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Capotamento na BR 364 deixa dois gravemente feridos

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Jornal  Gazeta

Manchete: Fumaça que cobriu o céu de Rio Branco seria da Bolívia

A grande quantidade de fumaça que cobre Rio Branco é oriunda, como de costume, da Bolívia. A afirmação é de um dos coordenadores da recém-inaugurada ‘sala de situação’, cel. bombeiro José Aldemir Rodrigues. “A fumaça vem, mais precisamente, dos distritos de Santa Cruz e Beni”, disse ele, informando que a ausência de ventos na região intensifica o problema. Em apenas 3 dias, foram registrados 3.007  focos de calor em território boliviano.

“Apesar das queimadas urbanas de Rio Branco e adjacências contribuírem para o atual nível de poluição atmosférica, só o controle das queimadas locais não resolverá o problema”, analisa o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais da Capital, Héliton Silva. “Sou contra as queimadas, mas os agricultores precisam de alternativas”.

 

Jornal Página 20

Manchete: Acre usará internet do Sipam para ampliar segurança no interior

O diretor-geral do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), Rogério Guedes Soares, assegurou ao governador Tião Viana a disponibilização de sua rede de dados da internet para que a Secretaria de Segurança Pública repasse informações policiais e judiciais aos órgãos de segurança localizados nos municípios do interior do Estado.

Com a disponibilidade de links de satélite do Sipam para acessar a internet, as Delegacias de Polícia e os batalhões da Polícia Militar dos municípios acreanos mais isolados vão poder acessar os dados disponibilizados pelo Sistema Integrado de Gestão Operacional (Sigo) do Estado.

O Sigo é o sistema de coleta, tratamento e convergência das informações das polícias Militar, Civil, Técnica e Científica, dos centros de atendimentos emergenciais, do Poder Judiciário e do aparato prisional. O sistema adota normas e práticas operacionais que mudam a maneira como são conduzidos os procedimentos, interligando-os e unificando-os de ponta a ponta.

 

Jornal O Rio Branco

Manchete: Capotamento na BR 364 deixa dois gravemente feridos

No inicio desta quinta-feira (25/08) ocorreu um grave acidente no Km 22 da BR 364, logo após o balneário Quinoá.Um veiculo Strada de cor vermelha que se dirigia ao município de Sena Madureira capotou várias vezes, deixando dois feridos.As vitimas foram identificadas como Lauro Arthur de Sá Ribeiro de 40 anos e Jairo Ramos, idade não divulgada.

De acordo com as informações da policia Arthur Guimarães, que conduzia o veiculo, perdeu o controle da direção quando tentava uma ultrapassagem, a roda do carro entrou em atrito com o meio fio da estrada fazendo com que o veiculo saísse da pista e capotasse várias vezes.

Segundo o que foi apurado, as vitimas estavam indo à Sena Madureira para realizar um trabalho em relação a um projeto de manejo florestal no qual ambos fazem parte.

As vitimas foram atendidas no local por duas viaturas do Serviço de Atendimento Móvel (SAMU), encaminhadas ao Pronto Socorro com escoriações leves pelo corpo e serão submetidas a exames mais detalhados.

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Acre

Marcio Bittar – Adesões e traições

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Por – Senador Marcio Bittar (MDB-AC)

A convicção de valores e a coerência são virtudes raras na política, por outro lado o adesismo pusilânime, a substituição irrefletida de valores e o pragmatismo cego são abundantes. Exemplos históricos dramáticos corroboram a hipótese da prevalência dos vícios nos jogos de poder. Quantos líderes totalitários conseguiram, primeiro pela persuasão e depois pela força, conduzir maiorias e contar com o apoio de políticos, burocratas, intelectuais, empresários, sindicatos, professores, alunos, jornalistas e magistrados cegos pela proximidade e partilha das benesses do controle do Estado?

Stalin, o tirano comunista, foi um líder de multidões e contou com o apoio da elite soviética para cometer atrocidades inomináveis. Hitler, o líder máximo dos nazistas, ajudou a mudar os valores de uma nação em desespero e conduziu a Alemanha e o mundo ao inferno. São exemplos de genocidas que conseguiram a adesão torpe das maiorias, manipularam a inversão de valores das elites e forçaram seus liderados a os seguirem de forma cega, amedrontada e desavergonhada.

Guardadas as devidas proporções, assistimos o domínio do Acre por um grupo político que conduziu a sociedade ao fracasso, à inação econômica e à insegurança brutal. A destruição levou duas décadas. Aos poucos, os petistas dominaram de forma profunda as organizações da sociedade civil e as instituições do Estado.

Contaram com apoio de todos os presidentes da República desde FHC e exerceram hegemonia ideológica com a mitologia ecológica irracional denominada florestania. Contaram com o respaldo quase irrestrito de toda imprensa; houve exceções. A adesão do setor empresarial e dos produtores não faltou, pois foi conseguida por medo, blefes e criação de dificuldades.

A persuasão foi utilizada nos primeiros anos visando mudar valores tradicionais e substituí-los por um ambientalismo socialista enganador. A força das ameaças, multas, invasões de terras, perseguições e controle burocrático se impôs; era mais eficiente. Ao final de vinte anos, ficou claro o fracasso e a turma foi banida da política pelo voto popular.

Sempre estive contra essa gente. Sempre intuí e observei o mal que a turma dos petistas fazia ao Estado. Foram 20 anos de perda de oportunidades para desenvolver, crescer e gerar riquezas. Poucos enfrentaram a esquerda acreana desde o início, entretanto uma minoria jamais deixou de observar criticamente os feitos e lutar bravamente pela queda dos responsáveis pelo atraso. Tal minoria cresceu e minou as bases do poder até a completa ruptura conquistada em 2018.

Hoje, não vejo com surpresa petista, outrora ardoroso, inventar desculpas esfarrapadas para abandonar o barco e aderir pragmaticamente a novos nichos de poder, em busca de sobrevivência política. É vergonhoso, por exemplo, uma ex-presidente do partido tirar da cartola briguinhas de 2012 para se transmutar. Também, não é digno a prefeita tentar se limpar da poeira petista com tremendo desdém. É ingrata: ela só é prefeita porque aceitou jogar junto com os petistas. Se eles ainda estivessem no poder, a prefeita romperia?

É possível perdoar as pequenas e sórdidas hipocrisias em política, mas não é recomendável esquecê-las. A lembrança da história é pedagógica e se enfrentada com verdade e rigor, pode ajudar a não cometermos os mesmos e insistentes erros. Estar atento é fundamental.

 

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Acre

Área desmatada dobra no Acre entre agosto e dezembro de 2019

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Acre contribuiu com 2% do desflorestamento na Amazônia em dezembro de 2019 desmatando e degradando 3 km². Já entre os meses de agosto de 2018 e igual período de 2019 o desmatamento cresceu 100%. Foram derrubados 119 km² no período agosto-dezembro 2018 e no ano seguinte, nesse mesmo tempo, 238 km².

Os dados são do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Na Amazônia a área derrubada entre agosto e dezembro 2019 representa 67% a mais do que o que foi registrado, pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), plataforma usada pelo Imazon, em 2018 –ano que teve 1.706 km² desmatados.

Entre agosto e dezembro de 2019, 2.852 km² de florestas foram derrubados na Amazônia. A maior parte das matas perdidas no último mês do ano passado foi no Pará: 47% de 227 km².

O Imazon classifica desmatamento como o corte raso, que é a remoção completa da vegetação florestal. Geralmente, é a formação de áreas de pasto. Já a degradação é caracterizada pela extração das árvores, que costumam abastecer o mercado da madeira. Outros exemplos de degradação são os incêndios florestais — controlados ou não, em áreas privadas — mas que acabam atingindo a floresta e se alastrando.

 

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