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Prefeitura retira ventiladores de vapor da feirinha e deixa feirantes e clientes no calor

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No Mercado Municipal Elias Mansour, no centro de Rio Branco, feirantes que ocupam um dos espaços da área estão revoltados com a Secretaria de Agricultura que retirou os climatizadores existentes no local o que fez com que o espaço se tornasse uma “sauna”.

Na área cobertura do mercado, onde se revezam semanalmente setenta feirantes, havia dez clmatizadores, uma espécie de ventilador de teto que joga partículas de água para amenizar o calor. Há cerca de seis meses, a Secretaria de Agricultura retirou seis dos aparelhos que apresentaram problemas e os envio para manutenção. Dos quatro aparelhos restantes apenas um está funcionando, e não é suficiente para cobrir toda a área.

Ney Tavares, feirante no mercado disse que quando os climatizadores foram retirados, a SAFRA prometeu que seriam reinstalados em um curto espaço de tempo, mas até agora não foram  trazidos de volta.

“Já fazem mais de seis meses que estamos enfrentando o calor aqui. Eu sei que faz calor em toda parte, mas esses ventiladores pelo menos deixavam a temperatura mais amena aqui dentro. Por causa do calor nossas vendas caíram porque os clientes se afastaram daqui”, reclama.

O administrador do mercado, Francisco Nepumoceno admitiu a demora no conserto dos equipamentos mas justificou que a manutenção está atrasada porque ficou sob a responsabilidade de uma empresa paulista, que não tem representação no Acre. Ele disse que a Secretaria de Agricultura está aguardando o repasse uma verba para autorizar a manutenção.

“Infelizmente não depende da administração do mercado. A secretaria está acompanhando o pedido de manutenção. Os aparelhos foram enviados pra São Paulo e em breve serão colocados de volta. A situação de feirantes e clientes aqui vai melhorar com a revitalização do mercado que já começou. Peço um pouco mais de paciência a todos”, disse ele.

Jairo Barbosa – [email protected]
De Rio Branco para ac24horas.com

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Acre

PF prende acreana com 7 kg de cocaína no Aeroporto de Recife

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A Polícia Federal em Pernambuco prendeu em flagrante, no Aeroporto Internacional dos Guararapes/Gilberto Freyre, na Zona Sul do Recife, uma mulher de 18 anos que estava portando sete quilos de cocaína.

De acordo com a PF, foram encontrados na bagagem 5,8 quilos de pasta base de cocaína e 1,2 quilos de cocaína em pó. Diante da suspeita, também foram apreendidos com a mulher um celular e documentos.

A suspeita havia chegado de um voo de Rio Branco, capital do Acre. Essa é a primeira apreensão de cocaína feita pela Polícia Federal este ano no Aeroporto Internacional dos Guararapes. No ano passado, 10 pessoas foram presas – sendo 3 homens e 7 mulheres e apreendidos 60,2 kg de cocaína e 30 kg de skunk.

A mulher informou à polícia que foi aliciada por uma mulher em Rio Branco e que pelo serviço de transporte iria receber R$ 5 mil. Disse, ainda, que quando desembarcasse no Recife, entregaria a droga em um hotel a uma pessoa que lhe identificaria pela cor da roupa. A suspeita justificou que está passando por uma situação financeira difícil e que esta não foi a primeira vez que transportou drogas para outro estado.

A suspeita foi conduzida para a Superintendência da Polícia Federal, no Recife Antigo, onde foi autuada por tráfico interestadual e associação para o tráfico. Caso seja condenada, poderá cumprir pena que varia de 5 a 25 anos de reclusão. (Folha de Pernambuco)

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Acre

CNM vê cenário sombrio para finanças das prefeituras no Acre

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A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) descreve um cenário sombrio para as finanças das prefeituras neste começo de ano.

Segundo a CNM, o ano de 2020 começa com informações muito preocupantes para os atuais gestores municipais com o aumento do piso nacional do magistério público de 12,84% e a perspectiva real de queda da transferência do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), principal fonte de receita para grande parte dos municípios.

Por meio da Portaria Interministerial 3/2019, publicada dia 23 de dezembro, recalculado o valor aluno-ano – conforme previsto na Lei 12.738/2008 –, determinando o percentual de aumento do piso nacional, o qual passou a ser R$ 2.886,15 para a carga horária de 40 horas. Segundo cálculos da equipe técnica da CNM, o impacto estimado na despesa de pessoal pode alcançar R$ 32 milhões para o Estado do Acre, o que poderá ter grande influência nos limites de gasto total com a folha de pagamento imposta pela Lei Complementar 101/2000 (LRF), fato este ainda mais preocupante por ser o último ano de mandato dos atuais gestores. São mais de R$ 8 bilhões no país.

Mas, além desse impacto do piso, o FPM no começo deste ano está com um comportamento negativo, ou seja, estão sendo transferidos menos recursos que no mesmo período do ano passado. Nos primeiros dois decêndios de janeiro, o FPM está menor em 8,45%, ou seja, menos R$ 464,8 milhões. E, de acordo com a previsão da STN, o repasse do FPM do terceiro decêndio será de R$ 2.619.168.000, em valores líquidos para todo o país.

Se esse valor se concretizar, o mês de janeiro fechará com um total repassado de R$ 8,309 bilhões, valor que apresenta uma queda de 15,2% se comparado com o valor executado no mesmo mês do ano passado.

Para o mês de fevereiro, há uma expectativa de crescimento de 27,5% em relação a janeiro e queda de 1,6% em relação a fevereiro do ano passado. Já para março, o valor do repasse do FPM do mês deve ser 23% menor do que fevereiro, mas, em consideração a março do ano passado, se espera um crescimento de 1,2%. Se a estimativa da STN se concretizar, deixará de ser repassado ao FPM o valor de R$ 1,569 bilhão.

Ainda de acordo com o informativo da STN, observa-se o seguinte comentário: “Conforme informações fornecidas pela Receita Federal arrecadações atípicas ocorreram no 3º decêndio de 2018 e no 2º decêndio de janeiro de 2019, influenciando negativamente esta comparação anual da distribuição dos Fundos de janeiro/2020 com janeiro/2019, além disso, a comparação mensal de janeiro/2020 ante dezembro/2019, é também impactada negativamente pela arrecadação semestral do chamado “come-cotas” que ocorre no início dos meses de julho e dezembro.

“A partir dessas projeções e estimativas, a CNM e o conjunto dos gestores municipais comunicam à sociedade e aos demais Entes da Federação (União e Estados) a extrema dificuldade que assola a gestão, além de informar também a população em geral, no intuito de que entendam nossa situação”, alerta a CNM.

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