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CUT, Fetacre e prefeitos de oito municípios pedem mais prazo para cumprimento do fogo zero

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A Central Única dos Trabalhadores (CUT), Federação dos Trabalhadores Rurais do Acre (Fetacre) e prefeitos de oito municípios do Acre, participaram na manhã desta terça-feira, 25, de uma audiência de conciliação na Justiça Federal, para que a ação pública que determina fogo zero a partir de 2012 tenha prazo dilatado para adequação dos produtores rurais e das administrações estadual e municipal.

Segundo os administradores municipais, as dificuldades em promover a mecanização em algumas localidades do Estado impossibilitam que os produtores da agricultura familiar deixem de usar o fogo, como forma de limpar as áreas de cultivo. A proposta defendida pela CUT, Fetacre e que os prazos continuem abertos e a adequação seja gradativa com propostas do Governo do Estado e gestores municipais.

Os prefeitos e centrais sindicais defendem ainda, a ampliação das áreas de cultivo. Em conjunto, as prefeituras dos 22 municípios e entidades ligadas à questão ambiental, apresentaram um projeto de ampliação de um para dois hectares a área desmatada para cultivo dos produtores rurais. Os prefeitos dos municípios de Brasiléia e Epitaciolândia, já formularam suas propostas sobre a questão das queimadas.

Participaram a audiência, representantes do MPE; PGE; Ibama; Incra; Imac; Asmac; Semeia; CUT e Fetacre. A audiência de conciliação foi presidida pelo juiz federal, Guilherme Michelázio. As autoridades ligadas a Justiça Federal pediram que as propostas com sugestões a ampliação do cumprimento do fogo zero seja apresentada pelo Governo do Acre e demais administrações municipais.

A decisão da Justiça Federal sairá depois da análise criteriosa das propostas dos órgãos públicos ligados a questão ambiental. Os prefeitos de Epitaciolândia; Tarauacá; Plácido de castro; Rodrigues Alves; Bujari; Assis Brasil; Mâncio Lima; Jordão e Sena Madureira, se comprometeram em elaborar propostas com base na realidade de seus municípios, levando em conta as dificuldades do poder público em relação à fiscalização e mecanização.

Ray Melo, da redação de ac24horas – [email protected]

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