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Reviravolta no caso Fabrício: dos seis acusados, quatro podem ser soltos ainda esse ano

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“Eu vou mudar a denúncia contra os acusados desse crime. Antes o Ministério Público trabalhava com a hipótese de seqüestro seguido de morte. Depois da audiência de hoje, ficou claro que a morte do Fabrício está ligada a latrocínio, roubo seguido de morte. Diante desses fatos, vou formular nova denúncia e reduzir o número de acusados, porque as provas até aqui apresentadas não são suficientes para incriminar os seis réus que estão presos”, essa revelação partiu do promotor José Rui Lino Filho, que representa o MPE no caso Fabrício.

Na próxima segunda-feira, o promotor disse que irá apresentar ao juiz Clóvis Augusto Cabral, da 4 Vara Criminal a nova denúncia que pode resultar em liberdade definitiva para quatro dos acusados que estão presos.

“Eu vou reduzir o número de nomes na denúncia. Vou posso revelar aqui quais irão ficar de fora, mas te confirmo que o Leonardo certamente estará implicado nesta nova peça”, completou rui Lino.

Leonardo Leite de Oliveira confessou em juízo ter assassinado a facadas o garoto Fabrício Costa, e relacionou o crime a uma suposta vingança contra Júlio César Zuza da Costa, o Julinho, tio do garoto, mas essa tese não foi aceita pelo Ministério Público.

“Na acareação o Leonardo voltou a dizer que matou por vingança, mas está claro que matou para roubar. Ele tem um histórico de roubos e furtos na região do terminal e da gameleira.  Sinceramente ainda não ficou clara a motivação, mas quanto a autoria a gente não tem dúvidas. Ele fez várias vítimas naquela região da cidade, mas não colabora com a justiça explicando porque matou o garoto para roubar.

Com a qualificação de latrocínio, o processo ganha novo rumo, uma vez que as provas apontam que Leonardo ficou com o aparelho celular usado por Fabrício. É justamente nesta linha que o promotor vai basear a nova denuncia. Caso entregue o relatório na próxima segunda feira ao juiz da Vara Criminal é provável que peça seja analisada antes do recesso forense, o que significa que os nomes que ficarem de fora da denúncia podem ganhar liberdade antes da virada do ano.

Veja quem são os acusados que estão presos

Leonardo Leite de Oliveira – apontado como o executor de Fabrício.

Edvaldo Leite de Oliveira – irmão de Leonardo, teria auxiliado na execução do plano.

Miguel do Carmo e Welington – para o MPE com a nova tipificação do crime, não ficou clara a participação da dupla no assassinato.

Jairo Barbosa, direto do fórum Barão do Rio Branco-AC

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Acre

Procura por exame com swab para Covid-19 cai no Acre

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O secretário de Saúde do Acre, Alysson Bestene, disse nesta sexta-feira, 18, que o Estado investiu forte no chamado “padrão ouro” de testagem contra Covid-19, que é o RT-PCR – que utiliza o Swab, mas que de agosto a setembro a procura caiu nos unidades de saúde do Acre.

Para ampliar a testagem geral, a Sesacre tem feito parcerias com as prefeituras, inclusive disponibilizando o teste Swab.
Hoje, diz Alysson, o sistema tem capacidade instalada para testar a população na medida em que esta procurar o serviço.

“Realizamos 25 mil testes rápidos”, disse, em entrevista à Rede Amazônica no Acre, com critérios próprios da testagem com RT-PCR.

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Acre

Imac já emitiu 4 mil licenças ambientais no governo Cameli

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O governo do Acre publicou nesta sexta-feira, 18, um comunicado afirmando que o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) “trabalha dentro legais e de forma não burocrática” e que, em função disso, já expediu cerca de 4 mil licenças ambientais desde 2019 até este mês de setembro.

Esse trabalho, diz o órgão, possibilita a aquisição de linhas de crédito junto às instituições bancárias pelos produtores.

Atualmente, no instituto, não existe nenhum licenciamento atrasado, informou o presidente do Imac, André Hassem. “A demora maior dos licenciamentos é daqueles que não preenchem as formalidades requeridas pela legislação estadual e federal. Quando assumimos, havia processos parados desde 2011, hoje não há mais”, esclareceu.

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Acre

Populares danificam cavaletes para estacionar e fazer caminhada

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O Decreto municipal de Rio Branco determina que espaços públicos, mesmo ao ar livre, só deverão retornar a receber pessoas na Bandeira Verde da classificação de risco da pandemia de Covid-19 no Acre. No entanto, os cavaletes colocados pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans) na região do Ipê e Lago do Amor, no Tucumã, vêm sendo constantemente danificados para que o estacionamento possa ser usado.

“Toda semana a RBTrans coloca os cavaletes com a madeira para evitar que estacionem aqui, mas as pessoas quebram os cavaletes para estacionar os carros”, disse um denunciante ao ac24horas.

Fiscais da RBTrans vistoriam o local e aplicam multa, mas mesmo assim ainda há moradores que estacionam no local. “Eles tiram e colocam um cavalete atrás do outro”.

Conforme o Decreto, o valor da multa para esse tipo de infração durante a pandemia é de R$ 153.

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Acre

Acre supera 6 mil focos de queimadas em 2020, mostra o Inpe

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Desde 2016, o Acre não registrava essa quantidade de focos de calor no período de 1º de janeiro a 17 de setembro. Naquele ano, foram 6.588 contra 6.260 em 2020.

Com relação a 2019, há um crescimento de 15% no número de focos detectados pelo satélite de referência AQUA Tarde – 6.260 contra 5.417 focos.

No total de focos por estado, o Acre está em 8º lugar no Brasil, com 4,4% do total acumulado nas 27 unidades da federação. Nas últimas 24 horas, foram 314 registros, 57 apenas em Rio Branco.

Sena Madureira (56), Xapuri (43), Bujari (36), Brasiléia (16) e Porto Acre (14) foram os outros municípios acreanos com mais registros nesta quinta-feira,17 de setembro.

A Amazônia tem a maior quantidade de focos de queimadas desde o ano de 2010. Em 2020, são 68.486 focos registrados contra 60.470 do ano passado, uma diferença de 13%.

A situação mais dramática do fogo hoje no Brasil é a do Pantanal, com 15.835 focos de queimadas, 202% a mais do que em 2019, quando foram registrados 5.233 focos.

Os dados completos estão no Boletim de Monitoramento de Focos de Calor do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Inpe.

 

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