Sobre as manifestações previstas para o próximo sábado, os organizadores deveriam se centrar em dois pontos: fazer um protesto pacífico é essencial. E tão essencial é também deixar longe do ato os políticos e os partidos, para evitar que se aproveitem politicamente.
Perde legitimidade
Sem esses dois componentes o ato corre o risco de perder a sua legitimidade.
Liquida um político
O que liquida um prefeito e seus assessores é a promessa não cumprida. Essa prática vai se avolumando que chega a um ponto em que as suas palavras perdem a total credibilidade.
Não reclamem
Depois não reclamem quando são cobrados pelas promessas políticas e de campanha.
Piada de papagaio
O senador Petecão (PSD) vê com ironia o rompante do ex-prefeito de Brasiléia, Aldemir Lopes, de se intitular Coordenador da Oposição. “Ele coordena a candidatura do Márcio Bittar, a minha quem coordena é o povo, e trate de se acostumar: serei candidato ao governo”, avisou.
Não coordena nada
Na verdade, o Aldemir não tem perfil de líder da oposição. Nem mandato tem. Sua liderança se resume a um pequeno gueto em Brasiléia. Ele não consegue ser unanimidade nem no PMDB.
Esse é o PMDB
O PMDB se resume no seguinte: no Vale do Acre quem lidera o PMDB é o deputado federal Flaviano Melo e, no Vale do Juruá, o prefeito Vagner Sales. O resto é conversa de “Trancoso”.
Isso não se faz, Petecão!
Além de ser um ato condenável foi uma burrice travar no Senado Federal uma autorização para o governo acreano contrair um empréstimo, porque a única prejudicada é a população.
Isso era o correto
O correto seria o senador Sérgio Petecão (PSD) ajudar na liberação, cobrar a correta aplicação desses valores e se comprovada a má aplicação, denunciar ao MP e não colocar entraves.
Jogo de cena
Essas “reuniões” para discutir a LDO enviada à Aleac pelo governo é só jogo de cena, por um motivo: não será mudada uma linha no documento. Sempre foi assim em todos os governos.
Bloco pifou
Não entrou nem na avenida o bloco PTdoB-PSD. O deputado Gilberto Diniz (PTdoB) diz que não entra numa aliança para ser liderado por deputados que votam sempre com o governo.
Ganhariam no voto
Se o bloco fosse formado, os governistas, deputados Chico Viga (PT) e Marileide Serafim (PSD) é quem escolheriam o líder por serem maioria, e jamais seria o oposicionista Gilberto Diniz.
Tudo certo
Já a formação do bloco PSDB-PP está sacramentada e o líder será o deputado Werles Rocha (PSDB). A deputada Maria Antonia (PP) perde a liderança e os cargos inerentes à essa função.
Expulsos das ruas
PMDB,PT, PSDB, PCdoB, DEM, que já lideraram grandes atos, foram expulsos das ruas. Foi o que se viu, durantes as manifestações gigantes de milhares de jovens por todo o Brasil.
Sobrou para todos
Os repúdios nas manifestações sobraram para a presidente Dilma (PT), para o prefeito Fernando Hadad (PT), para o governador Geraldo Alckmin (PSDB), enfim, para os políticos.
Repensar a política
E não me venham dizer que eram baderneiros! Esses eram minoria. No Rio de Janeiro 100 mil foram às ruas. Em São Paulo 65 mil. 20 mil em Belo Horizonte. E milhares outros país afora.
Cansaram o povo
As atuais lideranças nacionais dos partidos tradicionais cansaram o povo. Esses protestos refletem a reação a isso. Pode ser que desse movimento nacional saia um Brasil melhor.
Festa surpresa
Uma festa surpresa com bolo e salgadinhos marcou ontem na Aleac a comemoração do aniversário da deputada Antonia Sales (PMDB), a parlamentar mais combativa da oposição.
Sem fundamento
Essa história que o Vagner Sales poderia ser candidato ao governo é blefe. “Nosso compromisso é apoiar a candidatura a governador do Petecão”, disse a deputada Antonia.
Momento mais belo
O Brasil vive o seu momento mais belo depois do movimento Diretas, já!.
Assim é o Direito
Os presos na Operação G-7 foram soltos. Não havia mais motivo para a manutenção das prisões preventivas. Manifestei-me várias vezes na coluna que, a soltura seria justa. Daqui para frente começa a fase processual, quando os envolvidos apresentarão suas defesas a cada acusação nos autos e tentarão provar suas inocências. Até a sentença final ninguém poderá ser tratado como culpado. Assim é o Direito.
Por Luis Carlos Moreira Jorge
Todos comentaram. É minha vez. Olhe que sou rodado no jornalismo! Não me lembro de uma fala de político tão criticada na opinião pública como essa última do senador Anibal Diniz (PT).
Ofensa descabida
As desembargadoras Denise Bonfin e Maria Cezarinete não são deusas. Podem ter suas decisões criticadas. Mas, serem taxadas de “mal resolvidas” sexualmente, foi condenável.
Não caiu a ficha
O contraditório, em qualquer situação, deve ser exercido no mundo das idéias. No caso do G-7, sobre as decisões tomadas. Não no fura-olho, no pessoal. Anibal, você hoje é um Senador!.
Sendo equânime
Tão infeliz e repudiável como foi o deputado Werles Rocha (PSDB) levar um bolo com velas à Aleac para comemorar os 30 dias das prisões do G-7, surfando na desgraça alheia, foi esse discurso do senador Anibal Diniz (PT).
Filme reprisado
Fui testemunha na campanha a prefeito, do boicote nos bastidores de muitas das lideranças da oposição à candidatura à prefeitura de Rio Branco, do Tião Bocalon (PSDB). O filme é bisado. Está completamente alijado das discussões sucessórias, virou uma espécie de pária no ninho tucano. A explicação ao desprezo veio de um alto dirigente da oposição: “está colhendo a arrogância que plantou”.
Verdade embutida
Há uma verdade embutida nesse processo, nunca interessou uma vitória do Tião Bocalon ao governo ou à PMRB, por um motivo: se acontecesse se consolidaria como o líder da oposição.
Muito cuidado
Por conta de tudo isso, o Bocalon que trate de cavar seu espaço para deputado federal sem esperar pelos aliados (sic), se quiser ter alguma chance de se eleger. Sabe que o jogo é esse.
Bem encaminhado
Pode sair a qualquer momento a decisão no STF sobre os Habeas-Corpus dos presos do G-7. Está na mesa do Ministro Luiz Fux com parecer favorável da Procuradoria Geral da República.
Palavra final
A palavra final do Ministro Luiz Fux pode acompanhar ou não o parecer favorável da PGR à liberação dos presos, e como viajou para o Rio de Janeiro sem despachar, é então aguardar.
Assim se faz
Foi uma defesa em alto nível, pontuando a contribuição do empresariado acreano na geração de emprego e renda, do presidente em exercício da FIEAC, José Luiz, sem ofensas e sintética.
Ânimos acirrados
Quem assistiu conta que, foi dura e quase virou briga a discussão entre o deputado Moisés Diniz (PCdoB) e o advogado Edinei Muniz, no intervalo da gravação do programa do Alan Rick.
Demissão dos 11 mil
Devido a posições divergentes sobre o caso dos servidores irregulares, em apreciação no STF.
Defesa com dados
A defesa nesse caso deve ser feita como fez o governador Tião Viana durante o ato público do PT, na última quinta-feira, rebatendo com dados ponto a ponto todas as acusações do G-7.
Outro bom exemplo
Outro bom exemplo foi como fez a Chefe do Gabinete Civil, Márcia Regina, na televisão, numa bela defesa jurídica do governo, pontuando o que achou que juridicamente foi um excesso e desmontando as denúncias uma a uma. Eu não posso conceber um debate que não seja neste patamar. A minha formação jurídica e décadas no colunismo político não me permitem sair deste raciocínio.
Não é absoluta
As acusações contidas nos autos do G-7 não são uma verdade absoluta e podem sim serem contestadas, desmontadas juridicamente, ponto por ponto, mas num nível elevado como tem feito o governador Tião Viana.
Lógica dos números
O RIO BRANCO FC tem uma folha salarial de 150 mil reais, com um elenco de pernas-de-pau? Se não gastam bem o que têm com jogadores, a lógica é que farão o mesmo se o governo ajudar.
Como viver?
Um empresário do ramo da construção civil me revelou ontem que a situação das empresas dos presos no G-7 é de quebradeira, e complicou mais ao terem os seus bens indisponíveis.
Nuvens negras
A soltura dos presos é de justiça, mas como vão tocar suas empresas com os bens e contas bancárias bloqueadas? As nuvens da economia são pardas e tendem a ficar negras, disse ele.
Muda pouca coisa
A formação dos blocos parlamentares PP-PSDB e do PTdoB-PSD, aumenta o tempo de tribuna da oposição, mas não muda a correlação de forças na Aleac, o governo continuará majoritário.
Não aprova nada
A oposição ficará com oito deputados contra dezesseis da base do governo, que permanecerá na Casa aprovando o que bem entender contra os gritos da oposição, a atualidade permanece.
Números comprovam
Números mostram que a imagem política do governador Tião Viana não foi abalada. Confirma o que o blog tem dito, só lhe atingiria se tivesse sido acusado nas irregularidades do G-7.
Fora da disputa
Duas ex-prefeitas estarão fora da disputa eleitoral por vaga na Aleac no próximo ano, se não conseguirem reverter no TCE as suas condenações: Toinha Vieira (PSDB) e Leila Galvão (PT).
Chances concretas
E tanto a Leila como a Toinha Vieira com chances concretas na disputa de cadeiras na Aleac.
Exemplo aos demais
Isso deve servir de exemplo a alguns dos novos prefeitos que estão metendo os pés pelas mãos e embevecidos com o poder. Já existem coisas do arco da velha em algumas prefeituras.
Muito mais grave
Muito mais grave do que o que foi apurado na “Operação G-7”, as prisões de secretários e empresários, é o quadro econômico negativo que poderá tomar conta do Acre com o desemprego, se as grandes obras do governo não forem desembargadas. Não se está dando muita importância a isso. E no roldão irão todos os setores da cadeia comercial. Isso sim é grave e importante. E não a vida pessoal de figuras do processo. Atentem para isso, senhores!.
Por Luis Carlos Moreira Jorge
A soltura dos empresários e secretários presos na Operação G-7, defendida pelo blog, não significa que, com isso haverá impunidade. Responderão, normalmente, aos processos em liberdade e no julgamento do mérito é que serão condenados ou absolvidos. Assim é a lei.
Não discuto mérito
Não discuto o mérito se os presos são inocentes ou culpados, até porque não teria relevância no desfecho, caberá à justiça o julgamento, o que venho discutindo é a formalidade da prisão.
Formalidade cumprida
Todos já foram ouvidos na fase do inquérito, as provas das supostas ilegalidades colhidas pela PF, não representam perigo, então, volto insistir, não vejo motivos para não serem liberados.
Não saio da trilha
Ao longo de toda a discussão mantive o blog num debate de alto nível, me recusei a entrar no jogo baixo, e até porque, como formado em Direito, sei que tudo só se resolverá nos autos.
Não me diz respeito
E também porque sempre discuto nesse espaço as idéias, não me interessa a vida pessoal de qualquer personagem, pois, não é esse tipo de coisa que está em discussão no momento.
Melhor lugar
Até o fechamento desta publicação não tinha saído o resultados dos Habeas-Corpus no STF. Mas deve sair em breve. E quando defendi a ida dos autos ao STF é porque se terá um julgamento na lei.
Conversa franca
O senador Petecão (PSD) diz que terá uma conversa franca com os deputados Chico Viga (PSD) e Marileide Serafim (PSD) para lhes dizer que, fará sim um bloco parlamentar com o PTdoB.
Cartas na mesa
Também na conversa vai dizer que da formação do bloco em diante todos terão que votar junto com a oposição na Aleac e que a liderança ficará com o deputado Gilberto Diniz (PTdoB).
Medidas necessárias
Petecão promete que não se afastará da decisão. Se é assim como ele diz, só lhe restarão duas decisões radicais em caso de rebeldia: expulsão ou não dar legenda aos dois deputados.
Caça com gato
A presença constante do prefeito de Rio Branco, Marcus Vinicius, nos bairros, dialogando com os moradores, compensa a crise financeira. O bom gestor, quando não tem cão, caça com gato.
Minha visão
Na minha visão, Marileide e Viga deveriam procurar se filiarem a outro partido, não é confortável militar numa sigla em desafinação com a direção, sempre haverá problema.
Novos partidos
Com a liberação praticamente já consumada no STF, os novos partidos como Rede Sustentabilidade (da Marina Silva) e o MD (fusão do PPS e PMN) estarão aptos na justiça.
Nenhum medalhão
Por aqui é muito improvável que, o Rede Sustentabilidade aceite entre os seus filiados algum medalhão da política e já o MD, mais conservador, estará com as suas porteiras abertas.
Sem influência
Tanto o Rede com o MD não terão peso significativo na eleição para governador no próximo ano no Acre. A figura da Marina a cada dia se descola do regional, virou uma figura nacional.
Não é santo
O técnico do RIO BRANCO FC, Álvaro Migueis, foi chamado de “burro” após a derrota para o Fortaleza. Discordo. Com esse time de pernas- de- pau, só mesmo santo para fazer milagres.
Debates interessantes
Não tenho acompanhado as sessões, mas tenho me inteirado sobre os temas debatidos, e a informação que recebo é que essa composição da Câmara Municipal de Rio Branco é ativa.
Caminho certo
A depender da direção regional do PEN está sacramentada a aliança com o PT para a disputa de vagas na Assembléia Legislativa, em 2014. Pelos nomes, seria uma composição fortíssima.
Não menos
E numa aliança desse porte, para se garantir, o candidato deve ter uma média de 5 mil votos.
Grande interrogação
Na oposição a grande interrogação continua sendo o deputado federal Márcio Bittar (PSDB). São poucos os que acreditam que dispute o governo, pois, não conseguirá ser candidato único.
Muito menos
E para o Senado da República também teria que enfrentar disputa, já que o deputado federal Gladson Cameli (PP) tem deixado muito claro que a sua candidatura a senador é prego batido.
Fica impedida
A ex-prefeita de Brasiléia, Leila Galvão (PT), condenada pelo TCE, trate de recorrer e reverter a decisão ou não poderá ser candidata à Aleac.
Boa oradora
Não tinha visto a primeira-dama Marluce Cândido discursar, ela se mostrou uma boa oradora, num estilo tranqüilo e esclarecedor. Prende mais que os discursos com gritos histéricos.
Marca posição
Aconteceram discursos toscos, lamentáveis, como acontecem em qualquer ato público, ninguém segura a língua de ninguém, mas a manifestação do PT e dos partidos aliados que formam a coligação da FPA, na noite de quinta-feira, em frente ao Palácio Rio Branco, politicamente foi positiva por marcar uma posição de apoio ao governador Tião Viana. E era necessário. Time que não reage perde o jogo.
Por Luis Carlos Moreira Jorge
O caso do G-7 praticamente antecipou o debate da sucessão estadual de 2014. A troca de acusações entre políticos da oposição, o PT e seus aliados, embute no âmago esse componente. Os ataques da oposição à figura do governador Tião Viana visa o desgaste. Mesmo sendo limpo na história. Sabem que em qualquer hipótese não será fácil derrotá-lo.
Esse é o problema
A FPA vive seu momento mais frágil desde a sua criação. Não há como escamotear isso. A sorte é que a oposição acreana não tem um líder aglutinador para uma ofensiva, é um saco de gatos.
Intrigas internas
A oposição não conseguiu nem definir se disputará a eleição de 2014 com uma ou mais de uma candidatura ao governo. A última vez que a oposição se uniu foi com o MDA, isso há mais de década.
Exatamente isso
É por isso que a “Operação G-7” não teve o prejuízo político que alguns esperavam.
Não perco tempo
O Blog é democrática. Aberta às críticas. Seleciono sempre. As de figuras expressivas, eu assimilo, até para aprender. De figuras inexpressivas, pela inexpressividade, nem nome cito.
Mudem a constituição
Quem diz que, para entrar no governo só por concurso é a Constituição Federal. E não serão arroubos raivosos em reuniões do “Comitê dos 11 mil”, contra o Blog que mudarão isso.
Jogo da vida
Se esse movimento de tentar regularizar a situação, encabeçado pelo deputado Moisés Diniz (PCdoB), der certo, comemoremos pelas famílias; se não der, lamentaremos, e a vida continua.
Saindo das cordas
O ato do PT de ontem, em frente ao Palácio Rio Branco, mais que uma declaração de apoio ao governador Tião Viana serviu também para o PT e a FPA saírem das cordas do ringue do G-7.
Antes tarde
Essa manifestação política era para ter sido feita no início da crise, mas antes tarde do que nunca. Mesmo porque, o que está em jogo no contexto final é a permanência no Poder.
Mesma posição
Continuo com a mesma posição de que caso judicial se resolve na justiça. E que por isso não acompanho a tese dos que tentam resolver a questão do G-7 atacando a PF e o Judiciário.
Muito difícil
O deputado Gilberto Diniz (PTdoB) acha que o ex-prefeito Nilson Areal está escondido fora do Estado. “Não seria fácil esconder no Acre um galegão conhecido, com 2 metros de altura”, diz.
Perdeu a democracia
O deputado federal Flaviano Melo (PMDB) ganhou no voto livre o debate sobre o Referendo do horário, mas perdeu nas picuinhas, no entrave político, num desrespeito à democracia.
STF
O STF limitou o uso de algemas ao preso que oferecer perigo. Não havia, assim, motivo á chegada algemado para depor do empresário Sérgio Nakamura. De perigoso não tem nada.
Stand by
A deputada Maria Antonia (PP) só falará sobre a decisão do PP de vetar seu apoio ao governo, depois da conversa que terá hoje o marido Deda e o deputado federal Gladson Cameli (PP).
Disposição zero
A sua disposição de formar no bloco de oposição ao governo do PT, como quer o PP, é zero.
Esse eu conheço
Conheço há décadas o professor José Fernandes do Rêgo, uma das pessoas mais corretas do Acre e, me considero seu amigo. Não procurem nele nenhum ato ilegal, a sua vida é reta.
Dias perdidos
Na avaliação feita ontem por um dos advogados de um preso do G-7, dificilmente, sairá uma decisão em Brasília sobre os pedidos de solturas dos acusados ainda nesse final de semana.
Nada mudou
Quem conversou com o governador Tião Viana nos últimos dias revelou que, continua com o mesmo entusiasmo de sempre, otimista, e que concluirá as grandes obras planejadas.
Receita de bolo
O Acre virou o paraíso das escutas telefônicas. O grampo judicial era para ser uma exceção, mas virou uma rotina. Por isso, o máximo que converso no telefone é sobre receita de bolo.
Esse o caminho
Tribuna da Aleac dá notoriedade, espaço na mídia, mas dá pouco voto. Por isso, o deputado Eber Machado (PSDC) está certo em não se ater aos discursos e montar bases nos municípios.
É nos grotões
É nos grotões da Capital, fechando apoios políticos nos municípios, como faz que, se reelege.
Aliados perdidos
A FPA disputará as próximas eleições com dois partidos da antiga coligação a menos. O PR, cuja presidência passou para o ex-deputado federal Iderley Cordeiro foi para a oposição. E o PTB, onde assumiu a presidência o empresário Duda Couto, também. Na pendência está o PSB que, se o governador Eduardo Campos disputar a presidência será outro a abandonar a FPA .
Por Luis Carlos Moreira Jorge
Ninguém soube explicar ainda o mistério do mutismo do deputado federal Taumaturgo Filho (PT) sobre as prisões de secretários estaduais e de empresários, durante a “Operação G-7”. Não deu um pio na defesa do governador Tião Viana. O intrigante é ele ser da cúpula do PT.
Fartas condenações
São fartas as condenações contra a sua atitude dentro da executiva petista. O seu silêncio é interpretado entre os cardeais do PT como um “apoio tácito” a tudo que aconteceu no G-7.
No mínimo isso
Segundo queixa de um cardeal do PT, se esperava que pelo menos em relação ao governador Tião Viana, o Taumaturgo não fosse negar um gesto de solidariedade e apoio ao seu governo.
“Cumpanherada” desunida
A “cumpanherada” não está conseguindo se unir nem no momento da mais grave crise política enfrentada desde a chegada ao Poder. O silêncio do deputado petista é uma comprovação.
“Não faço festa com a desgraça alheia”. Frase da deputada Antonia Sales (PMDB), numa conversa com o deputado Chagas Romão (PMDB) sobre o deputado Werles Rocha (PSDB).
Passou do limite
Tanto Romão como Antonia acham que Rocha passou do limite ao levar um bolo com velas à Aleac, como comemoração dos 31 dias de prisão dos secretários e empresários do caso G-7.
Faltou sinceridade
Faltou sinceridade aos deputados que discursaram ontem aos funcionários da construção civil, de dizer que, não tinham como agir na soltura dos presos e no embargo da “Cidade do Povo”.
Questões jurídicas
Num e no outro caso os assuntos serão resolvidos nos tribunais e o máximo que os deputados estaduais podem fazer nas duas situações é serem solidários, e não podem nada mais que isso.
Também não resolve
E a troca de acusações políticas, de colocar culpa em A ou B, também não resolve o caso.
Piores dores
O protesto dos empregados da construção foi válido como um desabafo de quem com as demissões do setor estão com um futuro incerto. As piores dores são a da fome e a do bolso.
Exemplo prático
Para se dar um exemplo de quanto o fato está sendo negativo, já tinham 3 mil inscrições, algumas vindas dos municípios, de pessoas para trabalhar nas obras da “Cidade do Povo”.
Quebradeira no shopping
A quebradeira também chegou ao Shopping Via Verde, onde 12 lojas fecharam e 23 sofrem Ação de Despejo por falta de pagamento, segundo relato do vereador Marcelo Macedo (PT).
O diabo e os deles
Ao ouvir na da Aleac dos deputados Ney Amorim (PT) e Jamil Asfury (PEN) que ele passou a ser rejeitado na PM, o deputado Werles Rocha (PSDB), retrucou: “até o Diabo tem os deles”.
Convicção plena
O senador Petecão (PSD) diz ser convicção plena que a oposição tem de ter dois candidatos ao governo em 2014. E explicou: “não temos um nome que unifique no primeiro turno”.
Questão decidida
Sobre sua candidatura ao governo afirma ser essa uma questão decidida no seu grupo político.
Não há escapatória
Ou os novos prefeitos enxugam os gastos gerais, a folha de pagamento, ou caso contrário não terão como chegar ao fim do ano com o salário de dezembro e o 13º em dias, a crise é braba.
Ato de solidariedade
O PT promove hoje às 18 horas, em frente ao Palácio Rio Branco, um ato de solidariedade dos seus militantes e aliados ao governador Tião Viana e na defesa do projeto da FPA.
Essa é a preocupação
A grande preocupação com uma demissão dos servidores irregulares é que a esmagadora maioria é de idade e não terá condições de disputar um concurso com quem está estudando.
Tudo vale
Por isso, qualquer luta, por mais paliativa que seja, na defesa de seus empregos, ela é válida.
Grande diferencial
O deputado federal Gladson Cameli (PP) leva uma vantagem sobre os demais candidatos ao Senado em 2014: o fato de ter uma base sólida no Juruá, e com penetração nas outras regiões.
Que crise?
O prefeito Vagner Sales está surfando na crise, continua a inaugurar obras em Cruzeiro do Sul. Vagner é sem dúvida o prefeito acreano mais articulado quando se trata de liberar emendas.
Omissão da bancada federal
Perante os empregados da construção civil, o deputado Élson Santiago (PEN) disse ontem que, não tinha um deputado estadual contra o embargo da “Cidade do Povo” e criticou o silencio da bancada federal por não ter tomado posições duras sobre o caso. E acabou acusando o deputado federal Márcio Bittar (PSDB) e o senador Petecão (PSD) de “serem contra” a BR-364.
Por Luis Carlos Moreira Jorge
Tenho dito que, o deputado Werles Rocha (PSDB), pela combatividade, é a referência da oposição na Aleac. Mas, ao ver ontem levar um bolo com velas, simbolizando os 31 dias presos de empresários e secretários do G-7, me leva a dizer: faltou a maturidade de um líder político. Poderia sim pugnar por justiça, mas não comemorar a desgraça alheia, isso é muito pequeno.
Fato condenado
E conversando com os demais deputados da oposição só ouvi comentários condenando a sua idéia infeliz, não teve um que ao menos tentou contemporizar a ação política intempestiva.
Foi na mosca
O deputado Luiz Tchê (PDT) foi ontem na mosca ao entrar na discussão e dizer que, a Aleac tem de debater problemas de sua alçada, o caso do G-7 agora é exclusivo da esfera do STF.
Caldeirão fervente
Vão chegar aos 500, a soma dos demitidos nos próximos dias, nas prefeituras de Assis Brasil, Xapuri, Epitaciolândia e Brasiléia, todos eles com contratos temporários em cooperativas.
Arapucas ilegais
O uso dessas cooperativas vinha se arrastando há várias administrações que, na verdade eram arapucas trabalhistas, que ao demitir os trabalhadores não pagavam encargos e indenizações.
Desgaste inevitável
Esses prefeitos terão desgastes políticos naturais, principalmente, por as prefeituras serem basicamente as únicas fontes empregatícias. E quem perde emprego não aceita as desculpas.
Corda no pescoço
O problema é que esses prefeitos seguem recomendação do TCE e MP, ou demitem ou terão que responder ações judiciais que, podem impedir no futuro, que tentem as suas reeleições.
Para não dizer
A ida da bancada federal do Acre ontem falar com ministros do STF, sobre a demissão de 11 mil (sic) servidores estaduais, foi a típica visita: para dizer que não que falei de flores, inócua.
Frase fatal
A frase da ministra Carmén Lúcia, do STF, foi uma ducha de água fria nos que esperavam outra posição que não fosse pela demissão dos servidores: “senhores, sou escrava da Constituição”.
Sejamos sensatos
É lamentável ver pais de famílias serem demitidos, após 20,30 anos de serviços, claro que é. Mas o STF seguirá a Constituição Federal, que proíbe contratações sem o concurso público.
Fatos conexos
Na campanha, coloquei no blog que, se o jovem Rodrigo Damasceno se elegesse prefeito de Tarauacá, o sucesso de sua gestão era implícito em se afastar do tio Raimundinho Damasceno.
Erro político
Ao fazer uma licitação para a compra de tijolos para beneficiar uma olaria cujo suposto dono é o titio Raimundinho, mostra que, não conseguiu se desvincular da perigosa simbiose comercial.
Caiu no povão, lascou-se…
A olaria em questão, legalmente, pode não ser dele, mas todo mundo em Tarauacá (cidade pequena) diz que, a empresa é sim do tio e, em política, Rodrigo: vale o que o povo comenta.
Rotina cansativa
Virou rotina na Aleac a visita dos Agentes Sócio-Educativos, que tomam conta de perigosos menores infratores, na busca de apoio a melhores condições de trabalho e segurança de vida.
Nada se resolve
A questão se arrasta há mais de ano sem que, a Secretaria de Direitos Humanos resolva.
Fé no judiciário
Sobre o G-7, o deputado Eduardo Farias (POCdoB), foi pragmático: “prefiro esperar pela decisão do Poder Judiciário”. E não falou mais do que a verdade, não existe alternativa.
Diálogo nada edificante
“O deputado Rocha é um irresponsável, até na PM se ouve adjetivos impublicáveis sobre ele”. Deputado Ney Amorim (PT). “Vá dar carão nas suas negas”. Deputado Werles Rocha (PSDB).
A qualquer hora
É esperada para hoje uma decisão do STF sobre a questão do G-7. Os advogados dos presos acreditam ser favorável e que seus clientes, enfim, podem ser soltos após 31 dias na prisão.
Nada surpreendente
Se for expedida uma ordem de soltura não será nada de surpreendente, cessaram os motivos jurídicos para que continuem recolhidos na Papudinha.
Prensa do PP
Será oficializado hoje na Aleac o “bloco parlamentar” PSDB-PP, que terá na liderança o deputado Werles Rocha (PSDB). Foi a forma do PP enquadrar a deputada Maria Antonia (PP).
Única maneira
Como não poderá mais votar com o governo, a deputada Maria Antonia (PP), só terá uma saída para não votar contra, se ausentar das sessões quando um projeto entrar em pauta.
Pipocar de manifestações
Hoje, quarta-feira, os sindicatos da construção civil estarão promovendo uma manifestação no centro da cidade, que acabará com um ato em frente à Aleac, para alertar sobre o caos econômico que poderá advir com a suspensão de obras como o “Ruas do Povo” e “Cidade do Povo”. Já começaram a acontecer demissões em massa em muitas das empresas. Num Estado onde não existem indústrias isso terá conseqüências graves de grande monta na geração de emprego e renda.
Ato político
Já amanhã, às 18 horas, em frente ao Palácio Rio Branco, o PT estará promovendo um ato público de desagravo ao governo e na defesa política do projeto da Frente Popular, estando convocando para isso todos os militantes dos partidos que integram a FPA.
Debate irrelevante
No momento em que o processo do caso G-7, que levou à prisão de secretários e de vários empresários da construção civil, o debate político na Assembléia Legislativa se tornou juridicamente irrelevante, porque não poderia estar em melhor fórum, isento a paixões, que é o Supremo Tribunal Federal.Foram as teses de ontem dos deputados Luiz Tchê (PDT) e Eduardo Farias (PCdoB). É esperar o desfecho essa semana e a vida continuará como antes.
Por Luis Carlos Moreira Jorge
Tenho sempre no jornalismo posições claras. A experiência me ensinou a conter as emoções. No caso da G-7 procurei fugir da exacerbação das partes envolvidas, do terreno das baixarias, das teses conspiratórias, e tenho me reservado a comentar com isenção e sem paixão política.
Por que defendo?
Defendo o governador Tião Viana por conhecer seus atos ao longo de décadas e nada desabonou sua conduta. As mais de 600 horas de gravação da PF só comprovaram isso.
Separo sim
E separo sim a sua figura dos demais secretários. Por uma razão: o Tião Viana não está indiciado em nada, não lhe pesa nenhuma acusação, por que colocar tudo no mesmo tacho?.
Advogado de defesa, não!
Não se deve condenar, antecipadamente, os secretários presos, por uma razão: não foram julgados e podem ser absolvidos. Entre isso e me tornar advogado de defesa há uma distância.
É quem cabe
Quem tem o dever de defender os secretários é o sistema público de Comunicação, às bases do Governo na Assembléia e na Câmara Federal, a FPA; por favor, não misturarem as coisas.
Defesas pontuais
As defesas feitas até aqui por esses setores foram tímidas, desconectadas, pontuais, deveriam ter sido em bloco. Salvam-se alguns deputados que, desde o início defenderam esses gestores.
Não entro nessa
Recuso-me sim a embarcar na opinião de alguns de que, por trás da “Operação G-7” há uma grande conspiração da oposição e atos de vingança de magistrados e da PF contra o PT.
Discussão de boteco
Vou manter esse blog sempre discutindo em alto nível e não no nível de conversa de boteco.
Outra história
Não discuto o mérito de prisões das quais desconheço os autos. O que entendo, aí é minha convicção, é que deveriam ser soltos por preencherem requisitos de responder em liberdade.
Qual o perigo?
E qual o perigo que representariam soltos empresários com empresas funcionando, residências fixas, empregos? convenhamos, nenhum.
Não consigo ver
Só não consigo ver como factível se buscar essa soltura com ataques, denúncias pessoais, teses conspiratórias, porque longe de resolver essas prisões só açodam as relações entre os Poderes.
Quem define
O que tem de se colocar na cabeça de alguns é que os ataques aos condutores do inquérito do G-7 não vão definir se empresários e secretários são culpados ou inocentes, mas os tribunais.
Quem melhor?
E se essa “Operação G-7” é tudo isso de negativo do que falam, os autos estão no melhor lugar para tirar essas dúvidas e se for o caso punir quem extrapolou das suas funções, no STF.
Razão de se indignar
No caso do senador Jorge Viana, ele tem toda a razão de se indignar com o monitoramento ilegal, condenável, que lhe foi feito pela PF, o Estado de Direito não admite esse tipo de coisa.
Mesmo que não fosse
Mesmo que o Jorge Viana não fosse um senador da República, ainda assim a escuta sem autorização judicial seria ilegal. Existe todo um trâmite jurídico para se autorizar uma escuta.
No mais, não entro!
O blog só não entra no lodaçal em que virou a discussão periférica da “Operação G-7”. O que eu tenho ouvido da opinião pública só reforça a posição de continuar no alto nível.
É elementar
Em Direito não há outra solução para a decisão jurídica: se acata ou se recorre. Fora isso é marola e paixão, que não resolverão, absolutamente; a situação dos acusados presos.
No campo político
Entrando no campo político é prematuro, tolice, ilação sem sentido, se dizer hoje que o G-7 pesará negativamente na reeleição do governador Tião Viana, nossas eleições são paroquiais.
Pesaria sim
Poderia pesar negativamente sim, se o Tião Viana tivesse sido indiciado em alguma acusação de ilegalidade, acusado no processo do G-7, mas esse não é o caso, então não vejo simbiose.
Não pode parar
O que o governo tem que buscar enquanto não vem a solução jurídica são meios de tocar o “Ruas do Povo”, “Ramais do Povo” e a “Cidade do Povo”, pelo emprego e renda que vão gerar.
Manifestação válida
A manifestação dessa quarta-feira programada por setores do comércio e construção civil não se trata de pressão contra o Judiciário, mas de preocupação justa com o futuro da economia.
Pensamento infantil
É um pensamento infantil, tacanho, imaginar que, se as obras forem paralisadas é o governo, o PT, que serão prejudicados, no contexto sobrará para todos os setores sociais e econômicos.
Neve no acre
Comentário de um petista sobre a candidatura a senador do deputado federal Henrique Afonso (PV): “o Pastor quer cafuné, e mais fácil nevar no Acre que ele disputar o Senado”.
Fronteira a ser traçada
Uma fronteira tem de ser traçada nesse grave momento de crise: os presos serão soltos, os processos vão continuar até as sentenças finais, mas o Acre não pode por conta disso parar de gerar emprego e renda. Num Estado sem indústrias, a paralisação do mercado da construção civil, que se constitui no maior pólo empregatício da iniciativa privada, trará conseqüências econômicas graves. E o dinheiro que não vai circular e o desemprego que crescerá.
Por Luis Carlos Moreira Jorge
“o zumbido de um mosquito ás vezes esconde o barulho do mar”.
(Ditado mexicano)
Estado de direito
Não cabe mais discussão sobre quem teria competência para julgar os Habeas-Corpus dos presos na Operação G-7. O STF, a Corte maior do País, decidiu que o TJ não poderia julgar o caso por número insuficiente de desembargadores. É então fora de foco, e inócuo até, se ficar criando teorias conspiratórias para o fato. Só faltam dizer que o STF fez o jogo da oposição.
O STF acataria?
Se a tese que o TJ não tinha número suficiente para julgar o caso não tivesse fundamento legal, o STF acataria? Tenho certeza que não. O STF acatou de forma graciosa? Claro que não.
Sem clima emocional
E pelas cenas lamentáveis vistas no dia da sessão que decidiu o caso, com quase agressões físicas, se chega á dedução que, não havia clima emocional para o julgamento se dar no TJ.
Reclamação sem sentido
Era para as partes envolvidas na Operação G-7 estarem aplaudindo a decisão, já que o STF fará o julgamento sem as paixões regionais que contaminaram a discussão desse escândalo.
Celeridade necessária
O que se espera agora que o STF tenha celeridade para fazer o julgamento. O inquérito foi concluído. Não tem nenhum preso perigoso à sociedade. Que respondam então em liberdade.
Lado econômico
Ninguém está discutindo a fundo as conseqüências econômicas desse embargo branco do TCU das obras da “Cidade do Povo”. O desemprego, num Acre sem indústrias, dobrará seu número.
Informações desalentadoras
A informação que chegou à coluna é que as principais empresas acreanas, por conta da indefinição, já demitiram cerca de três mil trabalhadores e vão abdicar de seus contratos.
Situação grave
Discutir isso é mais importante que desavenças no TJ. Parar as obras da “Cidade do Povo” é parar economicamente setores da cadeia econômica, brecando emprego e geração de renda.
Demorando demais
Na minha avaliação, para quem tem argumentos e domina o vídeo como poucos, o governador Tião Viana era para ter ido à TV no início dessa crise, se posicionado e não deixar se avolumar.
Muda uma batalha
Uma das máximas das Legiões Romanas era que: “a fala do comandante muda o rumo de uma batalha”. O Tião Viana está limpo nessa história, nada pesa contra ele, por que ele não falar?.
Não se trata de defesa
E não se trata de fazer a sua defesa, não é acusado de nada, mas de rebater com dados as acusações que pesam contra seu governo e do que tudo isso possa resultar na economia.
Lado político
Não há como escamotear que o PT e, por tabela, a FPA, passam pelasua pior crise política desde a fundação, e o mais grave: com apenas raras defesas pontuais dos seus deputados.
Relações azedas
Teria azedado as relações entre o prefeito de Epitaciolândia, André Hassem (PSDB), e o seu secretário de Finanças, Tadeu Hassem, um dos mais competentes e sérios de sua equipe.
Até que ponto
O prefeito André Hassem disse essa semana numa conversa com um empresário da mídia que, a partir de agora vai centralizar as ações de custeio, ou seja, onde há fumaça há fogo.
Lembrando a história
A história mostra que os impérios, os governos, começaram a ruir a partir das intrigas internas. Uma administração enxuta como vinha sendo até aqui a do André, deve fugir das intrigas.
Intrigas da oposição
O ex-prefeito Luiz Hassem, pai de André Hassem, me ligou ontem para desmentir a versão: “o Tadeu é de extrema confiança, não existe briga, só tirou uns dias de férias, o resto é fofoca”.
É quem assina
Do outro lado do rio Acre, em Brasiléia, o prefeito Everaldo Gomes (PMDB), fez o que era para ser feito há tempo, colocou o pé na parede contra a pressão do ex-prefeito Aldemir Lopes.
Breque certo
Brecou a contratação de uma cooperativa da qual o ex-prefeito Aldemir Lopes era o padrinho.
Melhor não pagar
Falando em Brasiléia é bom o Everaldo não pagar por uma simples solda no palanque usado nas promoções da prefeitura os R$ 40 mil cobrados por um empresário, para não se complicar.
Nem sinal
O ex-prefeito de Sena Madureira, Nilson Areal, é bom de esconderijo, até hoje a polícia não conseguiu cumprir o mandado de sua captura expedido pela justiça acreana.
Papel importante
O senador Anibal Diniz (PT) teve papel importante no retorno do Rio Branco à Série C do campeonato brasileiro, foi o único da bancada federal a travar essa luta, que se registre.
Sai dessa, João!
O ex-deputado federal João Correia (PMDB), continua sua solitária greve de fome, em Brasília, pela volta do horário antigo. Como protesto já foi válido, mas perdeu o sentido e a divulgação.
……………………………………………Velho ditado……………………………………………….
Essa crise no governo com as prisões do G-7 só tomaram a dimensão que tomaram por conta das declarações pesadas e impensadas de alguns políticos. Serviram, inclusive, de combustível para alimentar discussões na imprensa e redes sociais. Os tempos são outros, as coisas não se resolvem mais com rompantes. Como no ditado: às vezes é preferível a prudência à virulência.
Seria normal que o deputado federal Márcio Bittar (PSDB) pugnasse por um julgamento justo e cadeia para os culpados, no caso dos acusados presos na Operação G-7. Mas não é ético, para quem tem problemas de injustiça na família, defender medidas para prorrogar essas prisões.
Ninguém condenado
Pesam uma série de acusações graves contra os envolvidos, mas não teve ninguém julgado, ninguém condenado, e por isso não devem ser tratados, como se tivessem condenação final.
Exemplo de família
O seu irmão Mauro Bittar foi acusado injustamente durante mais de 10 anos de ser um dos mentores da “Flávio Nogueira”, e acabou absolvido de tudo, deveria ter se lembrado disso.
Defesa veemente
O deputado Walter Prado (PEN) fez uma das defesas mais veementes até aqui das decisões tomadas pela desembargadora Denise Bonfim, no caso do G-7. “Fez tudo dentro da lei”, disse.
Campanha difamatória
Walter condenou o que chamou de “campanha difamatória” contra a desembargadora Denise Bonfim e disse ser ela, uma das magistradas mais sérias que conheceu na função de Delegado.
Petecão na parede
A deputada Marileide Serafim (PSD) disse ontem que não aceita que se forme um bloco com o PTdoB, e quem decide são os deputados. Égua! Pensei que o Petecão é que mandava no PSD!
Nem na boi cagão
Pelo visto na declaração, o senador Sérgio Petecão (PSD) não está mandando nem na sua fazenda, a Boi Cagão, quanto mais dentro do seu partido, que virou Casa de Mãe Joana.
Números superfaturados
O deputado Walter Prado (PEN) disse ao blog ser falácia dizer que existem 11 mil servidores irregulares no governo: “se tiver dois mil é muito, superfaturaram os números”, alfinetou.
Entrando na discussão
Entrando na discussão por outro ângulo. E temerário se acusar governadores que originaram as contratações irregulares, pois, os que se seguiram foram coniventes em não demitir, certo?
Casa de caba
O Tribunal de Justiça virou uma casa de caba tapiu assanhada, por conta da discussão se há ou não número suficiente de desembargadores para apreciar os Habeas-Corpus do G-7.
Muito mais tempo
Os advogados dos acusados acham que as chances de conseguir os Habeas-Corpus no TJ são grandes, no STJ podem também acontecer, mas demoraria mais tempo para o julgamento.
Sessão quente
Todos os olhos estarão voltados hoje para a reunião do pleno do Tribunal de Justiça.
Acha graça
O senador Petecão (PSD) diz só lhe restar achar graça dos que dizem que, não deve disputar o governo: “se acostumem com a idéia, serei candidato só ou com mais alguém da oposição”.
Campanha estruturada
Petecão voltou a dizer que Tião Viana será um adversário forte de ser batido, que da oposição só ele terá coragem de enfrentá-lo e que, já está com toda a sua campanha estruturada.
Mosca azul
Um aliado do ex-prefeito Tião Bocalon contou ontem que, o fato de liderar as pesquisas na oposição estaria lhe despertando a idéia de colocar seu nome como candidato ao Senado.
Papel importante
Que as demais lideranças da oposição não morrem de amores pelo Bocalon, isso é notório, mas ninguém poderá lhe tirar o mérito de ser peça importante no tabuleiro oposicionista.
Mingau requentado
O deputado Werles Rocha (PSDB) veio ontem com mingau requentado de 2011, a contratação da banca de advogados do ex-ministro Aristides Junqueira para desembargar a BR-364.
Uma mulher
Ninguém se admire se o nome do vice a ser escolhida por Tião Viana para compor sua chapa em 2014 for o de uma mulher do secretariado. E nada mais se disse ou foi perguntado.
Nem na oposição
O deputado Gilberto Diniz (PTdoB) não consegue unanimidade nem na oposição para dar entrada no projeto que acaba com as pensões de ex-governadores. Precisa de 8 votos e tem 6.
Não assinam
As deputadas Marileide Serafim (PSD), Maria Antonia (PP) e Chico Viga (PSD), eleitos pela oposição, se recusaram colocar as suas assinaturas no referido projeto.
Não geram direitos
As contratações sem concurso são proibidas pela Constituição Federal. Por isso é até uma maldade se levantar a possibilidade de se efetivar os servidores irregulares do Estado.
Mero proselitismo
Qualquer discussão sem levar em conta esse aspecto jurídico é um mero proselitismo.
Bela candidata
Entre as mulheres que até aqui se lançaram candidatas a deputada federal um nome chama atenção pela sua qualificação, o da Márcia Bittar (PSDB), que é dona de um grande carisma.
Que cartel?
O prefeito Marcus Alexandre questiona o enquadramento dos empresários da construção civil presos durante a Operação G-7, em crime de formação de Cartel. E dá como motivo que existe uma tabela nacional com os preços praticados e se cota o preço do ganhador sempre abaixo do valor máximo. Para Marcus não há como montar um Cartel em cima dessa regra clara.
Por Luis Carlos Moreira Jorge
Em Sena, bateu a apatia no prefeito Mano Rufino. Recebeu uma dívida de 30 milhões de reais e todo dia surge uma nova ação de cobrança, e resultado: a cidade é um buraco só.
Não pode reclamar
Só que o Mano não pode reclamar. Sabia que os 800 servidores temporários, e que hoje terá de pagar indenizações, foram contratado pelo Nilson Areal para serem seus cabos-eleitorais.
Também não justifica
O quadro caótico, também, não é amparo para o prefeito Mano deixar Sena abandonada.
Surpresa para 2014
A fonte do blog é segura. Conto o milagre, mas, não dou o nome do santo. Como dei em primeira mão semana passada é grande o descontentamento do prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales, com a cúpula do seu partido, o PMDB. O motivo? Ter praticamente sido abandonado nessa sua luta jurídica para permanecer no cargo. Ninguém vá se admirar se na próxima campanha Vagner Sales tomar uma decisão atípica. E pelo que o conheço de décadas, depois de tomar uma decisão, não tem pressão que o faça voltar atrás. A eleição de 2014 trará situações políticas deveras interessantes. Como dizem os nossos colunistas sociais: quem viver verá.
Uma historinha para relembrar
Por décadas o empresário Mauro Bittar, ex-chefe do gabinete civil do governo Flaviano Melo, foi execrado na imprensa como mentor da conta “Flávio Nogueira”, que supostamente teria desviado recursos do Estado. O Mauro passou boa parte do seu tempo se defendendo das acusações injustas. Os recursos correram e ele acabou absolvido, quites com a justiça, mas nada limpou ou limpará a pecha injusta que lhe foi dada. Pois bem, agora vejo seu irmão, o deputado federal Márcio Bittar (PSDB), fazendo lobby em um caso idêntico, a “Operação G-7”, brigando pela manutenção da prisão dos secretários estaduais e empresários, entrando numa cruzada para dificultar os Habeas-Corpus desses presos, que são meros acusados, nem réus são. Ao que parece o Márcio Bittar não aprendeu com as injustiças sofridas pelo irmão Mauro Bittar, é quer praticar injustiça idêntica, transformando os acusados do G-7, em sentenciados definitivos, sem ao menos serem julgados. Nada como os anais da história política do Acre, não é deputado federal Márcio Bittar?
Falando de crise
A crise econômica é ruim para prefeito que gosta de trabalhar como Vagner Sales, Marcus Alexandre, André Hassem, Dr. Betinho, Everaldo Gomes, para os prefeitos que capinam sentados, tanto faz. Mesmo na crise os prefeitos acima têm mostrado ação administrativa.
Melhores avaliados
Em recente pesquisa doméstica sobre a avaliação dos novos prefeitos feita por um partido da oposição, André Hassem e Marcus Alexandre, pela ordem, foram os melhores avaliados.
Muito melhor
Em relação à antecessora Eliane Gadelha (PT), o Dr. Betinho, mesmo com a montanha de dívidas herdadas aparece bem na foto. E o prefeito Everaldo Gomes também não aparece mal.
Ou enxugam ou se liquidam
Os prefeitos, ou enxugam a folha ou se liquidam. Certas, pois, as decisões de André Hassem, em Epitaciolândia; e do Dr. Betinho, em Assis Brasil, de acabar com contratos temporários.
Panelaço na parte
O que tem de se fazer, ensina Maquiável, tem de ser feito de uma vez e no início da gestão. Melhor um desgaste pontual que panelaços na porta das prefeituras por atraso de salários.
Fogo de monturo
Tião Viana cometeu um erro político ao incentivar candidaturas à Aleac de secretários no cargo. Confundiram confiança com liberalidade e passaram a condicionar obras a apoio.
Desgaste político
Não foi um nem dois e nem três deputados estaduais de sua base política que me disseram não entrar de cabeça na sua defesa no caso das prisões do G-7, por causa desses secretários.
Ainda é tempo
O modelo ideal, para não acirrar esse problema, seria chamar os secretários que querem ser candidatos a deputado estadual e pedir que entreguem os cargos ou vai alimentar uma crise.
Vendo de perto
Essa é uma avaliação de quem tem contato diário com os deputados da sua base de apoio.
Bloco certo
O dirigente do PP, ex-deputado José Bestene, me disse ontem estar certo a formação do bloco parlamentar PSDB-PP na Assembléia, devendo ser oficializado essa semana à mesa diretora.
Novo líder
O deputado Werles Rocha (PSDB) será o líder do novo bloco, que terá 7,5 minutos de tempo.
Artigo recomendado
Foi um dos mais lúcidos artigos que li, o do jornalista J.R.Guzzo, na revista VEJA da semana, sob o título “o enigma das elites”: desmonta o uso das “elites” para justificar mal feitos públicos.
Cota de companheiros
Chega a notícia que os secretários estaduais participam de uma cota voluntária para pagar os salários dos secretários Volvenar Carmago (Obras) e Gildo César (DEPASA), presos do G-7.
Pagamentos suspensos
Volvenar e Gildo estão com os salários de secretários suspensos desde que foram presos por ordem judicial. Nada de anormal com o ato de solidariedade dos seus colegas de governo.
Dormindo na inércia
O prefeito do Bujari, Tonheiro (PT), precisa ser chamado às falas pelo seu padrinho, o deputado Ney Amorim (PT), dado á sua inércia. Vive de culpar o ex-prefeito Padeiro (PSB).
Esperar sentado
O deputado Manoel Moraes (PSB) fique de olho aberto, ou melhor: espere sentado ser o candidato único da FPA em Xapuri. O PT terá candidato a deputado estadual no município.
Bira Vasconcelos
Dirigentes do PT trabalham com o nome do ex-prefeito Bira Vasconcelos para deputado estadual. Sua chance de ganhar seria remota, mas seus votos somariam para a legenda do PT.
Não é levado a sério
O ex-prefeito de Brasiléia, Aldemir Lopes (PMDB), não é levado a sério como “Coordenador Político” da oposição. Também pudera, virou um mero cabo-eleitoral do patrão Márcio Bittar.
Decifra-me ou….
Essa candidatura da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) lembra a Lenda da Esfinge, com o seu “decifra-me ou devoro-te”, ninguém tem a certeza que disputará o Senado.
Quebra no meio
Populista ao máximo, se candidata for, Perpétua Almeida causará um estrago na candidatura à reeleição do senador Anibal Diniz (PT). São comuns os comentários a esse respeito no povão.
Dois marcos
O governador Tião Viana precisa atingir dois marcos para chegar na eleição de 2014, com duas bandeiras positivas para a sua campanha de reeleição. O primeiro e entregar como está no projeto a “Cidade do Povo”, que subiria seu cacife na Capital. E o segundo concluir as obras da rodovia 364 para sedimentar seus votos no Vale do Juruá. Se isso acontecer ele será favorito.
Por Luis Carlos Moreira Jorge