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Vereadores denunciam mortes de acrianos em série no Hospital Monte Sinai em Goiânia

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Os vereadores Sargento Vieira (PPS) e Juracy Nogueira (PP), que estiveram recentemente na cidade de Goiânia, denunciaram no grande expediente da Câmara Municipal de hoje (11), a morte em série de pacientes acrianos enviados pelo Tratamento Fora de Domicílio [TFD] para o Hospital Monte Sinai, localizado na Rua Paisandu, bairro Ipiranga, no Estado de Goiás.

– Só de pacientes encaminhados para fazer angioplastia foram cinco que morreram somente no mês de setembro. Os acrianos passam por todo o tipo de necessidades desde a fome porque não tem dinheiro suficiente para ficar todo o tempo de tratamento até a angustia de ver seus parentes entrarem bons e saírem dentro de um caixão – disse Vieira.

O discurso do vereador ganhou coro do presidente da Casa, vereador Juracy Nogueira. Ele esteve no mesmo hospital acompanhando o tratamento de sua tia que foi a óbito. Juracy chamou a unidade hospitalar de “abatedouro de humanos”.

– O clamor é geral e tem pacientes que quando sabem que foram encaminhados para este hospital, desistem de fazer o tratamento – completou Juracy.

A reportagem entrou em contato com a gerente do TFD no Acre, Ediná Monteiro. Ela explicou que a competência do departamento é somente de cadastrar o paciente no sistema. “O encaminhamento é feito pelo Ministério da Saúde”, respondeu.

Ediná ficou de fazer um levantamento para verificar se procedem as informações de um número de óbitos além do que é considerado normal, principalmente no setor de cardiologia. Ela não entrou no mérito técnico e disse que somente um profissional da área poderia falar sobre o assunto.

A reportagem ligou as 13h16 para o Hospital Monte Sinai. A telefonista não localizou a administradora. Às 14h31 em nova ligação, novamente, a atendente de nome Denize disse que não localizou a administradora, desta vez, identificando-a como Nilza. A atendente garantiu retornar o telefonema no momento de localizar a administração da unidade de saúde.

Assessoria de imprensa da Saúde diz que houve apenas duas mortes no Monte Sinai
A assessoria de imprensa da secretaria de saúde do Estado disse que em levantamento feito pela gerência do TFD no Acre, não se constatou o óbito de cinco pessoas no Hospital Monte Sinai como falou na tribuna da Câmara, o vereador Vieira (PPS) e reforçou o presidente da Câmara, vereador Juracy Nogueira (PP).

– De acordo com levantamento só houveram duas mortes e nenhuma delas foi no mês de setembro – disse Surama Chall.

Ainda de acordo com a assessora, não procedem a informação de que os pacientes passam necessidades. A jornalista informou que os pacientes saem do Acre e recebem apoio de instituições em Goiânia. Embora tenha sido bastante incisiva, não foram disponibilizados cópias dos relatórios de óbitos do TFD como solicitado.

Jairo Carioca – da redação de ac24horas
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Acre

Tarauacá passa dos 2 mil casos de infecção pelo coronavírus

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O município de Tarauacá, situado na regional Tarauacá/Envira, passou dos 2 mil casos de contaminação pelo novo coronavírus nesse final de semana. A cidade está agora com 2.025 exames que deram positivo para Covid-19, se tornando o terceiro município com mais casos confirmados da doença no Acre, até o momento.

Rio Branco e Cruzeiro do Sul seguem na frente em número de exames positivos, com 10.404 e 3.381, respectivamente. Nesse domingo, 20, o Acre 27.079 casos em todos os municípios e chegou a 449 óbitos por conta do vírus.

O Acre, até o momento, registra 69.101 notificações de contaminação pelo novo coronavírus, sendo que 41.976 casos foram descartados. Ainda, 46 testes de RT-PCR seguem aguardando análise pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) e pelo Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 24.298 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 80 seguem hospitalizadas.

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Acre

Governo pensa em criar uma TV Educativa no Acre, diz secretário

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O Governo do Acre quer criar um ´TV Educativa´ no âmbito do Sistema Público de Comunicação. O projeto será apresentado em outubro ao ministro das Comunicações, Fábio Faria.

O anúncio dessa proposta foi feito nesta segunda-feira (21) pelo secretário de Estado da Educação, Mauro Cruz, em entrevista à Radio Aldeia FM.

O trabalho desenvolvido para educação à distância nesta pandemia acendeu a ideia, que visa ampliar os processos educacionais no Estado do Acre.

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Acre

Acre segue com aulas suspensas e prevê retorno apenas em 2021

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Mesmo com indícios de queda nas curvas de mortes e casos por Covid-19, o retorno presencial das aulas nas escolas públicas do Acre segue sem previsão exata. Ao que tudo indica, a volta às aulas no Estado não deve ocorrer em 2020. O processo

de reabertura econômica e flexibilização do isolamento devido à diminuição da pandemia da Covid-19 pode contemplar as escolas somente em 2021.

No último dia 2 de setembro, o grupo do Pacto Acre sem Covid anunciou a atualização do enquadramento das regiões do estado, mantendo o conjunto delas na Bandeira Amarela, nível de Atenção. Segundo o governo do estado, a decisão se deveu ao avanço da infraestrutura de atendimento, com 90 leitos de unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e 352 clínicos para covid-19. No caso dos leitos de UTI, a taxa de ocupação está em 44%, enquanto os outros estão em 42%.

Na Bandeira Amarela, fica autorizada a reabertura de bares, restaurantes, pizzarias, lanchonetes e sorveterias, com metade das mesas; além de teatros, cinemas e cultos religiosos, com 30% da capacidade. O funcionamento está autorizado desde que asseguradas medidas sanitárias específicas, como uso de máscara e disponibilização de álcool gel, dentre outras. Bares não podem ter música ao vivo.

Até o momento a maioria dos estados segue sem aulas presenciais. As atividades pedagógicas presenciais reiniciaram primeiramente no estado do Amazonas, em agosto. Lá, a preocupação agora é com o monitoramento dos profissionais de educação e alunos, que vem ensejando uma disputa judicial entre professores e o governo estadual. A contenda também ocorre no Rio de Janeiro, em relação às aulas na rede privada.

No Rio Grande do Sul o calendário iniciou em setembro pela educação infantil, com previsão de término para novembro. No Pará, o governo autorizou aulas presenciais nas regiões classificadas nas bandeiras Amarela, Verde e Azul.

Rondônia adiou o início das aulas até o dia 3 de novembro. O Rio Grande do Norte suspendeu as aulas até o fim do ano. Em outros estados não há definição de data de retorno. Estão neste grupo Distrito Federal, Goiás, Pernambuco, Ceará, Alagoas, Maranhão, Bahia, Paraná, Mato Grosso, Acre e Roraima.

Contudo, em alguns estados foi decretado o retorno das atividades pedagógicas remotas. O governo de Mato Grosso havia determinado a volta nessa modalidade para a educação básica no início de agosto, mesma situação do Amapá. No estado, as aulas em casa foram permitidas também para os alunos da Universidade Estadual (Ueap).

No Tocantins, o ensino remoto foi definido para os alunos do ensino fundamental da rede estadual no dia 10 de setembro. Em Alagoas, a retomada por meio de aulas remotas ocorreu no dia 17 de setembro. Em Minas Gerais, foi autorizado o retorno das aulas práticas dos cursos de saúde apenas, que passaram a ser consideradas serviço essencial.

No Rio de Janeiro, a volta às aulas na rede particular está em disputa judicial, enquanto a região metropolitana teve piora nos indicadores de risco para covid-19 e pode retroceder na classificação.

Bandeira Amarela

Também ficam autorizados os serviços essenciais, como serviços médicos (mediante agendamento), indústria em geral, empresas em cadeias produtivas de gêneros de primeira necessidade (como alimentos, medicamentos, limpeza, água, gás e combustíveis), supermercados, transporte em rios, restaurantes e oficinas em rodovias, lavanderias, borracharias, call centers, bancos e lotéricas, construção civil, hotéis, motéis e serviços de telecomunicações.

Podem abrir também aqueles já autorizados na Bandeira Laranja, como oficinas, comércio varejista e lojas de móveis, eletrodomésticos, informática e materiais de construção, com restrição a 30% da capacidade, além de bares, distribuidoras e restaurantes no sistema delivery e drive thru.

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Acre

Acre promete investir R$ 6 milhões na agricultura familiar

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O governo do Acre conseguiu efetivar nesta sexta-feira (18) o programa estadual de compras da agricultura familiar. Depois de meses em construção, convênios foram firmados entre a Secretaria de Produção (Sepa) e associações de produtores rurais permitindo investimentos de R$ 6 milhões. Os alimentos serão distribuídos às famílias pobres do Acre.

A subvenção para compras de alimentos, na prática, consiste em adquirir os produtos de forma emergencial, direto do produtor rural, através das associações e cooperativas, financiada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), dentro do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Acre (PDSA).

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