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Jornal denuncia Gladson por favorecer empresa do sogro

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Coluna Poronga, do Jornal Página 20, de Rio Branco, de autoria do jornalista Archibaldo Antunes, destaca reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, dando conta que o deputado federal Gladson Cameli (PP-AC) destinou, desde abril de 2009, R$ 270 mil em recursos da Câmara a empresas de parentes da sua mulher, Ana Paula.

Segundo o jornal paulista, Gladson Cameli apresenta quase todos os meses, para ser ressarcido pela Câmara, notas das empresas Aerobran Taxi Aéreo e Aerobran Distribuidora, que atuam no mercado de transporte aéreo e de combustíveis em Cruzeiro do Sul. O deputado destinou R$ 217,3 mil para a empresa de taxi aéreo e R$ 58,7 mil para o posto de combustível.

As duas empresas têm como sócios Abrahão Cândido, tio de Ana Paula, e Nicolau Cândido Silva, pai da mulher do deputado. Leia coluna AQUI

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Acre

Trabalhadores dos Correios do Acre decidem suspender greve

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Os trabalhadores dos Correios decidiram no início da noite desta terça-feira (17) pela suspensão da greve, seguindo o posicionamento nacional e continuar negociando com a empresa por meio de uma mediação aberta de dissídio coletivo do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos do Acre (Sintect/AC), Suzy Cristiny, explicou que o estado de greve está mantido e que a categoria poderá retomar a paralisação caso haja a negativa da empresa em buscar um acordo.

A sindicalista agradeceu o apoio dado pela população e de outras classes a mobilização dos trabalhadores. Ela informou que a categoria buscará colocar em dia a entrega de encomendas.

O Sintect/AC também mantem a mobilização do abaixo assinado em busca de apoio contra a privatização da empresa.

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Acre

Gladson liga para o líder Tchê impedindo derrubada dos vetos

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FOTO: SÉRGIO VALE

“O governador me ligou, me deem uma hora de prazo porque vou lá dizer que este parlamento vai derrubar os vetos”, disse o líder do governo, deputado Luís Tchê (PDT) aos deputados que, dentro do plenário, aguardam por mais de seis horas, a continuação da sessão para apreciar os vetos.

A sessão foi interrompida no período da manhã voltando às 15h30. Segundo um deputado da base, o governo resolveu passar o rolo compressor com seus deputados que estão se recusando a manter os vetos.

A oposição acredita que, dependendo a conversa com governador, Luís Tchê pode até entregar a liderança. Pela manhã os deputados haviam decidido ir para o confronto com o governo fechando questão para derrubar os vetos, principalmente o que se refere ao Artigo 21 da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Na avaliação do líder do PCdoB, deputado Edvaldo Magalhães, o processo pode inclusive ser judicializado.

Magalhães explicou que o parlamento vai apenas confirmar a ilegalidade dos vetos, já que o governo não o fez em tempo hábil, ou seja, perdeu o prazo constitucional de vetar os projetos. Nesse caso, se os deputados governistas forem convencidos a manter os vetos, os parlamentares da oposição irão ao Tribunal de Justiça para dirimir a questão.

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