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Petecão diz que PSD é a proposta de um novo projeto administrativo para o Acre

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Durante a entrevista coletiva para falar da organização estrutural do Partido Social Democrata (PSD), na manhã desta sexta-feira, 30, o presidente regional da legenda, senador Sérgio Petecão, abordou vários temas, além da apresentação dos novos membros do partido recém fundado.

As adesões de membros de partidos que fazem parte da base de sustentação da administração petista no Acre foi destacada pelo senador. Petecão afirmou que ir para o PSD, não se trata de mudar de partido e, sim aderir a um novo projeto político para o desenvolvimento e redemocratização do Estado.

Sérgio Petecão disse está feliz com o reencontro com amigos dos tempos em que fez parte da FPA. O senador destacou a filiação da ex-prefeita do Quinari, Maria Prado, que saiu do PT. A pré-candidata do PSD em Acrelândia também foi apresentada. A vereadora Socorro Lima disputará a indicação com os demais partidos de oposição.

O encontro foi marcado pela presença de vereadores do interior, que em sua grande maioria saíram do PT e PC do B, para se filiar ao partido de Petecão. “Estas pessoas que estavam do lado de lá, vieram para o PSD porque não tinham oportunidades no PT e PC do B. A proposta do PSD é dar vez e voz para quem sempre foi excluído”, enfatiza Petecão.

Bem humorado Petecão falou de entreveros recentes com políticos ligados a FPA. Segundo o senador, “o desespero está tomando conta  das pessoas que acham que são donos do Acre”. Sem se esquivar das perguntas, o senador do PSD falou ainda, das filiações de Denilson Segóvia (PSC), Chico Viga (PT) e Marileide Serafim (PMN).

“Não vou dizer que vamos ter cinco ou seis deputados estaduais, mas acho que o pastor Denilson Segóvia, não iria mentir. Ele andou comigo por todo interior, no início desta semana, queria até se filiar neste ato de hoje, mas preferimos deixar o aro para outro momento. Quanto a Chico Viga e Marileide, está tudo certo”.

A coletiva foi marcada por um ato de filiação. O radialista da Rádio Difusora, Reginaldo Cordeiro, a ex-prefeita do Quinari, Maria Prado e a vereadora e pré-candidata a prefeitura de Acrelândia, Socorro Lima, além de vereadores dos 22 municípios do Acre, assinaram ficha de filiação no evento promovido pelo PSD.

POSTURA DE POLÍTICOS DA FPA
“Algumas pessoas tomam remédio controlado, já Jorge Viana e Moisés Diniz, tomam remédio descontrolado”

O senador Petecão falou ainda da briga que roubou atenção no cenário político do Acre. De acordo com o parlamentar, os políticos ligados a FPA estão sentindo que o projeto que eles desenvolvem para o Estado, não está agradando a população. “Acho que o que está acontecendo é um prenuncio do resultado das eleições do próximo ano”.

O presidente do PSD usou como exemplo a debandada de filiados do PT no interior do Estado. “As pessoas estão sentindo que o barco está afundando. Políticos do interior, que faziam parte dos partidos que apóiam Tião e Jorge Viana, estão procurando novos caminhos. Começou a fase do salve-se quem puder”, destaca Petecão.

Sobre as últimas entrevistas em que o líder do governo, Moisés Diniz (PC do B), fala de eleições e possíveis adesões ao PSD, Petecão foi irônico: “algumas pessoas tomam remédio controlado, já Jorge Viana e Moisés Diniz, tomam remédio descontrolado. Eles nem sabem o que está acontecendo na política local”.

PARTIDO QUE NASCE GRANDE
Contrariando os prognósticos dos demais partidos, o PSD já nasce grande. Em nível nacional, o partido já conta com 2 governadores, 6 vice-governadores. Os números da bancada federal ainda é desconhecido, motivado segundo Petecão, pela incerteza jurídica que aconteceu em torno da aceitação do registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

No Acre, os números são animadores, de acordo com os dirigentes. Os diretórios já foram instalados nos 22 municípios do Estado. A expectativa da executiva estadual é que o partido tenha vereadores filiados em todas as cidades.

“Concorreremos em pé de igualdade com os demais partidos do Acre. Nossa intenção é fortalecer os partidos de oposição. Os nomes que apresentaremos serão discutidos com os demais partidos de oposição. Como falei antes; este é um projeto democrático, onde todos poderão participar sem que as ordens venham de cima”, afirma Petecão.

Questionado sobre o apoio ao candidato do PMDB na capital, Petecão disse que não se trata de distanciamento nem desentendimento com Bocalom (PSDB). “O momento é outro. Tenho gratidão pelo apoio que o PMDB tem hipotecado ao meu mandato em Brasília, mas caso Bocalom chegue a um segundo turno, estaremos juntos com certeza”.

 Ray Melo, da redação de ac24horas[email protected]

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