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Denúncia: prefeito Joais migra contas dos funcionários do BB para Caixa Econômica

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O prefeito Joais Santos, do PT do município de Capixaba, localizado a 77 km da capital, migrou as contas de mais de 300 funcionários da Prefeitura de Capixaba do Banco do Brasil para a Caixa Econômica Federal. Durante o feriado de ontem (2) o tumulto foi grande no centro cultural da cidade. Revoltados, os funcionários afirmavam que não tinham sido comunicados sobre a mudança de agência e contas bancárias.

Hoje pela manhã (3), a assessoria do gabinete do prefeito confirmou por telefone a migração das contas do funcionalismo público. Um assessor disse ainda que não existe agências de nenhum banco na cidade, mas garantiu que o entendimento foi feito junto com os funcionários através de um processo que durou mais de 60 dias. Ainda segundo o assessor a situação dos pagamentos foi resolvida.

– Fazia três anos que o prefeito exigia a presença do Banco do Brasil no município. Por conta disso ele caiu no descrédito. Uma das cobranças foi feita na presença do governador Tião Viana. A caixa chegou com uma proposta melhor e no geral fez a parte dela, trouxe funcionários e isso não vai haver mais – garantiu a assessoria.

Ainda segundo a assessoria, além de uma agência, a Caixa Econômica se comprometeu em oferecer dois caixas rápidos e uma casa lotérica no prazo de 90 dias.

Jairo Carioca – da redação de ac24horas
[email protected]

 

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Acre

Aberta oportunidade para renegociação de dívidas do FNO

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Produtores rurais da Região Norte estão com a oportunidade aberta para renegociar suas dívidas com o Banco da Amazônia. Essa chance atinge aqueles que possuem operações contratadas até 2011. O prazo para obter até 95% de desconto em juros e multas é até o dia 30 de dezembro de 2019.

De acordo com a gerente de Administração de Crédito do Banco, Mariney Demétrio, esta oportunidade está sendo realizada com base na lei 13.729, que altera a lei 13.340. “O cliente que renegociar terá carência até 2020. O vencimento da primeira parcela será em 2021 e o da última parcela para 30 de novembro de 2030”, explica. Ele acrescenta que em caso de pagamento das prestações em data anterior ao vencimento, o Banco concede bônus por adimplência.

“O Banco espera atingir um público de aproximadamente 180 mil clientes em toda a Região Norte. Somente no Acre, o Banco espera renegociar mais de 7 mil operações”, informou.

A maioria do dinheiro emprestado é do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que financia projetos individuais ou coletivos. O programa possui as mais baixas de juros dos financiamentos rurais, além de linhas específicas em atendimento à igualdade de gênero e oportunidades produtivas para os jovens do campo.

Os interessados devem procurar as agências do Banco da Amazônia e conversar com a gerência.

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Acre

Em primeira agenda oficial, Tião Bocalom fala em junção de ideias

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Quem torcia pela inserção de Tião Bocalom na linha de frente do atual governo do Acre ficou contente com sua primeira participação em agenda oficial pública, ocorrida na manhã desta segunda-feira, 15, durante a abertura da programação da Feira de Negócios do Estado, a Expoacre 2019.

Esta foi a primeira aparição de Bocalom ao público numa agenda do governo. Antes disso, ele havia participado apenas de uma reunião entre representantes da Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa). Como presidente da Empresa de Assistência Técnica Extrativista do Acre (Emater), Tião Bocalom falou em entrevista à rádio Aldeia FM que a gestão de Gladson Cameli defende o que ele sempre defendeu: “O Acre é um Estado rico e que tem condições de se abastecer, pois possui terras grandes”, afirmou.

Para ele, o que faltava para o Acre produzir era apenas políticas públicas e a extinção do modelo de florestania que foi implantado em governos anteriores. “Temos o compromisso de resgatar o Estado do Acre para que nossas ideias se juntem às ideias das equipes do setor produtivo”, destaca Bocalom.

A proposta agora é fazer valer a máxima de que a população também precisa de trabalho e dinheiro para sobreviver. “Pretendemos estabelecer políticas públicas que geram trabalho e renda e sabemos que a matéria-prima para isso acontecer sairá de nossas terras”.

Bocalom acredita que o Acre dará um grande salto ao longo dos próximos quatro anos.

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