefe do executivo [Cameli] não passarão de meras promessas.

“Muitas dessas promessas não geram impactos financeiros ao estado e possuem legalidade para a concretização. Difícil entender o que faz com que tais pleitos não avancem, já que atenderiam reivindicações legítimas. Triste que não sejam concretizados, reconhecendo o esforço dos nossos profissionais da segurança e melhorando a imagem do governo perante as categorias que a compõem”, afirmou.

“Lamentavelmente, essas decisões estão acima das minhas possibilidades enquanto vice-governador. Se não houver a vontade expressa do chefe do executivo não passarão de meras promessas. Ainda assim, tenho cobrado exaustivamente o cumprimento de tais compromissos”, encerrou.

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Acre

Tentando apaziguar atrito entre Alysson e Gladson, Moisés Diniz diz: “são amigos”

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O conselheiro político do governador Gladson Cameli, Moisés Diniz, usou as redes sociais na tarde desta segunda-feira, 21, para pôr panos quentes em um possível atrito entre o governador Gladson Cameli e o secretário de saúde, Alysson Bestene. A publicação de Diniz foi feita logo após ac24horas disponibilizar reportagem que retrata a falta de autonomia do gestor da saúde para tomar decisões e nomear pessoas de sua confiança.

Leia mais:  Nomeações, compras e falta de autonomia tem provocado desgaste de Alysson Bestene na Sesacre

O articulador político relatou as dificuldades de gerir o sistema de saúde pública no Acre e atenuou a burocracia, as distâncias, falta de profissionais de ponta e de equipamentos milionários. “Gladson Cameli pegou um sistema complexo e debilitado. E, no segundo ano, enfrenta uma violenta pandemia. Alysson Bestene, sob o comando de Gladson Cameli, não deixou Rio Branco virar uma Manaus ou Belém, multiplicou por quatro a quantidade de UTIs”, argumentou.

De acordo com Diniz, Alysson ajudou Gladson a construir dois hospitais de campanha permanentes, entregou a verticalização do Pronto-Socorro, a UPA de Cruzeiro do Sul e está recuperando e modernizando o nosso sistema de saúde. “Vamos sair dessa pandemia, com um sistema de saúde mais moderno, mais humanizado, mais abrangente e com servidores mais valorizados. As dificuldades vão passar e a saúde pública vai melhorar ainda mais. Gladson e Alysson não são só correligionários, são amigos também”, frisou.

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Acre

Juiz propõe assinatura contra as fake news nas eleições 2020

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O Juiz da 9ª Zona Eleitoral, Giordane Dourado, como ação preparatória para as eleições, está convocando candidatos e representantes dos partidos políticos/coligações para participarem da reunião que acontece na terça-feira, da próxima semana, dia 29 de setembro de 2020, às 09h, no auditório da Superintendência da Polícia Federal no Acre, em Rio Branco.

O objetivo é publicizar as vedações que a legislação eleitoral impõe aos partidos e candidatos, bem como de dialogar com os os agentes que concorrerão no pleito deste ano para a prevenção de infrações à legislação eleitoral.

Por conta da pandemia da Covid-19, o magistrado delimita a fica limitada a participação de 2 (dois) representantes por partido ou coligação, a participação de 2 (dois) candidatos por partido que tenham candidatos proporcionais e apenas 1 1 (um) advogado por partido ou coligação. Todos os candidatos majoritários poderão participar.

Acontece que durante a reunião, Giordane Dourado vai propor uma novidade na eleição deste ano. A justiça eleitoral vai propor a assinatura de um pacto entre todos os candidatos, partidos e coligações de combate à desinformação (fake news) no período eleitoral, mediante a assinatura de um termo de compromisso.

“Queremos mostrar que a justiça eleitoral está atenta e não vamos permitir fake news nestas eleições. Vamos chamar a todos para um grande pacto para que cada faça sua parte e tenhamos uma eleição limpa, sem informações falsas”, afirma Dourado.

Os candidatos e partidos não serão obrigados a assinarem o pacto, mas como soaria, no mínimo, estranho que alguma agremiação partidária ou candidato não defendesse o fim das fake news, a expectativa é que todos assinem o documento.

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Acre

Duarte ataca Minoru: “deixem as máscaras para a pandemia”

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O candidato à prefeitura de Rio Branco pelo MDB, Roberto Duarte, usou novamente as redes sociais nesta segunda-feira, 21, para atacar o também candidato a prefeito Minoru Kinpara (PSDB). Não é a primeira vez que Duarte usa sua campanha para criticar o posicionamento político e ideológico do adversário.

Durante um vídeo, o advogado e deputado estadual diz que não adianta Minoru “mostrar uma nova face”. “Pois ele [Minoru] esteve à frente do PT e da Rede nesses últimos anos. Deixem as máscaras para a pandemia”, exclamou.

O emedebista reclama também que a população paga o preço por um modelo “enganoso” de gestão, que segundo ele, Kinpara fez parte. “Que se perpetuou no poder ao longo dos últimos 20 anos no nosso estado. Passadas duas décadas sendo governados por gestões esquerdistas, todos sentimos na pele que não deu certo”.

Para Duarte, a “esquerda acendeu um sonho de que a vida melhoraria com a florestania e isso foi uma ilusão ao povo do Acre. O atual candidato a prefeito do PSDB defendeu a florestania durante mais de 20 anos e hoje pousa no ninho tucano achando que mudou seus princípios. A gente precisa saber onde ele está, para onde ele vai e quais são os princípios ideológicos. É aquela história: troca de time toda hora”, concluiu.

Durante a convenção partidária que oficializou o nome de Minoru como candidato a prefeito de Rio Branco pelo PSDB, o ex-reitor da Universidade Federal do Acre (Ufac) garantiu que não se preocupa com críticas proferidas pelos concorrentes e que seus únicos problemas hoje são “os problemas de Rio Branco”.

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